Dra. Ana Flávia Varella - Neuropediatra em Vinhedo

Dra. Ana Flávia Varella - Neuropediatra em Vinhedo Mãe do Murilo � | O cuidado é mais importante que o laudo. Neuropediatra com ética e acolhimento.

“Dra., será que meu filho precisa continuar passando com o neuropediatra? Por quanto tempo?”Essa é uma dúvida muito freq...
03/07/2026

“Dra., será que meu filho precisa continuar passando com o neuropediatra? Por quanto tempo?”

Essa é uma dúvida muito frequente.

Muitas famílias acreditam que o acompanhamento neurológico serve apenas para diagnosticar ou tratar uma condição já conhecida. Mas, na prática, ele tem uma função muito mais ampla.

O desenvolvimento infantil acontece em etapas. Linguagem, comportamento, atenção, aprendizagem, habilidades sociais e autonomia vão mudando conforme a criança cresce.

Por isso, em muitos casos, o mais importante não é apenas a primeira consulta, mas acompanhar como essas habilidades evoluem ao longo do tempo.

O acompanhamento neurológico permite observar se a criança está progredindo como esperado, identificar dificuldades precocemente, orientar a família e ajustar estratégias quando necessário.

Isso é especialmente importante em crianças com TDAH, TEA, atrasos de desenvolvimento, dificuldades escolares, epilepsia e outros transtornos do neurodesenvolvimento. Mas também pode fazer sentido quando existem dúvidas sobre comportamento, aprendizagem ou evolução de determinadas habilidades.

O objetivo não é procurar problemas.

O objetivo é compreender a criança, acompanhar seu desenvolvimento e oferecer direcionamento quando ela mais precisa.

Muitas vezes, a maior tranquilidade para uma família não vem de ouvir que está tudo bem.

Ela vem de saber que existe alguém observando esse caminho com atenção, conhecimento e cuidado.

Se você tem dúvidas sobre o desenvolvimento do seu filho, uma avaliação especializada pode ajudar a trazer mais clareza e segurança.

Agendamentos pelo link da bio.

Dra. Ana Flávia Varella.
Neuropediatra
CRM-SP 190008| RQE 846411

Faz muito sentido a insegurança dos pais diante da enxaqueca infantil.Muita gente cresce ouvindo que “criança não tem en...
29/06/2026

Faz muito sentido a insegurança dos pais diante da enxaqueca infantil.

Muita gente cresce ouvindo que “criança não tem enxaqueca” ou que dor de cabeça é exagero, desidratação ou “desculpa”. Mas a enxaqueca pode acontecer, sim, na infância e impactar sono, escola, concentração, humor e qualidade de vida.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria e a American Academy of Pediatrics, o tratamento depende da frequência das crises, intensidade da dor e impacto na rotina da criança.

E aqui existe um equilíbrio importante, nem banalizar a dor, nem transformar toda crise em automedicação.

Em muitos casos, ajustar rotina, sono, hidratação, alimentação e exposição às telas já reduz bastante a frequência das crises. Em outros, pode ser necessário tratamento medicamentoso adequado e individualizado.

O que merece atenção é quando a dor:

se torna frequente

limita atividades

vem acompanhada de vômitos

acorda a criança à noite

piora progressivamente

interfere no rendimento escolar

Dor recorrente não deve ser ignorada.

A infância também merece qualidade de vida, conforto e investigação cuidadosa.

Nem toda dor de cabeça é grave.
Mas toda dor persistente merece ser compreendida.

Seu filho reclama frequentemente de dor de cabeça? Uma avaliação cuidadosa pode ajudar a entender o que está por trás disso.

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Dra. Ana Flávia Varella.
Neuropediatra
CRM-SP 190008| RQE 846411

Uma pausa é sempre bem vinda não é mesmo? Esse é de uns dias atrás. Aliás, uma delícia!
27/06/2026

Uma pausa é sempre bem vinda não é mesmo? Esse é de uns dias atrás. Aliás, uma delícia!

Existe uma pergunta silenciosa que muitas famílias carregam:“Por que meu filho é tão diferente daquela outra criança que...
26/06/2026

Existe uma pergunta silenciosa que muitas famílias carregam:

“Por que meu filho é tão diferente daquela outra criança que tem o mesmo diagnóstico?”

E essa dúvida faz sentido.

Porque, na prática, dois pacientes com o mesmo diagnóstico podem funcionar de formas completamente diferentes.

No neurodesenvolvimento, o diagnóstico não determina personalidade, inteligência, afeto, vínculo ou potencial.
Ele apenas ajuda a organizar um padrão de funcionamento cerebral.

Mas o modo como isso aparece depende de muitos fatores: perfil sensorial, linguagem, ambiente, genética, rotina, regulação emocional, demandas escolares e até da fase do desenvolvimento.

