International PreHospital Medicine Institute - Portugal

International PreHospital Medicine Institute - Portugal International PreHospital Medicine Institute - Portugal

Embora o IPHMI seja uma nova entidade na área da Educação Pré-Hospitalar, somos constituídos por uma equipa dos mais experientes Paramédicos e Médicos. Este grupo editorial é autor de vários livros didáticos e desenvolveu muitos cursos reconhecidos internacionalmente. Com mais de 200 anos de experiência combinada no desenvolvimento e disseminação de educação nos Serviços Médicos de Emergência de a

lta qualidade em mais de 50 países em todo o mundo, nosso grupo está mudar o cenário da educação dos Serviços Médicos de Emergência.

𝗥𝗲𝘃𝗶𝘀𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗟𝗶𝘁𝗲𝗿𝗮𝘁𝘂𝗿𝗮 | 𝗦𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼𝟯. 𝗖𝗼𝗺𝗽𝗮𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗼 𝗹𝗼𝗰𝗮𝗹 𝗱𝗲 𝗰𝗼𝗹𝗼𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝗮𝗰𝗲𝘀𝘀𝗼 𝗶𝗻𝘁𝗿𝗮𝗼́𝘀𝘀𝗲𝗼 𝗲 𝗮𝘀 𝘁𝗮𝘅𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗿𝗲𝘁𝗼𝗿𝗻...
09/09/2026

𝗥𝗲𝘃𝗶𝘀𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗟𝗶𝘁𝗲𝗿𝗮𝘁𝘂𝗿𝗮 | 𝗦𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼

𝟯. 𝗖𝗼𝗺𝗽𝗮𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗼 𝗹𝗼𝗰𝗮𝗹 𝗱𝗲 𝗰𝗼𝗹𝗼𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝗮𝗰𝗲𝘀𝘀𝗼 𝗶𝗻𝘁𝗿𝗮𝗼́𝘀𝘀𝗲𝗼 𝗲 𝗮𝘀 𝘁𝗮𝘅𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗿𝗲𝘁𝗼𝗿𝗻𝗼 𝗱𝗮 𝗰𝗶𝗿𝗰𝘂𝗹𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲𝘀𝗽𝗼𝗻𝘁𝗮̂𝗻𝗲𝗮 𝗲 𝗱𝗲 𝘀𝗼𝗯𝗿𝗲𝘃𝗶𝘃𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗮𝘁𝗲́ 𝗮̀ 𝗮𝗹𝘁𝗮 𝗵𝗼𝘀𝗽𝗶𝘁𝗮𝗹𝗮𝗿 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗽𝗮𝗰𝗶𝗲𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗰𝗼𝗺 𝗽𝗮𝗿𝗮𝗴𝗲𝗺 𝗰𝗮𝗿𝗱𝗶́𝗮𝗰𝗮 𝗣𝗿𝗲́-𝗛𝗼𝘀𝗽𝗶𝘁𝗮𝗹𝗮𝗿. Witherell A, Castillo A, Samones E, et al. Resuscitation, 2026. https://doi.org/10.1016/j.resuscitation.2026.111179

Texto integral disponível online em https://www.resuscitationjournal.com/article/S0300-9572(26)00226-1/fulltext

O algoritmo de 2025 da American Heart Association para Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS) na paragem cardíaca do adulto indica o acesso vascular intravenoso (IV) ou intraósseo (IO) como as vias preferenciais para a administração de medicamentos durante uma reanimação em curso. Com frequência crescente, os prestadores de cuidados pré-hospitalares optam primeiro pelo acesso IO, em vez do acesso IV, devido à facilidade de colocação bem-sucedida através de dispositivos do tipo berbequim e às dificuldades associadas à obtenção rápida e bem-sucedida de um acesso IV em pacientes que apresentam colapso venoso durante uma paragem cardíaca. Estudos anteriores não demonstraram taxas mais elevadas de retorno da circulação espontânea (ROSC) ou de alta hospitalar com a administração de medicamentos de reanimação por via IV em comparação com a via IO durante uma paragem cardíaca.

Os dois locais mais comuns para o acesso IO no adulto são a tíbia proximal e a cabeça do úmero. Os acessos IO esternais, embora tenham sido anteriormente populares, tendem a interromper as compressões torácicas durante a sua colocação e podem representar dificuldades para os reanimadores que utilizam dispositivos de compressão automática.

Os autores deste estudo retrospetivo de revisão de processos clínicos, ao qual o conselho de revisão institucional da Loma Linda University Medical Center concedeu dispensa, procuraram determinar qual dos locais comuns de acesso IO durante uma paragem cardíaca pré-Hospitalar (OHCA) no adulto — tíbia proximal ou cabeça do úmero — resultava numa maior incidência de retorno da circulação espontânea (ROSC) e, em última análise, de alta hospitalar.

Os autores acederam aos dados do Riverside County High-Performance Resuscitation Training Cardiac Arrest Registry, o repositório do seu sistema para todos os dados relativos a OHCA em adultos. Todas as paragens cardíacas traumáticas e as paragens cardíacas em pacientes com menos de 16 anos foram excluídas.
Para além dos dados demográficos padrão dos pacientes, os autores procuraram qualquer ocorrência documentada de ROSC durante a tentativa de reanimação, múltiplos fatores de confusão e, quando disponíveis, dados relativos aos resultados dos pacientes.

