Graciane Piran

Graciane Piran Nutricionista infantil
Trabalho com crianças de 2 a 14 anos. Seletividade Alimentar e Autismo

03/09/2026

Você olha para aquele prato quase intacto e sente o peito apertar:
“Só isso?”

A cena se repete. Você preparou tudo com carinho, mas ele aceitou apenas duas colheradas. A ansiedade aumenta e, aos poucos, a refeição pode virar um momento de tensão entre a sua expectativa e o quanto ele consegue comer.

Mas será que ele realmente come pouco… ou menos do que você esperava?

O apetite infantil não é uma medida fixa. Ele pode variar, e olhar apenas para o volume consumido pode fazer a família deixar de perceber outros aspectos importantes daquela alimentação.

Quando a preocupação com a quantidade vira insistência — “só mais uma colher”, “come mais um pouquinho” — a criança pode começar a viver a refeição com ainda mais desconforto. Respeitar seus sinais de fome e saciedade também faz parte da construção de uma relação mais segura com a comida.

E quando existem dificuldades alimentares ou particularidades sensoriais, entender o que está por trás da recusa se torna ainda mais importante. Textura, cheiro, temperatura, percepção de fome e saciedade e até o próprio ambiente podem interferir na experiência alimentar.

Por isso, antes de olhar para o prato e pensar “ele deveria comer mais”, talvez a pergunta possa ser:

“O quanto eu espero que ele coma corresponde ao que ele precisa e consegue comer hoje?”

Ajustar expectativas não significa deixar de acompanhar a alimentação. Significa olhar para a criança de forma mais individualizada, considerando crescimento, desenvolvimento, habilidades, rotina e relação com os alimentos.

Se você conhece uma mãe que também olha para o prato do filho e pensa “ele come tão pouco…”, compartilhe este post com ela.

Talvez o que ela precise hoje não seja fazer o filho comer mais, mas começar a olhar para esse momento com menos ansiedade e mais segurança.

01/09/2026

A insistência para seu filho aceitar um alimento nunca precisa terminar em estresse. 🍽️

Eu vejo isso todos os dias no consultório: o peso de querer nutrir e encontrar apenas a recusa. O "nunca quero" vem antes da primeira mordida, e a mesa vira um lugar de tensão em vez de conexão.

O segredo para virar esse jogo foi entender que a criança seletiva ou neurodivergente busca segurança sensorial. E nada traz mais previsibilidade do que a crocância.

O barulho do "croc" é constante. Ele foi o aliado perfeito para introduzir novos sabores sem causar resistência imediata.

Esses palitinhos são o que eu chamo de ponte alimentar. Eles apresentam um ingrediente nutritivo sob uma textura favorita, transformando o receio em curiosidade. É exatamente essa a base da minha abordagem terapêutica para crianças com TEA e TDAH.

O ingrediente principal foi uma surpresa absoluta para os pais que já testaram aqui na Escolinha Descobrindo Sabores.

Quer a receita completa e o passo a passo para fazer na sua casa?

✉️ Envie a palavra RECEITA por mensagem privada que eu te mando todos os detalhes no Direct.

Ser nutricionista infantil me ensinou que cuidar da alimentação de uma criança é olhar muito além do prato.É entender qu...
31/08/2026

Ser nutricionista infantil me ensinou que cuidar da alimentação de uma criança é olhar muito além do prato.

É entender que, por trás de uma recusa, existe uma história.

Que comer também envolve habilidades, conforto, segurança, autonomia e aprendizado.

E que, por trás de cada criança, existe uma família que também precisa ser ouvida, acolhida e orientada.

Aprendi também a valorizar conquistas que podem parecer pequenas para quem vê de fora, mas que carregam um significado enorme para aquela criança e para sua família. Porque nem todo avanço começa com uma garfada. Às vezes, começa quando o medo diminui, quando a pressão dá lugar à confiança ou quando estar à mesa se torna um pouco mais tranquilo.

E talvez seja justamente isso que mais me encanta na profissão que me escolheu: poder acompanhar processos, respeitar histórias e contribuir para que a alimentação encontre um lugar mais leve na vida das famílias.

31 de agosto | Dia do Nutricionista.

Hoje celebro com gratidão a profissão essa profissão e a oportunidade de cuidar, todos os dias, muito além do prato.

18/08/2026

Uma oficina culinária é muito mais do que preparar uma receita.

Enquanto participa, a criança tem oportunidades de observar os alimentos, sentir aromas, conhecer texturas, participar das transformações e construir novas experiências com a comida.