Por isso, comparar crianças costuma gerar mais culpa do que clareza.

Uma criança com TEA pode falar muito e outra quase não verbalizar.
Uma criança com TDAH pode ser extremamente expansiva.
Outra, predominantemente desatenta e silenciosa.
Uma criança ansiosa pode explodir.
Outra pode se fechar completamente.

O diagnóstico é o mesmo.
A expressão clínica não.

E isso muda tudo, o olhar, as estratégias, a escola, os limites, as terapias e até a forma como a família aprende a se comunicar com aquela criança.

É também por isso que avaliações superficiais confundem tanto.

Porque tratar apenas o “nome do transtorno” sem entender a criança costuma levar a expectativas irreais, comparações injustas e condutas pouco individualizadas.

Na neuropediatria, o mais importante não é encaixar a criança em um rótulo.
É compreender como aquele cérebro funciona.

E, muitas vezes, o que mais traz alívio para os pais não é receber um diagnóstico.
É finalmente entender o filho com mais clareza.

Se o desenvolvimento do seu filho gera dúvidas ou inseguranças, uma avaliação cuidadosa pode trazer mais clareza para a família.

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Dra. Ana Flávia Varella.
Neuropediatra
CRM-SP 190008| RQE 846411

“Dra., parece que ele vive no mundo da lua.”Essa é uma das frases que escuto com frequência no consultório.E sim, toda c...
25/06/2026

“Dra., parece que ele vive no mundo da lua.”

Essa é uma das frases que escuto com frequência no consultório.

E sim, toda criança pode se distrair às vezes.
Principalmente em ambientes cansativos, tarefas longas ou atividades pouco interessantes.

O ponto importante não é a distração isolada.
É a frequência, a intensidade e o impacto disso no dia a dia.

Porque quando a dificuldade de manter atenção começa a aparecer em diferentes contextos como, escola, rotina, tarefas simples, conversas, organização… nós deixamos de olhar apenas para “personalidade” e começamos a avaliar funcionamento neurocognitivo.

Uma criança com dificuldade atencional pode perder objetos constantemente, esquecer comandos simples, parecer não escutar, iniciar tarefas e não terminar, trocar de atividade o tempo todo, cometer erros por desatenção ou ter dificuldade para acompanhar explicações longas.

Mas existe um detalhe importante, desatenção não significa automaticamente TDAH.

Ansiedade, privação de sono, excesso de telas, dificuldades de aprendizagem, sobrecarga emocional, alterações sensoriais e até imaturidade do desenvolvimento podem gerar sintomas parecidos.

Por isso, uma avaliação cuidadosa faz diferença.

O diagnóstico não é feito porque a criança “é distraída”.
Ele depende da persistência dos sintomas, do impacto funcional e da análise completa do desenvolvimento.

Segundo a Academia Americana de Pediatria e diretrizes atuais do neurodesenvolvimento, o TDAH exige prejuízo real em mais de um ambiente e sintomas persistentes ao longo do tempo.

E muitas vezes, o que parece “falta de atenção” é, na verdade, um cérebro tentando lidar com excesso de estímulos, ansiedade ou dificuldade de processamento.

Mais importante do que rotular rápido é entender o que está acontecendo por trás do comportamento.

Porque crianças desatentas não precisam apenas de cobrança.
Precisam de compreensão adequada.

Nem todo comportamento é “fase”.
Mas toda criança merece ser avaliada com profundidade.

A distração do seu filho rem trazido prejuízo para o aprendizado e a vida social dele? Agende uma avaliação, vamos conversar.

Dra. Ana Flávia Varella.
Neuropediatra
CRM-SP 190008| RQE 846411

Segura peão!
15/06/2026

Segura peão!

Tem pais que percebem primeiro.Antes da escola.Antes da família.Antes de qualquer avaliação.“Antes falava mais…”“Antes b...
13/06/2026

Tem pais que percebem primeiro.
Antes da escola.
Antes da família.
Antes de qualquer avaliação.

“Antes falava mais…”
“Antes brincava diferente…”
“Parece que desaprendeu algumas coisas.”

E quase sempre essa percepção vem acompanhada de culpa, medo ou insegurança.

Mas observar mudanças no desenvolvimento não é exagero. É cuidado!

Na infância, pequenas regressões podem acontecer em períodos de estresse, mudanças de rotina ou grandes adaptações emocionais. Isso faz parte do funcionamento do cérebro infantil.

O que precisamos entender é: essa regressão foi temporária? leve? contextual? ou existe perda persistente de habilidades?

Na neuropediatria, regressão no desenvolvimento merece atenção especialmente quando envolve:

linguagem

interação social

contato visual

autonomia

brincadeiras

resposta ao ambiente

E aqui existe um ponto importante, não é apenas “o que a criança perdeu”.
É como ela está se organizando globalmente.

