Alterstatus - Saúde Mental

Alterstatus - Saúde Mental Sim, pode sentir- se de bem consigo, confiante e de bem com a vida. Somos uma Clínica de SAÚDE MENTAL integrada para todos.👨‍👩‍👧‍👧. Profissionais experientes.

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Siga todas as dicas.
22/06/2026

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Há uma diferença entre fazer mal e ser mau. Ambos promovem sofrimento. Ambos nos tornam frágeis e vulneráveis. E ambos n...
18/06/2026

Há uma diferença entre fazer mal e ser mau. Ambos promovem sofrimento. Ambos nos tornam frágeis e vulneráveis. E ambos nos fazem sentir muito pequeninos e desamparados.
Fazer mal representa um acto irrefletido ou impulsivo. Ser mau um acto premeditado.
Fazer mal suscita vergonha e o reconhecimento da culpa. Ser mau uma atitude altiva de renegação.
Fazer mal convida a que se peça desculpa e se repare a dor que se trouxe. Ser mau que se reaja com indiferença (e com desdém) ao sofrimento.
Fazer mal desafia para que um acto como esse não se repita. Ser mau empurra para que se replique, como forma de exorcizar qualquer reconhecimento de culpa.
Fazer mal ajuda a que nos tornemos bons. Ser mau a que fiquemos piores.

É de bom senso reconhecer que não há como não fazermos mal como pais. Há alturas em que - por causa da forma como estão tensos ou exaustos, ou porque estão tristes ou vulneráveis - todos os pais fazem mal(dades) aos filhos. Se bem que os seus erros contribuam, como poucas coisas mais, para o seu crescimento como pais. Mesmo quando tentam, de todas as formas, proteger-se dos erros que possam fazer o que, em muitas circunstâncias, representará um fazer mal por omissão.

Mas, à medida que crescem, são cada vez mais ou filhos que vão dum certo egocentrismo de pessoas amadas a atitudes egoístas. Saltando delas para atitudes, tendencialmente, mais individualistas e mais narcísicas. Começam na adolescência, com a condescendência dos pais, e depressa esses comportamentos escalam fazendo com que os pais (sofridos e encolhidos) deixem de advertir, de corrigir, ou de se zangar. Anulam-se. “Desculpam”. Justificam. Resignam-se. Ocupam menos espaço. E fazem mal! Porque nada o justifica. Nem a adolescência, nem o trabalho, nem as exigências de carreira, nem as crianças ou um casamento que estejam a ocupar mais espaço na vida dos filhos.

Exigir aos filhos gestos empáticos e cuidados e auxílio e carinho e delicadeza é educar. Doutra forma, estaremos a abrir mão dos nossos filhos de cada vez que nos magoam e sempre que têm como resposta o nosso silêncio. A primeira obrigação dum filho em relação aos seus pais é ser bom filho. A dos pais nunca desistir de o querer assim. *Eduardo de Sá

A arte da espera. A arte da entrega ao universo.
15/06/2026

A arte da espera. A arte da entrega ao universo.












Vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que c...
12/06/2026

Vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.

O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.
Em tempos de Facebook e Twitter não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.

Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra.
O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.

© ZYGMUNT BAUMAN

A "noite escura da alma" é uma crise existencial profunda que envolve o colapso emocional e psicológico de um indivíduo....
08/06/2026

A "noite escura da alma" é uma crise existencial profunda que envolve o colapso emocional e psicológico de um indivíduo. O termo teve origem no poema do místico espanhol São João da Cruz, no século XVI, mas hoje é amplamente usado na psicologia moderna e na espiritualidade.
Não se trata de uma depressão comum, mas sim de uma fase de transição onde a pessoa perde o sentido de identidade e de propósito. No fim para encontrar uma verdade mais profunda.

As Fases Principais

* O Colapso: Desmoronamento repentino de crenças, carreiras, relações ou certezas antigas.

* A Desconexão: Sentimento avassalador de vazio, isolamento e abandono espiritual ou existencial.

* A Desconstrução: Morte do "ego" e das falsas ilusões que sustentavam a vida até então.

* A Incubação: Período de silêncio e reflexão forçada na escuridão interna.

* O Renascimento: Emergência de uma nova consciência, com mais empatia, paz e propósito.

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Sintomas Emocionais e Espirituais

* Vazio profundo: Nada do que antes trazia alegria ou prazer parece fazer sentido.

* Desorientação: Sensação de estar completamente perdido e sem rumo na vida.

* Crise de identidade: Pergunta constante sobre "quem sou eu" além dos papéis sociais.

* Anestesia emocional: Sensação de apatia e desconexão com o mundo exterior.

* Anseio por verdade: Desejo visceral de encontrar um significado real para a existência.

Perspetiva Psicológica (Carl Jung)

* Conceito: Carl Jung chamou a este processo de "nigredo" ou "individuação".

* Significado: É o confronto direto do indivíduo com a sua própria "Sombra".

* Objetivo: Integrar as partes rejeitadas da mente para alcançar a totalidade psíquica.

Cuidado com o que aprecias.
06/06/2026

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O obsessivo lamenta e vive a carência de uma agradável infância nunca vivida, vive a dor da perda daquilo que nunca foi ...
31/05/2026

O obsessivo lamenta e vive a carência de uma agradável infância nunca vivida, vive a dor da perda daquilo que nunca foi ganho. E reage a essa carência através do desinvestimento objetal, porque é a primitiva carência do afeto, gerada na relação interpessoal, que o leva à inflação narcísica compensatória.

Coimbra de Matos

Endereço

Avenida Bombeiros Voluntários De Algés Nº 42, S/L Esq. ª
Oeiras
1495-020ALGÉS

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