Dra. Luciana Brosina de Leon

Dra. Luciana Brosina de Leon Hepatologista e Gastrenterologista
especializada no diagnóstico e prevenção das doenças do Fígado. CRM - 33922

Omeprazol controla a azia. Mas o refluxo tem causas que o medicamento não trata sozinho.Hérnia de hiato, esfíncter enfra...
11/08/2026

Omeprazol controla a azia. Mas o refluxo tem causas que o medicamento não trata sozinho.

Hérnia de hiato, esfíncter enfraquecido, excesso de peso, hábitos alimentares. Esses fatores continuam presentes mesmo quando o sintoma está controlado. E o esôfago continua exposto.

Nesse carrossel eu explico a diferença entre controlar o refluxo e tratar o refluxo de verdade, e quando a investigação precisa ir além do remédio.

Se você usa medicamento para refluxo há anos sem nunca ter investigado a causa, CLIQUE NO LINK DA BIO E AGENDE SUA CONSULTA.

09/08/2026
04/08/2026

Hepatite B é causada por vírus. Então por que nem todo paciente precisa tomar medicamento?

Diferente da hepatite C, que hoje tem cura, a hepatite B é uma infecção crônica que na maioria dos casos conseguimos controlar, não eliminar completamente.

Existe um equilíbrio entre o vírus e o sistema imunológico. Quando esse equilíbrio está mantido, com carga viral baixa e sem sinais de inflamação ou dano no fígado, o tratamento medicamentoso pode não ser necessário naquele momento.

Quando esse equilíbrio se perde e o vírus começa a causar inflamação ou risco de dano hepático, aí sim, o tratamento passa a ser indicado.

Por isso carga viral, exames de sangue e avaliação do fígado são fundamentais nessa decisão. E por isso o acompanhamento regular com hepatologista é insubstituível, mesmo quando você está bem e sem sintomas.

Se você tem dúvida sobre o seu momento de tratamento, CLIQUE NO LINK DA BIO e agende sua consulta.

Emagrecer é parte fundamental do tratamento da gordura no fígado. Mas a velocidade com que isso acontece importa muito m...
28/07/2026

Emagrecer é parte fundamental do tratamento da gordura no fígado. Mas a velocidade com que isso acontece importa muito mais do que a maioria das pessoas imagina.

Quando a perda de peso é rápida demais, o fígado pode ser sobrecarregado pela grande quantidade de gordura liberada de uma vez pelo tecido adiposo. Em vez de melhorar, o quadro pode se agravar.

Passa pelo carrossel e entende o que acontece no fígado durante o emagrecimento acelerado e por que esse processo precisa ser acompanhado de perto.

Se você está em processo de emagrecimento e tem histórico de alterações hepáticas, me segue para mais dicas como essa.

Gordura no fígado raramente aparece sozinha. Na maior parte dos casos, ela faz parte de um quadro maior chamado síndrome...
14/07/2026

Gordura no fígado raramente aparece sozinha. Na maior parte dos casos, ela faz parte de um quadro maior chamado síndrome metabólica, que envolve pressão, glicose, colesterol e resistência à insulina ao mesmo tempo.

Essas condições se alimentam mutuamente, e tratar uma sem considerar as outras costuma ser insuficiente.

Passa pelo carrossel e entende por que essa relação é tão importante no tratamento e o que muda na abordagem quando o médico enxerga o quadro como um todo.

Se você tem alterações hepáticas e metabólicas e quer entender como tratá-las de forma integrada, agende uma consulta.

07/07/2026

Mudar hábitos é essencial. Mas em alguns casos, acompanhar como o fígado está respondendo a essas mudanças é o que garante que o cuidado está realmente funcionando.

O Programa Fígado Saudável vai além do acompanhamento nutricional e físico. Ele inclui avaliações do fígado no início e no final do programa, com tecnologias não invasivas que quantificam a gordura hepática e avaliam a fibrose, permitindo enxergar a evolução do tratamento com precisão.

Cada fígado responde de um jeito. E é exatamente esse monitoramento que permite ajustar o plano de cuidado conforme a sua resposta individual.

Se você quer entender mais sobre o programa e se ele faz sentido para o seu caso, entra em contato e vamos conversar.

Exames de sangue alterados sem explicação. Cansaço que não passa. Coceira sem causa aparente. Esses sinais podem estar i...
29/06/2026

Exames de sangue alterados sem explicação. Cansaço que não passa. Coceira sem causa aparente. Esses sinais podem estar indicando que algo importante está acontecendo dentro do fígado, e o diagnóstico começa exatamente quando eles deixam de ser ignorados.

As doenças autoimunes do fígado são silenciosas. Muitas pessoas chegam ao consultório com alterações há meses ou anos sem saber o motivo. Por isso, entender como esse diagnóstico é feito é tão importante.

