01/06/2026
Ainda estou no meu inferno astral.
O mês antes de fazer anos.
A primeira vez sem ti.
Há um vazio que tem nome — chama-se Nuno.
E eu aprendi a carregá-lo no peito, a andar com ele na garupa, a honrá-lo em cada momento que escolho viver em vez de sobreviver.
Já fui andar de mota.
Levei-o comigo.
O maior e melhor pendura de sempre.