Ana Silva Psicologia

Ana Silva Psicologia O Espaço ideal é o Espaço Vital

Talvez já tenha ouvido falar nas cinco fases do luto (negação, raiva, negociação, tristeza, aceitação), como se fosse um...
02/09/2026

Talvez já tenha ouvido falar nas cinco fases do luto (negação, raiva, negociação, tristeza, aceitação), como se fosse um percurso obrigatório e por ordem certa. Essa ideia ficou popular, mas pode não ser assim para si…
Cada pessoa atravessa o luto ao seu ritmo, sem casas para saltar nem ordem a cumprir. Guarde esta publicação e conte-nos qual é o seu maior desafio hoje.

O que descrevemos neste carrossel, o corpo pesado, os esquecimentos, os altos e baixos, tem uma explicação: a mente e o ...
30/08/2026

O que descrevemos neste carrossel, o corpo pesado, os esquecimentos, os altos e baixos, tem uma explicação: a mente e o corpo estão a lidar com um choque grande, e alternam entre momentos em que conseguem continuar o dia a dia e momentos em que a dor volta a ocupar tudo. Essa alternância está descrita na literatura sobre o luto como parte esperada do processo, não como sinal de que algo está mal consigo.
Já lhe aconteceu sentir-se bem de manhã e desabar à noite, sem motivo aparente? Conte-nos nos comentários, e guarde esta publicação para reler nos dias mais difíceis.

29/08/2026

Olá a todas.

Hoje partilho isto não só como profissional, mas como alguém que vos ouve e acompanha, deste lado do ecrã, todos os dias.

Este espaço nasceu para acolher mulheres e mães em momentos de grande vulnerabilidade. Já aqui falámos da dor da perda ou doença de um filho, da solidão do ninho vazio, e do processo de desconstrução e aceitação quando um filho se assume LGBTI+.

Há semanas que leio as vossas mensagens e os vossos desabafos, e percebi uma coisa: por trás de histórias tão diferentes, há um fio comum. Chama se luto.

Não falo só do luto que o dicionário define. Falo de um luto mais alargado.

A mãe que vê os filhos saírem de casa pode estar, sem lhe dar esse nome, a viver o luto da rotina antiga e da casa cheia.

A mãe de um filho LGBTI+ muitas vezes precisa de fazer o luto do futuro que tinha idealizado, para conseguir amar e aceitar o filho real que tem à frente.

E quem enfrenta a doença ou a perda de um filho vive uma dor imensa, que ninguém deveria ter de medir ou comparar com outra.

Por isso decidi ajustar a comunicação desta página.

O que não muda: continuo aqui, todos os dias, com o mesmo cuidado de sempre. As conversas sobre doença ou perda de um filho, ninho vazio e aceitação de filhos LGBTI+ continuam a ter espaço, tal como sempre tiveram.

O que muda: a partir de agora vou também trazer conteúdo sobre outros lutos que atravessamos ao longo da vida (lutos visíveis e lutos invisíveis) porque percebi que todas estas dores (perdas de pessoas, de animais, de emprego, o fim de relações (sejam elas amorosas ou de amizades), mudanças de fase, etc.) partilham o mesmo processo, e podemos aprender e curar em conjunto.

Este continua a ser o vosso porto seguro. Só ganhou um abraço maior.

Este caminho faz sentido para vocês? Gostava muito de ler o que pensam nos comentários.

25/08/2026

Hoje é um dia muito especial

Já sentiste que a tua família deixou de funcionar como antes?Não houve um momento único. Foi acumulando, um diagnóstico,...
23/08/2026

Já sentiste que a tua família deixou de funcionar como antes?
Não houve um momento único. Foi acumulando, um diagnóstico, um coming out, uma perda, um filho que saiu de casa. E de repente percebeste que a família que imaginavas já não existe.
Trabalho com famílias nesse ponto há 6 anos. Não para dar conselhos, mas para ajudar a ter as conversas que nunca conseguiram ter e a construir uma nova forma de ser família.
Se isto é onde estás, guarda este carrossel ou envia-me mensagem.

Evitar resulta.Mas só hoje.Quando adias uma conversa difícil, cancelas um compromisso, não atendes um telefonema ou deix...
21/08/2026

Evitar resulta.
Mas só hoje.
Quando adias uma conversa difícil, cancelas um compromisso, não atendes um telefonema ou deixas uma decisão para depois, a ansiedade desce imediatamente.
O cérebro aprende depressa:
“afastar-me = alívio”.
O problema é o que acontece a seguir.
Como não enfrentaste a situação, ela continua por resolver.
Volta a aparecer.
E, entretanto, passa a parecer mais ameaçadora do que era.
Da próxima vez a ansiedade surge mais cedo e mais intensa.
E a vontade de evitar também.
Isto chama-se ciclo de manutenção da ansiedade.
O alívio imediato funciona como reforço: ensina o cérebro a repetir a fuga.
Não é fraqueza nem falta de coragem.
É aprendizagem.
Só que esta aprendizagem prende-te.
Porque quanto mais evitas, menos oportunidade tens de o cérebro descobrir que conseguirias lidar.

A maioria das pessoas não procura ajuda quando começa a sentir ansiedade, bloqueio ou desgaste mental.Procura quando per...
19/08/2026

A maioria das pessoas não procura ajuda quando começa a sentir ansiedade, bloqueio ou desgaste mental.
Procura quando percebe que já não consegue continuar a funcionar da mesma forma.
Entretanto passaram meses, às vezes anos, a tentar resolver sozinha.
A psicologia não é só para crises.
É para quando algo começa a ocupar espaço a mais na tua cabeça, no descanso ou nas relações.
Se sentes que entraste nesse ponto, podes pedir informações

O presente mais importante para a tua filha não está numa loja. Que gesto pequeno já fizeste que mostrou aceitação sem p...
17/08/2026

O presente mais importante para a tua filha não está numa loja. Que gesto pequeno já fizeste que mostrou aceitação sem precisar de grandes discursos? Partilha nos comentários.

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