Nem toda descoberta precisa terminar em uma mordida. O contato e a familiaridade também fazem parte do aprendizado alimentar.

Foi um pouquinho do que aconteceu na nossa última oficina — aprendizado, autonomia e muitas descobertas acontecendo enquanto elas se divertiam.

E a próxima experiência já está chegando.

Se o seu filho rejeita todos os alimentos novos, saiba que insistir para que ele coma imediatamente costuma gerar ainda ...
14/08/2026

Se o seu filho rejeita todos os alimentos novos, saiba que insistir para que ele coma imediatamente costuma gerar ainda mais resistência.

A boa notícia é que existem estratégias baseadas no desenvolvimento infantil que tornam esse processo muito mais leve.

Criar oportunidades para que a criança observe, toque e participe da preparação dos alimentos pode fazer toda a diferença.

Pequenas mudanças na forma como você apresenta um alimento podem gerar grandes resultados ao longo do tempo. 

Nem toda recusa alimentar significa seletividade.Por trás de um "não quero" podem existir diferentes motivos: questões s...
18/07/2026

Nem toda recusa alimentar significa seletividade.

Por trás de um "não quero" podem existir diferentes motivos: questões sensoriais, experiências negativas, fases do desenvolvimento ou dificuldades que precisam ser compreendidas.

Antes de rotular uma criança, é fundamental olhar para sua história, seu comportamento e a forma como ela se relaciona com os alimentos.

Quando entendemos a causa, conseguimos construir estratégias mais respeitosas, efetivas e individualizadas.

💚 Cada criança merece um olhar atento, acolhedor e livre de julgamentos.


16/07/2026

As melhores lembranças da infância não são apenas sobre o que as crianças ganharam.

São sobre aquilo que viveram.

Na nossa Oficina de Férias, elas terão a oportunidade de colocar a mão na massa, explorar novos sabores, desenvolver autonomia e criar memórias que podem acompanhar toda a vida.

📅 27 de julho
🕑 14h
📍 Chapecó

👧🧒 Para crianças de 3 a 9 anos.

✨ As primeiras inscrições têm um valor especial.

📲 Clique em Enviar mensagem e saiba mais.


13/07/2026

Na infância, cozinhar vai muito além de preparar uma receita.

É uma oportunidade para explorar, criar, experimentar e construir uma relação mais leve e positiva com os alimentos.

Na Oficina de Férias, cada atividade é pensada para despertar a curiosidade, estimular a autonomia e proporcionar experiências que respeitam o tempo e a individualidade de cada criança.

Porque, muitas vezes, a aproximação com os alimentos começa muito antes da primeira mordida. Ela começa quando a criança participa, coloca a mão na massa e se diverte durante o processo.

💚 Oficina de Férias – Descobrindo Sabores
📅 27 de julho
👧🧒 Para crianças de 3 a 9 anos.
📩 As vagas são limitadas. Chame no direct para mais informações.

11/07/2026

As férias podem ser muito mais do que um tempo para ocupar a agenda das crianças.

Elas podem ser uma oportunidade para criar memórias, desenvolver autonomia e viver experiências que ficam para a vida toda.

Na Oficina de Férias, cada atividade foi pensada com um propósito: incentivar a curiosidade, estimular a participação e proporcionar momentos positivos em torno da alimentação.

Porque, muitas vezes, uma boa relação com os alimentos começa muito antes da primeira mordida. Ela começa quando a criança br**ca, explora, participa e se sente parte do processo.

Se você deseja proporcionar uma experiência diferente para o seu filho nestas férias, vou adorar receber vocês!

💚 Oficina de Férias – Descobrindo Sabores
📅 27 de julho
📩 Entre em contato para mais informações e inscrições.


Quando pensamos em alimentação infantil, é comum focarmos apenas no momento em que a criança come.Mas, antes disso, exis...
10/07/2026

Quando pensamos em alimentação infantil, é comum focarmos apenas no momento em que a criança come.

Mas, antes disso, existe um caminho que também merece ser valorizado.

Uma banana para descascar.
Um garfo para amassar.
A oportunidade de colocar a mão na massa.

Enquanto participa do preparo, a criança observa, explora, faz escolhas e desenvolve autonomia. Cada uma dessas experiências contribui para construir uma relação mais positiva com os alimentos.

Nem toda conquista acontece quando um alimento é experimentado. Muitas começam no simples ato de participar.

💛 Afinal, alimentar também é criar oportunidades para descobrir, experimentar e aprender.

Você costuma convidar seu filho para participar da cozinha?

Endereço

Xanxerê, SC
89820-000

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