Dra. Ludmila Berodia

Dra. Ludmila Berodia Oftalmologia clínica e cirúrgica em Salvador �Especialista em Catarata e Segmento Anterior

01/09/2026

Está se preparando para um concurso militar, já atua na área policial ou trabalha na aviação?

Antes de considerar uma cirurgia refrativa, existe uma informação que não pode ser ignorada: as exigências visuais da sua carreira.

Cada concurso ou instituição pode estabelecer critérios próprios para a avaliação oftalmológica. Dependendo do caso, podem ser considerados aspectos como acuidade visual, estabilidade do grau, condições oculares, histórico de cirurgia refrativa, exames complementares e o período decorrido desde o procedimento.

Por isso, a decisão não deve considerar apenas se você possui indicação médica para a cirurgia.

Ela também precisa estar alinhada às regras previstas no edital ou regulamento da atividade profissional que você pretende exercer.

Se existe um concurso em vista, leve o edital para a consulta. Se você já pertence a alguma instituição, consulte previamente as normas médicas aplicáveis à sua função.

A avaliação oftalmológica poderá então considerar dois pontos diferentes e igualmente importantes:

• se os seus olhos apresentam condições adequadas para considerar a cirurgia;
• se o procedimento é compatível com as exigências profissionais aplicáveis ao seu caso.

Cirurgia refrativa exige indicação individualizada. Quando existe uma carreira com critérios específicos de aptidão visual, planejamento também faz parte dessa decisão.

Dra. Ludmila Berodia
Oftalmologista | CRM-BA 25871
RQE 14847

25/08/2026

Seu grau ainda muda todos os anos? Talvez este ainda não seja o momento ideal para pensar em uma cirurgia refrativa.

A cirurgia refrativa tem como objetivo corrigir o grau existente no momento do procedimento. Por isso, antes de indicar a cirurgia, um dos pontos avaliados pelo oftalmologista é a estabilidade do grau ao longo do tempo.

Quando existe uma mudança frequente na refração, é importante investigar o motivo dessa variação e avaliar se o momento da cirurgia é adequado para aquele paciente.

A avaliação considera diversos fatores, como:
• histórico dos exames oftalmológicos;
• estabilidade do grau;
• saúde da córnea;
• características individuais dos olhos;
• expectativas e necessidades visuais de cada pessoa.

Não existe uma idade única que determine quando todos os pacientes podem realizar a cirurgia. Cada olho possui uma história diferente.

Se você tem interesse em cirurgia refrativa, o primeiro passo é realizar uma avaliação completa e analisar seus exames anteriores para entender se essa é uma possibilidade adequada para o seu caso.

A melhor indicação é sempre aquela feita de forma individualizada, considerando a saúde e as características de cada paciente.

Dra. Ludmila Berodia
Oftalmologista | CRM-BA 25871
RQE 14847

18/08/2026

Gravidez ou amamentação não significam que você nunca poderá fazer cirurgia refrativa. Mas podem significar que este ainda não é o melhor momento.

Durante a gestação e o período de amamentação, as alterações hormonais podem provocar mudanças temporárias na visão e em características da córnea.

E isso importa porque o planejamento de uma cirurgia refrativa depende de medidas precisas e, principalmente, de uma refração e de parâmetros corneanos estáveis.

Por esse motivo, a cirurgia refrativa eletiva geralmente é adiada durante a gravidez e a amamentação.

Depois desse período, não basta simplesmente contar os dias após o desmame. É necessário avaliar se a visão e as medidas da córnea já estão estáveis e se os demais critérios de segurança para a cirurgia são atendidos.

A gestação não representa uma contraindicação definitiva à cirurgia refrativa. O momento adequado é individual e precisa ser definido após avaliação oftalmológica completa.

Se você está grávida, amamentando ou terminou recentemente esse período e pensa em reduzir a dependência dos óculos, converse com seu oftalmologista antes de iniciar o planejamento cirúrgico.

Salve este conteúdo para lembrar dessa informação no momento certo.

Dra. Ludmila Berodia
Médica Oftalmologista
CRM-BA 25871 | RQE 14847

Conteúdo informativo e educativo. A indicação e o momento de uma cirurgia refrativa dependem de avaliação médica individualizada.

