Alterstatus - Saúde Mental

Alterstatus - Saúde Mental Sim, pode sentir- se de bem consigo, confiante e de bem com a vida. Somos uma Clínica de SAÚDE MENTAL integrada para todos.👨‍👩‍👧‍👧. Profissionais experientes.

Consultas/Avaliações em vários idiomas. Melhor Saúde Mental/ Maior sucesso. As always we are open to your needs, whishing to cooperate in responsible life fulfillment. In illness, we are able to treat. In suffering, we are able to care. If the goal is personal development, we are able to coach you. AlterStatus targets LIFE WISDOM.

A autossabotagem é a forma mais insidiosa de rejeitar a abundância.Muitas pessoas dizem que querem prosperar, amar e viv...
04/09/2026

A autossabotagem é a forma mais insidiosa de rejeitar a abundância.
Muitas pessoas dizem que querem prosperar, amar e viver em paz, mas, sem perceberem, alimentam crenças que as fazem recuar sempre que a vida lhes abre uma porta. O medo de não serem suficientes, de falharem ou até de serem felizes transforma oportunidades em dúvidas.

A boa saúde mental passa por reconhecer estes padrões. Tratar não é apenas aliviar a dor; é permitir-se receber o que antes parecia impossível. A abundância não assusta porque seja demasiado grande, mas porque obriga a abandonar a identidade construída na escassez. A restrição não faz por si melhores pessoas. A baixa auto estima, a melancolia, a falta de esperança e de persistência e mesmo a preguiça invocam justificativas para rejeitar a abundância que sempre deveria ser bem vinda.
Aceitar que se merece o bem não é egoísmo. É um ato de coragem e de cura.
Abracemos o Buda da abundância. ♥️

Podem tirar-nos dinheiro,  prestígio, lugar,  segurança. Podem fechar- nos portas e criar falsas narrativas sobre nós a ...
03/09/2026

Podem tirar-nos dinheiro, prestígio, lugar, segurança. Podem fechar- nos portas e criar falsas narrativas sobre nós a tentar desfazer caminhos que percorremos com bela intenção, esforço e amor.

Mas há uma perda que nunca podemos consentir: a da dignidade.

A dignidade é o último território livre. Não depende da aprovação. Vive onde ninguém pode entrar sem a nossa permissão.

Quem a abandona aceita lixo disfarçado de amor, humilhações como destino e sufoco de si trocado por "paz". Deslaçados da dignidade nada somos.

Cuidar-se é guardar esse território. É recusar ajoelhar para ser aceite. É o último reduto do amor próprio, (não confundir com falta de humildade, egoísmo ou narcisismo).

Porque quem conserva a dignidade pode perder o mundo inteiro — e, ainda assim, nunca se perde.
Reerguer- se -à e florescerá onde o terreno lhe for propício pois nunca desistiu da sua semente.

Quando o doente deixa de ser ouvidoPelo médico psiquiatra - Fernando Medeiros Paiva "Há cerca de dois meses escrevi um a...
30/08/2026

Quando o doente deixa de ser ouvido
Pelo médico psiquiatra - Fernando Medeiros Paiva

