Dra. Marianna Ferreira

Dra. Marianna Ferreira Pediatra pela Santa Casa de São Paulo
Endocrino Pediatra pelo Instituto da Criança do HCFMUSP

28/05/2026

Seu filho ou filha tem um histórico de fraturar muitas vezes os ossos?

Na infância é super comum que esse tipo de acidente aconteça, e hoje vou te explicar sobre o papel do endocrinologista no cuidado com os ossos da criança.

Existem doenças hormonais e metabólicas que afetam diretamente a saúde óssea da criança, como deficiência de vitamina D, osteogênese imperfeita, alterações hormonais da tireoide e até problemas na absorção de cálcio.

Por isso, quando uma criança quebra ossos com frequência, a endocrinologista tem um papel fundamental: descobrir a causa e tratar para que esses ossos fiquem fortes de verdade.

Seu filho já teve muitas fraturas? Salve esse vídeo e compartilhe com outras famílias que precisam saber que não é só azar ou distração. Às vezes, os ossos estão pedindo ajuda!

Nos últimos anos, os medicamentos para obesidade passaram a fazer parte das maiores discussões da endocrinologia no mund...
27/05/2026

Nos últimos anos, os medicamentos para obesidade passaram a fazer parte das maiores discussões da endocrinologia no mundo inteiro, inclusive na pediatria.

Os agonistas de GLP-1 e outras terapias metabólicas vêm mostrando resultados importantes em adolescentes com obesidade e diabetes tipo 2. Mas, quando falamos de crianças e adolescentes, a conversa precisa ser muito mais cuidadosa.

Ainda estamos avaliando segurança em longo prazo, impacto no crescimento, desenvolvimento hormonal e comportamento alimentar dessas crianças. Por isso, esse tratamento nunca deve ser banalizado, indicado apenas pelo peso ou utilizado sem acompanhamento especializado.

Obesidade infantil é uma doença séria, e justamente por isso, o tratamento também precisa ser sério, individualizado e responsável.

Leia o carrossel até o final e compartilhe com outras famílias.

Nos últimos anos, a endocrinologia pediátrica começou a observar um aumento importante nos casos de puberdade precoce, p...
22/05/2026

Nos últimos anos, a endocrinologia pediátrica começou a observar um aumento importante nos casos de puberdade precoce, principalmente após a pandemia.

E uma das principais hipóteses estudadas envolve justamente a mudança no padrão de sono das crianças.

A melatonina não participa apenas do sono. Ela também atua na regulação do eixo hormonal relacionado à puberdade. Quando a criança dorme pouco, dorme tarde ou passa muitas horas exposta às telas durante a noite, esse equilíbrio hormonal pode ser impactado.

Por isso, sono saudável não é apenas questão de rotina. É parte do desenvolvimento hormonal infantil.

Leia o carrossel até o final e compartilhe com outras famílias!

Sim, crianças também podem sofrer com efeito sanfona. E isso acontece com muito mais frequência do que as pessoas imagin...
18/05/2026

Sim, crianças também podem sofrer com efeito sanfona. E isso acontece com muito mais frequência do que as pessoas imaginam.

Quando a infância é marcada por dietas restritivas, excesso de proibições e foco apenas no peso, a relação da criança com a comida começa a ser construída através da culpa, da ansiedade e da frustração.

O problema é que emagrecer e voltar a ganhar peso repetidamente não afeta apenas o corpo. Afeta autoestima, comportamento alimentar e a forma como essa criança aprende a enxergar a si mesma.

Por isso, o verdadeiro tratamento da obesidade infantil não está em soluções rápidas ou radicais. Está na construção de hábitos possíveis, rotina, acolhimento familiar e acompanhamento adequado.

A criança não precisa aprender a ter medo da comida, ela precisa aprender a ter uma relação saudável com ela.

Leia o carrossel até o final e compartilhe com outras famílias.

Obesidade infantil não é falta de força de vontade e muito menos apenas “comer demais”.Existem hormônios, metabolismo, s...
14/05/2026

Obesidade infantil não é falta de força de vontade e muito menos apenas “comer demais”.

Existem hormônios, metabolismo, sono, rotina, emoções e ambiente familiar envolvidos nesse processo, e tudo isso impacta diretamente o corpo da criança.

Quando o sono é ruim, há excesso de telas, sedentarismo e alimentação desorganizada, o organismo começa a funcionar de forma diferente: aumenta a fome, diminui a saciedade, piora o cansaço e o corpo passa a acumular gordura com mais facilidade.

Por isso, obesidade infantil não deve ser tratada com culpa, julgamento ou frases como “é só fechar a boca”.

É uma doença complexa, que precisa de investigação, acolhimento e acompanhamento médico adequado. Leia o carrossel até o final e entenda os verdadeiros fatores por trás da obesidade infantil.

Alguns medicamentos podem, sim, impactar o crescimento infantil mas isso não significa que eles devem ser suspensos por ...
12/05/2026

Alguns medicamentos podem, sim, impactar o crescimento infantil mas isso não significa que eles devem ser suspensos por conta própria.

O mais importante é entender que certas medicações exigem acompanhamento da curva de crescimento, peso, altura e desenvolvimento da criança ao longo do tempo.

Psicoestimulantes, corticoides e até medicamentos usados para acne podem interferir no apetite, na maturação óssea ou no ritmo de crescimento, principalmente quando utilizados por períodos prolongados.

Por isso, durante o tratamento, é fundamental acompanhar de perto:
* ganho de peso
* crescimento em altura
* alimentação
* puberdade e desenvolvimento hormonal

Na maioria dos casos, com acompanhamento adequado, conseguimos ajustar estratégias e minimizar impactos.