Um fator de confusão, que poderá ter uma relevância significativa, é a ocorrência de RCP por testemunhas antes da chegada do EMS.
Foram identificados 1.920 casos nos quais foi documentado acesso IO durante a reanimação de uma OHCA no adulto. Foram identificados 246 acessos IO na cabeça do úmero e 1.674 acessos IO na tíbia proximal.

Os autores identificaram 449 pacientes que apresentaram ROSC. Os pacientes com acesso IO na cabeça do úmero tinham uma probabilidade duas vezes superior de alcançar ROSC em algum momento durante a reanimação.

De todos os pacientes que apresentaram ROSC, apenas 49 sobreviveram até à alta hospitalar, embora as dimensões da amostra fossem demasiado reduzidas para determinar diferenças estatisticamente significativas nos resultados neurológicos. Mais uma vez, os pacientes com acesso IO na cabeça do úmero tinham duas vezes maior probabilidade de sobreviver até à alta hospitalar.

As mulheres com colocação de acesso IO na cabeça do úmero apresentaram maior probabilidade de alcançar ROSC do que as mulheres com acesso IO na tíbia proximal (48,19% vs. 25,32%). No grupo masculino, 27% apresentaram ROSC com acesso IO na cabeça do úmero, em comparação com 19,71% com acesso na tíbia proximal.

Os autores identificaram ainda que 62,2% do grupo com acesso na cabeça do úmero, em comparação com apenas 52,12% do grupo com acesso na tíbia proximal, recebeu RCP por testemunhas antes da chegada do EMS. Este fator de confusão poderá ter impacto na incidência de ROSC e, em última análise, na alta hospitalar.

Os autores salientaram várias limitações do seu trabalho. Tratou-se de uma revisão retrospetiva de dados provenientes de uma base de dados regional de EMS. Não existiu randomização prospetiva dos locais de acesso IO. Os prestadores de EMS escolheram o local onde tentariam obter o acesso IO. Isto fez com que o estudo fosse baseado em associações e não em causalidade.

Não foram analisados os fatores determinantes que levaram à escolha de um local em detrimento do outro, nem as taxas de sucesso à primeira tentativa na colocação do acesso IO. Os autores reconheceram também que os acessos IO na cabeça do úmero poderão ter sido realizados por prestadores de EMS mais experientes e que o nível de experiência poderá ter constituído um fator para as taxas mais elevadas de ROSC durante as reanimações de OHCA.

O acesso vascular pré-hospitalar através da via IO constitui uma via eficaz e rápida para a administração de medicamentos de reanimação durante uma OHCA. Este estudo apresenta evidência de que o local de acesso IO na cabeça do úmero apresentou uma maior incidência de ROSC e uma maior taxa de alta hospitalar no seu sistema local de EMS.

Os prestadores de EMS devem praticar regularmente e sentir-se confortáveis com a sua capacidade de obter acesso IO através da tíbia proximal ou da cabeça do úmero, conforme permitido pelo protocolo local e pela direção médica.

Tal como demonstrado pela maior incidência de ROSC quando a RCP por testemunhas foi iniciada antes da chegada do EMS, as compressões torácicas e os princípios básicos da reanimação da OHCA não devem ser prejudicados pela tentativa de obtenção de acesso vascular, independentemente da via utilizada.

𝗥𝗲𝘃𝗶𝘀𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗟𝗶𝘁𝗲𝗿𝗮𝘁𝘂𝗿𝗮 | 𝗦𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼𝟮. 𝗔 𝗣𝗿𝗲𝘃𝗮𝗹𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗘𝘃𝗲𝗻𝘁𝗼𝘀 𝗔𝗱𝘃𝗲𝗿𝘀𝗼𝘀 𝗮𝗽𝗼́𝘀 𝗮 𝗚𝗲𝘀𝘁𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗩𝗶𝗮 𝗔𝗲́𝗿𝗲𝗮 𝗔𝘀𝘀𝗶𝘀𝘁𝗶𝗱𝗮 𝗽𝗼𝗿 𝗕𝗹𝗼𝗾𝘂...
06/09/2026

𝗥𝗲𝘃𝗶𝘀𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗟𝗶𝘁𝗲𝗿𝗮𝘁𝘂𝗿𝗮 | 𝗦𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼

𝟮. 𝗔 𝗣𝗿𝗲𝘃𝗮𝗹𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗘𝘃𝗲𝗻𝘁𝗼𝘀 𝗔𝗱𝘃𝗲𝗿𝘀𝗼𝘀 𝗮𝗽𝗼́𝘀 𝗮 𝗚𝗲𝘀𝘁𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗩𝗶𝗮 𝗔𝗲́𝗿𝗲𝗮 𝗔𝘀𝘀𝗶𝘀𝘁𝗶𝗱𝗮 𝗽𝗼𝗿 𝗕𝗹𝗼𝗾𝘂𝗲𝗶𝗼 𝗡𝗲𝘂𝗿𝗼𝗺𝘂𝘀𝗰𝘂𝗹𝗮𝗿 𝗻𝗼 𝗖𝗼𝗻𝘁𝗲𝘅𝘁𝗼 𝗣𝗿𝗲́-𝗛𝗼𝘀𝗽𝗶𝘁𝗮𝗹𝗮𝗿. Spigner MF, Green A, Naas CJ, et al. Prehospital Emergency Care, 2026;1–8. https://doi.org/10.1080/10903127.2026.2713128