"Há cerca de dois meses escrevi um artigo sobre o funcionamento das Juntas de Verificação de Incapacidade Temporária para o Trabalho, com especial incidência na área da Psiquiatria.
Fi-lo num registo institucional, centrando-me nos aspetos legais, técnicos e deontológicos de um sistema que considero carecer de reforma urgente.
Na altura procurei ser prudente. Talvez até prudente demais.
Entretanto, começaram a chegar-me inúmeros relatos de episódios ocorridos nestas juntas. Embora não possa garantir a veracidade absoluta de cada testemunho, a sua gravidade, repetição e coerência são suficientemeprecisamente por isso, que precisam de ser escrutinados.
Doentes psiquiátricos fragilizados, muitos já profundamente desgastados pela própria doença, entram numa Junta de Verificação de Incapacidade Temporária à procura de uma avaliação séria, competente e humana. Alegadamente, em certos casos, encontram exatamente o oposto.
“Não me parece assim tão mal. Até vem muito bem arranjada.”
“Pelo relatório do seu médico, já devia estar morto.”
“Não preciso de ouvir mais nada. Já li o relatório.”
A consulta termina ali. Sem escuta ativa. Sem diálogo. Sem uma avaliação minimamente aprofundada.
Avaliações de minutos em doenças complexas
Chegaram-me inclusivamente descrições de consultas periciais que terão durado menos de quatro minutos. Numa delas, segundo a doente, os médicos perguntaram-lhe onde trabalhava, o que tinha e quais as suas queixas, interrompendo-a sistematicamente. Alegadamente, conversavam entre si por cima da fala da doente, olhando apenas para a medicação prescrita e ignorando os relatórios clínicos apresentados. A decisão? Manter temporariamente a baixa.
Dias depois, perante nova comissão, repetiu-se o cenário: uma consulta de escassos minutos, onde apenas se perguntou o diagnóstico e a cronologia da doença. Não quiseram ver os relatórios clínicos que levava consigo. Mandaram-na aguardar no corredor. Pouco depois foi informada administrativamente de que estava “apta para trabalhar”.
Importa sublinhar: este é um dos relatos menos agressivos que me chegaram. Não houve insultos nem humilhação explícita. Apenas uma frieza extrema, ausência de verdadeira avaliação clínica e uma sensação de mecanização incompatível com aquilo que se espera de uma observação psiquiátrica minimamente séria.
O doente como suspeito
Quando o doente tenta explicar-se, é interrompido. Cala-se. Baixa os olhos. Sai da sala já diminuído pela doença e ainda mais esmagado pela forma como foi tratado. Depois, um funcionário administrativo comunica-lhe secamente: “Está apto para trabalhar.”
Traduzindo isto para linguagem simples, o que muitos doentes sentem é: “Acham que estou a fingir. Acham que sou um simulador.”
E isto, a confirmar-se, é gravíssimo.
Há comentários que alguns doentes me relataram e que prefiro não reproduzir aqui por pudor, tal a desfaçatez e a falta de humanidade que evidenciam.
O preconceito transformado em critério clínico
Mas houve um episódio recente que ultrapassa tudo o que seria razoável admitir. Segundo informação que me chegou, uma doente pediu a fundamentação escrita da decisão da junta — algo raro, porque a maioria dos doentes limita-se a aceitar a deliberação, muitas vezes já emocionalmente exaustos.
E, alegadamente, constava preto no branco que a senhora se apresentava “bem vestida e arranjada”, sendo essa uma das justificações para a considerar apta para o trabalho.
Se isto aconteceu exatamente assim, então não estamos perante medicina. Estamos perante preconceito transformado em critério clínico.
Desde quando uma depressão major se mede pela roupa? Desde quando sofrimento psíquico se avalia pelo batom, pela camisa engomada ou pela capacidade de alguém manter um mínimo de dignidade exterior?
Quem trabalha seriamente em Psiquiatria sabe precisamente o contrário: muitos doentes mantêm uma aparência cuidada como último mecanismo de defesa, enquanto por dentro estão completamente desfeitos.
Fiscalizar não é desumanizar
Importa dizer algo de forma clara: uma junta médica não existe para humilhar pessoas. Não existe para ridicularizar o sofrimento. Não existe para tratar doentes como suspeitos à partida.
Fiscalizar baixas médicas é legítimo. O Estado tem esse direito e esse dever. Mas fiscalizar não é humilhar. Fiscalizar não é esmagar pessoas vulneráveis. Fiscalizar não pode significar desumanizar.
O ato pericial é um ato médico
E convém recordar uma evidência frequentemente esquecida: o ato pericial é um ato médico. Está sujeito à ética, ao rigor científico e ao Código Deontológico da Ordem dos Médicos. O médico perito não deixa de ser médico quando entra naquela sala.