Se você percebeu mudanças no crescimento do seu filho durante o uso de alguma medicação, vale conversar com um endocrinologista pediátrico. Salve este post e compartilhe com outros pais.

10/05/2026

Pensei mil vezes em o que escrever no dia de hoje, o dia das mães sempre foi muito especial para mim, principalmente pela gratidão à minha mãe e depois da transformação causada pelo Bruno. Mas esse ano, os sentimentos estão um pouco mais agridoces após a perda do nosso segundo filho.

Fiz e refiz o texto, até que pensei que não poderia deixar de honrar a felicidade que é ser mãe do Bruno. Meu menino maluquinho, dos olhos penetrantes, carinhoso e grudinho como só ele. Minha força diária e meu motivo para não desistir nem nos dias mais desafiadores.

Ser mãe transformou minha vida e meu propósito. Me inspiro na fortaleza de dedicação que é a minha mãe, e em todas as mães à minha volta. Principalmente aquelas que se doam por escolha, mães de coração.

E quantos tipos de mães existem nessa vida? Infinitas: mães de sangue, mães de coração, mães de vocação, mães que já se foram, mães que ainda estão tentando e mães de anjos.

Toda mãe tenta dar o melhor de si, acertando ou errando, tropeçando e calculando a rota. A maternidade não vem com manual de instruções, apesar de quase toda mãe ter o poder de consertar e acalmar quando o nosso sistema da pane.

Que o dia de todas vocês possa ser repleto de amor, de gratidão e de alegria. E que as que estão vivendo a falta de um colo vazio podem encontrar força e significado até nisso.

À minha mãe, obrigada por tanto amor e ensinamentos. Aos meus filhos, obrigada por transformarem minha vida.

Banana engorda? Uva tem açúcar demais? Precisa cortar fruta? Sabe, essa é uma das perguntas que mais chegam no consultór...
06/05/2026

Banana engorda? Uva tem açúcar demais? Precisa cortar fruta?
Sabe, essa é uma das perguntas que mais chegam no consultório, e a resposta não é o que a maioria espera. Do ponto de vista metabólico, o açúcar presente nas frutas não tem o mesmo comportamento do açúcar adicionado aos ultraprocessados. A presença de fibras altera a velocidade de absorção, o impacto glicêmico e a resposta de saciedade, ou seja, não é a mesma coisa e a ciência é clara nisso.

Na maioria dos casos de obesidade infantil que chegam ao consultório, quando faço a investigação alimentar, o excesso está em refrigerantes, achocolatados, biscoitos, sucos industrializados e iogurtes com alto teor de açúcar, não na fruta. Maçã, pera, kiwi, morango e ameixa são escolhas que fazem parte de uma alimentação equilibrada para crianças. Mas o ponto não é qual fruta liberar e sim entender o padrão alimentar completo.

Obesidade infantil tem causa, investigação e estratégia. Não tem lista de alimentos proibidos que resolva sozinha.

📍 Sorocaba 📲 (15) 99813-6166

Nem toda alteração hormonal na infância está relacionada à alimentação ou ao estilo de vida.Em vários casos, a causa é g...
30/04/2026

Nem toda alteração hormonal na infância está relacionada à alimentação ou ao estilo de vida.
Em vários casos, a causa é genética — e isso muda completamente a forma como avaliamos, acompanhamos e tratamos a criança.

Condições como hipotireoidismo congênito, hiperplasia adrenal congênita e algumas síndromes genéticas podem impactar diretamente o crescimento, a puberdade, o metabolismo e até o desenvolvimento neurológico.

Por isso, reconhecer os sinais de alerta é essencial.
Baixa estatura importante, alterações no ritmo da puberdade, ganho de peso sem explicação ou histórico familiar são pontos que merecem investigação.

O diagnóstico precoce faz diferença real no prognóstico e na qualidade de vida da criança.

Se esse tema te trouxe dúvidas, vale buscar avaliação com um endocrinologista pediátrico.
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27/04/2026

“Meu filho nunca fez raio-x de idade óssea… o pediatra nunca pediu.” E está tudo bem!

A radiografia de idade óssea não é um exame de rotina da pediatria.

Ela é solicitada em situações específicas, quando existe uma dúvida clínica sobre crescimento, puberdade ou desenvolvimento.

Na endocrinologia esse exame aparece com mais frequência porque ele ajuda a entender quanto tempo de crescimento ainda existe e como o corpo está evoluindo.

Mas isso não significa que o pediatra deixou de fazer algo.
Significa que, até aquele momento, não havia indicação.

Cada especialidade olha para o crescimento de um jeito complementar.

Mais exame não significa mais cuidado. O exame certo, na hora certa, é o que realmente faz diferença!

24/04/2026

A gente cresceu com a ideia de que criança “gordinha” também é baixinha… né?

Mas na prática, não é assim que funciona.

Na maioria das vezes, crianças com sobrepeso ou obesidade tendem a ser até mais altas do que a média para a idade, justamente por conta de estímulos hormonais que aceleram o crescimento no início.

Agora, quando a obesidade vem acompanhada de baixa estatura, o alerta acende.

Porque essa combinação pode indicar alterações hormonais importantes, como hipotireoidismo, deficiência de hormônio do crescimento ou outras condições que precisam de investigação.

Não é sobre rotular, é sobre saber olhar além do óbvio.

Nem toda criança acima do peso está crescendo de forma saudável.

E, às vezes, o corpo está dando sinais que precisam ser avaliados com atenção.

Se isso te chamou atenção, vale investigar.

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Rua Rui Coelho De Oliveira Filho 119
Sorocaba, SP
18030163

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