Dra. Ana Sousa Charneira Psicóloga Clínica e Hipnoterapeuta

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09/06/2026

🌿 FÉRIAS : um luxo ou uma necessidade para a sua saúde mental? 🌿

Vivemos num mundo que valoriza a produtividade, os resultados e a constante disponibilidade. Mas o nosso cérebro não foi concebido para estar sempre em modo “ligado”.

As férias não são apenas uma pausa no trabalho. São uma oportunidade para recuperar energia, reduzir os níveis de stress, fortalecer relações, viver novas experiências e, acima de tudo, reencontrarmo-nos connosco próprios.

Quando desaceleramos, damos espaço à mente para respirar. Muitas vezes é nesse silêncio, longe das exigências do dia a dia, que recuperamos clareza, criatividade e equilíbrio emocional.

Mas aqui f**a uma reflexão importante: será que sabemos realmente descansar? 🤔

Quantas vezes chegamos às férias exaustos? Quantas vezes levamos connosco as preocupações, os emails, as listas de tarefas e a culpa por “não estar a fazer nada”?

Descansar também é uma competência emocional. E permitir-se parar não é um sinal de fraqueza ou preguiça , é um investimento na sua saúde psicológica.

✨ Este verão, desafie-se a desligar um pouco mais, a estar presente e a ouvir aquilo de que realmente precisa.

💬 E você, como vive as férias?
🔹 Consegue desligar da rotina?
🔹 Sente-se renovado quando regressa?
🔹 Ou precisa de vários dias até conseguir verdadeiramente relaxar?

Partilhe a sua experiência nos comentários. A sua reflexão pode ajudar outras pessoas a perceber que cuidar da saúde mental também passa por saber parar. 💚

Todos os dias 🥰
05/06/2026

Todos os dias 🥰

DIA DA MÃE 🌷 O Dia da Mãe é uma celebração de amor profundo, mas também de uma jornada cheia de desafios silenciosos.Ser...
02/05/2026

DIA DA MÃE 🌷

O Dia da Mãe é uma celebração de amor profundo, mas também de uma jornada cheia de desafios silenciosos.

Ser mãe é aprender diariamente a equilibrar o cuidar do outro com o não se perder de si mesma. É viver entre o amor imenso e o cansaço, entre a entrega total e a necessidade de pausa , estes sentimentos que muitas vezes coexistem, mesmo que nem sempre sejam falados.

A maternidade não precisa de perfeição, precisa de verdade, apoio e espaço para sentir. Reconhecer limites, pedir ajuda e aceitar dias menos bons também faz parte de ser uma boa mãe.

Hoje, mais do que celebrar, que possamos também acolher todas as mães, em todas as suas versões. 💛

FELIZ DIA DA MÃE! 🥰

Um beijinho para tod@s com votos de uma Santa Páscoa. 🐣 🫶
04/04/2026

Um beijinho para tod@s com votos de uma Santa Páscoa. 🐣 🫶

A PERDA DE UM PROGENITOR 🕊️💫A perda de um pai ou de uma mãe é uma das experiências mais profundas e transformadoras que ...
28/03/2026

A PERDA DE UM PROGENITOR 🕊️💫

A perda de um pai ou de uma mãe é uma das experiências mais profundas e transformadoras que podemos viver. Independentemente da idade ou da relação existente, há um impacto na forma como nos vemos, no nosso sentido de segurança e na nossa história pessoal.

O luto não é linear nem igual para todos. Pode incluir tristeza intensa, vazio, saudade, culpa, alívio ou até momentos de aparente normalidade. Todas estas reações são válidas.

Algumas recomendações que podem ajudar neste processo:

• Permita-se sentir: não tente apressar ou evitar a dor. O luto precisa de espaço para ser vivido.
• Respeite o seu ritmo: não há um “tempo certo” para estar melhor. Cada pessoa tem o seu próprio processo.
• Procure apoio: falar com alguém de confiança ou com um profissional pode ajudar a organizar emoções.
• Cuide do básico: sono, alimentação e pequenas rotinas são fundamentais, mesmo quando parecem difíceis.
• Dê lugar às memórias: recordar, escrever, ou manter pequenos rituais pode ajudar a integrar a perda.
• Seja compassivo consigo: dias mais difíceis vão existir e isso faz parte do caminho.