A utilização de agentes bloqueadores neuromusculares (NMBAs) para a intubação de sequência rápida (RSI) é uma prática comum e necessária. Embora estes medicamentos possam melhorar as condições de intubação e aumentar a probabilidade de colocação bem-sucedida da via aérea, também podem estar associados a problemas fisiológicos graves, incluindo hipoxemia, hipotensão, bradicardia e paragem cardíaca. A RSI está a ser utilizada cada vez mais no contexto pré-hospitalar, mas o risco da sua utilização pelos clínicos EMS tem demonstrado resultados mistos. Este estudo examina os riscos associados à utilização de NMBAs durante a gestão da via aérea de emergência no contexto pré-hospitalar e a frequência com que estes eventos adversos ocorreram a nível nacional nos Estados Unidos.

Os autores realizaram um estudo observacional, transversal, utilizando o National Emergency Medical Services Information System (NEMSIS) Public-Release Research Dataset de 2023. O conjunto de dados incluía mais de 54 milhões de ativações do EMS provenientes de 14.369 agências de EMS em todos os Estados Unidos e respetivos territórios. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão do estudo, os investigadores identificaram 11.525 pacientes adultos que receberam simultaneamente um NMBA e uma tentativa de colocação de uma via aérea invasiva. Os investigadores analisaram os sinais vitais dos pacientes antes e depois da administração do NMBA, concentrando-se principalmente nos eventos adversos ocorridos durante os primeiros 10 minutos.

A intubação endotraqueal foi a técnica inicial de abordagem da via aérea em 97,5% destes casos, e a taxa documentada de sucesso à primeira passagem foi de 80,6%. Os resultados demonstraram que os eventos adversos fisiológicos (PAEs) foram relativamente frequentes após a gestão da via aérea assistida por NMBA. No total, 27,5% dos pacientes apresentaram pelo menos um evento adverso nos 10 minutos seguintes à administração do medicamento. Ocorreu hipoxemia em 25% dos pacientes, hipotensão em 15%, bradicardia em 2,7% e paragem cardíaca testemunhada pelo EMS em 1,9%.

Os investigadores verificaram também que os pacientes que já apresentavam sinais vitais anormais antes de receberem o NMBA tinham maior risco de desenvolver problemas semelhantes posteriormente. Por exemplo, a hipoxemia pré-existente aumentou aproximadamente 9,1 vezes as probabilidades de ocorrência de hipoxemia após a administração do NMBA, enquanto a hipotensão pré-existente aumentou aproximadamente 16,8 vezes as probabilidades de ocorrência de hipotensão após a administração do NMBA.

O momento em que estes eventos ocorreram também foi importante, com metade dos casos de hipoxemia a ocorrer nos primeiros seis minutos e metade dos casos de hipotensão a ocorrer nos primeiros dez minutos após a administração do NMBA.

As limitações deste estudo incluem as limitações associadas a um estudo observacional baseado num grande conjunto de dados, tais como a ausência de dados precisos, a informação temporal incompleta relativamente aos eventos de paragem cardíaca (neste estudo) e as diferenças existentes entre os registos médicos eletrónicos locais. Os autores salientam que os seus resultados não implicam relações causais ou associativas entre a utilização pré-hospitalar de NMBAs e os PAEs.

Os autores reconhecem que a gestão da via aérea assistida por NMBA pode constituir um procedimento de emergência importante, mas apresenta riscos fisiológicos significativos dos quais as agências de EMS devem estar conscientes e que devem procurar ativamente reduzir.

No geral, o estudo fornece evidência nacional importante de que aproximadamente um em cada quatro pacientes submetidos a gestão da via aérea pré-hospitalar assistida por NMBA apresenta um evento adverso fisiológico, e destaca a necessidade de uma preparação cuidadosa, monitorização e formação clínica, de forma a melhorar a segurança dos pacientes.

Embora este estudo não deva alterar a prática clínica, destaca claramente as preocupações relacionadas com a segurança dos pacientes associadas à administração pré-hospitalar de NMBAs e a necessidade de educação contínua.

