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Dias dos Pais massa ❤️💙!! Só faltou o ECB jogar bola… 😁
10/08/2026

Dias dos Pais massa ❤️💙!! Só faltou o ECB jogar bola… 😁

06/08/2026

Parte 2. Na anterior: nosso aparelho digestivo foi calibrado para a escassez, e a seleção natural não opera na velocidade em que o ambiente alimentar mudou.
A cirurgia bariátrica trata obesidade — uma doença crônica, não uma questão estética. E a crença mais comum sobre ela é que funciona por restringir volume. Isso é apenas parte da explicação.
No sleeve, a retirada da porção superior do estômago reduz a principal fonte de grelina, o hormônio que sinaliza fome ao cérebro. No bypass, o desvio do trânsito faz o alimento alcançar mais rapidamente o intestino distal, onde são produzidos os hormônios de saciedade.
Nos dois casos a anatomia é o meio: o efeito central é a alteração da sinalização entre intestino e cérebro. É por isso que a obesidade não se resolve apenas com força de vontade — o organismo defende ativamente o peso que considera adequado.
Isso não significa que toda pessoa com obesidade deva operar. A cirurgia tem critérios de indicação, avaliados individualmente em consulta.
Texto completo, com as referências, no blog. Link na bio.
Conteúdo informativo e educativo. Não substitui a consulta médica individualizada. Indicações, riscos e resultados variam conforme cada caso.
Dr. Heitor Póvoas — CRM-BA 11.157 · RQE 2308 · RQE 9689

05/08/2026

Nosso aparelho digestivo foi calibrado para um mundo de comida escassa e imprevisível. Um estômago com grande capacidade não era erro — era recurso de sobrevivência para quem comia de forma intermitente.
O que quase ninguém comenta: o intestino humano é menor que o de outros primatas do nosso tamanho. Ele já encolheu uma vez ao longo da evolução, porque o cérebro crescia e precisava de energia — e intestino é um órgão caro de manter.
Esse ajuste levou centenas de milhares de anos. O ambiente alimentar moderno se instalou em poucas décadas, e a seleção natural não opera nessa escala de tempo.
O resultado desse descompasso tem nome: obesidade. Um organismo construído para estocar cada caloria disponível, colocado num ambiente de abundância e de alimentos formulados para contornar os sinais de saciedade, faz aquilo para que foi calibrado. Não é fraqueza de caráter — é resposta previsível.
Na parte 2: o que a cirurgia bariátrica realmente faz — e por que não é o que a maioria imagina.
Conteúdo informativo e educativo. Não substitui a consulta médica individualizada.
Dr. Heitor Póvoas — CRM-BA 11.157 · RQE 2308 · RQE 9689

“Come a proteína primeiro.”É a frase mais repetida no pós-operatório. E a primeira a se perder quando o paciente começa ...
01/08/2026

“Come a proteína primeiro.”

É a frase mais repetida no pós-operatório. E a primeira a se perder quando o paciente começa a se sentir bem.

O motivo não é etiqueta à mesa. É aritmética de volume gástrico.

Depois do sleeve ou do bypass cabe pouco por refeição. Se o arroz ocupa o espaço, a proteína não entra — e o dia fecha abaixo da meta. Repetido por semanas, isso tem nome: perda de massa magra junto com a gordura. E músculo perdido no primeiro ano é o mais difícil de recuperar.

A literatura recente acrescentou outro ângulo. Metanálise publicada na Acta Diabetologica em 2026, com 17 ensaios randomizados em diabetes tipo 2: comer proteína antes do carboidrato derrubou o pico de glicemia em cerca de 43 mg/dL.

Nenhum desses ensaios incluiu paciente operado, e o mecanismo lá é outro. Mesma conduta, motivos diferentes — e vale dizer qual é qual.

No prato:

→ Proteína primeiro
→ Vegetal e fibra
→ Carboidrato por último
→ Líquido fora da refeição

Vale no primeiro mês e vale no ano dez, quando a capacidade aumentou e a disciplina da sequência costuma ser a primeira coisa a se perder.

A ordem organiza a refeição. Não substitui meta proteica calculada nem suplementação quando indicada — essas são definidas em consulta.

Artigo completo no blog → drheitorpovoas.com.br (link na bio)

29/07/2026
Legenda Post IOSConsultório em Ilhéus, no Ed. Premiere Business Center.Cirurgia videolaparoscópica, tratamento da obesid...
24/07/2026

Legenda Post IOS

Consultório em Ilhéus, no Ed. Premiere Business Center.

Cirurgia videolaparoscópica, tratamento da obesidade e doenças metabólicas.

O atendimento é quinzenal, às quartas-feiras pela manhã. Cirurgias e internações nos hospitais credenciados.

→ CIRURGIA VIDEOLAPAROSCÓPICA — cirurgia do aparelho digestivo por técnica minimamente invasiva. Menor agressão tecidual, recuperação mais previsível.

→ OBESIDADE E DOENÇAS METABÓLICAS — avaliação, indicação de cirurgia bariátrica e acompanhamento clínico longitudinal. Cirurgia é o começo do tratamento, não o fim dele.

