Lívia Lopes

Lívia Lopes Dra.

Lívia Lopes
Pneumologista Pediátrica


👶 Da asma à bombinha: orientação sem mitos

👩‍⚕️ Especialista em casos difíceis + conteúdo acessível

📍Atendimentos ES e Brasil

03/09/2026

.podcast

Galeria da semana.Tirados e não postados.
30/08/2026

Galeria da semana.
Tirados e não postados.

28/08/2026

É o meu jeitinho 😅

Muita gente descarta no lixo comum ou na pia, mas o impacto disso vai muito além do que imaginamos. Quando medicamentos ...
22/08/2026

Muita gente descarta no lixo comum ou na pia, mas o impacto disso vai muito além do que imaginamos. Quando medicamentos e dispositivos inalatórios vão parar na rede de esgoto ou no solo, eles podem contaminar a água, o meio ambiente e colocar em risco a saúde de animais e pessoas.

Cuidar de quem a gente ama também envolve cuidar do planeta!

Por isso, o descarte correto exige alguns cuidados essenciais para mantermos a segurança de todos:

Onde descartar: Farmácias e Unidades Básicas de Saúde (UBSs) possuem coletores específicos para receber esses materiais. Jamais descarte no lixo comum ou no esgoto!

Como preparar os itens: Mantenha os medicamentos e inaladores sempre íntegros e dentro das embalagens originais que têm contato direto com o produto.
Nunca fure, quebre, queime frascos, altere dispositivos inalatórios ou abra cápsulas por conta própria.

Caixas de papelão e bulas que não tocaram diretamente no remédio podem ir para a reciclagem comum ou coletores de papel das próprias farmácias.

Pequenas mudanças nos nossos hábitos diários evitam a contaminação ambiental e ajudam a promover uma economia circular mais sustentável.

Já sabia onde fazer o descarte seguro na sua cidade? Me conta aqui nos comentários!

MeioAmbiente

Ótima pergunta! Na verdade, a grande maioria dos inaladores (as bombinhas) não trava quando o medicamento acaba. O mecan...
15/08/2026

Ótima pergunta!

Na verdade, a grande maioria dos inaladores (as bombinhas) não trava quando o medicamento acaba. O mecanismo continua liberando o jato de ar ou o gás propulsor normalmente, dando a falsa sensação de que a medicação ainda está lá, mas o princípio ativo já acabou.

Por isso é tão importante checar as doses.

14/08/2026
"Doutora, ele está tomando tudo direitinho, certinho nos horários!"Se você é médico ou trabalha na saúde, essa frase pro...
10/08/2026

"Doutora, ele está tomando tudo direitinho, certinho nos horários!"

Se você é médico ou trabalha na saúde, essa frase provavelmente soou familiar.
Mas, às vezes, a realidade no dia a dia é outra: o remédio foi esquecido, a dose foi reduzida por conta própria ou o tratamento foi interrompido antes do tempo.
Na pediatria, isso é ainda mais delicado. Afinal, quem cuida, protege — e muitas vezes a omissão vem do medo de julgamento, da culpa por ter falhado em alguma dose ou do receio de levar bronca.
Mas aqui vai um lembrete essencial, com o coração aberto: eu não estou aqui para julgar ninguém. Estou aqui para cuidar, mas não posso evitar um “esporrinho” de vez em quando 🤔😄🤗
Quando você (ou os pais) omite que a medicação não está sendo usada como prescrito, quem sai perdendo é o paciente.

Veja os riscos reais dessa prática:

• Ajustes desnecessários no tratamento: Se eu acho que a dose máxima não está funcionando, posso desnecessariamente aumentar a medicação ou adicionar novos remédios, quando o problema real era apenas a adesão.
• Falsa impressão de resistência: Doenças como a asma podem parecer fora de controle, levando a exames desnecessários ou internações, quando o único gatilho foi a falta do uso contínuo da bombinha preventiva.
• Aumento de riscos: Interromper antibióticos ou corticoides abruptamente pode trazer complicações sérias e recidivas rápidas do quadro.

A relação entre médico e paciente (e família!) precisa ser um pacto de confiança e transparência.
Se o remédio tem gosto ruim, se o horário é inviável com a rotina da casa, ou se você simplesmente esqueceu: me conte!
Juntos, podemos ajustar o plano para a sua realidade. O importante é caminharmos na mesma direção pela saúde de quem você ama.

Me conta aqui nos comentários (pode ser sem se identif**ar!): Qual é a maior dificuldade na hora de dar o remédio ou seguir o tratamento em casa? Vamos conversar sobre isso!

01/08/2026

Criança não mente e não finge!

Aqueles 5 ou 10 minutinhos a mais no consultório — examinando com calma e ouvindo a família — fazem toda a diferença para entender o que realmente está acontecendo. Enquanto adulto (e o homem de 37,5°C que o diga 😂) às vezes dá uma exagerada nos sintomas, a criança que está prostrada fora do período de febre, é sinal de alerta real.

Por outro lado, f**a o desafio no pronto-socorro: o medo do diagnóstico viral e a pressão pelo antibiótico "milagroso".

💬 Conta aqui nos comentários: você já passou pela situação de sair do consultório com um diagnóstico viral e sentir que faltou receita de remédio forte, ou viveu o oposto com os pais? Vamos conversar!

31/07/2026
18/07/2026

Repita comigo: Não existe princípio de pneumonia!

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Vitória, ES

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