19/05/2026
Você já percebeu a pele do braço mais fina, enrugada ou com aspecto “craquelado”?
Muitas mulheres se incomodam até mais com isso do que com o próprio movimento do braço ao dar tchau.
E existe uma explicação: a pele dessa região é naturalmente mais fina e pobre em glândulas sebáceas. Com o passar do tempo, ocorre redução da produção de colágeno, perda de elasticidade e sustentação. Após os 45 anos, esse processo costuma acelerar ainda mais por causa da queda do estrogênio, hormônio diretamente ligado à qualidade da pele.
O erro mais comum é procurar tratamento apenas quando a flacidez já está avançada. Quanto mais precoce o cuidado, mais previsível e elegante tende a ser o resultado.
Tudo começa com uma avaliação cuidadosa: entender se o principal problema é pele fina, flacidez, gordura localizada ou uma combinação desses fatores. A partir disso, associamos estratégias como bioestimuladores de colágeno — que ajudam a espessar e fortalecer a pele — além de tecnologias como radiofrequência monopolar e ultrassom microfocado, que estimulam colágeno, melhoram a firmeza e auxiliam no contorno da região.
Não existe protocolo pronto. Existe ciência, avaliação e estratégia personalizada para cada caso.