Agendamento pela Clínica BAROS — WhatsApp (71) 3039-8282. Atendimento particular.

Conteúdo completo sobre cirurgia bariátrica, metabólica e medicina metabólica no site → drheitorpovoas.com.br (link na bio)

Consultas em Ilhéus, no Ed. Premiere Business Center.Cirurgia videolaparoscópica, tratamento da obesidade e doenças meta...
22/07/2026

Consultas em Ilhéus, no Ed. Premiere Business Center.

Cirurgia videolaparoscópica, tratamento da obesidade e doenças metabólicas.

O atendimento é quinzenal, às quartas-feiras pela manhã. Cirurgias e internações nos hospitais credenciados.

→ CIRURGIA VIDEOLAPAROSCÓPICA — cirurgia do aparelho digestivo por técnica minimamente invasiva. Menor agressão tecidual, recuperação mais previsível.

→ OBESIDADE E DOENÇAS METABÓLICAS — avaliação, indicação de cirurgia bariátrica e acompanhamento clínico longitudinal. Cirurgia é o começo do tratamento, não o fim dele.

Agendamento pela Clínica BAROS — WhatsApp (71) 98107-3414. Atendimento particular.

Conteúdo completo sobre cirurgia bariátrica, metabólica e medicina metabólica no site → drheitorpovoas.com.br (link na bio)

09/07/2026

Emagreceu 10 kg — mas 3 eram de músculo. Isso não é sucesso.
No emagrecimento com GLP-1 ou depois da bariátrica, a conta que importa não é quanto o ponteiro desceu. É o que você perdeu no caminho.
Perder peso rápido cobra músculo junto com gordura. E músculo perdido é o que abre a porta pra fraqueza, sarcopenia e reganho lá na frente.
Por isso proteína não é detalhe. É prioridade terapêutica. Três motivos:
→ Preserva massa magra enquanto você perde gordura
→ Sacia de verdade — menos fome, mais adesão, resultado que dura
→ Mantém seu gasto energético: você emagrece sem desmontar a máquina que queima caloria
A pergunta certa não é “quanto você emagreceu”. É “o que você preservou”.
Quer emagrecer bem — e não só pesar menos? É disso que a gente cuida na consulta.
—
Dr. Heitor Póvoas · CRM-BA 11.157 · RQE 2308 · RQE 9689

sarcopenia emagrecimentosaudável salvador

Foi publicado anteontem no *Lancet Diabetes & Endocrinology* o estudo que faltava no debate de 2026.Leslie, Steffen, Wis...
19/06/2026

Foi publicado anteontem no *Lancet Diabetes & Endocrinology* o estudo que faltava no debate de 2026.

Leslie, Steffen, Wise e colaboradores compararam, em **45 093 adultos** com obesidade severa e diabetes tipo 2, as três modalidades mais discutidas: semaglutida 2,4 mg, tirzepatida e sleeve gastrectomy. Dados real-world do Epic Cosmos — a maior base de prontuários eletrônicos dos EUA.

O desfecho primário não foi “perda de peso clinicamente significativa”. Foi **remissão metabólica completa em 1 ano**: ≥20% de perda de peso *E* HbA1c abaixo de 5,7% (faixa não-diabética). Vara alta, deliberadamente.

Probabilidades ajustadas em 1 ano:

→ **SLEEVE GASTRECTOMY: 24,0%** (IC 22,9 – 25,1)
→ **TIRZEPATIDA: 13,2%** (IC 12,2 – 14,3)
→ **SEMAGLUTIDA: 3,0%** (IC 2,8 – 3,2)

A hierarquia é clara. Sleeve é ~1,8× mais provável que tirzepatida de atingir o desfecho. ~8× mais provável que semaglutida.

E a separação tirzepatida–semaglutida não é trivial: ~4,4× de diferença. As duas não estão na mesma prateleira nesse desfecho.

**Mas leitura honesta exige nomear o que os próprios autores nomeiam:** os grupos não eram iguais. Pacientes operados tinham IMC basal mais alto, eram mais jovens e tinham HbA1c basal mais baixa — os três são preditores conhecidos de remissão metabólica. Mesmo com ajuste multivariável, **confounding residual é admitido no paper**.

Sleeve também teve mais visitas ao PS em 1 ano, e mais novas prescrições para refluxo. Cada modalidade tem seu trade-off. Hierarquia de eficácia não silencia segurança.

**O que isso muda na prática:**

Em obesidade severa com DM2 mal controlada, sleeve oferece a maior chance de remissão composta em 1 ano. Não é “opção entre opções” — é hierarquia. GLP-1 seguem valiosos como adjuntos, em perfis sem DM2 grave, ou em paciente com contraindicação cirúrgica.

A narrativa de 2025 — “as canetas vão acabar com a bariátrica” — não se sustenta nesse perfil. Decisão clínica é individualizada; a hierarquia é populacional.

Análise completa do paper no blog: drheitorpovoas.com.br (link na bio)

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