Com o tempo, a dor não desaparece completamente, mas transforma-se. O vínculo mantém-se de outras formas, mais internas e silenciosas, continuando a fazer parte de quem somos.

Feliz dia da Mulher ! 🥰
08/03/2026

Feliz dia da Mulher ! 🥰

O Luto do “AMIGO ANIMAL”A perda de um animal de estimação é uma dor profundamente legítima. É importante dizer que o vín...
16/02/2026

O Luto do “AMIGO ANIMAL”

A perda de um animal de estimação é uma dor profundamente legítima. É importante dizer que o vínculo que criamos com um animal é real, intenso e cheio de signif**ado. Eles não são “apenas um animal”, são companhia diária, rotina, afeto incondicional e presença constante nos nossos dias.
Quando essa presença se vai, o vazio pode ser imenso. Pode surgir tristeza profunda, culpa, saudade, até sensação de solidão. Tudo isso faz parte do luto. Não existe exagero nessa dor, nem um tempo “certo” para superá-la. Cada pessoa vive esse processo de forma única.
Permita-se sentir. Falar sobre o que viveu, lembrar momentos felizes e honrar essa relação ajuda a integrar a perda à sua história. O amor que existiu não desaparece, ele transforma-se em memória, em gratidão e em tudo o que aquele vínculo despertou em si.

Para minimizar a dor da perda de um animal, é importante entender que o objetivo não é “apagar” o sofrimento, mas torná-lo mais suportável e saudável ao longo do tempo. Como psicóloga, sugiro alguns passos importantes:

1️⃣ Permita-se viver o luto
Não reprima o choro nem tente ser “forte” o tempo todo. A dor precisa ser sentida para ser elaborada.

2️⃣ Crie um ritual de despedida
Escrever uma carta, fazer uma pequena homenagem ou guardar fotos e objetos especiais ajuda o cérebro a compreender a despedida.

3️⃣ Fale sobre o que sente
Partilhar memórias e sentimentos com alguém de confiança reduz a sensação de solidão.

4️⃣ Cuide da rotina básica
Manter horários de sono, alimentação e pequenas atividades diárias ajuda a estabilizar as emoções.

5️⃣ Transforme a dor em signif**ado
Pergunte-se: o que este vínculo me ensinou? Que parte dele continua em mim? Isso ajuda a integrar a perda de forma mais amorosa.

6️⃣ Evite decisões impulsivas
Não se sinta pressionada a adotar outro animal imediatamente. Cada pessoa tem o seu tempo.

Se a tristeza estiver muito intensa, durar muitos meses sem melhora ou vier acompanhada de sintomas como insônia severa, isolamento extremo ou desesperança profunda, procurar apoio psicológico pode ser muito importante.
💫🐕‍🦺💖🐈‍⬛💫

Bom dia , bom domingo! 😘
15/02/2026

Bom dia , bom domingo! 😘

06/02/2026

A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) lançou, esta quinta-feira, um guia prático que visa orientar e ajudar as populações afetadas pelas intempéries que têm assolado Portugal a recuperar das marcas emocionais. O documento, que foi elaborado em colaboração com a Direção-Geral da Saúde e a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), contém não só conselhos gerais, como também recomendações sobre como agir e acutelar as emoções das crianças e jovens.

“Recuperar dos impactos de tempestades e inundações pode ser desafiante e confuso. Quando somos ameaçados podemos sentir medo e ter todas as nossas forças direcionadas para tentar sobreviver ou para salvar os nossos pertencentes. Quando sobrevivemos a uma situação deste tipo, a nossa primeira reação pode ser de alívio e/ou de incredulidade”, contextualizou o guia, denominado “Como Recuperar Emocionalmente de Situações de Tempestade e Inundações?”.

Contudo, e findo “o período de maior chuva, vento ou inundações”, o documento salientou que “é natural sentirmos medo do que o futuro nos reserva, f**armos em choque e sentirmo-nos incapazes de reagir”.