𝗥𝗲𝘃𝗶𝘀𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗟𝗶𝘁𝗲𝗿𝗮𝘁𝘂𝗿𝗮 | 𝗦𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼 𝟭. 𝗜𝗺𝗼𝗯𝗶𝗹𝗶𝘇𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗖𝗼𝗹𝘂𝗻𝗮 𝗖𝗲𝗿𝘃𝗶𝗰𝗮𝗹 𝗮𝗽𝗼́𝘀 𝗙𝗲𝗿𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼𝘀 𝗽𝗼𝗿 𝗔𝗿𝗺𝗮 𝗕𝗿𝗮𝗻𝗰𝗮 𝗻𝗼 𝗣𝗲𝘀𝗰𝗼𝗰̧𝗼 𝗲́ 𝗗...
05/09/2026

𝗥𝗲𝘃𝗶𝘀𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗟𝗶𝘁𝗲𝗿𝗮𝘁𝘂𝗿𝗮 | 𝗦𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼

𝟭. 𝗜𝗺𝗼𝗯𝗶𝗹𝗶𝘇𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗖𝗼𝗹𝘂𝗻𝗮 𝗖𝗲𝗿𝘃𝗶𝗰𝗮𝗹 𝗮𝗽𝗼́𝘀 𝗙𝗲𝗿𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼𝘀 𝗽𝗼𝗿 𝗔𝗿𝗺𝗮 𝗕𝗿𝗮𝗻𝗰𝗮 𝗻𝗼 𝗣𝗲𝘀𝗰𝗼𝗰̧𝗼 𝗲́ 𝗗𝗲𝘀𝗻𝗲𝗰𝗲𝘀𝘀𝗮́𝗿𝗶𝗮. Kong L, Kong V, Ko J, et al. Emergency Medicine Australasia, 2026; 38:e70288 https://doi.org/10.1111/1742-6723.70288

A imobilização da coluna vertebral, atualmente geralmente designada por restrição do movimento da coluna vertebral, sofreu alterações dramáticas na última década. Na origem desta mudança estiveram estudos que demonstraram um aumento da mortalidade e da morbilidade quando os pacientes eram imobilizados num dispositivo rígido. A maioria destes estudos concentrou-se no trauma fechado. No entanto, poucos investigaram a lesão penetrante do pescoço (LPP).

Os autores desta revisão retrospetiva de processos clínicos investigaram o trauma penetrante do pescoço e da coluna cervical provocado por uma faca com lâmina.

A revisão incluiu pacientes com LPP entre dezembro de 2012 e dezembro de 2022, num grande centro de trauma metropolitano na África do Sul. A revisão incluiu dados demográficos, padrões de lesão, regiões afetadas, exames imagiológicos, intervenções cirúrgicas e resultados clínicos desde a apresentação inicial. Para efeitos do estudo, uma LPP foi definida como qualquer lesão penetrante localizada entre as clavículas e a base do crânio, com foco nas feridas por arma branca (FAB) isoladas do pescoço.

Durante um período de dez anos, ocorreram 1.249 casos de LPP. Noventa por cento dos pacientes eram do s**o masculino, com uma idade média de 30 anos. Entre os casos, 82% (1.028 de 1.249) foram provocados por objetos cortantes, enquanto os restantes 18% resultaram de ferimentos por arma de fogo, que foram excluídos da análise.

Um total de 844 pacientes realizou uma TC, enquanto a coluna cervical foi clinicamente avaliada e considerada livre de lesão em mais 184 casos (amplitude completa de movimentos, ausência de dor à palpação na linha média da coluna e ausência de défices neurológicos focais).

Foram identificadas lesões da coluna cervical em 82 dos 1.028 (8%) casos. Nenhum dos 82 casos de lesão da coluna cervical foi considerado instável e nenhum necessitou de estabilização cirúrgica. A lesão da medula espinhal estava presente em 22 dos 82 pacientes com lesão da coluna vertebral identificável (27%); todos apresentavam um défice neurológico evidente e nenhum apresentou progressão do défice.

Os autores concluem: “Embora exista uma prevalência significativa de lesão da medula espinhal após uma FAB no pescoço, a prevalência de instabilidade da coluna cervical e a necessidade de fixação da coluna são muito baixas. A aplicação rotineira de um colar cervical neste cenário parece ser desnecessária.”

Este e outros estudos demonstram que é improvável que uma lesão cervical instável se apresente em LPP provocadas por uma arma branca, que são lesões de baixa energia e velocidade, e nas quais o dano está limitado ao trajeto da ferida.

Além disso, as lesões do pescoço provocadas por uma faca têm maior probabilidade de causar lesões dos vasos sanguíneos e das vias aéreas que podem ficar ocultas pela aplicação de um colar cervical.

Deve ser feita uma consideração cuidadosa pelos diretores médicos dos serviços médicos de emergência quanto à indicação de imobilização da coluna cervical neste cenário dentro do seu sistema.

Junte-se a nós na apresentação de setembro do McSwain Trauma Education Project sobre educação em trauma!Todos os meses, ...
05/09/2026

Junte-se a nós na apresentação de setembro do McSwain Trauma Education Project sobre educação em trauma!

Todos os meses, o McSwain Trauma Education Project reúne especialistas na área do trauma para uma sessão de educação gratuita, com a duração de uma hora.

📅 Terça-feira, 8 de setembro de 2026
⏰ 14h00 (CT — Hora Central dos EUA)
🎤 Convidada: Victoria Miles, MD
📚 Tema: Lesões Balísticas

A Dra. Victoria Miles é Professora Assistente de Cirurgia de Queimados no University Medical Center New Orleans, em associação com o LSU Health Sciences Center New Orleans.

Antiga EMT-Paramedic e cirurgiã de queimados de reconhecido percurso, reúne uma vasta experiência em cuidados críticos cirúrgicos, cirurgia de queimados, trauma, educação e treino em trauma, preservação de membros e reanimação aguda do paciente queimado.

