11/09/2026
Há momentos numa sessão em que a vontade de ajudar nos faz querer chegar depressa à resposta.
Perguntamos.
Interpretamos.
Explicamos.
Procuramos uma solução.
Mas nem sempre o cliente precisa que cheguemos primeiro.
As vezes precisa de tempo para ouvir aquilo que ele próprio está a dizer.
Saber conduzir uma sessão também é saber quando perguntar, quando confrontar e quando permanecer em silêncio.
Porque o silêncio do terapeuta não é ausência.
Quando é consciente, também é intervenção.
Márcia Pinto Freitas
Psicoterapeuta | Mentora
Academia do Ser - Escola das Relações Humanas