Hipnose Clinica

Hipnose Clinica Psicologia, Hipnose Clinica, Terapia EMDR, terapia EFT (tapping), Terapia Transpessoal. Clínica de Hipnose Clinica e outras Terapias em Lisboa.

Dentro de cada pessoa coexistem diferentes dimensões da personalidade. Entre elas, os arquétipos da mãe e da amante ocup...
14/06/2026

Dentro de cada pessoa coexistem diferentes dimensões da personalidade. Entre elas, os arquétipos da mãe e da amante ocupam um lugar especial, porque influenciam profundamente a forma como nos relacionamos connosco próprios e com os outros. Quando estas duas energias estão em equilíbrio, tornam-se uma fonte de relações mais saudáveis, autênticas e satisfatórias.
O arquétipo da mãe representa o cuidado, a proteção, a empatia e a capacidade de nutrir emocionalmente. É a parte de nós que acolhe, apoia e cria segurança. Numa relação amorosa, esta energia manifesta-se através da escuta, da compreensão, da disponibilidade emocional e do desejo de contribuir para o bem-estar da outra pessoa.
Já o arquétipo da amante simboliza o desejo, a paixão, a sensualidade, a criatividade e a ligação à vitalidade. É a energia que nos permite sentir entusiasmo, prazer e atração. A amante não está relacionada apenas com a sexualidade, mas também com a capacidade de viver intensamente, de cultivar a intimidade e de manter viva a curiosidade pelo outro.
O desafio surge quando um destes arquétipos domina excessivamente a relação. Quando a energia da mãe se torna predominante, a pessoa pode assumir constantemente o papel de cuidadora, colocando as necessidades do parceiro acima das suas próprias. Com o tempo, a relação pode transformar-se numa dinâmica de dependência, em que o amor é confundido com sacrifício. O desejo e a paixão tendem a diminuir, porque a pessoa passa a sentir-se responsável pelo outro em vez de se relacionar com ele de igual para igual.
Por outro lado, quando a energia da amante se manifesta sem o equilíbrio da mãe, a relação pode tornar-se intensa, mas instável. A procura constante de paixão, novidade e emoção pode dificultar a construção de confiança, compromisso e segurança emocional. O vínculo pode existir, mas sem raízes suficientemente fortes para enfrentar os desafios inevitáveis da vida a dois.
O equilíbrio saudável acontece quando a pessoa consegue integrar ambas as energias. Isso significa ser capaz de cuidar sem controlar, apoiar sem se sacrificar e amar sem perder a própria identidade. Significa também permitir-se sentir desejo, prazer e paixão sem culpa, reconhecendo que a intimidade emocional e a intimidade erótica podem coexistir e fortalecer-se mutuamente.
Uma relação saudável precisa tanto da ternura da mãe como da vitalidade da amante. Precisa de momentos de acolhimento e compreensão, mas também de momentos de descoberta, sedução e espontaneidade. Quando estas duas dimensões trabalham juntas, o amor deixa de ser apenas um lugar de segurança ou apenas um espaço de paixão; torna-se um encontro entre duas pessoas que se cuidam e se desejam, que se apoiam e se inspiram a crescer.
Equilibrar os arquétipos da mãe e da amante é aprender a honrar simultaneamente o cuidado e o desejo. É reconhecer que uma relação profunda não exige escolher entre um e outro, mas integrá-los de forma harmoniosa. Quando isso acontece, cria-se um vínculo capaz de oferecer segurança sem perder a paixão e intimidade sem perder a liberdade, permitindo que o amor floresça de forma madura e duradoura.

Havia uma pessoa chamada Laura que  durante muito tempo, ela sentia que as relações na sua vida eram confusas: ora muito...
12/06/2026

Havia uma pessoa chamada Laura que durante muito tempo, ela sentia que as relações na sua vida eram confusas: ora muito intensas, ora frias, ora cheias de promessa e depois vazias. Um dia, cansada desse ciclo, ela não decidiu “atrair alguém perfeito”. Decidiu algo mais simples e mais difícil: perceber-se a si mesma.
Laura começou a reparar numa coisa curiosa. Sempre que se sentia sozinha, aceitava migalhas de atenção. Sempre que tinha medo de perder alguém, deixava de ser ela própria para agradar. Não era falta de amor era excesso de medo.
Um dia, encontrou uma frase num livro antigo:
“Não procuras o amor. Tornas-te o lugar onde o amor saudável consegue existir.”
Ela não entendeu logo. Mas ficou a pensar.
Então começou a mudar pequenas coisas. Não para impressionar ninguém mas para se respeitar.
Quando algo não lhe fazia bem, ela aprendeu a dizer “isto não me serve”.
Quando alguém aparecia só metade, ela parava de tentar preencher o resto.
Quando se sentia só, em vez de procurar distração imediata, aprendia a estar consigo mesma sem se abandonar.
No início foi estranho. O silêncio interno parecia desconfortável. Mas com o tempo, esse silêncio deixou de ser vazio passou a ser espaço.
E nesse espaço aconteceu uma mudança subtil: Laura deixou de procurar validação constante. Ela não ficou fria nem distante. Ficou mais inteira.
Um dia, conheceu alguém. Não houve “choque do destino” nem sinais mágicos. Houve algo mais simples: leveza.
Essa pessoa não a confundia. Não a puxava e empurrava. Não desaparecia quando as coisas ficavam sérias. Falava com clareza. Escutava com presença. E, acima de tudo, não precisava que Laura deixasse de ser quem era para existir na relação.
Mas o mais importante não foi a outra pessoa.
Foi isto que Laura percebeu:
“Eu não estou a ser escolhida. Eu estou a escolher também.”
E isso mudou tudo.
Porque quando alguém começa a viver com mais clareza, mais limites e mais respeito próprio, deixa de perseguir intensidade confusa e começa a reconhecer estabilidade como algo atraente.
Não por destino.
Não por pensamento mágico.
Mas por alinhamento interno. 🩷🩷🌸🌸