Faça já a sua inscrição e participe nesta apresentação importante e esclarecedora sobre lesões balísticas.

Join us for MTEP’s September trauma education presentation!

Each month, MTEP brings together experts in the field of trauma for a free, one-hour educational presentation.

📅 Tuesday, September 8, 2026
⏰ 2:00 PM CT
🎤 Guest: Victoria Miles, MD
📚 Topic: Ballistic Injuries

Dr. Miles is an Assistant Professor of Burn Surgery at University Medical Center New Orleans in association with LSU Health Sciences Center New Orleans. A former EMT-paramedic and accomplished burn surgeon, she brings extensive experience in surgical critical care, burn surgery, trauma education, limb salvage, and acute burn resuscitation.

Register today to join us for this important and informative presentation:

https://mcswaintraumaeducation.com/second-tuesday-trauma-talk/

🔥🚨  𝗖𝗔𝗦𝗨𝗔𝗟𝗧𝗬 𝗖𝗔𝗥𝗘 𝗙𝗢𝗥 𝗖𝗜𝗩𝗜𝗟 𝗗𝗜𝗦𝗧𝗨𝗥𝗕𝗔𝗡𝗖𝗘𝗦 (𝗖𝗖𝗖-𝗗) 🚨🔥Num cenário global marcado por eventos de elevada complexidade operac...
29/08/2026

🔥🚨 𝗖𝗔𝗦𝗨𝗔𝗟𝗧𝗬 𝗖𝗔𝗥𝗘 𝗙𝗢𝗥 𝗖𝗜𝗩𝗜𝗟 𝗗𝗜𝗦𝗧𝗨𝗥𝗕𝗔𝗡𝗖𝗘𝗦 (𝗖𝗖𝗖-𝗗) 🚨🔥

Num cenário global marcado por eventos de elevada complexidade operacional, a capacidade de prestar cuidados imediatos e eficazes em ambientes hostis tornou-se uma competência indispensável para os profissionais de Proteção Civil e Emergência.

O programa Casualty Care for Civil Disturbances (CCC-D) foi desenvolvido para preparar operacionais que possam ser confrontados com situações de distúrbios civis, incidentes com múltiplas vítimas e ambientes caracterizados pela incerteza, ameaça dinâmica e recursos limitados.

📅 4 de setembro
🕘 21h00
⏱️ 4 Horas | Educação Online
🎓 Certificação Internacional IPHMI (EUA)

Com base nos princípios modernos da medicina pré-hospitalar tática, gestão do risco operacional e resposta integrada a incidentes críticos, este programa proporciona conhecimentos fundamentais para a proteção da vida humana em contextos de elevada exigência.

Durante o programa de educação, os participantes irão desenvolver competências para:

✔ Avaliar rapidamente vítimas em ambientes instáveis e potencialmente perigosos;
✔ Implementar estratégias eficazes de controlo de hemorragias potencialmente fatais;
✔ Reconhecer e abordar queimaduras, traumatismos e lesões complexas;
✔ Compreender os efeitos fisiológicos e operacionais da exposição a agentes químicos irritantes, fumos e lasers;
✔ Identificar ameaças associadas a dispositivos explosivos improvisados e artefactos pirotécnicos;
✔ Aplicar medidas de estabilização e mitigação de riscos em cenários de elevada pressão;
✔ Promover a resiliência física e psicológica dos profissionais envolvidos em incidentes críticos.

📚 Estrutura Programática:

• Introdução ao CCC-D;
• Planeamento e preparação operacional;
• Armas improvisadas e disfarçadas,
• Exposição à luz laser,
• Dispositivos explosivos e pirotécnicos;
• Queimaduras;
• Fraturas e lesões dos tecidos moles;
• Controlo de hemorragias;
• Exposição a gás e fumo;
• Gestão da dor;
• Desidratação e reabilitação operacional,
• Bem-estar psicológico e impacto emocional pós-incidente.

A diferença entre a vida e a morte é frequentemente determinada pelos primeiros minutos após o incidente. A preparação adequada, o conhecimento científico e a capacidade de decisão sob pressão são fatores decisivos para o sucesso operacional.

Mais do que um programa de educação, o CCC-D representa um compromisso com a excelência profissional, a segurança das equipas e a proteção das comunidades que servimos.

📩 Inscrições: Consulte as condições de acesso via e-mail: [email protected]

Porque quando tudo muda em segundos, a preparação faz toda a diferença.

𝗔 𝗲𝘃𝗶𝗱𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗰𝗶𝗲𝗻𝘁𝗶́𝗳𝗶𝗰𝗮 𝘀𝗼́ 𝘁𝗲𝗺 𝘃𝗮𝗹𝗼𝗿 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗰𝗵𝗲𝗴𝗮 𝗮̀ 𝗽𝗿𝗮́𝘁𝗶𝗰𝗮.Na Medicina Pré-Hospitalar, onde as decisões são frequen...
28/08/2026

𝗔 𝗲𝘃𝗶𝗱𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗰𝗶𝗲𝗻𝘁𝗶́𝗳𝗶𝗰𝗮 𝘀𝗼́ 𝘁𝗲𝗺 𝘃𝗮𝗹𝗼𝗿 𝗾𝘂𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗰𝗵𝗲𝗴𝗮 𝗮̀ 𝗽𝗿𝗮́𝘁𝗶𝗰𝗮.

