A Auto Imune

A Auto Imune 💥Controlei os sintomas da minha auto-imune com alimentação e estilo de vida.

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06/09/2026

Não fiques onde já não cabes — porque o teu corpo paga o preço do teu silêncio.

🤍Quem nos vê de fora, muitas vezes acha que resiliência significa aguentar tudo. Dizem-nos para "forçar mais um pouco", para sermos fortes, para insistirmos.

Mas para quem vive com uma doença autoimune, forçar o que já não dá não é virtude. É um gatilho. O nosso sistema imunitário não distingue o stresse de um prazo impossível, de uma relação desgastante ou de um ambiente que nos anula, do stresse de uma ameaça física real.

Quando insistimos em caber em lugares, dinâmicas ou expectativas que já nos sufocam, o nosso sistema nervoso entra em modo de sobrevivência crónico. A resposta inflamatória dispara e o corpo, exausto de lutar contra o ambiente, começa a lutar contra si próprio.

Dizer "basta" e escolher sair de onde já não cabemos é a decisão mais difícil. Dá medo, traz incerteza e, sim, o próprio processo de rutura gera um desconforto imediato. Mas há uma diferença vital entre o stresse destrutivo de permanecer num lugar que nos adoece e o stresse temporário de construir uma saída.

A longo prazo, escolher a tua paz não é egoísmo. É regulação do teu sistema nervoso. É dar ao teu corpo o sinal de segurança de que ele tanto precisa para desinflamar e entrar em modo de reparação. Retira-te a tempo. Protege a tua energia. A decisão mais difícil de hoje é a liberdade (e a saúde) do teu amanhã.

Analisa se consegues modular o ambiente que percebes que está a afetar a tua sanidade mental, se consegues modula, se que sabes que a única via é a saída, sai. Vais pensar nisso comenta ❤

Nota de responsabilidade: O processo de transição e imposição de limites pode ser um gatilho de stresse. Se sentes dificuldade em gerir estas emoções ou tomar decisões que afetam a tua saúde, procura o apoio de um profissional de saúde mental. A tua mente e o teu sistema imunitário agradecem.

Song H , Fang F , Tomasson G, et al. Associação de transtornos relacionados ao estresse com subsequente doença autoimune. JAMA. 2018;319(23):2388–2400. doi:10.1001/jama.2018.7028

04/09/2026

Todos os dias procuramos nas redes sociais uma nova dica! E não é disso que precisamos.
Este mês o episódio do podcast "saúde 100 evidência" faz refletir sobre isso. Não há convidados especiais, há um vaso de salsa, que me fez refletir sobre isso e trazer-vos essa reflexão, às vezes as coisas não acontecem no tempo que nós queremos, mas quando estamos prontos.

Episódio 16 completo no canal, link na bio.

Vai ver e depois conta-me se não estás a desesperar antes do teu tempo..

30/08/2026

Para a maioria das pessoas, viver com baixa energia, dependência de café, névoa mental, ou com uma doença que domina toda a sua vida tornou-se o "normal".

Adaptaram-se ao "cativeiro" de um corpo e cérebro doentes.

Por isso, quando veem alguém a operar com clareza mental afiada, energia constante e alta performance física, acham um exagero.

"Voar só parece exagero para o pássaro que se habituou à gaiola"

A neurociência explica isso através do sickness behavior (comportamento de doença). Quando o teu organismo enfrenta um estado inflamatório crónico — causado por hábitos desregulados, ritmos circadianos destruídos e stresse metabólico, e até dor.. —, o teu cérebro altera a sinalização de dopamina. O resultado? Perdes o "drive", a motivação e a capacidade de pensar em grande.

Eu sei, eu já lá estive, e ficamos condicionados a poupar recursos para sobreviver ao dia. Mas aceitar a dor e exaustão diária como inevitável, é a maior forma de mediocridade que existe.
Não podemos exigir grandes decisões ou mudanças a um corpo e mente que estão ocupados a apagar incêndios, muitos deles invisíveis..

A verdadeira liberdade não é um conceito abstrato; começa em nós e na nossa otimização fisiológica.
Quando removemos os ruídos como a dor e o cansaço, devolvemos a eficiência ao nosso corpo, e subitamente o que parecia "exagero" passa a ser simplesmente o teu novo padrão.

Se estás pronto para sair do piloto automático e queres recuperar a tua vitalidade junta-te à minha comunidadem envia-me uma mensagem que te envio todas as informações.

