Vidas Destroçadas Cantão Alemão-Francês

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A Tua Voz Conta na Casa do Benfica de Genebra!​Queremos que a nossa voz seja ouvida de forma clara, direta e sem filtros...
10/05/2026

A Tua Voz Conta na Casa do Benfica de Genebra!

​Queremos que a nossa voz seja ouvida de forma clara, direta e sem filtros. Para que as decisões reflitam a vontade de todos e não de apenas alguns, a tua participação é fundamental.

​Não permitas que decidam por ti. Garante que o futuro da nossa Casa seja construído com transparência e integridade.

​Detalhes do Evento:
​Local: Casa do Benfica de Genebra
​Data: 23 de Maio de 2026
​Hora: 15h00

​Faz a tua inscrição agora!

Une-te a nós para que sejamos ouvidos, respeitados e nunca manipulados.

05/05/2026

SUIÇA/ REGENSDORF (ZH)

Acidente mortal: Viga de metal cede e acerta trabalhador (59) portugues!

Nesta manhã de terça-feira, um trabalhador da construção civil foi mortalmente ferido em Regensdorf, durante trabalhos de desmantelamento.

Uma viga de metal cedeu durante os trabalhos de montagem e desmantelamento e atingiu o homem.

A Polícia Cantonal de Zurique está a esclarecer o sucedido em conjunto com a Procuradoria do Cantão.

Como escreve a polícia cantonal numa comunicação, pouco depois das 8h, durante trabalhos de desmantelamento em Regensdorf, uma viga de metal cedeu e atingiu um operário. O cidadão português, de 59 anos, sofreu ferimentos tão graves que acabou por falecer ainda no local do acidente.

A Polícia Cantonal está a esclarecer o exato decurso do acidente em colaboração com a Procuradoria. Para a preservação de provas e documentação estiveram no local especialistas da Polícia Cantonal de Zurique e do Instituto Forense de Zurique (FOR).

Os colegas de trabalho, bem como os familiares do falecido, foram apoiados pela Pastoral de Emergência do Cantão de Zurique e pela Equipa de Apoio da Polícia Cantonal.

Para além da Polícia Cantonal de Zurique, estiveram presentes uma ambulância do Hospital Limmattal, um helicóptero de emergência da Alpine Air Ambulance (AAA), o Corpo de Bombeiros de Regensdorf, o Corpo de Bombeiros de apoio de Dielsdorf, bem como especialistas da SUVA para segurança no trabalho em obras de construção.

(Os nossos profundos sentimentos aos familiares e amigos)

Gostaria de saber que doença é esta que depois de um acidente de trabalho ser tratado com várias infiltraçoes e medicaçã...
19/01/2026

Gostaria de saber que doença é esta que depois de um acidente de trabalho ser tratado com várias infiltraçoes e medicação evazivas transformou-se em várias operações isto é um pouco do que me aconteceu.

Onde a seguradora assumiu o primeiro ano e uns meses quando a situação se agravou alegou que era doença para não pagar os meus custos e direitos.
Que nunca foi o caso de ter alguma doença quê me provoca-se qualquer sintoma graças a Deus .
Agora estou aqui a espor um pouco para ver onde está os direitos e deveres que nos obrigam a pagar para trabalhar na Suiça e depois em caso de acidentes nos mandam para tribunais onde não aceitam provas médicas não respeitam às baixas médicas não só dê um médico eu falo de baixa médicas dê vários médicos.
E falsas radiografia aí meu corpo começou a mostrar o que tentaram esconder sertos médicos que eu vesitei que me encaminhavam para outro e outro.
Fui bola de pimg pimg e experiência de médicos.
Eu ainda no dia dê hoje vou ter de ser operado novamente onde tenho vindo a queixar a longo destes anos.
Ogara gostaria de saber que doença foi esta que apareceu depois do acidente de trabalho como disse a seguradora.

Sentimento de dever cumprido.
18/01/2026

Sentimento de dever cumprido.

