20/10/2026
O bullying não é uma brincadeira. É uma ferida que nem sempre se vê, mas que muitas vezes demora a sarar.
Há palavras que humilham. Olhares que excluem. Silêncios que magoam. E há quem sorria por fora enquanto, por dentro, luta para acreditar que tem valor.
Ninguém deve ter de mudar quem é para merecer ser aceite.
Combater o bullying não é apenas impedir quem agride. É também não rir da humilhação, não ignorar o sofrimento, não ficar em silêncio perante a injustiça e ter a coragem de defender quem precisa.
É ensinar empatia. É praticar o respeito. É fazer da diferença uma oportunidade de aproximação, e nunca um motivo de exclusão.
Porque o impacto do bullying pode prolongar-se muito para além do momento em que acontece. E porque todos temos um papel na construção de relações mais seguras, humanas e saudáveis.
Hoje, escolhe ser parte da solução.
Sê a pessoa que acolhe, que escuta, que inclui. A pessoa que faz a diferença quando alguém mais precisa.
E tu, quando assistes a uma situação de bullying, escolhes o silêncio ou escolhes intervir?
Ana Rita Brissos | Psicóloga