Segundo Gabor Maté  a dependência parte da ideia de que o vício não é simplesmente um problema de substâncias ou falta d...
10/06/2026

Segundo Gabor Maté a dependência parte da ideia de que o vício não é simplesmente um problema de substâncias ou falta de força de vontade, mas uma resposta humana à dor emocional. Para ele, muitas dependências têm origem em experiências precoces de trauma, negligência ou falta de vínculo afetivo seguro, que dificultam a capacidade de regular emoções de forma saudável.
Nessa perspetiva, a substância ou comportamento aditivo funciona como uma forma de alívio temporário, ajudando a pessoa a lidar com sofrimento interno que não foi adequadamente acolhido ou processado. Assim, a dependência é entendida como uma tentativa de autorregulação e não como um defeito moral. Maté defende que a verdadeira recuperação passa não apenas pela abstinência, mas pela compreensão e cura das feridas emocionais subjacentes.

Há pessoas que parecem muito independentes. Mas por dentro, existe uma exaustão emocional constante.A auto-suficiência e...
10/06/2026

Há pessoas que parecem muito independentes. Mas por dentro, existe uma exaustão emocional constante.

A auto-suficiência extrema nem sempre é sinal de força. Pode ser uma resposta emocional desenvolvida por quem aprendeu, desde cedo, a resolver tudo sozinho(a), a não pedir ajuda, a minimizar a própria dor, a sentir desconforto quando é cuidado(a) e a acreditar que depender emocionalmente de alguém pode ser perigoso.

São pessoas que vivem com a sensação de que:
"Se eu cair, ninguém me segura."

E, por isso, desenvolvem uma independência extrema como forma de proteção emocional.

Mas viver permanentemente nesse estado pode trazer consequências, como dificuldade em descansar verdadeiramente, confiar nos outros ou sentir segurança suficiente para baixar a guarda.

Muitas vezes, o corpo permanece em estado de alerta constante, mesmo quando já não existe perigo real.

Se sentes que vives cansado(a) desse estado de auto-proteção permanente e que tens dificuldade em relaxar ou permitires-te ser cuidado(a), a terapia pode ajudar a compreender e transformar esses padrões emocionais de forma gradual e segura.

Sou a Rita Fonseca, psicóloga, hipnoterapeuta e consteladora familiar, com mais de 14 anos de experiência em contexto clínico.

𝗖𝗼𝗻𝘀𝘂𝗹𝘁𝗮𝘀 𝗼𝗻𝗹𝗶𝗻𝗲 𝗼𝘂 𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝗰𝗶𝗮𝗶𝘀 𝗲𝗺 𝗟𝗶𝘀𝗯𝗼𝗮.

Para mais informações ou marcações, consulta os contactos na bio ou no primeiro comentário deste post.

Grande parte do sofrimento não está no presente.Está no que já passou, mas continua a ser revivido,ou no que ainda nem a...
08/06/2026

Grande parte do sofrimento não está no presente.

Está no que já passou, mas continua a ser revivido,
ou no que ainda nem aconteceu, mas já está a ser antecipado.

A mente tende a oscilar entre passado e futuro,
e é nesse movimento que muitas vezes nascem a ansiedade, o medo e expectativas irrealistas.

Trazer consciência ao momento presente não apaga a dor, mas permite criar uma relação diferente com ela.

Em contexto terapêutico, é possível trabalhar estes padrões de pensamento e desenvolver maior clareza e equilíbrio emocional.

Sou Rita Fonseca, psicóloga e hipnoterapeuta, com mais de 14 anos de experiência em contexto clínico.

Cuidar da mente é tão essencial quanto cuidar do corpo. A psicologia lembra-nos de algo simples, mas poderoso: as nossas...
04/06/2026

Cuidar da mente é tão essencial quanto cuidar do corpo. A psicologia lembra-nos de algo simples, mas poderoso: as nossas emoções, pensamentos e comportamentos estão todos ligados e merecem atenção.