17/01/2026

Deixem aqui vossos comentários como se perde o direito a se defender em casos de acidentes ou doença com as seguradoras mesmo elas sabendo que você está em tratamento

Emigrante portuguesa abandonada pelo estado; sem médico e sem advogadoArtigos leitoresSou imigrante há 39 anos na Suíça,...
13/01/2026

Emigrante portuguesa abandonada pelo estado; sem médico e sem advogadoArtigos leitores
Sou imigrante há 39 anos na Suíça, no cantão de Fribourg. O meu nome é Alice Tavares. Tive um acidente de trabalho no ano de 2018 e continuo ainda com muitos problemas de saúde. A partir do meu acidente, a vida nunca mais foi a mesma. Sofro muito, com muitas dores em todo o corpo e também a nível mental.

Os médicos nunca quiseram levar a situação a sério e, passados seis meses do acidente, quiseram operar-me ao tornozelo. O médico que me acompanhava mandou outro médico operar-me, mas eu nem sequer assinei a autorização para a operação, nem me foram explicadas as consequências que eu poderia vir a ter. A operação correu mal e, a partir daí, continuei a sofrer muito.

Foi perfurado um nervo, um tendão ficou colado à placa e, como resultado, não posso tocar no pé, tenho muitas dores na perna, falta de força para caminhar e noites sem dormir. A minha vida tornou-se um pesadelo. Agora, os médicos colocam as culpas uns nos outros. Impediram-me de continuar a ir às consultas.

Enviei carta a dizer que se tratava de negligência médica da parte deles, mas é sempre assim, deixam os pacientes sem direitos, sem nada. Eles cometem o erro e não querem saber de nós. Os médicos foram a tribunal, porque um diz que não é culpa dele, diz que é do outro, enfim. Eu ando nisto há anos, os anos estão a passar e eu continuo a sofrer.

Mas o pior é não conseguir arranjar um médico que me continue a tratar. Nós, imigrantes, temos de ter o consulado para nos ajudar, o governo tem de nos ajudar a defender os nossos direitos. Trabalhámos, descontámos, e pergunto onde está a dignidade do nosso país em ajudar os verdadeiros portugueses imigrantes.

Vamos pedir ajuda, não apenas para este caso. Precisamos de médicos que não façam parte do sistema. No caso da Alice, nem médico tem. Conhecemos outros casos de pessoas que ficaram sem médico e depois arranjaram outro, mas não funciona, muito menos o médico de família, que nos obrigam a ter.

Precisamos de advogados portugueses para furar o sistema. Os consulados e as embaixadas não erguem uma palha. Os deputados pela Europa dizem, com todas as letras, que os nossos diplomatas no estrangeiro são obrigados a ver cada caso relatado, mas sacodem o capote. Os deputados declinam para o cônsul-geral e para o embaixador, e eles próprios ficam ali, imóveis, como uma árvore de Natal decorativa.Artigos leitores

Para não falar nos conselheiros, que não têm força institucional nenhuma e servem como brinquedo do ministro dos Negócios Estrangeiros, que vai sacando informações que, infelizmente, são na maioria de interesse próprio e não dos lesados. Quer o ministro dos Negócios Estrangeiros, quer o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, são políticos indiferentes. Têm galardões, mas não visitam os emigrantes para conhecerem os problemas reais.

O governo, os deputados na Assembleia da República e o presidente da República Portuguesa estão preocupados consigo próprios, com a família e com os amigos, e continuam a tratar os emigrantes como cidadãos de segunda categoria. Nenhuma alma nos ajuda porque não quer. A Suíça ouviria os nossos políticos, eles é que não se importam de nos ajudar. Só se importam connosco nas eleições, quando pagamos o duplo imposto e quando nos cobram IRS na reforma, no nosso regresso.

Todos querem mamar na vaca gorda, a vaca magra ignoram-na. Portugal é dos portugueses. Eu sou portuguesa como qualquer cidadão a residir no país. Sou ainda mais prejudicada no acesso à saúde, porque não tenho nenhuma. Até os médicos de família os emigrantes perderam. Nunca trabalhámos nem descontámos em Portugal, mas o Estado ganha milhões com os nossos impostos e rouba-nos indirectamente quando chegamos a Portugal, através do IRS, numa altura em que a maioria dos emigrantes já recebe uma reforma miserável, especialmente quem vive de uma pensão de invalidez.Gastronomia Portugal

Precisamos de ajuda. Se não, teremos de fazer uma associação para todos os lesados e levar os governos suíço e português ao tribunal dos direitos humanos.