E tu? Tens medo de voar?

28/08/2026

Passamos a vida a cortar grupos alimentares.. mas é muito mais sobre o que comemos do que o que cortamos.

Cada refeição é uma oportunidade de nutrir o nosso corpo, e há pequenas trocas que podem sem dúvida incrementar nutrientes.

A minha convidada do episódio 15 do meu podcast Saúde 💯 evidência, falou sobre isso, e mais especificamente como podemos transformar uma simples salada de alface num prato verdadeiramente nutritivo.

Não percas este episódio e começa já a aplicar nas tuas rotinas.

Link para o episódio completo nos destaques.

Episódio completo também disponível no Spotify.

E tu? Já sabias disto? Como montas as tuas saladas?

25/08/2026

🚨 Estes fios parecidos com teias de ar**ha indicam que o pacote foi infestado por larvas de traças de alimentos. Quando elas nascem dentro da embalagem, soltam essa seda enquanto se alimentam dos grãos e das sementes.

Esse problema pode acontecer quando os alimentos são armazenados por muito tempo em embalagens abertas, mal vedadas ou em locais quentes e húmidos, facilitando a entrada e a proliferação desses insetos.

O risco não está apenas na presença da larva, mas também nas fezes, cascas de ovos e outros resíduos que podem ficar misturados ao produto. Por isso. não adianta tentar lavar, peneirar ou cozinhar o alimento.

Compre sempre produtos de boa procedência, de marcas e estabelecimentos confiáveis, que tenham armazenamento adequado e boa rotatividade dos produtos.

E caso encontrar esse sinal, descarte todo o conteúdo higienize bem o armário e verifique os outros pacotes próximos. Para evitar novas infestações, armazene grãos, farinhas e sementes em potes herméticos, mantenha o local limpo e observe sempre o prazo de validade.

Envie este alerta para quem costuma guardar grãos e sementes em casa e precisa ficar atento a esses pequenos sinais.

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E não te esqueças a alimentação só é saudável se estiver em boas condições, alimentos contamidos vão trabalhar contra o teu sistema autoimune e imunitário por mais superalimetos que sejam 😉

Sabias disto? Conta-me nos comentários e segue o meu perfil para ficares sempre a par de informações importantes de verdade para a tua saúde!

23/08/2026

Quando olhamos para a dinâmica familiar, percebemos que o impacto da relação com os nossos pais vai muito além da vertente emocional ou moral.
O stress crónico decorrente de dinâmicas familiares disfuncionais altera os nossos níveis de cortisol, desregula o eixo HPA (hipotálamo-pituitária-adrenal) e pode, inclusive, influenciar a expressão genética (epigenética) ligada a processos inflamatórios e à saúde autoimune.

Honrar quem nos deu a vida não significa validar comportamentos nocivos, nem exige um "perdão" forçado que anule a tua própria saúde mental.
Trata-se de reconhecer o facto biológico insubstituível: a vida veio através deles.

Ao aceitar este facto sem criar dependência emocional ou expectativas irrealistas, consegues:

🎯Reajustar a distância: Estabelecer limites claros sem culpa. O respeito não exige convivência, pelo menos, diária, se esta for tóxica para o teu sistema nervoso.

🎯Redirecionar a energia: Acalmar o estado de "luta ou fuga" constante que a rejeição ou o conflito geram no teu corpo.

🎯Proteger a tua biologia: Reduzir a carga alostática (o desgaste do corpo pelo stress), permitindo que o teu sistema imunitário e a tua performance mental voltem ao equilíbrio.

Emancipar-se emocionalmente dos pais é um dos passos mais profundos para otimizares a tua saúde física e sistémica. A gratidão pela vida é o ponto final da dor e o início da tua autonomia.

(Nota de responsabilidade: A frase no vídeo reflete uma perspetiva de reflexão comportamental e sistémica amplamente debatida na psicologia e no desenvolvimento pessoal, servindo aqui como ponto de partida para analisarmos o impacto do stress relacional na nossa fisiologia.)

Guardaste este post? Envia a alguém que precisa de olhar para as relações familiares com outros olhos e talvez traçar novos planos e novas dinâmicas.

21/08/2026

A medicina está a evoluir e a convergir para um local onde vemos que a saúde Integrativa já trabalhava: na raiz dos problemas. 💡

Sabias que a antiga SOP (Síndrome do Ovário Poliquístico) mudou de designação e agora é SOMP (Síndrome do Ovário Multicístico e Metabólico)?

