11/10/2022
Quando não é ofertado uma quantidade suficiente de proteína, nosso corpo pode catabolizar músculo para obter a energia que precisa. Isso faz com que a recuperação da doença demore mais tempo e diminua a resistência à infecção. Paciente oncológicos possuem uma demanda aumentada de proteinas. Após cirurgia, quimioterapia ou radioterapia, geralmente é necessária quantidade adicional para recuperar os tecidos e ajudar no combate às infecções. Embora exista o debate se uma maior ingestão de proteínas é benéfica, ainda não temos como elucidar a quantidade ideal para cada paciente.
As diretrizes da ESPEN recomendam que 1,2 - 1,5g/kg/dia seria o suficiente para manter a massa muscular nestes indivíduos, embora na pratica alguns profissionais defendam uma necessidade maior.
O uso de aminoácidos denominados de cadeia ramificada como BCAA, leucina e isoleucina tem
sido estudado como uma alternativa para promover a sintese proteica. A suplementação de
2-4g/dia de leucina pode ajudar a mitigar a perda de massa muscular. Estratégias como a adição de 3g/dia de B-hidroxi e B-metilbutirato, metabólitodo aminoácido leucina, quando combinado com 14g/dia de arginina, induz ganho significante de massa muscular.
A combinação destes aminoácidos essenciais, o consumo de carboidratos e a prática de exercícios físicos têm se mostrado eficientes na síntese da proteína muscular.