17/09/2024
As MACROALGAS ou “vegetais do mar”
Para a maioria de vocês acredito que a resposta à pergunta "já comeste macroalgas"? A generalidade das respostas dirá só comi nos restaurantes Japoneses, Chineses ou num restaurante Macrobiótico. As macroalgas são classificadas em algas verdes, vermelhas e algas castanhas.
O seu consumo é abundante na Ásia Oriental, especialmente no Japão, China e Coreia. Nos últimos têm despertado o interesse e o reconhecimento Europeu.
Durante muitos anos não se vendiam algas do nosso País. Normalmente as algas mais vendidas eram provenientes do Japão, China e Espanha.
Finalmente há poucos anos surgiu a empresa AlgaPlus (https://www.facebook.com/ALGAplus.pt/).
As algas apresentam uma composição nutricional variada devido à sua ampla distribuição no meio aquático. No entanto, vários estudos realizados com algas marinhas, reconhecem-nas como um importante alimento a nível nutricional, pelo seu baixo valor energético, por ser pobre em gorduras e pelo alto teor em minerais.
As algas ao absorverem os minerais do mar, tornam-se boas fontes de variados oligoelementos, tais como o cálcio, ferro, magnésio, iodo e sódio.
As algas apresentam um elevado teor de proteína, semelhante às tradicionais fontes de proteína vegetal, tais como as leguminosas (feijão, grão, soja, etc…).
Fornecem teores de fibra de cerca de 25-75% de peso seco, e deste valor, 51-81% é fibra solúvel, sendo esta importante no aumento da saciedade.
As algas ao absorverem os minerais do mar, tornam-se boas fontes de variados oligoelementos, tais como o cálcio, ferro, magnésio, iodo e sódio.
As algas são importantes fontes de vitaminas, como a vitamina A, C, ácido fólico (B9) e B12. As algas apresentam baixo teor em gordura, sendo a mesma maioritariamente polinsaturada.