Nem sempre precisamos de “estar mal” para procurar ajuda. A terapia pode ser um espaço de autoconhecimento, crescimento e equilíbrio emocional.

✨ Falar sobre o que sentimos não é sinal de fraqueza, mas de coragem.

✨ Pedir ajuda é um ato de autocuidado.

✨ Pequenas mudanças mentais podem transformar grandes áreas da nossa vida.

Se hoje estás a sentir-te sobrecarregado, lembra-te: não tens de lidar com tudo sozinho.

E tu, o que tens feito para cuidar da tua saúde mental?

Esta frase convida-nos a olhar para o presente com mais atenção do que para o passado. Embora a nossa história faça part...
03/06/2026

Esta frase convida-nos a olhar para o presente com mais atenção do que para o passado. Embora a nossa história faça parte de quem somos, ela não deve definir completamente o nosso valor nem limitar o nosso futuro. Pessoas, relações e circunstâncias mudam ao longo do tempo, e aquilo que existe hoje pode ser muito diferente do que existiu ontem.
Viver preso ao que foi pode impedir-nos de reconhecer o crescimento, a aprendizagem e a transformação. Por isso, mais importante do que julgar alguém pelo seu passado é compreender quem essa pessoa é agora. O presente é o espaço onde as escolhas acontecem e onde a realidade se constrói. No fim, o que verdadeiramente importa não é o que foi, mas aquilo que é.

Porque é que, por vezes, sentimos que ao terminar uma relação também perdemos uma parte de nós?Porque algumas relações n...
02/06/2026

Porque é que, por vezes, sentimos que ao terminar uma relação também perdemos uma parte de nós?

Porque algumas relações não ocupam apenas espaço na nossa vida. Passam também a ocupar espaço na nossa identidade.

Criamos rotinas, sonhos, planos, memórias e versões de nós próprios que começam a existir dentro daquela ligação.

E quando a relação termina, nem sempre dói apenas a ausência da outra pessoa. Às vezes dói também a perda daquilo que éramos naquela relação.

Há pessoas que deixam de reconhecer quem são depois de um término, precisamente porque durante demasiado tempo viveram emocionalmente dependentes do outro.

Por isso, algumas separações não parecem apenas um adeus.
Parecem uma perda de identidade, de segurança e até de pertença.

Parte do processo de cura passa também por reaprender a ser quem somos fora da relação.

Se sentes que perdeste partes de ti ao longo das tuas relações, que tens dificuldade em lidar com términos ou que dependes emocionalmente da validação e presença do outro para te sentires completo, a terapia pode ajudar-te a reconstruir a tua identidade emocional e a criar relações mais saudáveis e conscientes.

Sou a Rita Fonseca, psicóloga, hipnoterapeuta e consteladora familiar, com mais de 14 anos de experiência em contexto clínico.

𝗖𝗼𝗻𝘀𝘂𝗹𝘁𝗮𝘀 𝗼𝗻𝗹𝗶𝗻𝗲 𝗼𝘂 𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝗰𝗶𝗮𝗶𝘀 𝗲𝗺 𝗟𝗶𝘀𝗯𝗼𝗮.

Para mais informações ou marcações, consulta os contactos na bio ou no primeiro comentário deste post.

Entre o céu azul e novos caminhos, levo comigo a leveza de quem escolhe viver em cada momento.” ☀️💖
01/06/2026

Entre o céu azul e novos caminhos, levo comigo a leveza de quem escolhe viver em cada momento.” ☀️💖

Há crianças que cresceram demasiado cedo.Aprenderam a ser fortes, a guardar emoções e a cuidar dos outros antes de apren...
01/06/2026

Há crianças que cresceram demasiado cedo.
Aprenderam a ser fortes, a guardar emoções e a cuidar dos outros antes de aprenderem a cuidar de si.

E depois tornam-se adultos funcionais por fora, mas muitas vezes cansados por dentro.
Adultos que continuam à procura de leveza, segurança, carinho e paz, mesmo sem se aperceberem disso.

No meio das responsabilidades, das exigências e da correria da vida, muitos esquecem-se que a criança interior continua lá.
Ainda precisa de atenção.
Ainda precisa de brincar.
Ainda precisa de sentir liberdade para existir sem medo.

Talvez crescer não seja abandonar a criança que fomos, mas aprender a cuidar dela, seja em que idade for.

Por isso, neste dia, mime a sua criança interior. Dedique alguns minutos para brincar, passear, rir, descansar ou simplesmente fazer algo que lhe faça bem.

Feliz Dia da Criança 🤍

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Centro Terapêutico Os Mistérios De Elêusis , Avenida Engenheiro Arantes E Oliveira Número 5, 1° C
Lisbon
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