“Podemos, também, sentir tristeza ou raiva e um sentimento de injustiça de vermos a nossa segurança e aquilo que construímos ao longo do tempo ter sido danif**ado ou levado pela água e/ou pela força do vento. Cada pessoa reage à sua maneira e ao seu ritmo – não há o certo e o errado; são reações naturais as que virmos manifestarem-se”, apontou.

Tendo em conta que “as inundações e as tempestades podem deixar marcas físicas e danif**ar os nossos pertences”, é também natural “sentirmos urgência em reparar rapidamente o que ficou destruído para evitar novas perdas”. Ainda que essa urgência seja justif**ada, pode levar-nos a colocar a nossa segurança em causa e a tomar decisões arriscadas, entre elas subir a telhados ou mexer em estruturas instáveis e em sistemas elétricos. Nessa linha, o guia sublinhou que “proteger a vida (a nossa e a dos outros) deve vir sempre primeiro”, pelo que “só depois será tempo de recuperar e reconstruir”.

Uma vez que estas situações podem deixar marcas a nível emocional, deverá:

ACEITAR O IMPACTO EMOCIONAL DAS INTEMPERIES: As autoridades reforçaram que “sentir emoções intensas é uma parte da resposta natural a tempestades e inundações”, sendo que, “por muito dolorosas que sejam, para que diminuam, é preferível expressá-las, em vez de as ignorar ou evitar”.
FALAR SOBRE O QUE SENTE : Falar ajuda, mesmo que ainda não se sinta preparado para o fazer. No entanto, também é válido f**ar em silêncio quem confia.
RESISTOR A VONTADE DE RESOLVER TUDO SOZINHO E DE UMA VEZ : É compreensível querer voltar ao normal, mas esse sentimento de urgência pode aumentar o risco de acidentes. Foque-se em pequenas coisas de menor risco”, apelaram. GERIR O CONSUMO DE NOTÍCIAS : Apesar de ser importante manter-se informado, o documento apontou que “estar sempre exposto às notícias ou imagens dos danos, destruição e sofrimento das pessoas pode causar-nos ainda mais sofrimento”. “Dê sempre preferência a fontes oficiais e, se a informação a que acede está a deixá-lo mais ansioso, reduza a visualização de notícias.”
(Re)ESTABELECER COMPORTAMENTOS DE AUTOCUIDADO: Procure retomar ou investir no autocuidado, não só para recuperar alguma normalidade, mas também para ter alguma perceção de controlo e de segurança.

E EM RELAÇÃO ÁS CRIANÇAS ? Deverá:

MANTER A SEGURANÇA: Os perigos podem continuar depois da chuva e do vento passarem. As crianças podem estar mais vulneráveis a acidentes quando há detritos, buracos escondidos por água, árvores caídas, cabos elétricos, vidros, lama, entre outros riscos.
ESTAR FÍSICA E EMOCIONALMENTE DISPONÍVEL :As autoridades lembraram que os mais novos podem “precisar de colo” e contacto físico adicional, enquanto outras crianças ou jovens podem preferir o diálogo ou o tempo em família. “A nossa atenção, conforto e encorajamento oferece-lhes segurança. Olhar diretamente nos olhos da criança/jovem e dizer-lhe que estamos com ela/e pode ser suficiente para a acalmar”, aconselharam.
VALIDAR O QUE ESTÃO A SENTIR : Procure incentivar as crianças e jovens a expressar o que estão a sentir, e reforce que aquilo que sentem é compreensível e natural. Deverá evitar dizer coisas como “não te preocupes” ou “já viste a sorte que tens?”, já que estas afirmações podem fazer com que os mais novos se sintam desvalorizadas ou criticados.
RESPONDER A DÚVIDAS : Muitas crianças precisam de organizar a ‘história’ do que aconteceu (antes, durante e depois). Pode ser útil oferecermo-nos para responder às suas questões sobre as inundações ou tempestades.
MANTER AS ROTINAS : Manter ou desenvolver rotinas para as refeições, as atividades e a hora de dormir pode conceder muita segurança às crianças e jovens.
(OPP)

Boa tarde , bom domingo! 🙂🥰
25/01/2026

Boa tarde , bom domingo! 🙂🥰

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