Alice Tavares

Eu também faço parte dessa situação e justiça que fizeram comigo sofrendo de um acidente de trabalho não de um acidente ...
07/01/2026

Eu também faço parte dessa situação e justiça que fizeram comigo sofrendo de um acidente de trabalho não de um acidente de passeio de bicicleta ou outro não podemos baixar a cabeça e vivermos só de medicação abusiva e operações mal axecutadas para remediar os problemas de saúde

Exmos. Senhores,
O meu nome é Victor Fonseca, residente numa pequena cidade do cantão de Zurique. Venho por este meio expor a minha situação pessoal e profissional, na esperança de merecer a vossa atenção e sensibilidade.
No dia 30 de julho de 2020 sofri um grave acidente de trabalho, que veio afectar profundamente a minha vida em todas as suas dimensões, física, mental e psicológica. Desde essa data encontro-me inapto para regressar ao meu posto de trabalho habitual, estando apenas considerado apto para trabalho adaptado, de menor esforço físico.

Como consequência directa desta situação, ao longo dos anos eu e a minha família perdemos uma parte significativa da nossa qualidade de vida, nomeadamente devido a uma redução de cerca de quarenta por cento do meu rendimento mensal, enquanto as despesas essenciais se mantiveram inalteradas.

No ano passado vi-me obrigado a tomar uma decisão extremamente difícil, permitir que a minha família regressasse a Portugal, permanecendo eu na Suíça sozinho. Esta decisão resultou da impossibilidade de continuar a suportar os elevados custos de vida na Suíça, bem como das dificuldades criadas por determinadas instituições, que tornaram o quotidiano da minha família ainda mais penoso.

Como se esta situação não fosse já suficientemente complexa, no início do ano passado foi-me diagnosticado um tumor no intestino grosso. Fui submetido a uma intervenção cirúrgica, que apresentou algumas complicações, tendo posteriormente realizado várias sessões de quimioterapia e outros tratamentos médicos.

Felizmente, graças a Deus e ao forte apoio da minha família, consegui ultrapassar essa fase particularmente difícil.

Actualmente continuo a viver afastado da minha família, uma vez que necessito de permanecer na Suíça para dar continuidade aos tratamentos e ao acompanhamento médico.

Encontro-me numa situação de grande fragilidade, tanto a nível de saúde como social e financeiro.
O caminho que tenho vindo a percorrer é duro e exigente, razão pela qual venho solicitar que a minha situação seja analisada com atenção, humanidade e sentido de justiça. Espero sinceramente que possa existir alguma forma de apoio ou de solução, não apenas para mim, mas também para outras pessoas que se encontrem em circunstâncias semelhantes. Da minha parte, já procurei ajuda junto de várias entidades, sem que até ao momento tenha sido encontrada uma resposta concreta e eficaz.

Importa ainda esclarecer que a embaixada nunca afirmou que nada poderia fazer, contudo, desde a reunião realizada nas suas instalações, bem como após o debate em Arbon com representação governativa, não se verificaram desenvolvimentos concretos. É igualmente justo registar que o Cônsul de Zurique tem acompanhado o meu caso, tendo inclusivamente prestado apoio directo, nomeadamente através do acompanhamento à Liga do Cancro, fazendo tudo o que esteve ao seu alcance.

Agradeço, desde já, a atenção dispensada e coloco-me à inteira disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais ou apresentar a documentação que considerem necessária.

Com os melhores cumprimentos,
Victor Fonseca.

Carta à SUVA – Exijo respeito e verdade:Depois de anos de silêncio e dor, Domício R. Gomes exige à instituição suíça que...
07/01/2026

Carta à SUVA – Exijo respeito e verdade:

Depois de anos de silêncio e dor, Domício R. Gomes exige à instituição suíça que responda com justiça e dignidade.

Enviei nova carta à SUVA, exigindo resposta formal, respeito e verdade. Já o havia feito anteriormente, mas a minha voz foi ignorada. Desta vez, exijo ser ouvido, pois não peço favores, apenas justiça.

