Máida Silva neuropsicanalista clínica terapeuta

Máida Silva neuropsicanalista clínica terapeuta Transformando dores em força e consciência em cura.

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A TUA FAMÍLIA PODE TER INFLUENCIADO QUEM ÉS HOJE… MAS NÃO PRECISA DE DEFINIR QUEM SERÁS AMANHÃ. ❤️Já paraste para pensar...
14/09/2026

A TUA FAMÍLIA PODE TER INFLUENCIADO QUEM ÉS HOJE… MAS NÃO PRECISA DE DEFINIR QUEM SERÁS AMANHÃ. ❤️

Já paraste para pensar que algumas das tuas maiores dificuldades podem ter começado na infância?

Talvez tenhas crescido a ouvir que nunca fazias nada bem. Talvez tenhas aprendido que precisavas de agradar a toda a gente para seres amado, ou que demonstrar sentimentos era sinal de fraqueza.

E, sem perceberes, essas aprendizagens podem ter acompanhado-te até à vida adulta.

O medo de falhar, a dificuldade em dizer não, a necessidade de aprovação e a sensação de nunca seres suficientemente bom podem estar relacionados com experiências que viveste ao longo da tua história.

A família é um dos primeiros lugares onde aprendemos o que significa amar, confiar e reconhecer o nosso próprio valor.

Mas existe algo importante que precisas de compreender: os padrões que aprendeste não têm de ser os padrões que vais continuar a viver.

Podes compreender a tua história sem culpar os teus pais. Podes reconhecer as tuas feridas sem permanecer preso a elas. E podes escolher construir relações mais saudáveis contigo e com os outros.

A tua infância faz parte de ti, mas não determina tudo aquilo que podes vir a ser.

Não precisas de continuar a repetir aquilo que te magoou. Podes ser a pessoa que transforma a própria história.

💬 Que aprendizagem da tua infância estás hoje a tentar transformar?

Guarda esta reflexão e partilha com alguém que precisa de a ler.

10/09/2026

Você sabe que te faz mal… então por que ainda sente vontade de voltar? 💔

Você pode sentir falta e, ainda assim, escolher seguir em frente.

Você não precisa se abandonar para ser amada.

— Maida Silva | Neuropsicanalista Clínica e Terapeuta

Você acabou de conhecer alguém…e já contou a sua vida inteira?Talvez não seja apenas “falar demais”.Às vezes, existe uma...
09/09/2026

Você acabou de conhecer alguém…
e já contou a sua vida inteira?

Talvez não seja apenas “falar demais”.

Às vezes, existe uma necessidade inconsciente de ser visto, ouvido e validado.

“Se eu contar tudo, talvez você me compreenda.”
“Se você conhecer a minha história, talvez não me abandone.”

A neurociência mostra que falar sobre nós mesmos pode ativar mecanismos de recompensa e conexão social.

E a Psicanálise faz uma pergunta ainda mais profunda:

O que você está tentando receber quando sente necessidade de contar tudo?

Atenção?
Aceitação?
Intimidade?
Ou a sensação de que você finalmente importa?

Intimidade não é contar tudo.
É saber com quem você pode se revelar.

💬 Você é do tipo que CONTA TUDO ou GUARDA TUDO?

E SE ELE NÃO ESTIVER ESCOLHENDO VOCÊ…MAS REPETINDO A HISTÓRIA QUE VIVEU COM A MÃE?Nem todo homem que teve uma relação di...
07/09/2026

E SE ELE NÃO ESTIVER ESCOLHENDO VOCÊ…
MAS REPETINDO A HISTÓRIA QUE VIVEU COM A MÃE?

Nem todo homem que teve uma relação difícil com a mãe repetirá isso nos relacionamentos. Mas, quando uma ferida permanece inconsciente, ela pode aparecer de formas surpreendentes.

Freud chamou nossa atenção para a compulsão à repetição: aquilo que não é elaborado pode ser repetido, muitas vezes, em novas relações.

Um homem que cresceu sentindo-se rejeitado, não amado ou emocionalmente negligenciado pode, inconscientemente, procurar na mulher aquilo que lhe faltou.

Mas também pode acontecer o contrário.

Ele pode transformar a mulher em um alvo para uma raiva que não nasceu naquela relação.

Controlar.
Rejeitar.
Humilhar.
Abandonar.
Fazer o outro sentir aquilo que um dia ele sentiu.

Não é necessariamente consciente.

É o passado encontrando uma nova pessoa para encenar uma velha história.

