Mónica Alquimia

Mónica Alquimia Sou a Mónica. Apoio e guio vivências de auto descoberta profunda que visam a cura e integração do Ser.

A minha visão integra a sabedoria ancestral com técnicas terapêuticas modernas num diálogo direto com o plano espiritual.

Mitákuye Oyásin (dito Lakota)Signif**a Por todas as minhas relações.É sobre alargares o senso de relação muito além da f...
08/09/2026

Mitákuye Oyásin (dito Lakota)
Signif**a Por todas as minhas relações.

É sobre alargares o senso de relação muito além da família humana.

Todas relações passadas, presentes e futuras com tudo o que é. Pessoa, animal, pedra, rio, planta, sol.
A sabedoria que nada existe separado. Integrar isso.
Tudo é família mas sem shanti shanti.

O princípio da vida precisa ser honrado. Sempre.
A cada passagem do sol.

E quando temos uma roda para sentar junto, cantar e levantar um rezo, o espírito desta memória viva acorda.

O tambor guia.
O coração revela.
A natureza é o templo.
O fogo é o mestre.

Estas imagens são excertos de memórias de edições anteriores da Via do Coração. De quem se atreveu a olhar para dentro e reencontrar o seu lugar na grande teia da vida.

A cada lua, a tribo caminha junto. Como nos velhos tempos. Os tempos que alguns sentem o chamamento de regressar.

Que todas as nossas relações sejam honradas.

📷 por Yoga, Natureza e Artesanato

07/09/2026

A liberdade de ser quem sou!!!

Foi isto que a Mara partilhou quando lhe perguntei o que mais lhe tocou fundo na Via do Coração.

E talvez seja das coisas mais raras e mais preciosas que este caminho oferece: um lugar onde não é preciso encolher, agradar, ou vestir a máscara que o mundo lá fora tantas vezes nos exige.

É um espaço seguro onde podes chegar exatamente como estás e desde aí caminharmos para uma maior inteireza, liberdade interior e empoderamento.

A cura começa aí. No momento em que deixamos de nos esconder de nós mesma/os e nos permitimos, existir sem pedir licença, na presença e em relação com os outros.

Agradeço-te querida , por confiares e por te mostrares ao mundo. Ver-te florescer e expressar quem és foi das maiores alegrias deste percurso. 💛

🐢 A 7ª edição da Via do Coração ainda tem 2 vagas. Uma pode ser a tua.

Começamos a 19 de setembro
[email protected] ou DM

A tartaruga guarda a memória da Terra.No seu casco, treze grandes placas, as 13 luas de um ano. À volta, 28 mais pequena...
06/09/2026

A tartaruga guarda a memória da Terra.
No seu casco, treze grandes placas, as 13 luas de um ano. À volta, 28 mais pequenas, os dias de cada ciclo lunar. Sustenta a firmeza da estabilidade quanto a profundidade do mergulho interior.

Há muitos séculos atrás foi-nos imposto um modelo de vida que cortou com a memória antiga, a sabedoria da terra, dos ciclos e da força vital que habita em todos os seres. O tempo obscuro do esquecimento que perdura…

A avó tartaruga move-se devagar. Guarda a paciência das águas profundas e a memória do que é primordial. Ela ensina sobre o ciclo e o tempo.

Mas esquecemos. De escutar. Deixámos de reconhecer a vida como sagrada. Violámos as leis que a sustentam e o chão que nos dá o alimento.

Esta desconexão, desrespeito e abuso semeou o que estamos a colher. Uma sociedade de pessoas cada vez mais deprimidas, em burn out, ansiosas, desligadas de si e da Terra. Corpos com enchimentos e adornos de alma vazia. Riqueza material, pobreza de espírito. Destruição da biodiversidade, alienação do que é essencial.

Recordar modos antigos de viver não é andar para trás, nem é um exotismo. Embora haja muito disso por aí.

