Silvana Funke

Silvana Funke Hipnose Clínica (Neurociência • Nova Medicina Germânica)
Constelação Familiar Sistêmica
Tera

29/08/2026

Você não enxerga a vida apenas como ela é.
Você a enxerga através das lentes que aprendeu a usar.

É por isso que, quando algo passa a ocupar a nossa atenção, parece estar em todos os lugares. Uma gravidez, um carro que desejamos, uma situação que estamos vivendo… O mundo não mudou de repente. O nosso olhar mudou.

E talvez aconteça o mesmo com a vida.

Se durante anos você aprendeu a enxergar rejeição, perigo, falta, abandono ou a sensação de não ser suficiente, repetir frases positivas todos os dias pode não ser suficiente para transformar esse olhar.

Às vezes, é preciso voltar às raízes e compreender quem colocou essas lentes em você — e quais delas já não fazem mais sentido carregar.

Porque as coisas boas podem já estar ao seu redor.
Talvez o que precise mudar seja a forma como você consegue enxergá-las.

🫂 Mudar a vida também começa por mudar as lentes.

🫂 E você: através de quais lentes tem enxergado a sua história?

Silvana Funke Lautenschlager
Psicóloga | Psicanalista






28/08/2026

🚨 ALERTA PARA MÃES: seu filho não precisa autorizar suas decisões.

Muitas mães, por culpa, medo de frustrar ou diante de uma birra, começam a ceder. E, aos poucos, sem perceber, os papéis podem se inverter.

Seu filho precisa ser ouvido.
Precisa de presença, carinho e respeito.
Mas ele também precisa de limites e de um adulto capaz de sustentar decisões.

O cérebro de crianças e adolescentes ainda está em desenvolvimento — especialmente as áreas relacionadas ao controle dos impulsos, planejamento e tomada de decisões.

Por isso, amar também é conseguir dizer:
“Eu entendo que você não gostou. Mas essa decisão cabe a mim.”

Uma criança ou adolescente não precisa carregar o poder de decidir aquilo que ainda não tem maturidade para administrar.

Ela precisa de um adulto emocionalmente presente que acolha seus sentimentos, mas que continue ocupando o seu lugar de adulto.

Limite também é cuidado. Segurança também nasce da presença e da firmeza.

🫂 Você consegue sustentar um “não” mesmo quando seu filho f**a frustrado?

Silvana Funke Lautenschlager
Psicóloga | Psicanalista






26/08/2026

Ensinar uma menina a se proteger emocionalmente começa muito antes do primeiro relacionamento.

Quando uma filha aprende que pode ser quem é sem precisar agradar, que pode dizer “não” sem culpa e que seus limites merecem ser respeitados, ela cresce entendendo algo essencial: amor não exige que ela se abandone para ser escolhida.

Ela não precisa merecer amor.
Não precisa se diminuir para caber.
Não precisa atender expectativas para ser aceita.

Porque amor saudável não é prêmio, dívida ou troca. É um lugar onde existe respeito, liberdade e reciprocidade.

Talvez uma das maiores proteções que podemos oferecer às nossas filhas seja ensiná-las, desde cedo, a não confundir controle com cuidado, intensidade com amor e validação com afeto.

🫂E você: o que gostaria que tivessem te ensinado sobre amor antes dos seus 10 anos?

Silvana Funke Lautenschlager
Psicóloga | Psicanalista
13.3261.6461
13.99722-4499





25/08/2026

Até Hércules, símbolo de força e coragem, precisou descobrir que viver não é apenas lutar batalhas.

Talvez uma das grandes armadilhas da vida adulta seja acreditar que precisamos vestir a fantasia de super-herói todos os dias.

Dar conta.
Resolver.
Sustentar.
Proteger.
Continuar… mesmo quando o corpo e a mente estão pedindo descanso.

Mas existe uma diferença entre desistir da vida e descansar para continuar vivendo.

Você não precisa provar sua força através da exaustão.