A neurociência também nos mostra que nossas experiências relacionais participam da forma como o cérebro aprende sobre amor, segurança, ameaça e vínculo.

Por isso, às vezes, aquilo que parece atração pode ser apenas familiaridade emocional.

Mas existe algo fundamental:

A infância explica muitas feridas.
Não justifica ferir alguém.

Você não nasceu para ser a mãe de um homem.
Não nasceu para reparar a infância de ninguém.
E não precisa pagar por uma história que começou antes de você existir.

Talvez a pergunta mais importante não seja:

“Por que ele faz isso comigo?”

Mas:

“Estou vivendo uma relação nova ou repetindo uma história antiga?”

Porque quando o padrão se torna consciente, ele deixa de ser apenas repetição.

Pode se tornar escolha.

💬 Você já percebeu algum padrão que se repetiu nos seus relacionamentos?

Comente “PADRÃO” se esse conteúdo despertou alguma coisa em você.

Salve este post para reler quando precisar — e compartilhe com alguém que talvez esteja vivendo uma história que ainda não conseguiu compreender.

Não foi apenas o que eles disseram.Você também aprendeu observando como eles se amavam, brigavam, se afastavam e se reco...
29/08/2026

Não foi apenas o que eles disseram.

Você também aprendeu observando como eles se amavam, brigavam, se afastavam e se reconciliavam.

Na Psicanálise, Freud nos mostra a importância das experiências inconscientes e da repetição de padrões.

Às vezes, sem perceber, podemos buscar no outro algo que nos é familiar, mesmo quando não nos faz bem.

Você pode acabar confundindo:

amor com sofrimento
intensidade com paixão
controle com cuidado
distância com desafio

Mas isso não significa que seu destino esteja determinado.

O que foi aprendido pode ser compreendido.
E aquilo que se torna consciente pode começar a ser transformado.

E você: já percebeu algum padrão dos seus pais nas suas escolhas amorosas?

PAI, MÃE E O INCONSCIENTENa Psicanálise, nossas primeiras relações podem deixar marcas na forma como amamos, confiamos, ...
28/08/2026

PAI, MÃE E O INCONSCIENTE

Na Psicanálise, nossas primeiras relações podem deixar marcas na forma como amamos, confiamos, nos posicionamos e enxergamos nosso próprio valor.

Nem tudo o que vivemos na infância determina quem seremos, mas aquilo que não foi elaborado pode aparecer através de padrões, medos e repetições na vida adulta.

Você consegue reconhecer alguma dessas marcas na sua história?

Salve este post e compartilhe com alguém que precisa refletir sobre isso.

O CÉREBRO EXPLICA POR QUE VOCÊ NÃO CONSEGUE ESQUECER ALGUÉMNem sempre você sente falta da pessoa.Às vezes, sente falta d...
21/08/2026

O CÉREBRO EXPLICA POR QUE VOCÊ NÃO CONSEGUE ESQUECER ALGUÉM

Nem sempre você sente falta da pessoa.
Às vezes, sente falta do que aquela relação representava.

Pela Neurociência, experiências emocionalmente importantes ficam fortemente associadas às memórias.

E pela Psicanálise de Freud, aquilo que não foi elaborado pode continuar retornando — através de pensamentos, lembranças e repetições.

Talvez você não esteja tentando esquecer alguém.

Talvez esteja tentando elaborar o que essa pessoa despertou em você.

E você: sente falta da pessoa ou daquilo que viveu com ela?

Comente “ELABORAR” se essa reflexão fez sentido para você.

Maida Wanderley da Silva
Neuropsicanalista Clínica

Seu cérebro acredita naquilo que você repete 🧠✨Aquilo que você pensa e repete diariamente pode influenciar a forma como ...
18/08/2026

Seu cérebro acredita naquilo que você repete 🧠✨

Aquilo que você pensa e repete diariamente pode influenciar a forma como você percebe a si mesma, as situações e até as possibilidades ao seu redor.

Quando pensamentos negativos se tornam constantes, o cérebro pode fortalecer esses caminhos mentais. Mas existe uma boa notícia: o cérebro possui neuroplasticidade, ou seja, capacidade de criar e fortalecer novas conexões.

Começar a observar seus pensamentos e substituir padrões que te limitam por pensamentos mais realistas e construtivos pode ser um passo importante para transformar sua relação consigo mesma.

💭 Pergunte-se hoje:
“Quais pensamentos eu tenho repetido sobre mim?”

Talvez a mudança que você procura comece justamente naquilo que você tem dito para si todos os dias.