Por isso, avaliação de neurodesenvolvimento não se baseia em um comportamento isolado.
Ela considera história clínica, contexto emocional, desenvolvimento esperado para a idade e funcionamento da criança nos diferentes ambientes.

Nem toda regressão significa um transtorno.
Mas toda perda persistente de habilidade merece ser investigada com cuidado.

Observar cedo não rotula.
Protege.

Se você percebeu mudanças no desenvolvimento do seu filho, não ignore sua percepção.

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Dra. Ana Flávia Varella.
Neuropediatra
CRM-SP 190008| RQE 846411

Mãe, parece que seu filho te ignora?Essa costuma ser uma das queixas mais comuns no consultório quando falamos sobre ate...
12/06/2026

Mãe, parece que seu filho te ignora?

Essa costuma ser uma das queixas mais comuns no consultório quando falamos sobre atenção infantil.

Mas muitas vezes, a criança não está ignorando.
Ela simplesmente não consegue filtrar os estímulos ao redor para sustentar foco no que é importante naquele momento.

A atenção seletiva é justamente essa habilidade do cérebro de selecionar um estímulo e reduzir a interferência dos outros.

Ela participa de praticamente tudo na sua rotina: aprendizagem, linguagem, organização, comportamento e interação social.

Quando essa habilidade ainda está imatura ou quando existe alguma dificuldade do neurodesenvolvimento, o dia a dia pode ficar mais difícil.

A criança perde partes da conversa.
Esquece comandos.
Começa várias tarefas e não termina.
Se distrai facilmente.
Ou então entra em hiperfoco apenas no que desperta muito interesse.

E aqui existe um ponto importante, dificuldade de atenção não significa automaticamente TDAH.

Sono ruim, ansiedade, excesso de telas, sobrecarga sensorial, estresse e até rotina desorganizada podem impactar diretamente a capacidade atencional da criança.

Por isso, o olhar clínico precisa ir além do “ele não presta atenção”.

Precisamos compreender:

Como essa criança regula estímulos?

Como ela responde ao ambiente?

O que melhora ou piora sua atenção?

Há impacto funcional real?

Segundo a Academia Americana de Pediatria e estudos recentes em neurodesenvolvimento, a atenção é uma função executiva complexa e ainda está em amadurecimento durante toda a infância.

Nem toda distração é transtorno.
Mas quando há sofrimento, prejuízo escolar, dificuldade persistente ou impacto emocional, vale investigar com cuidado.

Compreender o funcionamento da criança muda completamente a forma de ajudar.

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Dra. Ana Flávia Varella.
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11/06/2026

Como eu estimulo a fala do Murilo — e algumas ideias que podem ajudar aí na sua casa também. 💙

Por aqui, estamos aprendendo juntos. Todos os dias ele me ensina um pouquinho mais sobre comunicação.

“Meu filho demora muito para dormir.”“Só pega no sono vendo desenho.”“Parece cansado, mas não consegue desligar.”Essa é ...
10/06/2026

“Meu filho demora muito para dormir.”
“Só pega no sono vendo desenho.”
“Parece cansado, mas não consegue desligar.”

Essa é uma das queixas mais frequentes no consultório e muitas vezes existe um fator silencioso por trás: o uso de telas à noite.

O cérebro da criança funciona em ritmo intenso de desenvolvimento e depende de pistas ambientais para entender quando deve despertar e quando deve desacelerar.

A principal delas é a luz.

A luz azul emitida por celulares, tablets e televisões interfere diretamente na produção de melatonina, hormônio que ajuda o cérebro a iniciar o sono.

Na prática, o cérebro interpreta:
“ainda é dia.”

E isso pode gerar:

dificuldade para dormir

sono superficial

despertares frequentes

irritabilidade

piora da atenção e da regulação emocional no dia seguinte

Em crianças com TDAH, ansiedade, TEA ou maior sensibilidade sensorial, o impacto costuma ser ainda mais perceptível.

Importante, não é sobre culpa.

Hoje as telas fazem parte da rotina de muitas famílias.
Mas pequenas mudanças nos hábitos do sono podem trazer melhora significativa na qualidade do descanso infantil.

Comece observando como está a rotina da última hora antes de dormir?

Se mesmo com ajustes o sono continuar difícil, vale investigar mais profundamente.

Sono infantil não é detalhe.
É neurodesenvolvimento.

Nem todo comportamento é “fase”.
Vamos avaliar com carinho?

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Dra. Ana Flávia Varella.
Neuropediatra
CRM-SP 190008| RQE 846411

Endereço

Rua Magdalena Ferragut, 80/102/Pinheirinho, Vinhedo/SP, 13280-000
Vinhedo, SP
13280000

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