Às vezes, coragem é justamente reconhecer:
“Hoje eu preciso tirar a armadura.”

Porque nós não somos super-heróis.
Somos humanos.

E até quem sustenta tantas pessoas também precisa, em algum momento, permitir-se ser cuidado. 🤍

Você consegue descansar sem sentir culpa?

Silvana Funke Lautenschlager
Psicóloga | Psicanalista
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13.99722-4499




24/08/2026

Casamentos inesquecíveis: investimento ou sonho? 💍

Quanto vale realizar o sonho de um casamento perfeito?
Milhares? Milhões? Existe um limite quando estamos falando de um momento que talvez aconteça uma única vez na vida?

No Fala que Eu te Escuto, tivemos uma conversa muito interessante sobre os casamentos milionários e tudo aquilo que envolve transformar uma celebração em um verdadeiro espetáculo.

Mas eu deixaria uma reflexão:

Talvez o maior investimento de um casamento não esteja na festa. Esteja na relação que começa — ou continua — depois dela.

Porque as flores acabam.
As luzes se apagam.
Os convidados vão embora.
E f**am duas pessoas, com suas histórias, expectativas, feridas, sonhos e formas diferentes de amar.

Não há nada de errado em realizar um grande sonho quando isso é possível e faz sentido para o casal. Mas uma festa inesquecível não é garantia de uma relação inesquecível.

No final, talvez a pergunta mais importante não seja:
“Quanto você investiria no seu casamento?”

Mas sim:
“Quanto você está disposto a investir emocionalmente na pessoa com quem escolheu dividir a vida?”

E você: faria uma festa milionária se pudesse ou investiria esse dinheiro de outra forma? Quero saber. 👇





22/08/2026

Você não escolhe conscientemente quem vai te ferir.
Mas, muitas vezes, o que foi familiar na infância pode parecer familiar também no amor.

Quando você cresce se habituando à rejeição, à ausência, à crítica ou tendo que lutar para receber afeto, pode aprender a permanecer em relações que repetem essas mesmas sensações.

E é assim que algumas feridas viram padrões:
não porque você gosta de sofrer, mas porque aprendeu a reconhecer aquilo como amor.

Até que um dia você percebe: familiar não signif**a saudável.

Talvez a pergunta não seja apenas:
“Por que eu sempre atraio pessoas assim?”
Mas também: “Por que eu ainda permaneço onde não sou bem tratada?”

Olhar para a própria história é o primeiro passo para construir escolhas diferentes.

🫂 Se esse vídeo fez sentido para você, salve.
Talvez seja o momento de começar a olhar para a origem dos seus padrões.

Silvana Funke Lautenschlager
Psicóloga | Psicanalista






21/08/2026

Às vezes, herdamos casas lindas.

Casas construídas por quem veio antes de nós.
Recebemos suas paredes, seus alicerces, suas histórias… e também algumas rachaduras que ninguém conseguiu reparar.

Na vida, pode acontecer o mesmo.

Herdamos afetos, valores, forças e aprendizados. Mas também podemos carregar silêncios, medos, ausências, dores e padrões familiares que atravessaram gerações.

E nem toda rachadura é visível.

Algumas aparecem nos relacionamentos que repetimos.
Na dificuldade de receber amor.
Na necessidade de agradar.
Nos medos que não conseguimos explicar.
Na sensação de estar vivendo uma história que, de alguma maneira, começou antes de nós.

Olhar para o nosso campo familiar não signif**a procurar culpados.
Signif**a ter coragem de perguntar:

“O que dessa história eu quero preservar — e o que não precisa continuar através de mim?”

Porque honrar quem veio antes não é repetir tudo o que recebemos.

Às vezes, a forma mais bonita de honrar uma história é reparar as rachaduras e construir diferente a partir daqui.

E você: já percebeu algum padrão na sua vida que parece ter começado muito antes de você?

