Clinica da AutoEstima

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Promovemos a sua Saude Mental e AutoEstima.

08/05/2026
28/04/2026

Falar sobre emoções, nomeadamente sobre a raiva, é parte do meu dia a dia, principalmente com os mais novos. Costumo falar-lhes sobre as três regras da raiva. Vamos conhece-las?

1º - Não nos magoarmos a nós mesmos(as): há crianças que sentem as emoções tão intensamente que podem ter comportamentos autolesivos, como baterem-se a si próprias, bater em objetos ou atirarem-se para o chão. Ao invés, costumo dar alternativas, como saltar 3 vezes para a raiva sair do corpo, respirar fundo algumas vezes ou ter um objeto de conforto que possam apertar ou usar para autorregulação.

2º - Não magoar os outros, nem fisicamente nem com palavras: não dar pontapés, não gritar, não ofender. Estamos zangados, mas tal não é motivo para desrespeitar ou magoar as outras pessoas.

3º - Não atirar ou partir objetos: sim, sei que por vezes temos vontade de descontar a nossa zanga em coisas que estejam perto de nós, mas, mais uma vez, existem outras alternativas para conseguirmos lidar com o que estamos a sentir.

Ensino estas regras e muitas vezes costumamos até construir cartões, para que possam levar dentro da mala, ou usamos outros materiais que permitam que a criança recorra a esta informação e não a esqueça.

Já conheciam estas regras?

Se sentes que estás sempre ligado, mas cada vez mais longe de ti, talvez esteja na hora de redefinir limites.
23/04/2026

Se sentes que estás sempre ligado, mas cada vez mais longe de ti, talvez esteja na hora de redefinir limites.

Uma mulher chega à terapia depois de várias tentativas de fertilização in vitro.No início, tudo parecia apenas uma quest...
17/04/2026

Uma mulher chega à terapia depois de várias tentativas de fertilização in vitro.
No início, tudo parecia apenas uma questão de tempo. Havia esperança, confiança na medicina e a sensação de que o objetivo estava próximo.
Mas à medida que os ciclos de tratamento se repetem, algo começa lentamente a mudar.
Cada tentativa traz consigo uma montanha emocional: expectativa, ansiedade, esperança, medo e, muitas vezes, frustração.
A vida começa a organizar-se em torno de datas médicas, exames, resultados e novos procedimentos.
O corpo passa a ser observado com uma atenção constante. Cada sintoma pode significar algo. Cada silêncio também.
Com o tempo, o processo deixa de ser apenas médico. Torna-se profundamente emocional.
Surge a sensação de que o corpo falhou. Aparecem comparações silenciosas com outras mulheres que engravidam aparentemente sem dificuldade. Festas de nascimento, anúncios de gravidez e fotografias de bebés passam a despertar sentimentos ambivalentes: alegria pelos outros e dor por dentro.
Muitas mulheres descrevem também uma solidão particular neste processo.
Apesar do apoio do parceiro ou da família, há uma dimensão íntima da experiência que é difícil de explicar. O corpo é o lugar onde tudo acontece. E é também o lugar onde muitas vezes se sente a frustração.
Em terapia, o trabalho passa muitas vezes por criar espaço para que estas emoções possam existir sem culpa.
Tristeza, cansaço, raiva, esperança, ambivalência. Todas estas emoções podem coexistir.
A infertilidade e os tratamentos de fertilidade não são apenas uma experiência médica. São também uma experiência de identidade, de expectativa e de relação com o próprio corpo.
Em alguns momentos, a maior necessidade destas mulheres não é apenas encontrar soluções.
É encontrar um lugar onde possam simplesmente ser escutadas no meio de um caminho que nem sempre é linear.

Foto de Bermix Studio da Unsplash

Não é raro que pais e educadores me questionem sobre o que fazer em relação às brincadeiras com lutas e outros comportam...
05/04/2026

Não é raro que pais e educadores me questionem sobre o que fazer em relação às brincadeiras com lutas e outros comportamentos que podem parecer mais agressivos, principalmente entre os rapazes. Devemos impedir? Separar? Ralhar e pôr de castigo?
Na verdade, na maioria dos casos, estes comportamentos fazem parte do desenvolvimento saudável, e há diversos estudos recentes que o comprovam.

Na infância, o cérebro ainda está em desenvolvimento, especialmente as áreas responsáveis pela regulação emocional e controlo de impulsos. As chamadas brincadeiras de luta podem ser importantes para o desenvolvimento de competências sociais e motoras, além de promoverem um maior autocontrolo emocional/comportamental e permitirem experimentar limites de forma segura. Além disso, quando as emoções são muito intensas, a criança pode não ter recursos suficientes para as gerir de forma mais ajustada, e a agressividade pode surgir (muitas vezes como uma forma de expressão, e não com intenção de magoar propositadamente).

Muitos pais questionam também o uso de brinquedos e objetos que simulam armas, como espadas e lanças, mas eles também assumem um papel importante, funcionando muitas vezes como forma de integrar e transformar impulsos agressivos, que fazem parte da natureza humana. A dimensão simbólica da brincadeira é essencial, pois permite à criança explorar o mundo interno e externo de forma segura. Ao brincar, a criança transforma a realidade, experimenta papéis, expressa emoções, elabora medos e dá significado às suas experiências. É neste lugar, entre o real e o imaginário, que a criança começa a compreender-se a si própria (e aos outros).

Aqui, o papel do adulto também é fundamental, não para eliminar estes comportamentos, mas para supervisionar, ensinar e orientar. É importante trabalhar limites e oferecer alternativas caso se perceba que as brincadeiras começam a pôr em causa a segurança das crianças ou quando existe intenção clara de magoar.

Na nossa clínica podemos ajudar a esclarecer esta e outras questões, através de consultas de acompanhamento parental.

27/03/2026

O que é a ansiedade?

18/03/2026

Como está o seu equilíbrio?

06/03/2026

O Fio Invisível, de Míriam Tirado
Ilustração: Marta Moreno
Editora: Nuvem de Letras

Uma história reconfortante, que transmite segurança emocional e reforça a ideia de vínculo seguro. Um excelente recurso para trabalhar emoções, vínculos e despedidas, tanto em contexto familiar como terapêutico.

Psicólogo(a) Infantil (Presencial)A nossa clínica encontra-se a recrutar Psicólogo(a) Infantil para prestação de serviço...
08/01/2026

Psicólogo(a) Infantil (Presencial)

A nossa clínica encontra-se a recrutar Psicólogo(a) Infantil para prestação de serviços em regime presencial, com intervenção psicológica junto de crianças e famílias.

Requisitos:
* Licenciatura ou Mestrado em Psicologia
* Membro efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP)
* Experiência clínica com população infantil
* Formação e prática em psicologia infantil e/ou do desenvolvimento
* Capacidade de trabalho com pais/cuidadores
* Sentido ético, responsabilidade e boa capacidade de trabalho em equipa
* Disponibilidade para atendimento presencial

Os/as candidatos/as deverão enviar:
* Currículo vitae atualizado
* Vídeo de apresentação (curta duração), com referência ao percurso profissional, experiência na área infantil e motivação para integrar a equipa

Oferecemos:
* Integração numa equipa clínica multidisciplinar
* Ambiente profissional estruturado
* Condições ajustadas à experiência e disponibilidade
* Oportunidade de desenvolvimento profissional

Candidatura: [email protected]

Endereço

Avenida Julio Dinis 2, 3 Esq
Lisbon
1050-131

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