Há quase oito anos vivo com dores constantes, sequelas físicas e sofrimento emocional causados por um acidente de trabalho ocorrido a 15 de Novembro de 2017. Desde então, enfrento relatórios falsos, omissões graves e a indiferença de quem deveria proteger o trabalhador.

Apresentei à SUVA provas concretas, relatórios médicos, testemunhos e fotografias que revelam a negligência e a ocultação da verdade. O silêncio institucional não pode continuar a servir de escudo para a injustiça.

A verdade tem de ser dita, e a dignidade humana tem de ser respeitada.
Não se trata de rancor, mas de consciência. Não é vingança, é verdade.

Que esta carta sirva de apelo a todos quantos foram esquecidos no frio das instituições, onde o ser humano se torna número e o sofrimento, estatística.

Com respeito, firmeza e esperança,

Domício R. Gomes
Meyrin, 18 de Agosto de 2025

Exmos. Senhores,O meu nome é Victor Fonseca, residente numa pequena cidade do cantão de Zurique. Venho por este meio exp...
07/01/2026

Exmos. Senhores,
O meu nome é Victor Fonseca, residente numa pequena cidade do cantão de Zurique. Venho por este meio expor a minha situação pessoal e profissional, na esperança de merecer a vossa atenção e sensibilidade.
No dia 30 de julho de 2020 sofri um grave acidente de trabalho, que veio afectar profundamente a minha vida em todas as suas dimensões, física, mental e psicológica. Desde essa data encontro-me inapto para regressar ao meu posto de trabalho habitual, estando apenas considerado apto para trabalho adaptado, de menor esforço físico.

Como consequência directa desta situação, ao longo dos anos eu e a minha família perdemos uma parte significativa da nossa qualidade de vida, nomeadamente devido a uma redução de cerca de quarenta por cento do meu rendimento mensal, enquanto as despesas essenciais se mantiveram inalteradas.

No ano passado vi-me obrigado a tomar uma decisão extremamente difícil, permitir que a minha família regressasse a Portugal, permanecendo eu na Suíça sozinho. Esta decisão resultou da impossibilidade de continuar a suportar os elevados custos de vida na Suíça, bem como das dificuldades criadas por determinadas instituições, que tornaram o quotidiano da minha família ainda mais penoso.

Como se esta situação não fosse já suficientemente complexa, no início do ano passado foi-me diagnosticado um tumor no intestino grosso. Fui submetido a uma intervenção cirúrgica, que apresentou algumas complicações, tendo posteriormente realizado várias sessões de quimioterapia e outros tratamentos médicos.

Felizmente, graças a Deus e ao forte apoio da minha família, consegui ultrapassar essa fase particularmente difícil.

Actualmente continuo a viver afastado da minha família, uma vez que necessito de permanecer na Suíça para dar continuidade aos tratamentos e ao acompanhamento médico.

Encontro-me numa situação de grande fragilidade, tanto a nível de saúde como social e financeiro.
O caminho que tenho vindo a percorrer é duro e exigente, razão pela qual venho solicitar que a minha situação seja analisada com atenção, humanidade e sentido de justiça. Espero sinceramente que possa existir alguma forma de apoio ou de solução, não apenas para mim, mas também para outras pessoas que se encontrem em circunstâncias semelhantes. Da minha parte, já procurei ajuda junto de várias entidades, sem que até ao momento tenha sido encontrada uma resposta concreta e eficaz.

Importa ainda esclarecer que a embaixada nunca afirmou que nada poderia fazer, contudo, desde a reunião realizada nas suas instalações, bem como após o debate em Arbon com representação governativa, não se verificaram desenvolvimentos concretos. É igualmente justo registar que o Cônsul de Zurique tem acompanhado o meu caso, tendo inclusivamente prestado apoio directo, nomeadamente através do acompanhamento à Liga do Cancro, fazendo tudo o que esteve ao seu alcance.

Agradeço, desde já, a atenção dispensada e coloco-me à inteira disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais ou apresentar a documentação que considerem necessária.

Com os melhores cumprimentos,
Victor Fonseca.

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