Esta mudança na nomenclatura médica não é apenas um detalhe: ela reflete uma visão muito mais ampla e profunda sobre como o nosso metabolismo e a inflamação afetam o nosso corpo.

Neste episódio do podcast, recebo a Nutricionista Andreia Morim para desmistificar esta evolução. Conversámos sobre como a alimentação anti-inflamatória, a regulação metabólica e o cuidado integrativo são as verdadeiras chaves para tratar a SOMP, em vez de apenas camuflar os sintomas com a pílula anticoncepcional.

Se queres perceber o que realmente se passa no teu corpo e como a nutrição pode transformar a tua saúde e longevidade, tens de ver este episódio! Link na bio e nos destaques

E tu? Já tratas a causa raiz da tua doença? O que achas sobre estas mudanças?

18/08/2026

Há uma diferença entre confiar nos profissionais de saúde... e entregar-lhes toda a responsabilidade pela nossa saúde.

Eu continuo a acreditar na medicina e sou profundamente grata por ela.

Mas também acredito que há uma parte da nossa saúde que depende de nós. Todos os dias.

A forma como nos alimentamos.
A qualidade do nosso sono.
O stress que acumulamos.
Os hábitos que repetimos diariamente.

Foi quando percebi isso que deixei de ser apenas uma espetadora da minha saúde e comecei a assumir um papel mais ativo no meu bem-estar.

E essa decisão mudou a minha vida.

✨ Agora quero saber a tua opinião.

Alguma vez saíste de uma consulta com a sensação de que não foste realmente ouvida?

Escreve "EU" nos comentários. Vou ler todas as respostas.

16/08/2026

O mito do "proibido desistir": quando a perseverança cega se torna uma patologia.

Existe uma romantização tóxica na cultura atual em redor do conceito de resiliência perpétua. Frases feitas como "é proibido desistir" ou "continua a lutar custe o que custar" são repetidas vezes sem conta, como se o corpo humano fosse uma máquina infinita capaz de absorver pressão indefinidamente sem consequências estruturais.

Do ponto de vista da neurobiologia do stress, esta insistência cega é clinicamente perigosa. Quando o indivíduo é forçado a manter-se num estado de hiperativação contínua — seja por pressões emocionais, relacionais ou profissionais —, o eixo HPA (hipotálamo-hipófise-adrenal) entra em exaustão. A exposição crónica a níveis elevados de cortisol e adrenalina desregula o sistema imunitário, aumenta a permeabilidade intestinal e alimenta os processos inflamatórios sistémicos que abrem a porta a patologias autoimunes e metabólicas.

A verdadeira maturidade biológica e psicológica não reside na recusa obstinada em parar, mas sim na capacidade de discernir quando a persistência deixou de ser coragem e passou a ser autoagressão. Por isso sim! Temos de ser resilientes, não desistir, ter fé e continuar mas às vezes é preciso parar, reajustar o foco.

Recusar carregar pesos que não nos competem não é sinónimo de fraqueza; é um ato de estrita preservação.

A tua saúde não negocia com teimosias. Se o teu corpo está a pedir uma paragem, ignorá-lo não é força de vontade — é negligência. Reajusta a rota e aí sim, continua!

O que te custa mais aceitar hoje: a coragem de parar a tempo ou o preço de continuar a forçar o teu corpo até à exaustão? 👇

(Esta reflexão cruza a endocrinologia do stress com a psicologia comportamental, alertando para os perigos do esgotamento crónico. Não substitui o acompanhamento médico ou terapêutico especializado.)

14/08/2026

Disruptores ou desreguladores endócrinos são substâncias químicas (sintéticas ou naturais) que interferem no sistema hormonal. Ao imitar, bloquear ou alterar a produção e o transporte das hormonas, podem prejudicar a fertilidade, o desenvolvimento infantil (incluindo puberdade precoce) e o metabolismo.

Este foi um dos assuntos que abordámos no 15º episódio do meu podcast Saúde 100 evidência, onde a minha convidada, a nutricionista Andreia Morim abordou o tema referindo trocas que podemos fazer no nosso dia a dia para minimizar a nossa exposição.

Veja o episódio completo, o acesso ao mesmo está nos destaques ou no link da bio.

Já tinha ouvido falar nestas substâncias prejudiciais à nossa saúde? Tem minimizado a sua exposição às mesmas?

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