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🩺 18 de outubro | Dia de S. Lucas – Dia do MédicoHoje, Dia de S. Lucas, padroeiro dos médicos, celebramos a Medicina e t...
18/10/2026

🩺 18 de outubro | Dia de S. Lucas – Dia do Médico

Hoje, Dia de S. Lucas, padroeiro dos médicos, celebramos a Medicina e todos aqueles que, diariamente, colocam o seu conhecimento, dedicação e sentido de responsabilidade ao serviço da saúde e do bem-estar das pessoas.

Na Medicina do Trabalho, esta data constitui também uma oportunidade para reconhecer o dinamismo que a nossa especialidade tem vindo a demonstrar, através de uma crescente participação dos profissionais, da partilha de conhecimento científico e do reforço da colaboração entre colegas e instituições.

O recente I Congresso da ANaMeT – Associação Nacional dos Médicos do Trabalho, realizado em conjunto com as I Jornadas de Medicina do Trabalho da Região Autónoma da Madeira, foi um excelente exemplo desse dinamismo. O sucesso desta iniciativa demonstra a vitalidade da nossa comunidade profissional e a vontade coletiva de afirmar uma Medicina do Trabalho cada vez mais participativa, cientif**amente sólida e comprometida com a proteção e promoção da saúde dos trabalhadores.

Que este espírito de união, partilha e valorização da nossa especialidade continue a inspirar-nos e a traduzir-se em novos projetos e conquistas.

Neste Dia do Médico, uma palavra de reconhecimento e homenagem a todos os colegas, com uma saudação muito especial aos Médicos do Trabalho!

Feliz Dia do Médico! 👏

🎙️ Educação & Saúde em Exame - Episódio 4📅  17 outubro 2026 - 21h30A Nota Informativa n.º 23/2025 à Luz da LeiCom a part...
17/10/2026

🎙️ Educação & Saúde em Exame - Episódio 4

📅 17 outubro 2026 - 21h30

A Nota Informativa n.º 23/2025 à Luz da Lei

Com a participação de:
— Dr. Mário Freitas, Médico do Trabalho e Presidente da ANaMeT
— Dr. Ricardo Nascimento, Advogado, Doutor em Direito e Sócio na Pragma Advogados

Link: https://youtu.be/76DELkdqg84

16/10/2026
16/10/2026

Porque o Internato médico é a única via de formação para se criar uma nova geração de médicos de medicina do trabalho, é fundamental que Ordem dos Médicos e Estado contribuam para o rejuvenescimento da especialidade.



ANaMeT Associação Nacional dos Médicos de Medicina do Trabalho
Ordem dos Médicos
Carlos Cortes
Maria José de Almeida
Mario Freitas

15/10/2026
«Eu não vejo» não é um método (a propósito da notícia de hoje no Açoriano Oriental da página de um seguidor, devidamente...
14/10/2026

«Eu não vejo» não é um método (a propósito da notícia de hoje no Açoriano Oriental da página de um seguidor, devidamente identif**ado]

Comecemos pelo fim, que é a parte boa.

A Ordem dos Médicos disse à Comissão de Assuntos Sociais que a medicina do trabalho deveria ser reforçada e implementada em todas as entidades públicas. Subscrevo cada palavra. É, aliás, exactamente o que a ANaMeT escreveu, com fundamentação e fontes, na sua Tomada de Posição n.º 3/2026, em Setembro.

Resta uma pergunta sobre esta frase: porque é que ela aparece em último lugar, numa linha, depois de tudo o resto? Se a medicina do trabalho é a resposta, porque é que foi o rodapé?

Agora a parte estranha.

A Ordem pede «uma análise profunda científ**a para compreender as causas da subida das baixas».

Óptimo. Rigor, sempre.

Só que, no mesmo fôlego em que pede o estudo, a Ordem já traz a conclusão: «não está demonstrada uma relação causal suficiente» com as listas de espera cirúrgicas.

É curioso este cepticismo.

Funciona a 100 % contra uma hipótese — a que incomoda o sistema de saúde — e desliga-se completamente para as outras.

Porque, repare-se, a hipótese das creches que recusam crianças com sintomas ligeiros entrou na audição sem um único número, sem uma série, sem um estudo, sem «análise profunda». Essa não precisou de demonstração.

Resumindo o critério epistemológico:

para as creches, basta uma intuição;

para 13 945 açorianos em lista de espera cirúrgica, com um tempo médio de 498 dias, exige-se prova causal robusta.

São 16 meses à espera. Há trabalhadores que esperam por uma prótese da anca mais tempo do que dura uma legislatura.

E depois há a frase.

A frase é «eu não vejo muito como isso sendo responsável pelo aumento do número de baixas».

Numa audição onde se pede ciência, o argumento decisivo foi eu não vejo.

Com todo o respeito — e é muito, pelo percurso de quem o disse —, «eu não vejo» não é um método. É uma impressão.

Em medicina temos um nome técnico para a impressão de quem nunca foi ao posto de trabalho: chama-se achismo, e é precisamente o que a Ordem veio, e muito bem, pedir que se evitasse.

Há aqui, porém, um erro mais fundo do que o do cepticismo selectivo, e é um erro de categoria.

Discutir se as listas de espera «causam» baixas, como quem discute se o tabaco causa cancro, é discutir a pergunta errada.

Não é preciso um estudo de coorte para saber que um trabalhador da construção civil com coxartrose grave, à espera de cirurgia há 1 ano e meio, está incapaz para o seu posto de trabalho.

Isso não é uma hipótese epidemiológica a testar: é um facto clínico, certif**ado por um médico, documento a documento.