11/08/2026

Diabetes ou pressão alta não significam, automaticamente, que uma pessoa não possa realizar a cirurgia de catarata.
O que muda é o planejamento.

Antes de indicar o procedimento, é importante avaliar não apenas a catarata, mas também o estado geral de saúde, o controle das condições clínicas e as características dos olhos de cada paciente.

No paciente com diabetes, existe ainda um cuidado especial com a retina. A presença de retinopatia diabética ou alterações na mácula, por exemplo, pode influenciar o momento da cirurgia, a estratégia adotada e o acompanhamento antes e depois do procedimento.

Por isso, a decisão não deve ser baseada apenas em “tem diabetes” ou “tem pressão alta”.

E adiar indefinidamente também não é necessariamente a melhor escolha. A catarata é progressiva e, quando mais avançada, pode comprometer cada vez mais a visão e até dificultar a avaliação e o acompanhamento de doenças da retina.

A pergunta certa é “Quais são as condições deste paciente e qual é o melhor momento para realizar a cirurgia com planejamento adequado?”

Cada caso precisa ser avaliado individualmente.

Se uma cirurgia de catarata foi adiada por causa do diabetes ou da hipertensão, isso não significa necessariamente que a possibilidade esteja descartada. Uma nova avaliação oftalmológica pode esclarecer quais cuidados são necessários antes de qualquer decisão.

Dra. Ludmila Berodia
Médica Oftalmologista
CRM-BA 25871 | RQE 14847

Conteúdo informativo e educativo. A indicação cirúrgica, o momento do procedimento e os cuidados necessários dependem de avaliação médica individualizada.

04/08/2026

“Ainda não está tão ruim.” Essa frase pode adiar um cuidado importante com a visão.

Algumas doenças oculares podem evoluir de forma silenciosa, sem dor ou alterações evidentes nas fases iniciais. Quando a pessoa percebe que a visão mudou, o problema pode já estar em uma etapa mais avançada.

Isso não significa que toda alteração visual seja grave. Significa que a ausência de sintomas não substitui a avaliação oftalmológica.
A consulta permite examinar estruturas que não conseguimos avaliar sozinhos e identificar se existe necessidade de acompanhamento, tratamento ou exames complementares.

A periodicidade das avaliações não é igual para todos. Ela depende de fatores como idade, histórico familiar, diabetes, uso de medicamentos, grau elevado e doenças oculares anteriores.

Está adiando sua avaliação ou percebeu alguma mudança na visão? Procure um oftalmologista.
Não espere a visão piorar para começar a cuidar dos seus olhos.

Dra. Ludmila Berodia
MÉDICA — CRM-BA 25.871
Oftalmologia — RQE 14.847

Conteúdo educativo. Informações publicadas nas redes sociais não substituem consulta, exame oftalmológico ou orientação médica individualizada.

De um lado, a mulher que encontra sentido na família, nos afetos e nos momentos simples. Do outro, a médica que escolheu...
01/08/2026

De um lado, a mulher que encontra sentido na família, nos afetos e nos momentos simples. Do outro, a médica que escolheu transformar conhecimento, precisão e responsabilidade em cuidado.

Mas não são duas versões diferentes. É a mesma essência, expressa de maneiras distintas.

Foi valorizando os detalhes da minha própria história que compreendi o propósito da minha profissão: cuidar da visão para que mais pessoas possam viver com autonomia, segurança e liberdade.

Na cirurgia de catarata, não enxergo apenas uma condição a ser tratada. Enxergo histórias, planos, vínculos e tudo aquilo que cada paciente deseja continuar acompanhando com os próprios olhos.

Porque cuidar da visão também é cuidar dos momentos que dão sentido à vida. 🤍

28/07/2026

Miopia alta e cirurgia a laser não indicada? A lente fácica pode ser uma alternativa em casos selecionados.

Também conhecida como ICL, essa lente é implantada dentro do olho, entre a íris e o cristalino, para auxiliar na correção da miopia e, em modelos específicos, do astigmatismo.

Diferentemente de procedimentos como LASIK e PRK, a lente fácica não remodela a córnea. Por isso, pode ser considerada na avaliação de pacientes com miopia elevada ou características da córnea que limitem a cirurgia a laser.

Mas atenção: ter miopia alta não significa que o procedimento esteja automaticamente indicado.