É resistência.
Devolve pensamento livre, intuição, visão maior, soberania sobre as próprias escolhas, força da tribo e um senso de responsabilidade não ego centrada perante o bem maior. Vamos precisar de tudo isto, para não perder a alma e o coração.

Uma gota no meio de uma onda é muito pouco. Mas não é a onda feita de muitas gotas? As grandes vozes da história , contada e silenciada, começaram pequenas. Passo a passo, lentamente, chega-se longe. Como a avó tartaruga ensina.

A Via do Coração é como uma gota de regresso ao tempo da tartaruga, lento, ligado à grande Mãe, para voltar a sabedoria guardada nos ossos, nas pedras, nas árvores, na flor. Lua após lua vamos nesse mergulho fundo nas águas da memória antiga, para reaprender o que os antigos souberam e que nós esquecemos: Cuidar da vida!

O planeta precisa de gente desperta. Se sentes este chamamento, talvez esta via seja para ti. 🐢

A 7ª ed da Via do Coração ainda tem 2 vagas. 1 pode ser a tua.

Começamos a 19/9
Mara: +351 963 253 173
[email protected] ou DM

Há momentos na vida que das duas uma. Ou dizes sim. Ou dizes sim. Guess what? Disse sim. 😀De modos que por aqui está uma...
30/08/2026

Há momentos na vida que das duas uma.
Ou dizes sim. Ou dizes sim.
Guess what? Disse sim. 😀

De modos que por aqui está uma tremenda mudança de pele… mudança geográf**a, transformação, transição de vida, transmutação de temas pendentes, metamorfose… tudo ao mesmo tempo.

A Lembrar-me que…
O desapego é um verbo que pede músculo.
Não demores onde não cabes mais.
Amor próprio pede coragem. Mas alinhamento espiritual ainda mais.
A fascina sistémica tem limite. O tempo passa. A vida chama.
Escolher quem serves tem um preço. Sempre.
Integridade e coerência são um super poder.

Dizes sim a quê e a quem?

Amanhã há um Eclipse Lunar em Peixes. Um convite a soltar o que já não serve. Soltar é daqueles verbos fáceis de dizer m...
27/08/2026

Amanhã há um Eclipse Lunar em Peixes.
Um convite a soltar o que já não serve.

Soltar é daqueles verbos fáceis de dizer mas muitas vezes difícil de praticar.
Só se solta o que se tornou familiar. Intrínseco.
E se se tornou familiar é porque teve uma função.
E essa função foi quase sempre de proteger.

Proteção que pode ser da própria vida.
Do amor. Da liberdade. Da vontade. Da expressão.

Sem soltar do antigo que já não serve, não há transformação.

Hoje venho apenas recordar-te de voltar à casa corpo, sentir sem transbordar.

Relembra de que são feitas as tuas raizes.

Agradeço Mãe. Vida. Terra. Tanta beleza. Tanta abundância.Tanta regeneração. 💛
17/08/2026

Agradeço Mãe. Vida. Terra.

Tanta beleza.
Tanta abundância.
Tanta regeneração.

💛





15/08/2026

Há um caminho onde tudo se pode juntar.
É o caminho da espiritualidade original.

A Marta, é uma mulher que chegou à Via com + de vinte anos de caminho espiritual, várias tradições e uma fidelidade a uma linha em particular.

Na Via do Coração, descobriu algo que não esperava… o Xamanismo (como o transmito) não pede que abandones nada do que já és.

Pelo contrário. É um caminho aberto, que acolhe outras tradições e caminhos. É a espiritualidade original, como um caminho mãe que acolhe os filhos. Por isso, muitas vezes se diz que o Xamanismo torna-se uma forma de ver, sentir e caminhar na vida.

Porque o Xamanismo não é um dogma nem uma religião. É uma forma de estar em relação com toda a rede de vida, que cabe dentro de qualquer caminho e o aprofunda. 🪶 Isto é algo essencial para a regeneração da vida e foi profundamente negado e esquecido pela nossa sociedade.