Na Medicina Pré-Hospitalar, onde as decisões são frequentemente tomadas em segundos e podem determinar o desfecho de um paciente, manter-se atualizado deixou há muito de ser uma opção. É uma responsabilidade profissional.

O International Prehospital Medicine Institute (IPHMI) tem vindo a desenvolver revisões mensais da literatura científica, reunindo e analisando alguns dos estudos, artigos e publicações mais relevantes para a evolução da Medicina Pré-Hospitalar, Trauma, Emergência Médica e sistemas EMS.

Estas revisões não são apenas listas de artigos.

São uma ferramenta de atualização científica pensada para profissionais que querem compreender o que está a mudar, que evidência está a surgir e que impacto essa evidência pode ter na prática clínica e operacional.

Atualmente, estão disponíveis 5 edições, reunindo todas as Revisões de Literatura produzidas pelo IPHMI até ao momento.

Uma coleção essencial para quem acredita que a Medicina Pré-Hospitalar moderna deve ser construída sobre três pilares fundamentais:

𝗖𝗼𝗻𝗵𝗲𝗰𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼. 𝗘𝘃𝗶𝗱𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮. 𝗘𝘃𝗼𝗹𝘂𝗰̧𝗮̃𝗼.

Porque repetir aquilo que sempre fizemos não é ciência.

E porque, num sistema EMS moderno, a educação contínua e a atualização científica não podem depender de opiniões, tendências ou “especialistas” autoproclamados. Têm de depender de evidência.

As 5 edições das Revisões de Literatura do IPHMI podem ser adquiridas e constituem uma excelente ferramenta de consulta para médicos, paramédicos, enfermeiros, EMTs, e todos os profissionais envolvidos na prestação de cuidados médicos de emergência.

A pergunta não é se a evidência está a mudar.

A pergunta é:

Está a acompanhar?

𝗙𝗼𝗰𝗼 𝗲𝗺 𝗘𝗺𝗲𝗿𝗴𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗲 𝗔𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗢 𝘁𝗲𝘂 𝘁𝗿𝗲𝗶𝗻𝗼 𝗱𝗲𝗳𝗶𝗻𝗲 𝗼 𝗱𝗲𝘀𝗳𝗲𝗰𝗵𝗼. 𝗘𝘀𝘁𝗮́𝘀 𝗽𝗿𝗼𝗻𝘁𝗼? 🚨Ameaças B-NICE (Biológicas, Nucleares, Ince...
28/08/2026

𝗙𝗼𝗰𝗼 𝗲𝗺 𝗘𝗺𝗲𝗿𝗴𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗲 𝗔𝗰̧𝗮̃𝗼
𝗢 𝘁𝗲𝘂 𝘁𝗿𝗲𝗶𝗻𝗼 𝗱𝗲𝗳𝗶𝗻𝗲 𝗼 𝗱𝗲𝘀𝗳𝗲𝗰𝗵𝗼. 𝗘𝘀𝘁𝗮́𝘀 𝗽𝗿𝗼𝗻𝘁𝗼? 🚨

Ameaças B-NICE (Biológicas, Nucleares, Incendiárias, Químicas e Explosivas) exigem mais do que coragem: exigem preparação técnica de elite.

Quando segundos salvam vidas, o instinto deve ser guiado pelo conhecimento. O nosso programa intensivo de 8 horas é a ferramenta que diferencia quem apenas reage de quem domina a situação.

✅ O que vais aprender:

- Identificação de riscos complexos.

- Segurança operacional em ambiente hostil.

- Triagem e resposta em incidentes com múltiplas vítimas.

⚠️ Vagas limitadas. A preparação não é um luxo, é uma necessidade vital.

📍 Data: A agendar.
🔗Para saber quais as condições de acesso: [email protected]

-NICE

🚑 𝗣𝗥𝗢𝗚𝗥𝗔𝗠𝗔 𝗗𝗘 𝗘𝗗𝗨𝗖𝗔𝗖̧𝗔̃𝗢 𝗘 𝗧𝗥𝗘𝗜𝗡𝗢𝗧𝗘́𝗖𝗡𝗜𝗖𝗢 𝗗𝗘 𝗘𝗠𝗘𝗥𝗚𝗘̂𝗡𝗖𝗜𝗔 𝗠𝗘́𝗗𝗜𝗖𝗔Quando cada segundo conta, a preparação não pode ser dei...
27/08/2026

🚑 𝗣𝗥𝗢𝗚𝗥𝗔𝗠𝗔 𝗗𝗘 𝗘𝗗𝗨𝗖𝗔𝗖̧𝗔̃𝗢 𝗘 𝗧𝗥𝗘𝗜𝗡𝗢
𝗧𝗘́𝗖𝗡𝗜𝗖𝗢 𝗗𝗘 𝗘𝗠𝗘𝗥𝗚𝗘̂𝗡𝗖𝗜𝗔 𝗠𝗘́𝗗𝗜𝗖𝗔

Quando cada segundo conta, a preparação não pode ser deixada ao acaso.

