Sabrina Murayama

Sabrina Murayama Mentora em saúde integral e especialista em ciclicidade feminina. Viver seu ciclo é se reencontrar com sua potência.

Mentora em Saúde Feminina | Ciclo Menstrual | TPM

Sou Sabrina Murayama, mentora em saúde integral e especialista em ciclicidade feminina. Ajudo mulheres a compreenderem seu corpo, aliviarem sintomas como TPM, fadiga e desequilíbrios hormonais, e reconstruírem uma rotina com mais leveza e presença respeitando a natureza cíclica. Aqui você vai encontrar conteúdos sobre alimentação cíclica, saúde emocional, práticas integrativas e caminhos naturais para viver com mais conexão e autonomia.

28/04/2026

Quais são as chaves que você tá precisando usar hoje?

A normalização da dor feminina não aconteceu por acaso.Ela foi construída por uma sociedade que romantiza a sobrecarga m...
27/04/2026

A normalização da dor feminina não aconteceu por acaso.

Ela foi construída por uma sociedade que romantiza a sobrecarga materna, chamando-a de instinto…

silencia o sofrimento emocional, ridiculariza oscilações hormonais e ensina mulheres a suportarem caladas aquilo que deveriam questionar.

Quando uma mulher vive exausta, ela é guerreira.

Quando ela sente dor, dizem que mulher nasceu pra sofrer.

Quando ela se posiciona, dizem que é exagerada.

Quando ela adoece, muitas vezes culpam o corpo feminino…

sem olhar para tudo que esse corpo carrega.

Existe uma violência silenciosa em chamar de “normal” aquilo que machuca.

Porque quando a dor é normalizada, ela deixa de ser investigada.

E quando deixa de ser investigada, ela se intensif**a.

No corpo, na mente, nos relacionamentos e na sua autoestima.

Quantas mulheres convivem anos com sintomas incapacitantes antes de receber um diagnóstico?

Quantas se culpam por não conseguir sustentar a rotina linear que o mundo exige?

Você vive buscando uma cura fora de você…

mas talvez, só talvez, ela comece no momento em que você para de chamar de normal aquilo que te adoece.

26/03/2026

Tratar a endometriose sem cuidar do intestino é como tampar o sol com a peneira, independente do foco das lesões.

25/03/2026

Tem sim, e não são poucos 😮‍💨

11/03/2026

A nutrição deve ser sempre individualizada.

Cada corpo é um universo e encher a internet de regras rígidas ajuda ninguém 👀

10/03/2026

Um ciclo menstrual saudável não começa no ciclo menstrual 🤯

O corpo feminino funciona com dois relógios biológicos que estão sempre conversando entre si.

Um é o ciclo circadiano, de aproximadamente 24 horas.

Ele regula sono, vigília, temperatura corporal, metabolismo e a liberação de hormônios como melatonina e cortisol.

O outro é o ciclo infradiano, que no caso da mulher aparece principalmente no ciclo menstrual, com as oscilações de estrogênio e progesterona ao longo do mês.

O que muita gente não percebe é que esses dois ritmos funcionam em camadas.

O ciclo de 24 horas acontece *dentro* de um ciclo maior de cerca de 28 dias.

Quando o ritmo circadiano se desorganiza a produção hormonal também se desorganiza.

Melatonina, cortisol, temperatura corporal, metabolismo… tudo começa a perder o ritmo.

E isso impacta diretamente o ciclo menstrual.

Por isso é comum ver mulheres com:

- TPM mais intensa
- mais dor
- fadiga constante
- dificuldade de regular o ciclo
- piora de sintomas inflamatórios

Não porque o corpo “não funciona”.

Mas porque os dois relógios estão desalinhados.

Cuidar do sono não é apenas uma questão de descansar melhor.

É um dos pilares da regulação hormonal feminina.

E muitas vezes a melhora do ciclo começa em algo que parece simples, mas é profundamente biológico: voltar a alinhar o corpo com o ritmo natural de dia e noite.

Se você quer aprender a cuidar da endometriose sem precisar organizar sua vida em torno das crises, me segue aqui.

06/03/2026

Existe uma expectativa silenciosa que muitas mulheres carregam: a de que, se vão fazer alguma coisa, precisam fazer bem.

Não necessariamente perfeito.
Mas pelo menos bem.

Essa expectativa parece inofensiva, mas ela cria um efeito curioso: muitas coisas importantes acabam nem começando.

Aprender algo novo exige um tipo de exposição que nem sempre estamos acostumadas a aceitar na vida adulta.

Ser iniciante.
Não saber direito o que fazer.
Errar.
Parecer meio desajeitada no processo.

