30/05/2026
Recebo essa notícia com muita alegria.. uma vitória que representa um marco importante para a saúde, a segurança dos pacientes e a responsabilidade dentro da estética.
A decisão do Conselho Federal de Medicina (CFM) de proibir o uso do PMMA para fins estéticos reforça um movimento que há muito tempo vem sendo discutido por especialistas e entidades da área da saúde. Mais do que uma medida regulatória, ela representa um avanço importante na proteção dos pacientes e na valorização de práticas estéticas mais seguras, éticas e respaldadas pela ciência.
Ao longo dos anos, diversas intercorrências relacionadas ao uso do PMMA para fins estéticos chamaram a atenção de profissionais da saúde e da sociedade. Casos de inflamações, infecções, deformidades e outras complicações graves evidenciaram os riscos associados ao procedimento e reforçaram a necessidade de maior conscientização da população sobre os possíveis impactos à saúde.
A proibição do uso do PMMA para fins estéticos reforça algo que profissionais sérios defendem há anos: resultados nunca podem estar acima da vida, da saúde e da ética.
A estética evolui quando a ciência é respeitada, quando as decisões são baseadas em evidências e quando o bem-estar do paciente permanece como prioridade absoluta.
Essa não é apenas uma decisão regulatória. É uma vitória da medicina baseada em evidências, da responsabilidade profissional e da conscientização sobre os riscos de procedimentos que podem causar complicações graves e irreversíveis.
Que essa decisão sirva também como um alerta para a importância de escolher profissionais qualificados, produtos seguros e tratamentos respaldados pela ciência.
Beleza de verdade nunca deve custar a saúde.
Você apoia essa decisão?