Uma paragem cardiorrespiratória. Um trauma grave. Um AVC. Um enfarte agudo do miocárdio. Uma emergência pediátrica. Uma emergência obstétrica.

São situações em que os primeiros minutos podem determinar o prognóstico - e em que a qualidade da resposta depende diretamente da capacidade de quem está presente para avaliar, decidir e intervir com segurança.

É neste contexto que assume particular relevância o Técnico de Emergência Médica (TEM): um clínico do serviço médico de emergência preparado para atuar em ambientes de elevada complexidade, onde conhecimento, raciocínio clínico, competência técnica e tomada de decisão têm de funcionar de forma integrada.

𝗘𝗗𝗨𝗖𝗔𝗖̧𝗔̃𝗢. 𝗖𝗜𝗘̂𝗡𝗖𝗜𝗔. 𝗗𝗘𝗦𝗘𝗠𝗣𝗘𝗡𝗛𝗢.

O Programa de Educação e Treino em Técnico de Emergência Médica, desenvolvido pelo IPHMI, assenta numa abordagem contemporânea da Medicina Pré-Hospitalar, integrando evidência científica, educação com base em competências, metodologias pedagógicas avançadas e treino orientado para a realidade operacional.

Um programa abrangente, concebido para desenvolver competências nas principais áreas da medicina pré-hospitalar:

🔹 Avaliação da cena e avaliação sistemática do paciente,
🔹 Abordagem e gestão da via aérea,
🔹 Suporte ventilatório e oxigenação,
🔹 Emergências cardiovasculares e neurológicas,
🔹 Trauma e controlo de hemorragias,
🔹 Choque e ressuscitação,
🔹 Emergências pediátricas e neonatais,
🔹 Emergências obstétricas,
🔹 Toxicologia e exposição a materiais perigosos,
🔹 Incidentes com múltiplas vítimas,
🔹 Gestão de catástrofes e operações especiais,
🔹 Operações de emergência terrestre e aeromédica,
🔹 Liderança, comunicação e trabalho em equipa,
🔹 Tomada de decisão em ambientes de elevada pressão,
🔹 E muito mais...

𝗠𝗔𝗜𝗦 𝗗𝗢 𝗤𝗨𝗘 𝗦𝗔𝗕𝗘𝗥. 𝗦𝗔𝗕𝗘𝗥 𝗗𝗘𝗖𝗜𝗗𝗜𝗥.

A educação em Medicina Pré-Hospitalar não pode limitar-se à transmissão de conhecimento ou à execução mecânica de procedimentos.

É necessário desenvolver clínicos do SME capazes de interpretar, priorizar, decidir e agir perante situações que podem mudar de segundo para segundo.

Porque, em emergência, não basta saber o que fazer.

É necessário saber:

QUANDO fazer.
COMO fazer.
PORQUE fazer.
E QUANDO não fazer.

É esta capacidade de transformar conhecimento em decisão clínica segura que distingue a competência operacional.

𝗘𝗗𝗨𝗖𝗔𝗥 𝗣𝗔𝗥𝗔 𝗔 𝗥𝗘𝗔𝗟𝗜𝗗𝗔𝗗𝗘.

No IPHMI, acreditamos que a educação em emergência pré-hospitalar deve preparar profissionais para muito mais do que uma avaliação.

Deve prepará-los para pacientes reais, em cenários reais, perante problemas reais.

Para reconhecer prioridades.
Para antecipar riscos.
Para trabalhar em equipa.
Para comunicar sob pressão.
Para tomar decisões fundamentadas.
Para intervir com precisão quando cada segundo importa.

Porque a confiança não nasce da repetição vazia.

Nasce de conhecimento sólido, treino deliberado e competência demonstrada.

𝗢 𝗣𝗔𝗗𝗥𝗔̃𝗢 𝗤𝗨𝗘 𝗢 𝗣𝗔𝗖𝗜𝗘𝗡𝗧𝗘 𝗘𝗦𝗣𝗘𝗥𝗔.

A excelência na Medicina Pré-Hospitalar não é um título.
Não é uma declaração.
Não é um destino.

É um compromisso permanente com a ciência, com a competência e, acima de tudo, com a vida humana.

🚑 𝗖𝗜𝗘̂𝗡𝗖𝗜𝗔. 𝗖𝗢𝗠𝗣𝗘𝗧𝗘̂𝗡𝗖𝗜𝗔. 𝗖𝗢𝗥𝗔𝗚𝗘𝗠. 𝗖𝗢𝗠𝗣𝗔𝗜𝗫𝗔̃𝗢.

O futuro da resposta pré-hospitalar começa com uma educação à altura da responsabilidade.