Silvana Funke Lautenschlager
Psicóloga / Psicanalista

20/08/2026

Quando uma filha cresce com um pai grosso, distante ou com dificuldade de demonstrar afeto, ela pode aprender, silenciosamente, algumas coisas sobre o amor.

Pode ter dificuldade de receber carinho, porque aquilo que deveria ser natural parece estranho ou até desconfortável.

Pode crescer escolhendo relações em que precisa provar o próprio valor para ser amada — e, sem perceber, se envolver com pessoas emocionalmente distantes, repetindo uma sensação que já conhece.

E talvez uma das marcas mais profundas seja esta:
a dificuldade de acreditar que alguém pode amá-la simplesmente por quem ela é.

Então ela se esforça. Entrega demais. Tolera demais. Tenta merecer.

Não porque escolheu conscientemente viver assim, mas porque, muitas vezes, o amor que conhecemos primeiro se torna a nossa primeira referência de amor.

Mas referência não é destino.

Quando você compreende a sua história, começa a perceber que amor não precisa ser conquistado pela dor, pela ausência ou pelo esforço constante.

Talvez a pergunta não seja apenas:
“Por que eu sempre escolho pessoas assim?”

Mas também:
“O que eu aprendi, lá atrás, que o amor deveria ser?”

🫂 Olhar para a infância não é procurar culpados.
É compreender a nossa história para termos a liberdade de escrever diferente daqui para frente.

Silvana Funke Lautenschlager
Psicóloga | Psicanalista





19/08/2026

Pessoas com traços narcisistas nem sempre perdem o controle. Muitas vezes, elas fazem você perder o seu.

A provocação pode vir aos poucos: uma crítica disfarçada, uma ironia, o silêncio como punição, a desvalorização do que você sente, a distorção de uma conversa.

E, pouco a pouco, você começa a se sentir pequena. Confusa. Insegura. Começa a duvidar da própria percepção e até a se perguntar: “Será que o problema sou eu?”

Quando você finalmente chega ao limite e reage, os papéis podem se inverter: você passa a ser chamada de exagerada, difícil, desequilibrada ou agressiva.

E é justamente aí que mora uma das formas mais dolorosas de manipulação emocional: fazer você duvidar de si mesma enquanto o outro assume o lugar de vítima.

Com o tempo, você pode começar a medir palavras, evitar conflitos, pedir desculpas pelo que sente e até se calar para manter a paz.

Mas uma relação saudável não deveria exigir que você desapareça para que o outro permaneça confortável.

Se para conviver com alguém você precisa constantemente diminuir quem você é, talvez seja hora de olhar com mais atenção para essa relação.

🫂Você já se sentiu assim em algum relacionamento?

Silvana Funke Lautenschlager
Psicóloga | Psicanalista
Olhe para a origem de suas questões e mude sua vida!

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18/08/2026

Existem feridas dentro de um casamento que não deixam marcas no corpo — mas, aos poucos, vão deixando marcas profundas na relação.

Às vezes, não é a falta de amor. É a falta de consciência sobre aquilo que cada um carrega.

Um homem pode amar sua esposa e, ainda assim, machucá-la quando não consegue acessar as próprias emoções, quando transforma dor em silêncio, medo em afastamento ou antigas feridas em comportamentos que atingem quem está ao seu lado.

Porque ninguém chega adulto a uma relação sem história.

Mas existe uma diferença importante entre ter feridas e permitir que elas continuem ferindo o outro.

Amadurecer emocionalmente também é ter coragem de olhar para o menino que um dia sofreu, compreender o que ele viveu e cuidar dessas dores — para que a mulher que está ao seu lado não precise pagar a conta de uma história que começou muito antes dela.

Relacionamento não é sobre encontrar alguém sem feridas.
É sobre duas pessoas dispostas a não transformar suas feridas em armas.

🫂Se esse vídeo fez você pensar em alguém, compartilhe.
Talvez essa reflexão seja o início de uma conversa que há muito tempo precisa acontecer.

Endereço

Rua República Do Equador
Santos, SP

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