Net-Psi dos portugueses emigrantes

Net-Psi dos portugueses emigrantes Site de apoio aos portugueses emigrantes. Partilha de informações úteis e disponibilização de um apoio psicológico especializado à distância.

A net dos portugueses emigrantes é um site de acolhimento, partilha e apoio à experiência da emigração. É um site aberto a todos os que quiserem participar de alguma maneira nesta rede de suporte portuguesa. São bem-vindas todas as partilhas de experiências, fotos e comentários sobre as vivências da emigração. Possibilidade também de comunicar online com um profissional especializado em apoio psicológico.

Um problema de saúde pública, não só em Portugal...
19/02/2017

Um problema de saúde pública, não só em Portugal...

Especialistas preocupados com as consequências para a saúde pública da mediação que combate défice de atenção. Quase 30% dos consumidores são...

O poder da vulnerabilidadeA nossa capacidade para amar floresce quando nos abrimos aos outros e permitimos ser vulneráve...
30/01/2017

O poder da vulnerabilidade

A nossa capacidade para amar floresce quando nos abrimos aos outros e permitimos ser vulneráveis.

November 19, 2016 Central Park West Song performed by Karim Sulayman

28/11/2016

Acorda!

Uma experiência muito humana vinda de uma iniciativa de uma marca de sumo - quem diria...

O que é facto é que é uma publicidade muito bem feita porque é surpreendente pela forma como nos toca, não só ao nível da cabeça, como ao nível dos sentimentos.

A pergunta que está no centro desta experiência é: até que ponto pensamos ser realmente disponíveis e generosos com os outros à nossa volta?

Para mim, o principal desta experiência são duas conclusões:
1) Praticamente todas as pessoas, quando chamadas à atenção, para uma necessidade de outrem têm uma motivação altruísta de ajudar. Ou seja, são empáticas e generosas.
2) Funcionamos num nível de consciência pouco desperto e muito tempo do nosso dia a ponto das nossas melhores intenções e o que de melhor e mais elevado há dentro de nós, ter, muitas vezes, pouca oportunidade de se expressar efetivamente.

Acordemos!

03/10/2016

Até que ponto pensa que sabe quem é?

A identidade é um dos temas maiores da civilização: atravessa a essência do estudo das grandes correntes de pensamento filosófico, psicológico e espiritual. Definimo-nos por tanta coisa como o país de origem, género, clube, partido político, religião, qualidades, defeitos... "De-finir", a própria palavra que tão bem se associa ao conceito de identidade, indica, desde logo, o que fazemos quando procuramos a nossa identidade: dar-lhe contornos, limites, tornando-a "finita". "Sou isto, mas não aquilo"; "sou isto, em oposição àquilo".

Mas até que ponto nos interessa "de-finirmo"-nos tanto? Por um lado, uma identidade bem (de-)finita dá-nos segurança, contenção na medida em que (pensamos que) sabemos bem o que somos ao que nos agarrar, onde procurar apoio e com quem nos identificar. Por outro lado, construímos fronteiras e limitações a quão maiores podemos ser na nossa conexão com os outros e o mundo à nossa volta.

No entanto, o caminho progrediente no sentido da expansão identitária é evidente na história da humanidade: da identidade familiar, expandimo-nos à identidade da tribo; da identidade da tribo, à da aldeia e vila; da identidade do condado e da cidade, à da nação; e continuamos a expandir cada vez mais... (ex. da religião inter-nacional, ou das associações e cooperação ao nível mundial).

E você, como se "de-fine"?

As causas e as consequênciasA verdadeira escuta e compreensão do outro (e do próprio) tem de levar em conta as causas de...
12/09/2016

As causas e as consequências

A verdadeira escuta e compreensão do outro (e do próprio) tem de levar em conta as causas de determinado comportamento. Neste sentido, compreender é contextualizar e contextualizar é conectar, perspetivar e incluir num todo maior. É muito fácil julgar, rejeitar e excluir comportamentos e atitudes diferentes e aparentemente disparatadas. Como evitar fazê-lo?

Ver a diferença e criticar faz sentido num nível de análise imediato e superficial. Mas todos temos a capacidade de dedicar mais tempo e compreensão relativamente a determinada ação. Na Psicoterapia, por exemplo, é esta a postura que é esperada por parte do terapeuta: que esteja continuamente a enquadrar o que se passa ou passou numa perspetiva maior que permita uma atitude empática de aceitação (e compreensão).

No entanto, é preciso não confundir compreensão com estar de acordo. Compreender é aceder ao sentido e encadeamento das coisas; não é fazer a sua apologia. A compreensão profunda não exclui nada e por isso também não exclui as consequências das ações. Compreender todo o sofrimento (vazio, desespero, solidão, revolta...) que está por trás do uso de he***na não deve excluir ou substituir a compreensão clara de todo o sofrimento associado às consequências desse ato. Por norma, repetimos ou incorremos em atos danosos (para o próprio e/ou outrem) por falta de consciência (e/ou compreensão) clara do que está na base desse comportamento, bem como, na realização plena de todas as consequências desses mesmos atos.

E para podermos conhecer mais e melhor da realidade da adaptação dos portugueses emigrantes no estrangeiro, estamos a co...
27/08/2016

E para podermos conhecer mais e melhor da realidade da adaptação dos portugueses emigrantes no estrangeiro, estamos a colaborar com um projeto de investigação de Mestrado na área.

Neste sentido, divulgamos aqui o projeto na esperança de que alguns casais de emigrantes portugueses acedam generosamente ao preenchimento do mesmo.
Muito obrigado!

