05/09/2026
Há uma diferença enorme entre planear um caso numa posição estática e planeá-lo com os movimentos do paciente.
É exatamente isso que a montagem em articulador nos permite. Quando recebemos um arco facial, um registo de mordida fiável e modelos sem distorção, conseguimos simular a dinâmica oclusal antes de tocar numa única peça de cerâmica. E isso muda completamente a forma como abordamos o caso.
Na prática, muitos ajustes que aparecem na fase final têm origem numa etapa que foi simplificada no início. Quando o caso é montado corretamente, o laboratório consegue antecipar problemas que de outra forma só seriam detetados em clínica.
É por isso que valorizamos tanto a qualidade dos registos que recebemos. Não por exigência, mas porque são eles que nos permitem trabalhar com a previsibilidade que ambos queremos.
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