💬 Comente: qual pensamento você gostaria de aprender a mudar?

✨ Salve este post para lembrar: pensamento repetido não precisa ser destino.

Maida Wanderley
Neuropsicanalista Clínica

QUANDO VOCÊ SE ANULA PARA CABER NA VIDA DE ALGUÉMExiste uma forma silenciosa de perder alguém:perder a si mesma tentando...
16/08/2026

QUANDO VOCÊ SE ANULA PARA CABER NA VIDA DE ALGUÉM

Existe uma forma silenciosa de perder alguém:

perder a si mesma tentando não perder o outro.

Você começa cedendo em pequenas coisas.

Muda seus planos.
Silencia o que sente.
Aceita menos do que gostaria.
Evita falar para não provocar conflitos.
Abandona partes de quem você é para se adaptar ao que o outro espera.

Até que, um dia, percebe que está vivendo uma versão de si mesma construída para conseguir manter aquela pessoa por perto.

Na perspectiva psicanalítica, isso pode nos levar a pensar sobre desejo, falta, reconhecimento e sobre a necessidade de ocupar determinado lugar no desejo do outro.

Lacan coloca uma questão central: o desejo humano está profundamente atravessado pelo desejo do Outro.

E, quando a necessidade de ser escolhida, amada ou reconhecida se torna maior do que a capacidade de sustentar o próprio desejo, podemos começar a perguntar:

“O que eu preciso deixar de ser para que essa pessoa continue comigo?”

Essa pergunta é dolorosa.

Porque talvez você descubra que não está sendo amada por quem realmente é.

Talvez esteja sendo mantida por aquilo que oferece.

Sua disponibilidade.
Sua atenção.
Seu cuidado.
Seu dinheiro.
Seu suporte emocional.
Sua capacidade de perdoar.
Sua disposição de estar sempre presente.

E quando você começa a colocar limites, a relação muda.

Isso pode revelar algo importante:

a pessoa queria você ou queria tudo aquilo que você fazia por ela?

Uma relação saudável não deveria exigir que você desaparecesse para que o outro pudesse permanecer.

Você não precisa se diminuir para ser escolhida.

Não precisa abandonar seus desejos para ser amada.

E não precisa investir infinitamente em alguém apenas para impedir que essa pessoa vá embora.

Quem só permanece enquanto você se anula não está necessariamente escolhendo você. Pode estar escolhendo o que você oferece.

O reencontro começa quando você deixa de perguntar:

“O que preciso fazer para essa pessoa ficar?”

e começa a perguntar:

“Quem eu estou me tornando para conseguir mantê-la?”

Se você percebeu que tem se diminuído para caber na vida de alguém, salve este texto e volte a ele sempre que sentir vontade de abandonar quem você é para ser aceita.

Maida Wanderley da Silva
Neuropsicanalista Clínica

VAZIO EMOCIONAL: QUANDO NADA PARECE SER SUFICIENTEExiste um tipo de vazio que não acontece porque falta alguma coisa do ...
11/08/2026

VAZIO EMOCIONAL: QUANDO NADA PARECE SER SUFICIENTE

Existe um tipo de vazio que não acontece porque falta alguma coisa do lado de fora.

Você pode ter pessoas ao seu redor, trabalho, conquistas, uma família, planos e até motivos para agradecer… e, mesmo assim, sentir que existe um espaço dentro de você que nada consegue preencher.

Às vezes, esse vazio aparece como apatia.
Como falta de entusiasmo.
Como dificuldade de sentir prazer.
Como necessidade constante de estar ocupada para não entrar em contato consigo mesma.

E, muitas vezes, tentamos preencher esse espaço com relacionamentos, compras, comida, trabalho, redes sociais, reconhecimento ou aprovação.

Mas aquilo que preenche por alguns instantes nem sempre resolve aquilo que está por trás.

O vazio emocional pode estar sinalizando uma necessidade que foi ignorada por muito tempo.

Talvez você não precise encontrar algo ou alguém para colocar dentro desse vazio.

Talvez precise começar a compreender o que esse vazio está tentando dizer.

Porque nem todo vazio precisa ser preenchido.

Alguns precisam ser compreendidos.

Se esse texto falou com você, pare por alguns minutos e pergunte a si mesma:

“O que está faltando em mim que eu tenho tentado encontrar fora?”

Salve este post para reler quando precisar e compartilhe com alguém que talvez esteja vivendo isso em silêncio.

Maida Wanderley da Silva
Neuropsicanalista Clínica

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