Este questionário integra a elaboração de uma investigação acerca da adaptação individual e conjugal, com o objectivo de compreender o bem-estar individual e conjugal através da identificação de factores de protecção e de risco. Pretende-se recolher informação que possa futuramente contribuir para u...

Qual é o melhor sistema de motivação? Punição e Recompensa?Para as tarefas e trabalhos um pouco mais diferenciados, exig...
15/07/2016

Qual é o melhor sistema de motivação?
Punição e Recompensa?

Para as tarefas e trabalhos um pouco mais diferenciados, exigindo alguma ou muita criatividade, resolução de problemas e outras tarefas parecidas, NEM PENSAR!

Veja-se a excelente apresentação desta temática:

Career analyst Dan Pink examines the puzzle of motivation, starting with a fact that social scientists know but most managers don't: Traditional rewards aren't always as effective as we think. Listen for illuminating stories -- and maybe, a way forward.

Os terroristas e nós: para além do medo
30/06/2016

Os terroristas e nós: para além do medo

Gill Hicks's story is one of compassion and humanity, emerging from the ashes of chaos and hate. A survivor of the London terrorist bombings on July 7, 2005, she shares her story of the events of that day -- and the profound lessons that came as she learned how to live on.

Auto-estima ou auto-compaixão?Quem não quer ter uma boa auto-estima? Para quê a auto-compaixão quando se pode ter uma bo...
12/06/2016

Auto-estima ou auto-compaixão?

Quem não quer ter uma boa auto-estima? Para quê a auto-compaixão quando se pode ter uma boa auto-estima?

A auto-estima tem sido uma das noções chave da psicologia, estreitamente associada à saúde mental e, por isso, assumida como um dos principais objetivos de uma psicoterapia.

No entanto, várias investigações mais recentes têm relativizado a importância deste conceito e acentuado a primordialidade de outro: o da auto-compaixão.

A verdade é que, no mundo de hoje altamente competitivo, é a auto-estima que está na moda: o meu valor, a estima que eu me atribuo, está intrinsecamente ligada à minha "quota de valor no mercado", ou seja, se me considero melhor ou pior que os outros em determinados aspetos. Ter-se em boa consideração está quase sempre relacionado (implicita ou explicitamente) com a comparação que faço com os outros à minha volta. Deste modo, é altamente contingente dos sucessos ou insucessos, bem como, do contexto competitivo. Além disso, uma auto-estima muito elevada pode prejudicar a relação com os outros (complexo de superioridade) ou ser violentamente abalada por um (grande) insucesso.

Se observarmos de perto, podemos ver que a auto-compaixão contém em si os principais benefícios de uma boa auto-estima, sem os problemas e desvantagens da mesma. Isto porque, ao invés de se focar no que de especial ou diferente eu tenho dos outros, foca-se no que eu tenho de comum: sou humano, imperfeito com vontade de ser feliz mas que inevitavelmente sofre porque existem sempre problemas. Ter auto-compaixão é compreender que este sofrimento é inevitável e humano, trazendo aceitação, compreensão, tolerância e bondade ao próprio.

Na prática, ter auto-compaixão é tratarmo-nos como trataríamos a pessoa mais querida da nossa vida: com profunda aceitação, empatia e apoio nos momentos piores, e profunda alegria e deleite nos momentos melhores. É bastante simples! Nada de extraordinário na teoria, mas completamente transformador na prática. E é realmente uma questão de prática! Quanto mais praticarmos a auto-compaixão em momentos bons, mais fácil será aplicá-la em momentos difíceis. Na verdade, treinar esta capacidade é mesmo uma das (senão a mais!) dádivas maiores que podemo-nos dar a nós... a ao mundo! Porque quanto mais auto-compaixão tivermos, mais (hetero-)compaixão teremos. E o que é mais importante do que amar e ser amado?

In the spirit of ideas worth spreading, TEDx is a program of local, self-organized events that bring people together to share a TED-like experience. At a TED...

29/05/2016

Can you look beyond borders?

Um simples e bonito vídeo sobre a humanidade natural que há em todos nós quando não existe o medo ou o preconceito à mistura.

Curso em Harvard e livro baseado na filosofia chinesa, muito interessantes. Vale pena ler a entrevista.
04/05/2016

Curso em Harvard e livro baseado na filosofia chinesa, muito interessantes. Vale pena ler a entrevista.

Demasiado focados em nós próprios e de olhos vendados para o mundo. Michael Puett e Christine Gross-Loh explicam o que leva tantas pessoas a escutar, dois mil anos depois, os filósofos chineses.

"Who are you?"Na abertura que o mundo tem vindo a fazer, surgem agora as ameaças do "mal" que esta abertura pode trazer....
21/04/2016

"Who are you?"

Na abertura que o mundo tem vindo a fazer, surgem agora as ameaças do "mal" que esta abertura pode trazer. A desconfiança aumenta e o sistema imunitário do globo terrestre começa a desenvolver muitas defesas. O que é bom e o que é mau?

No meio de vários alertas e catástrofes bombistas que merecem a maior das atenções e preocupação, poderá ser também importante não se deixar contagiar demasiado por um clima de desconfiança e de medo generalizado.

O video humorístico que se segue ajuda a relativizar e aliviar alguma tensão do momento, através da sátira representada pelo confronto com o imigrante desconhecido.

Se você planeja viajar ao exterior num futuro próximo, é bom você prestar atenção nos seguintes pontos: costuma fazer compras no Saara? Seu desenho preferido...

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