Felizes são os que voltam à sabedoria do coração e podem recordar.

♥️ A VIA DO CORAÇÃO tem as inscrições abertas, ainda vens a tempo!

🌳 7ª edição · São Gião, Mafra
Começa a 19 de setembro. Restam apenas 2 vagas.

🌴 8ª edição · especial São Miguel, Açores (formato retiro)Começa a 2 de outubro.

Se sentes o chamado, entra em contacto para mais informações:

💬 Mara: +351 963 253 173
📩 [email protected] ou [email protected]
✋ ou mensagem privada aqui

Os pássaros começaram a gritar. Agitados. Os porcos, que andavam por ali, começaram a grunhir e a correr às voltas de fo...
10/08/2026

Os pássaros começaram a gritar. Agitados.
Os porcos, que andavam por ali, começaram a grunhir e a correr às voltas de forma estranha.

Era 24 de Outubro de 1995.
Estava na India e viajei no teto duma camioneta de madrugada para assistir ao eclipse.

Na véspera do eclipse, estava sentada a jantar num restaurante numa vila perto de Agra, quando ouvi uma conversa noutra mesa sobre o eclipse.

Não tinha telemóvel. Nem internet.
Viajava com o lonely planet na mão, uma grande dose de fé no destino e uma paixão enorme pela aventura.

Quis o destino que eu ouvisse aquela conversa, e curiosa como sou, fui saber como chegar ao melhor lugar para ver.

Estava precisamente numa das pequenas janelas no planeta onde se avistava na totalidade o eclipse. Senti que não era aleatório.

De madrugada, ainda escuro, fui para a estação das camionetas. Era um mar de pessoas. Uma confusão, maior que a habitual confusão característica da Índia. Não imaginava que provocava tamanho impacto nas pessoas o eclipse. Fui f**ando cada vez mais entusiasmada com o que se ia passar.

Consegui finalmente um lugar.
No tejadilho da camioneta.
Mais não sei quantas pessoas, para além da camioneta cheia. De pessoas, mantras e galinhas. O normal na Índia.

Só por aquela viagem valeu a pena.
Foi mais de uma hora a observar e escutar o nascer do dia do cimo da camioneta, as cores do céu, as aldeias a despertar, os campos a perder de vista, foi quase místico.

Quando cheguei ao lugar fiquei de boca aberta pela beleza majestosa do monumento Fatehpur Sikri , que une arquitetura islâmica e persa com elementos hindus, jainistas e rajputs.
Um lugar que é símbolo do encontro e diálogo entre culturas e religiões, entre o islão e a Índia, num lugar em guerra há demasiado tempo.

Estava repleto de pessoas. De muitas culturas. Parecia que todo o mundo estava ali. Telescópios e objetivas apontados para o céu. Televisões. Turistas, cientistas e curiosos.

Uma família indiana disse para me chegar a eles. Entre conversas e sorrisos, ofereceram-me um vidro verde (por favor não façam o que eu fiz 🫣) para ver o eclipse.

Passado algum tempo, subitamente, os animais f**aram mesmo muito agitados.

Parecia que tinham captado um sinal uns bons segundos de avanço a tudo começar, ou pelo menos, a ser visto da Terra.

Confesso que quando os vi e ouvi assim, senti medo. Um medo muito inconsciente. A sensação era de algo muito antigo ameaçador. Fiquei desejosa que terminasse.

Tudo ficou coberto do escuro. Nada brilhava. Mas não era como a noite. Era dia escuro. Dia sem luz. Os animais não paravam de gritar. As pessoas num total silêncio. Foi solene.

Atravessar aquela penumbra naquele lugar, junto daquelas pessoas, assim de surpresa sem ter planeado nada… recordou-me do quão pequenos somos perante a dimensão do espaço e da vida.