Antes da cirurgia, é necessário avaliar fatores como:
✔️ estabilidade do grau;
✔️ profundidade das estruturas internas do olho;
✔️ condições da córnea e do cristalino;
✔️ pressão ocular;
✔️ saúde da retina;
✔️ características individuais de cada paciente.

A lente pode ser removida, reposicionada ou substituída quando houver indicação médica, mas isso requer uma nova intervenção. Como toda cirurgia intraocular, o procedimento também apresenta riscos, que devem ser explicados e avaliados individualmente.

Entre eles estão alterações da pressão ocular, formação de catarata, perda de células da córnea, halos e necessidade de procedimentos adicionais.

A escolha entre óculos, lentes de contato, cirurgia a laser ou lente fácica deve ser feita após avaliação oftalmológica completa, considerando benefícios, limitações e riscos.

Tem dúvidas gerais sobre a lente fácica? Deixe nos comentários.
Para saber se o procedimento é adequado ao seu caso, é necessária avaliação médica presencial e exames específicos.

Dra. Ludmila Berodia
MÉDICA — CRM-BA 25.871
Oftalmologia — RQE 14.847

21/07/2026

Ter medo de uma cirurgia nos olhos é mais comum do que parece.
Afinal, estamos falando de uma região sensível e de um dos sentidos mais importantes para a nossa rotina: a visão.

Mas, muitas vezes, o que aumenta esse medo não é apenas o procedimento em si. É a falta de informação, a insegurança sobre o que pode acontecer e a ausência de uma conversa clara com um especialista.

Em alguns casos, o medo faz com que a pessoa adie por meses ou até anos uma avaliação oftalmológica , e, nesse período, a visão pode continuar impactando atividades simples do dia a dia, como ler, dirigir, trabalhar ou aproveitar momentos com mais autonomia.

Por isso, informação faz diferença.

Entender o diagnóstico, conhecer as possibilidades de tratamento, tirar dúvidas e avaliar se existe indicação cirúrgica são etapas fundamentais para uma decisão mais segura e consciente.

Nenhuma decisão deve ser tomada no impulso. Mas também não precisa ser adiada por falta de orientação.
Se você ou alguém da sua família tem medo de cirurgia nos olhos e vem adiando uma avaliação, fale com a minha equipe.

14/07/2026

Passou dos 40 e começou a afastar o celular para conseguir ler melhor?

Essa dificuldade para enxergar de perto pode estar relacionada à presbiopia, uma alteração visual muito comum nessa fase da vida.

Com o passar dos anos, o cristalino, a lente natural dos olhos, perde parte da sua flexibilidade, dificultando o foco para perto, principalmente na leitura, no uso do celular e em ambientes com pouca luz.

Mas a atenção não deve ser apenas para o grau.
Após os 40 anos, algumas alterações oculares também podem surgir de forma silenciosa, como sinais iniciais de catarata, glaucoma e alterações na mácula.

Por isso, essa fase é um momento importante para iniciar ou manter o acompanhamento oftalmológico regular.

Cuidar da visão depois dos 40 é mais do que enxergar melhor de perto. É uma forma de acompanhar a saúde ocular com segurança e prevenção.

Se você está nessa fase e ainda não tem um oftalmologista de confiança, fale com a minha equipe e agende uma avaliação.

07/07/2026

Sensação de areia nos olhos, vermelhidão no final do dia ou visão que embaça e melhora quando você pisca?
Esses sinais podem estar relacionados ao olho seco, uma condição comum, mas que muitas pessoas acabam ignorando.

O olho seco acontece quando o filme lacrimal, responsável por proteger a superfície dos olhos, não funciona adequadamente. Isso pode ocorrer pela pouca produção de lágrima ou pela baixa qualidade da lágrima, que evapora rápido demais.

Alguns fatores podem piorar o quadro, como uso prolongado de telas, ar-condicionado, lentes de contato, algumas medicações e alterações hormonais.

E atenção: olho seco não é apenas desconforto.
Ele pode interferir na qualidade da visão, dificultar o uso de lentes de contato e, em alguns casos, precisar ser tratado antes de uma cirurgia refrativa.

Se você se identificou com algum desses sintomas, vale a pena passar por uma avaliação oftalmológica individualizada.
Fale com a minha equipe e agende sua consulta.

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Salvador, BA

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