O referencial sueco de apoio à decisão — o instrumento mais sólido que existe nesta matéria, emitido pela autoridade nacional de saúde — prevê, para a coxartrose grave, incapacidade «até à cirurgia». Está escrito. Em texto oficial. A espera é fundamento reconhecido de incapacidade prolongada em qualquer sistema sério.

Em Portugal não é discutida porque não é medida. E não é medida porque ninguém quer o número.

Quanto à fraude, a Ordem tem inteira razão em recusar a atribuição automática — e aqui a aritmética é aliada, sem ser de ninguém: foram 77 irregularidades em 107 fiscalizações entre Janeiro de 2025 e Agosto de 2026.

Setenta e sete.

Perante um universo da ordem dos 8 234 casos mensais de incapacidade temporária na Região, isso dá menos de 0,05 %.

Foi esta a epidemia de fraude que ocupou primeiras páginas e motivou audições parlamentares.

Zero vírgula zero cinco por cento. Houve comissões de inquérito por menos — mas raramente por tão pouco.

E o que não foi dito?

Não foi dito que a administração pública regional não tem serviço de saúde e segurança do trabalho organizado.

Não foi dito que as estruturas residenciais para idosos não têm medicina do trabalho.

Não foi dito que a contratação pública destes serviços se faz pelo preço mais baixo, e que ninguém audita se as horas contratadas são sequer prestadas.

Não foi dito que Portugal não tem baixa parcial — reconhece a incapacidade temporária parcial nos acidentes de trabalho, no artigo 19.º, n.º 2, da Lei n.º 98/2009, e não a reconhece na doença, de modo que o mesmo trabalhador, com a mesma limitação, regressa a meio tempo se partiu a perna no trabalho e f**a em casa a tempo inteiro se a partiu em casa.

Não foi dito que a política de dissuasão das baixas tem um efeito documentado, e chama-se presentismo: na coorte Whitehall II, quem trabalhava doente teve cerca do dobro do risco de eventos coronários graves. Poupa-se hoje em subsídio de doença e paga-se daqui a cinco anos em enfarte.

Nada disto exige «análise profunda». Exige leitura.

Ficaram, por isso, três propostas construtivas — e sinceras.

Primeira: que se publique, trimestralmente, a proporção de incapacidade temporária prolongada atribuível a espera por procedimento programado. O dado existe, ou pode existir. A ANaMeT propôs o método e ofereceu-o gratuitamente. Se a relação causal «não está demonstrada», a maneira de a demonstrar — ou de a desmentir — é medi-la. Quem está de boa-fé não teme o número; pede-o.

Segunda: que o reforço da medicina do trabalho nas entidades públicas, que a Ordem defende e todos aplaudimos, deixe de ser uma frase final de audição e passe a ser uma data no calendário.

Terceira: que a próxima vez que uma entidade empregadora apresentar queixa de um médico por causa de uma baixa, a resposta institucional seja tão rápida quanto o encaminhamento disciplinar foi.

Em 2025 houve uma queixa, foi remetida ao Conselho Disciplinar, e um ano depois os próprios representantes da Ordem admitiram, na Assembleia, não saber o desfecho.

Entretanto o médico esperou. Também ele numa lista.

A medicina do trabalho açoriana não precisa de mais estudos sobre se os trabalhadores estão a fingir.

Precisa de blocos operatórios a funcionar, de serviços de saúde do trabalho onde não existem, e de alguém que, em vez de dizer «eu não vejo», se dê ao trabalho de ir ver.

*Lei sobre Saúde escrita sem os médicos. Alguém deu por isso?*Em 2023 morreram em Portugal 136 pessoas por causa do trab...
13/10/2026

*Lei sobre Saúde escrita sem os médicos. Alguém deu por isso?*

Em 2023 morreram em Portugal 136 pessoas por causa do trabalho.

Está a ser redigida a primeira Lei Geral da Segurança e Saúde no Trabalho — e a sua parte clínica, que já foi escrita, não passou pelos olhos de um único médico do trabalho…

https://www.oinfluente.pt/opiniao/lei-sobre-saude-escrita-sem-medicos-deu-por-isso

[Artigo de opinião de Mario Freitas, presidente da ANaMeT Associação Nacional dos Médicos de Medicina do Trabalho]

13/10/2026

1º Congresso Nacional ANaMeT | 1º Jornadas Medicina do Trabalho RAM | 15 e 16 Outubro 2026

Poster 12: Perda Auditiva Induzida pelo Ruído Assimétrica: uma revisão narrativa

Autores: Patrícia Paiva de Almeida, Inês da Silva Teixeira

Afiliação: ULS Médio Tejo

Tipo de trabalho: Revisão narrativa

13/10/2026

1º Congresso Nacional ANaMeT | 1º Jornadas Medicina do Trabalho RAM | 15 e 16 Outubro 2026

Poster 11: Esclerose Múltipla: um caso clínico — Da compreensão da doença à construção de percursos profissionais mais inclusivos

Autores: Midana Iala¹, Eva Lopes¹, Ana Luísa Lima¹, Ana Pinela², Pedro Mestre², Teresa Martinho³

Afiliação: ¹ Internas de Formação Específ**a de Medicina do Trabalho; ² Assistentes Hospitalares de Medicina do Trabalho; ³ Assistente Graduada de Medicina do Trabalho — ULS Amadora/Sintra

Tipo de trabalho: Caso clínico

11/10/2026

1º Congresso Nacional ANaMeT | 1º Jornadas Medicina do Trabalho RAM | 15 e 16 Outubro 202

Poster 9: História Familiar de Epilepsia no Trabalhador Assintomático — Do risco genético à aptidão profissional

Autores: Miguel Christian Janetschek da Cruz¹

Afiliação: ¹ Serviço externo de segurança e saúde no trabalho (entidade não identif**ada)

Tipo de trabalho: Caso clínico / reflexão

Endereço

Lisbon

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