Dra. Luciana Barberino

Dra. Luciana Barberino Neurologista formada pela Universidade Federal da Bahia e especialização no Hospital Heliópolis. Neurologista do Hospital Santa Izabel, Salvador-BA

28/08/2026

Neuromodulação não é uma única estratégia — e entender isso muda a forma como pensamos sua utilização na enxaqueca. 🧠

Nos últimos dias, trouxe algumas perguntas nos Stories para testar o conhecimento de vocês sobre o tema. As enquetes acabaram, mas as respostas precisavam ficar registradas. 😉

Mais importante do que decorar indicações é entender que a neuromodulação pode ocupar diferentes lugares dentro da estratégia terapêutica.

Ela não significa necessariamente substituir medicamentos.
Não precisa ser considerada apenas depois de múltiplas falhas terapêuticas.
Diferentes técnicas e alvos terapêuticos têm evidências distintas.
E existem estratégias estudadas tanto para o tratamento agudo quanto para o preventivo da enxaqueca.

No fim, a pergunta mais interessante deixa de ser apenas “neuromodulação funciona?” e passa a ser:

Qual técnica, qual alvo terapêutico, para qual paciente e com qual objetivo?

As evidências mostram as possibilidades.
O raciocínio clínico define a estratégia.

E você: quantas acertou? 👇

25 de Agosto é dia de celebrar a vida da minha mainha Maria Ester Barberino de !Mãe, eu só tenho a agradecer a Deus pela...
25/08/2026

25 de Agosto é dia de celebrar a vida da minha mainha Maria Ester Barberino de !

Mãe, eu só tenho a agradecer a Deus pela sua vida e por tê-la nas nossas vidas!

Muito obrigada pelo cuidado em cada detalhe, pela força, incentivo, puxões de orelha, direcionamento, presença, carinho, pelo cuidado com os meninos, por ser essa mãe e avó surreal!

Cada conquista minha não seria possível sem você!

Te amo muito! Muita saúde p/aproveitarmos muitos e muitos anos juntas, rindo, tomando café e planejamdo a próxima viagem!

Hoje é um dia de aprender, me inspirar, celebrar e agradecer a oportunidade de participar de um evento grandioso, o MLS ...
16/08/2026

Hoje é um dia de aprender, me inspirar, celebrar e agradecer a oportunidade de participar de um evento grandioso, o MLS Festival, da Mentoring League Society !

Em 2025, Pedro Quintanilha me deu a visão de não roubar do mundo a minha mensagem.

Essa visão, me ajudou a criar a Mentoria Médico Liberta.dor e desde abril de 2025 venho dividindo com colegas médicos minha forma de transformar a vida dos pacientes que sofrem com dor de cabeça.

Me desenvolver como mentora e dividir meu conhecimento com colegas é minha forma de transbordar e alcançar muito mais pessoas.

Hoje está sendo muito especial viver essa experiência ao lado da minha querida aluna Ana Flávia Freire | Neurologista !

14/08/2026

Começou hoje o 40º Congresso Brasileiro de Cefaleia! 💜

Um momento de atualização, troca de experiências, reencontros e, claro, muito aprendizado.

A cefaliatria é uma área em constante evolução, e acompanhar de perto as novas evidências, ouvir diferentes perspectivas e discutir os desafios que encontramos na prática faz parte desse caminho.

No fim, todo esse conhecimento tem um propósito maior: cuidar cada vez melhor das pessoas que vivem com cefaleia.

Um pouquinho do primeiro dia por aqui. ✨

E ainda temos muito congresso pela frente!

Para mim, meu pai sempre foi colo, proteção e direção! Obrigada painho Nilson Salvador por tudo e por tanto, te amo muit...
09/08/2026

Para mim, meu pai sempre foi colo, proteção e direção!

Obrigada painho Nilson Salvador por tudo e por tanto, te amo muito!

Robson Ximenes sou muito feliz e grata pelo pai que escolhi para os nossos filhos e por testemunhar diariamente como vc cuida, inspira, lidera e diverte Rafa e Guga!

Que Deus abençoe todos os pais que fazem a diferença na vida dos seus filhos!

Eu não comecei essa jornada pensando em criar um método.Comecei tentando responder a uma inquietação que sempre me acomp...
08/08/2026

Eu não comecei essa jornada pensando em criar um método.

Comecei tentando responder a uma inquietação que sempre me acompanhou na medicina:

O que mais eu posso fazer por este paciente?

Ao longo da minha trajetória como neurologista, sempre acreditei que tratar enxaqueca vai muito além da prescrição.

Educação do paciente, mudanças de hábitos, acompanhamento, trabalho multidisciplinar e individualização do tratamento sempre fizeram parte da forma como acredito que a medicina deve ser praticada.

Mas os pacientes mais complexos continuavam me fazendo perguntas.

O que fazer quando as opções disponíveis não são suficientes?

Como ampliar o arsenal terapêutico sem abandonar aquilo que as evidências já nos mostram?

Como perceber mais cedo que a estratégia precisa ser ajustada?

Foi buscando essas respostas que a neuromodulação entrou na minha prática.

E ela ampliou minhas possibilidades.

Mas também me mostrou algo ainda mais importante:

nenhuma ferramenta, por mais inovadora que seja, substitui uma estratégia bem construída.

Com o tempo, fui estruturando uma forma de cuidar que integra evidências científicas, diferentes possibilidades terapêuticas, educação do paciente e acompanhamento longitudinal.

Foi essa forma de pensar que deu origem ao Método Médico Liberta.dor.

E, depois de transformar a minha própria prática, surgiu uma nova inquietação:

Por que não ensinar outros neurologistas a construir esse caminho também?

Assim nasceu a Mentoria Médico Liberta.dor.

Hoje, minha missão não é formar médicos que simplesmente reproduzam aquilo que eu faço.

É ajudá-los a desenvolver repertório, raciocínio clínico, autonomia e confiança para construir uma prática alinhada às evidências — mas também à medicina em que acreditam.

Porque, para mim, formar um Médico Liberta.dor não significa ensinar uma técnica.

Significa ajudá-lo a enxergar que ainda existem possibilidades.

Para o paciente.

E para o próprio médico.

A publicação da nova diretriz da International Headache Society sobre dispositivos de neuromodulação não invasiva repres...
07/08/2026

A publicação da nova diretriz da International Headache Society sobre dispositivos de neuromodulação não invasiva representa um avanço importante para quem atua na cefaliatria.

Mais do que responder se a neuromodulação “funciona”, o documento organiza criticamente as evidências disponíveis e nos convida a refletir sobre perguntas muito mais relevantes para a prática clínica:

➡️ Em quais pacientes essa estratégia pode ser considerada?

➡️ Em quais cenários ela amplia as possibilidades terapêuticas?

➡️ Como integrar essas ferramentas a um tratamento individualizado?

Na minha opinião, essa é a maior contribuição da diretriz.

Ela reforça que incorporar inovação não significa abandonar aquilo que já fazemos bem.

Significa integrar novas possibilidades com senso crítico, respeito às evidências e individualização do cuidado.

As evidências estão em constante evolução.

E nosso raciocínio clínico também precisa evoluir.

Você já teve a oportunidade de ler essa diretriz? O que mais chamou sua atenção?

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