Tudo começa no exame de sangue, que avalia as enzimas hepáticas e os autoanticorpos, marcadores que indicam que o sistema imunológico está reagindo contra o próprio organismo. Cada doença tem os seus: o anti-mitocôndria aponta para a colangite biliar primária, enquanto o FAN e o anti-músculo liso orientam o diagnóstico da hepatite autoimune.

A imagem complementa esse caminho. O ultrassom avalia o tecido hepático e os ductos biliares. A elastografia, disponível em equipamentos mais modernos, acrescenta uma informação fundamental: o grau de fibrose já instalado no fígado. Quanto antes ela é identificada, mais eficaz é a intervenção.

Em alguns casos, a biópsia hepática é necessária para confirmar o diagnóstico, avaliar a inflamação e definir o tratamento mais adequado.

O diagnóstico das autoimunes não vem de um exame isolado. É a soma de todas as informações que orienta a conduta certa.

Se você tem exames alterados sem explicação ou sintomas persistentes que ninguém ainda soube te explicar, vale buscar uma avaliação especializada.

Salve esse post e compartilhe com quem pode precisar dessa informação.

-hepatite

22/06/2026

O fígado é um dos órgãos que mais respondem às mudanças no estilo de vida.

No Programa Fígado Saudável, o acompanhamento nutricional acontece ao longo de seis meses, com avaliações periódicas da composição corporal e planos alimentares ajustados à realidade de cada paciente. Não existe um protocolo único. O que funciona é o que cabe na rotina de quem está sendo cuidado.

O programa também inclui acompanhamento com profissional de educação física especializado, com prescrição de exercícios personalizados que respeitam condições como diabetes, hipertensão ou limitações articulares.

A ciência é clara: alimentação adequada e atividade física regular reduzem a gordura no fígado, diminuem a inflamação e ajudam a preservar a função hepática ao longo do tempo.

Quando nutrição e movimento são bem orientados, o fígado responde. O cuidado precisa ser possível de manter no dia a dia, e é exatamente isso que o programa propõe.

Quer saber mais sobre o Programa Fígado Saudável? Entre em contato e vamos conversar.

17/06/2026

Tratar gordura no fígado não é só olhar exames ou dar uma orientação pontual.

As doenças hepáticas associadas ao metabolismo exigem acompanhamento contínuo e mudanças reais e sustentáveis no estilo de vida. E foi pensando nisso que criei o Programa Fígado Saudável.

É um cuidado estruturado ao longo de meses, desenhado para ajudar o fígado a se recuperar de forma segura e progressiva. O programa combina avaliação médica, orientação nutricional individualizada e acompanhamento com profissional de educação física, sempre respeitando a rotina, as limitações e as necessidades de cada paciente.

Quando o cuidado é planejado e acompanhado, os resultados tendem a ser mais duradouros. Cuidar do fígado é um processo. Não algo pontual.

Esse é o primeiro vídeo de uma série sobre o programa. Se você tem esteatose hepática ou sabe que precisa cuidar melhor do fígado, acompanha essa série.

-hepatite

O sistema imunológico existe para proteger o corpo. Mas em algumas pessoas, ele comete um erro silencioso: passa a enxer...
15/06/2026

O sistema imunológico existe para proteger o corpo. Mas em algumas pessoas, ele comete um erro silencioso: passa a enxergar as próprias células do fígado como ameaça e começa a atacá-las.

Esse é o mecanismo da hepatite autoimune. Não é infecção. Não é hábito de vida. É o corpo travando uma guerra contra si mesmo.

Ela se desenvolve de forma gradual, muitas vezes sem sintomas claros no início. O que costuma chamar atenção primeiro são as enzimas hepáticas elevadas em exames de rotina, sem uma explicação habitual para a alteração.

Quando os sintomas aparecem, são inespecíficos: cansaço persistente, desconforto abdominal, perda de apetite, e em alguns casos icterícia ou coceira. Sintomas fáceis de atribuir a outras causas, enquanto a inflamação continua agindo silenciosamente no tecido hepático.

A doença é mais frequente em mulheres e costuma aparecer associada a outras condições autoimunes, como Hashimoto, artrite reumatoide e doença inflamatória intestinal. Reconhecer esse padrão acelera o diagnóstico.

O diagnóstico é feito com exames de sangue, pesquisa de autoanticorpos específicos, avaliação por imagem com ultrassom e elastografia, e quando necessário, biópsia hepática.

A boa notícia é que o tratamento existe e é eficaz. Com acompanhamento adequado, a maioria dos pacientes alcança remissão e mantém qualidade de vida.

Muitas pessoas demoram anos para receber esse diagnóstico, não por falta de tratamento, mas por falta de investigação. Se você tem exames alterados sem explicação ou histórico autoimune, vale buscar avaliação com um hepatologista.

Salve esse post e compartilhe com quem pode precisar.

Endereço

Rua Marechal Deodoro, 1015
Santa Cruz Do Sul, RS
96810102

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