LUA De PRATA

LUA De PRATA SAUDE ALTERNATIVA E HOLISTICA
Terapeuta de orientação espiritual e energética

MESTRE DE REIKI, NÃO POSSUI DOMÍNIOS SOBRE A ENERGIA DE VIDA UNIVERSAL, ESTE PRECISA DE SE ENTREGAR TOTALMENTE A ESSA ENERGIA, PARA QUE POSSA UTILIZÁ-LA, SILENCIANDO A SUA MENTE ATÉ PODER "OUVIR" O REIKI FLUIR, TORNANDO-SE RECEPTIVO E ABERTO COMO UM OCO BAMBU; O RESTANTE É A ENERGIA DE VIDA UNIVERSAL QUE FAZ. O MESTRE NÃO DEVE TER DÚVIDAS, VISTO JÁ TER PRATICADO O SUFICIENTE,APRENDE A CONFIAR NO Q

UE FAZ ATRAVÉS DAS SUAS APRENDIZAGENS E EXPRIÊNCIAS E CONFIA TOTALMENTE NA INTELIGÊNCIA E SABEDORIA DO REIKI. ALCANÇA ESTE ESTADO, QUEM TEM CONSCIÊNCIA DAS SUAS FRAQUEZAS E DAS SUA FORÇAS E TRABALHA NELA, MAIS DO QUE QUALQUER OUTRA PESSOA. A VERDADEIRA MESTRIA É ASSUMIR E INTEGRAR AS NOSSAS SOMBRAS NO DIA A DIA, LEVANDO LUZ E COMPREENSÃO ONDE É PRECISO. TEMOS QUE SER UMA LANTERNA ACESA EM PLENO DIA,SER MESTRE DE REIKI TORNA-SE ASSIM, UMA OPÇÃO DE VIDA. PELAS DÚVIDAS, NÃO ME VOU ACOMODAR E PERDER O ESPÍRITO DE BUSCA, GUERREIRA PACIFICA, LUTA SILENCIOSA COMIGO MESMA, PARA ENFRENTAR AS MINHAS SOMBRAS, SER MAIS CONSCIENTE E SEGUIR..FAZENDO O QUE O MEU CORAÇÃO MANDA.

04/06/2026

Nunca se encontra um culpado.

São todos santos maltratados, mártires precoces, vítimas de circunstâncias, de chefes sem alma. Todos são bons, todos foram injustiçados.

Ninguém carrega a culpa.

Eu carrego.
Eu assumo: sou culpado.

De muita coisa. Do que fiz, do que não fiz, do que disse de cabeça quente, do que calei quando devia ter gritado.

Sou culpado.

Das minhas vaidades, da minha pequenez, das minhas fugas, dos meus fingimentos.

Sou culpado.

Por magoar quem não merecia, por ser pequeno quando podia ter sido grande. A culpa é feia, mas é minha. Quando a abraço, começo a ser alguém de verdade.

Culpar o mundo é fácil.
O difícil é desmontar o palco do meu próprio teatro.

A culpa não desaparece, mas já não me devora como antes.

Olhar para ela, nomeá-la, sabê-la parte de mim, dá-me liberdade.
Não serei perfeito; apenas não continuarei a ser cobarde.
É assim, só assim, que poderei ser melhor.

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BENJAMIM
e os dias cheios de nada

O meu novo livro.

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04/06/2026
24/05/2026

Protege a tua energia, mas não entregues o teu poder ao medo.

Existem pessoas que, por obsessão, controlo, inveja ou desespero, procuram práticas espirituais ou rituais com intenção de influenciar a vida de outros.
Independentemente das crenças de cada um, é importante perceber que há situações que nunca devem ser ignoradas.
Ao longo do meu trabalho, vejo muitas pessoas chegarem completamente drenadas: – cansaço extremo sem explicação
– sensação constante de peso emocional
– bloqueios inexplicáveis
– ansiedade intensa
– conflitos repentinos nos relacionamentos
– pensamentos obsessivos
– sensação de perda de força interior
– ambientes carregados e desgaste contínuo
Infelizmente, existem práticas feitas através de: – objetos pessoais
– fotografias
– roupas ou cabelos
– alimentos e bebidas
– rituais de manipulação energética
– intenções obsessivas repetidas
Por isso, é importante ter atenção: ✔️ ao que aceitas de determinadas pessoas
🚨 ao que consomes
🚨aos ambientes que frequentas
🚨 a relações demasiado controladoras ou obsessivas
🚨 e, acima de tudo, aos sinais que o teu corpo e a tua intuição te dão
Mas também é importante manter equilíbrio e consciência: Nem tudo é espiritual. Nem tudo é magia. Problemas emocionais e físicos devem sempre ser acompanhados por profissionais de saúde quando necessário.
Proteção verdadeira começa no equilíbrio, na lucidez, no amor-próprio e na consciência.
Nenhum trabalho espiritual deveria ser usado para controlar, prender ou destruir a vida de alguém.

