01/05/2026
Ao longo da minha trajetória como preceptora de estágio, dentro e fora da sala de aula, eu sempre fui extremamente exigente.
E hoje, com a maturidade que a vida me trouxe, eu consigo dizer com leveza: eu mesma teria medo de ser minha aluna.
Mas essa exigência tinha um motivo: Era sobre enxergar além.
No estágio, meu “faro” raramente falhava.
Logo na primeira semana, eu já sabia quem estava ali apenas para cumprir tabela — e quem carregava dentro de si um potencial que merecia ser lapidado.
E para esses… eu apertava, eu exigia, eu espremia até extrair o suprassumo, porque eu sabia que se bem conduzidos, se bem provocados, se bem direcionados se tornariam profissionais extraordinários.
Já outros, eu confesso, entregava ao “Comitê Celestial”, porque nem todo processo depende só de nós — e tudo bem também.
Hoje, olhar para trás e ver essa “molecada” brilhando no mercado de trabalho… não tem preço. É uma sensação silenciosa, mas profunda, de dever cumprido.
E a você, meu querido devo admitir que todo o seu esforço valeu a pena.
Mas o que realmente te diferencia — muito além de ser um excelente profissional é a sua capacidade de reconhecer, ser grato e honrar aqueles que fizeram parte da sua caminhada.
Isso… não se ensina.
Isso vem da sua essência!
Com carinho,
Sua Mestra preferida