Foi rápido. Logo logo os animais sossegaram. Os pássaros retomaram o seu voo silencioso.

O sol voltou a brilhar e as pessoas voltaram a fazer barulho, e desligaram do modo pause & mute. Bateram palmas, assobiaram. Havia quem tivesse trazido instrumentos e começaram a tocar. A celebrar.

Foi como um ritual de passagem para todos.
Foi um dos momentos mágicos dessa viagem toda ela especial.

Desde os 16 anos que dizia que queria ir à Índia. Fui aos 22.
Não voltei a mesma.
Nem voltei a ver o mundo da mesma forma.

Carregamos linhagens.Não é só sangue e adn, a memória fisiológica que herdamos e que nos atravessa o corpo sem que tenha...
08/08/2026

Carregamos linhagens.

Não é só sangue e adn, a memória fisiológica que herdamos e que nos atravessa o corpo sem que tenhamos sequer noção disso.

As linhagens de alma são tão ou mais profundas.

O sistema familiar é um sistema. Entre vários. É a raiz.

Mas uma árvore é feita de tronco, ramos, seiva, folha e tanto mais.

E nós, tal como as árvores, somos feitos de muitas camadas.

Pertencemos a vários sistemas, de sangue e de espírito, mesmo que muitos de nós não o saibam, ou até o neguem. A ciência está a chegar lá, falta pouco.

Sistemas de tradição, de crença, de educação, de aculturação, de alma…

Talvez o convite seja olhar para tudo o que trazes (principalmente nesta era de explosão tecnológica e de inteligência artificial) e questionar:

o que é biologia,
o que é alma,
o que é consciência,
o que é crença herdada,
o que é criatividade,
o que é condicionamento,

e por dentro de tudo isto, descobrires quem és genuinamente.

Hoje, no portal 8|8, este convite f**a ainda mais vivo. Expandir a consciência para reconheceres todas as linhagens vivas em ti e, com coragem, doares a tua autenticidade ao mundo.

Não signif**a seres um fazedor de grandes obras e feitos(30% da humanidade não é geradora)… doar pode signif**ar seres um sonhador e que sonhas para o mundo, sustentares a tua própria visão que guia e inspira outros, podes ser guardiã(o) de terra, viver com simplicidade, ou somente levares uma vida dita ‘normal’, anonimamente.

O convite é SERES a autora ou o autor da tua própria vida. Líder de ti mesma/o. ✨

A Via do Coração, perCURSO de xamanismo, alquimias e práticas ancestrais de cura, é precisamente sobre isso. Uma jornada de formação, ‘desformatação’ e de transformação para descobrires, com coragem, tudo o que já ÉS.

🌀Vão abrir dois grupos este ano🌀

🌳A 7a edição em Mafra Nível I e II - começa a 19 Setembro (2 vagas)
Mais informações [email protected]

🌴A 8a edição em São Miguel Nível I - começa a 2 de Outubro
Mais informações [email protected]

🌵Retiro final na Madreselva , Marvão

Contacta também por DM

Palavras que me definem*Coragem*Nem sempre foi fácil quando o mundo premeia domesticação e obediência.*Pensar pela minha...
05/08/2026

Palavras que me definem

*Coragem*
Nem sempre foi fácil quando o mundo premeia domesticação e obediência.

*Pensar pela minha cabeça*
Quando não pertences a nenhuma tribo, crias uma.

*Viver baseada no coração*
Mais que a cabeça, o ♥️ é a minha bússola.

*Brilhar desde a intimidade*
Sem holofotes nem show off. Simplicidade acima de tudo.

*Borboletas na barriga por uma nova aventura*
Monotonia definha-me, aventura dá-me vida.

*Individualidade*
Nunca fui nem sou de rebanhos. Mesmo os mais cool e trendy. Sou única e valorizo autenticidade.

*Ousadia*
Quem não arrisca, não petisca.

Gratidão Vida! ✨

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