28/08/2026
Neuromodulação não é uma única estratégia — e entender isso muda a forma como pensamos sua utilização na enxaqueca. 🧠
Nos últimos dias, trouxe algumas perguntas nos Stories para testar o conhecimento de vocês sobre o tema. As enquetes acabaram, mas as respostas precisavam ficar registradas. 😉
Mais importante do que decorar indicações é entender que a neuromodulação pode ocupar diferentes lugares dentro da estratégia terapêutica.
Ela não significa necessariamente substituir medicamentos.
Não precisa ser considerada apenas depois de múltiplas falhas terapêuticas.
Diferentes técnicas e alvos terapêuticos têm evidências distintas.
E existem estratégias estudadas tanto para o tratamento agudo quanto para o preventivo da enxaqueca.
No fim, a pergunta mais interessante deixa de ser apenas “neuromodulação funciona?” e passa a ser:
Qual técnica, qual alvo terapêutico, para qual paciente e com qual objetivo?
As evidências mostram as possibilidades.
O raciocínio clínico define a estratégia.
E você: quantas acertou? 👇