IPHMI

International Prehospital Medicine Institute

🚑 𝗠𝗘𝗗𝗜𝗖𝗜𝗡𝗔 𝗣𝗥𝗘́-𝗛𝗢𝗦𝗣𝗜𝗧𝗔𝗟𝗔𝗥𝘗𝘳𝘪𝘯𝘤𝘪́𝘱𝘪𝘰𝘴, 𝘋𝘪𝘤𝘢𝘴 𝘦 𝘈𝘳𝘮𝘢𝘥𝘪𝘭𝘩𝘢𝘴Mais do que um livro. Uma referência para quem leva a Medicina ...
27/08/2026

🚑 𝗠𝗘𝗗𝗜𝗖𝗜𝗡𝗔 𝗣𝗥𝗘́-𝗛𝗢𝗦𝗣𝗜𝗧𝗔𝗟𝗔𝗥
𝘗𝘳𝘪𝘯𝘤𝘪́𝘱𝘪𝘰𝘴, 𝘋𝘪𝘤𝘢𝘴 𝘦 𝘈𝘳𝘮𝘢𝘥𝘪𝘭𝘩𝘢𝘴

Mais do que um livro. Uma referência para quem leva a Medicina Pré-Hospitalar a sério.

Com mais de 700 páginas, esta obra foi concebida para responder a uma das maiores exigências da Medicina Pré-Hospitalar moderna: transformar conhecimento científico em decisões clínicas seguras, rápidas e aplicáveis no terreno.

Não é um livro centrado apenas em procedimentos. É uma obra que aborda a Medicina Pré-Hospitalar numa perspetiva clínica, científica e operacional, integrando princípios fundamentais, experiência prática, tomada de decisão e as armadilhas que podem comprometer a avaliação e o tratamento do doente.

📘 Uma referência para a educação e prática clínica em Medicina Pré-Hospitalar, destinada a quem trabalha num ambiente em que a informação é limitada, o tempo é crítico e cada decisão pode alterar o prognóstico.

Ao longo de mais de 700 páginas, o livro procura responder a uma questão essencial:

Como transformar conhecimento em competência clínica quando o hospital ainda está longe?

✔️ Medicina Pré-Hospitalar.
✔️ Raciocínio clínico e tomada de decisão.
✔️ Avaliação e abordagem do paciente.
✔️ Princípios fundamentais da emergência.
✔️ Situações clínicas complexas.
✔️ Erros, armadilhas e fatores que condicionam a decisão.
✔️ Conteúdo orientado para educação, treino e prática clínica.

🌎 Uma obra pensada para além de fronteiras, com a ambição de se afirmar como uma referência internacional na educação e na prática da Medicina Pré-Hospitalar.

Porque a excelência pré-hospitalar não se constrói apenas com protocolos.

Constrói-se com conhecimento.
Com pensamento clínico.
Com treino.
E com a capacidade de tomar a decisão certa quando mais importa.

IPHMI - International Prehospital Medicine Institute

👉 www.IPHMI.com

𝗘𝗱𝘂𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲 𝘁𝗿𝗲𝗶𝗻𝗼 𝗘𝗠𝗦 𝗮𝘀𝘀𝗲𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗲𝗺 𝗰𝗶𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮, 𝗲𝘃𝗶𝗱𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗲 𝗲𝘅𝗰𝗲𝗹𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗰𝗹𝗶́𝗻𝗶𝗰𝗮Pelo mundo, cada vez mais escolas e centr...
27/08/2026

𝗘𝗱𝘂𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲 𝘁𝗿𝗲𝗶𝗻𝗼 𝗘𝗠𝗦 𝗮𝘀𝘀𝗲𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗲𝗺 𝗰𝗶𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮, 𝗲𝘃𝗶𝗱𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗲 𝗲𝘅𝗰𝗲𝗹𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗰𝗹𝗶́𝗻𝗶𝗰𝗮

Pelo mundo, cada vez mais escolas e centros de educação e treino de Serviços Médicos de Emergência (EMS) reconhecem o Livro EMT do IPHMI como uma referência para a educação e treino dos seus alunos, contribuindo para uma preparação estruturada, cientificamente fundamentada e orientada para a prática clínica pré-hospitalar.

O International PreHospital Medicine Institute (IPHMI) orgulha-se de desenvolver uma relação próxima e colaborativa com estas instituições, estabelecendo uma ligação direta entre o conhecimento científico, o corpo docente e os alunos.

Esta colaboração permite ao Instituto apoiar os educadores, promover a atualização contínua do conhecimento e contribuir para que os conteúdos utilizados na educação e no treino acompanhem a evolução da medicina de emergência, da ciência pré-hospitalar e das melhores práticas clínicas.

Na educação em medicina pré-hospitalar, conhecimento, competência e desempenho clínico não são conceitos isolados. A aquisição de conhecimento deve ser acompanhada pelo desenvolvimento do raciocínio clínico, da tomada de decisão, da capacidade de observação do paciente e da aplicação segura de competências em ambientes complexos e imprevisíveis.

É neste ponto que educação e treino se complementam: a educação constrói a base científica e cognitiva; o treino transforma esse conhecimento em competência aplicável, desempenho consistente e tomada de decisão segura.

É esta integração entre ciência, educação, treino e prática clínica que o IPHMI procura promover junto das escolas e dos clínicos EMS.

Porque a excelência na medicina pré-hospitalar não começa apenas no momento em que o profissional chega ao paciente. Começa muito antes - na qualidade da educação, na exigência do treino e na solidez do conhecimento que sustentam cada decisão clínica.

IPHMI - Advancing PreHospital Medicine through Education, Science and Clinical Excellence.

Encontre o livro em www.IPHMI.com

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