E para quem passou a vida tentando corresponder a expectativas altas, isso pode ser desconfortável demais.

Então a gente adia.

Adia começar a atividade física.
Adia aprender uma habilidade nova.
Adia mudar hábitos.

Não porque falte capacidade.

Mas porque começar implica aceitar que, por um tempo, a gente não vai ser boa naquilo.

E talvez parte do amadurecimento seja justamente recuperar essa permissão que as crianças têm naturalmente: a permissão de aprender.





01/03/2026

Nem todo o caos é desorganização.

Às vezes é só você mudando mesmo.

Muitas mulheres que chegam até mim estão exatamente nesse ponto.

Elas já perceberam que do jeito que está não dá mais.

A dor interrompe a rotina, aenergia oscila me forma que ela não consegue se manter de pé e culpa aparece depois de cada crise.

Mas mesmo assim, existe medo de mexer nessa estrutura, mesmo sabendo que do jeito que tá não tá funcionando bem.

Porque mudar a alimentação dá trabalho, reorganizar a rotina dá insegurança, reduzir ritmo mexe com suas feridas emocionais, aprender a dizer não gera desconforto.

E por um tempo, parece que tudo ficou mais difícil.

Só que esse é só o meio do processo.

No AIME, meu acompanhamento integrativo para mulheres com endometriose, a transformação começa quando você sai do ciclo de dor → culpa → compensação e aprende a ajustar antes da crise.

E é por isso que, antes de qualquer protocolo,
na nossa primeira sessão, eu te conduzo a arrumar a casa.

Para que, quando as mudanças chegarem,
você não se sinta perdida.

Mas também te preparo para a possibilidade do caos. Porque muitas vezes é justamente ali que a sua nova versão começa a nascer.

Agora me diz honestamente:

Se você pudesse escolher entre continuar tentando manter o controle ou atravessar a transformação…
o que você escolheria?





Tem uma parte da crise que quase ninguém fala.A dor passa, mas a culpa f**a.Você começa a revisar mentalmente tudo que c...
27/02/2026

Tem uma parte da crise que quase ninguém fala.

A dor passa, mas a culpa f**a.

Você começa a revisar mentalmente tudo que comeu, tudo que fez, tudo que deixou de fazer.

“Eu devia ter dormido mais.”
“Eu não devia ter saído.”
“Eu relaxei demais.”

E de repente, além da inflamação, você está brigando consigo mesma.

Eu vivi isso com a hidradenite supurativa.
E vejo isso o tempo todo em mulheres com endometriose.

A gente melhora, se organiza, cuida da alimentação, cria rotina…
e quando a crise aparece, parece que tudo foi em vão.

Mas doença crônica não funciona na lógica do 8 ou 80.

Ela responde a contexto, estresse, fase do ciclo, acúmulo.
Nem tudo está 100% sob controle o tempo inteiro.

O problema não é a crise.

É transformar a crise em julgamento.

Culpa não reduz inflamação.
Autopunição não encurta recuperação.

O que muda o jogo é constância madura.

Cuidar quando melhora, ajustar quando piora e mesmo que você falhe, retomar assim que possível.

E se você tem uma amiga que vive se culpando depois das crises, manda para ela.

Às vezes, tudo que a gente precisa é lembrar que não está falhando.

Você não está cansada apenas da dor.Está cansada de precisar ser forte o tempo inteiro.A chamada “síndrome da mulher mar...
19/02/2026

Você não está cansada apenas da dor.

Está cansada de precisar ser forte o tempo inteiro.

A chamada “síndrome da mulher maravilha” não é um diagnóstico médico formal.

É um padrão social e psicológico documentado: mulheres internalizam a obrigação de funcionar sempre, mesmo quando o sabem que estão próximas ao limite.

Na endometriose, isso tem impacto direto.

Estresse contínuo mantém o eixo HPA ativado, eleva cortisol e amplif**a citocinas inflamatórias.

A dor não surge do nada.

Ela encontra um terreno já sensibilizado.

Além disso, tensão muscular crônica, sono fragmentado e alterações no eixo intestino-cérebro sustentam o processo inflamatório.

O corpo paga a conta da sobrecarga emocional.

Eu não tô dizendo que você deve abandonar responsabilidades, mas em parar de tratar sua pausa como fracasso.

Só assim você vai aprender a agir antes da crise se instalar, não depois como você tem feito.

Quando você aprende a ajustar a intensidade da sua rotina antes de entrar no limite, a frequência das crises começa a mudar.

O manejo da endometriose não é um milagre. Mas com critério e constância é possível.

Se você quer aprender a reduzir crises sem organizar a vida em torno delas, escreva AUTONOMIA.

Endereço

Viçosa, MG

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