24/05/2026

AMARRAÇÕES: QUANDO O CONTROLO NÃO É AMOR
Cada vez mais aparecem pessoas em sofrimento profundo após recorrerem a amarrações, manipulações energéticas ou trabalhos feitos com intenção de controlar sentimentos, pensamentos ou decisões de outra pessoa.
Muitas vezes, quem procura este tipo de trabalho fá-lo por desespero, dor emocional, medo da perda ou obsessão. Mas é importante compreender uma coisa:
Amor verdadeiro não nasce do controlo. Não nasce da imposição. E nunca deveria retirar a liberdade de ninguém.
Ao longo do meu trabalho, tenho observado pessoas completamente desgastadas após este tipo de situações: – falta de energia constante
– tristeza profunda e confusão mental
– bloqueios emocionais
– sensação de peso e estagnação
– dependência emocional extrema
– pensamentos obsessivos
– alterações de comportamento
– dificuldade em reconhecerem quem realmente são
Independentemente das crenças de cada um, quando existe intenção de manipular a vontade de outra pessoa, as consequências acabam quase sempre por atingir todos os envolvidos.
Quem pede vive preso ao medo de perder. Quem recebe sente-se drenado, confuso e emocionalmente fragilizado. E cria-se uma ligação baseada em dependência, sofrimento e desgaste.
Nenhuma relação saudável precisa de prisão energética para existir.
O verdadeiro caminho é sempre a cura emocional, o amor-próprio, a libertação e o equilíbrio interior.
Se algo tem de permanecer na tua vida, permanecerá por verdade. Não por controlo. Não por imposição. Não por sofrimento.
Que nunca se normalize aquilo que destrói a paz emocional e espiritual de alguém.
🚨

20/05/2026

Há os enfurecidos. Os irritadiços e os resmungões. Os amuados e os sorumbáticos. Todos são muito intensos. Todos eles não gostam de ser contrariados. E todos reclamam para si ter uma personalidade muito forte. Tudo isso é bem a prova de que a ira existe. E que não é um exclusivo das crianças.

A ira é tão natural como a sede. Surge, de rompante, quando o stress faz das suas dentro de nós. Ou sempre que, de tanto nos contermos, reagimos num impulso. Mas serve para ir à memória buscar informação mais ou menos adormecida. Serve para repor os ritmos biológicos e para equilibrar o estado do corpo. É um estabilizador de humor. E um ansiolítico e um anti-depressivo. Desde que ela não se guarde ou se tente iludir. Porque isso nos põe um sorriso no rosto enquanto nos transforma numa panela de pressão. E aumenta as probabilidades de termos um ataque de fúria.

Os enfurecidos, mal se sentem contrariados, reagem com a ira dum elefante numa loja de cristais. Magoam onde mais dói. E, depois, ficam-se por um: “mas, afinal, o que é que se passou?…” que deixa as pessoas na dúvida deles terem noção do vendaval que trouxeram.

Os irritadiços e os resmungões parecem ter descoberto uma forma de manifestar a sua ira em suaves prestações. Fazem lembrar Gru, o mal disposto. Contêm-se enquanto a sua irritação de todos os dias faz com que estejam para as os vulcões como as fumarolas. Em contexto profissional, correm o risco de se transformar em chefes destemperados. E, volta não volta, tornam-se amigos do bullying.

Os amuados e os sorumbáticos fazem birras para dentro. São susceptíveis e dados a melindres. Se for preciso, “prendem o burro” dias a fio. Contaminam com o seu ar de segunda feira todos os grupos onde vão estando. São dados a pequenos caprichos. E impingem uma sensação de culpa às pessoas com quem se relacionam, levando-as a pedir desculpa por coisas obscuras, talvez porque eles tenham uma enorme dificuldade em o fazer.

A ira que se manifesta em bruto torna-nos rudes. A ira que se guarda faz-nos azia e é amiga da mágoa. Já transformar a ira numa agressividade urbana, leal e com boas maneiras, é o caminho que nos leva a crescer. Mas fomos todos mal educados até lá chegar

16/04/2025

Ser filho único não é um acaso biológico — é uma escolha da alma, feita antes mesmo da reencarnação. Esse Espírito sabia que viria sem irmãos de sangue, mas jamais sem irmãos de jornada. A ausência de companheiros consanguíneos não é solidão, é preparação. É convite à introspecção, ao autoconhecimento e à escuta sutil das vozes espirituais que guiam cada passo.

Filhos únicos, muitas vezes, são Espíritos antigos, enviados ao seio familiar com tarefas específicas. São pontes de reconciliação, bálsamos para lares feridos, colunas silenciosas que sustentam e transformam. Sua missão é pacificar, curar e encerrar ciclos de dor que atravessam gerações.

Na infância solitária, desenvolvem sensibilidade, imaginação viva e dons espirituais como a intuição e a mediunidade. Tornam-se canais entre o visível e o invisível, entre a Terra e o Céu.

Sua missão não é sobreviver à ausência de irmãos, mas florescer com ela. Aprendem que o amor fraterno vai além da genética — e que cada alma no caminho pode se tornar irmã. São faróis que iluminam discretamente o mundo com a sabedoria que nasce do silêncio.

Mesmo quando parecem frágeis, filhos únicos carregam dentro de si uma estrutura espiritual forte, moldada no recolhimento e abençoada pela luz direta de Deus. Ser filho único é mais do que uma condição — é uma senda. Uma missão aceita por almas corajosas…

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