16/08/2026
Perdemo-nos muitas vezes no caminho.
E é natural. Vivemos tempos de grande densidade, de caos, de dificuldade. A transição para algo melhor, que confio e oro para que se materialize, é um tempo presente. Que requer ajustes, desprogramacao, consistência. Requer que façamos de volta o caminho para dentro, para escutar, para alinhar, decidir, e assumir a nossa força e sabedoria. Especialmente perante as dificuldades.
Como enfermeira parteira Integrativa, vejo as dificuldades que surgem do desejo de conceber, da gravidez que acordar em nós aspetos que remetemos para o inconsciente e ficaram no esquecimento, tal como o nosso próprio nascimento e concepção, mas que reverberam np corpo físico como uma dor, ansiedade, medo inexplicável; vejo nas dificuldades da amamentação a ferida materna, e de tantos bebés ancestrais que nao puderam ser nutridos com o leite materno essencial.
Vejo no bebé, nos seus sintomas espelho do que foi vivido no útero, na relação com a mãe e das relações que vieram antes desta.
Há muito no mundo invisível que se manifesta. No caminho para dentro, tal como eu aprendi com a minha primeira filha, assim ensino a olhar e cuidar do que está presente e na origem das mais variadas dificuldades. Desde o entendimento científico, ao profundo espiritual, inconsciente!
Porque no início não havia separação, tudo estava unido: físico, mental, emocional, energético e espiritual!
E não faz todo o sentido?
O caminho é para dentro!
Vamos juntas caminhar?