Quando um clínico decide que um doente está apto para regressar ao trabalho contra o parecer fundamentado do médico assistente, então deve explicar tecnicamente a sua decisão, assumi-la com transparência e responder por ela. O que não pode acontecer — a ser verdade o que muitos descrevem — é substituir avaliação clínica por frases feitas, sarcasmos ou impressões superficiais.
Pior ainda são decisões reduzidas a uma ou duas frases, apresentadas como pareceres psiquiátricos, quando proferidas por quem carece de habilitação na especialidade, reduzindo um parecer médico a um simulacro de avaliação sem qualquer validade técnica.
O limbo entre a doença e o abandono
Mais inquietante ainda é verificar que, em algumas respostas institucionais a reclamações dos doentes, acontecimentos clínicos potencialmente muito relevantes parecem não merecer verdadeira análisente alarmantes para impor uma reflexão séria, ou mesmo uma investigação. Se confirmadas, estas situações revelam algo incompatível com a dignidade inerente a qualquer ato médico. Há relatos difíceis de acreditar e é, crítica ou reapreciação técnica individualizada.
Num caso concreto que me foi comunicado, uma doente considerada inapta para o trabalho pela Medicina do Trabalho e acompanhada em Psiquiatria pelo seu médico assistente foi posteriormente considerada apta para o exercício profissional por uma Comissão de Verificação de Incapacidade Temporária e, mais tarde, por uma Comissão de Reavaliação. Após essas decisões, acabou por necessitar de internamento psiquiátrico durante cerca de quinze dias. Apesar disso, a resposta institucional à reclamação limitou-se essencialmente a reafirmar a legitimidade formal das deliberações periciais e a sublinhar que as decisões das comissões assentam “apenas e só em critérios clínicos e técnico-periciais”.
Ora, ninguém questiona a legitimidade nem a autonomia técnica da função pericial. O que causa perplexidade é outra coisa: saber se determinados sistemas ainda conservam verdadeira capacidade de dúvida clínica perante acontecimentos posteriores potencialmente graves.
Porque a questão essencial deixa então de ser administrativa e passa a ser clínica: o que se entende, concretamente, por uma avaliação psiquiátrica rigorosa?
Será clinicamente aceitável decidir a aptidão laboral de um doente psiquiátrico em entrevistas de escassos minutos, sem verdadeira exploração psicopatológica, sem análise cuidada dos relatórios apresentados e ignorando posteriormente acontecimentos clínicos relevantes?
A repetição formal de uma decisão por duas comissões sucessivas não substitui a necessidade de reflexão crítica sobre o seu acerto clínico.
Quando errar pode pôr vidas em risco
Em Psiquiatria, a brevidade extrema de uma avaliação não é apenas um problema de tempo. Pode tornar-se um problema de profundidade clínica.
Na Psiquiatria, às vezes, errar não significa apenas antecipar um regresso ao trabalho. Pode significar agravar dramaticamente uma situação clínica já frágil.
É precisamente por isso que a avaliação de um doente psiquiátrico exige tempo, competência técnica, experiência clínica e, acima de tudo, humanidade.
A pessoa com doença psiquiátrica já vive frequentemente esmagado pela culpa, pela fragilidade, pela perda de autoestima e pelo medo de não ser compreendido. Quem entra numa junta médica não devia sair de lá humilhado.
Uma questão ética
Se houver profissionais a emitir decisões baseadas em preconceitos, comentários indignos ou avaliações superficiais, então talvez tenha chegado o momento de uma investigação séria e sem complacências.
Porque, a serem verdadeiros alguns destes relatos, não estamos apenas perante um problema administrativo.
Estamos perante um problema ético, humano e talvez até disciplinar.
E um sistema que trata assim os seus doentes perdeu qualquer coisa de essencial: a humanidade.

Há um provérbio japonês que resume em uma imagem o erro mais comum de quem quer avançar em várias frentes ao mesmo tempo...
27/08/2026

Há um provérbio japonês que resume em uma imagem o erro mais comum de quem quer avançar em várias frentes ao mesmo tempo: “Quem tenta perseguir dois coelhos ao mesmo tempo termina a corrida sem conseguir capturar nenhum dos dois.” Simples na forma, o ditado toca em algo que a cultura japonesa levou séculos a desenvolver como princípio prático: a concentração de esforço numa direção é o que torna qualquer resultado possível. Mesmo que aos outros pareça inatingível, se é o seu objetivo e está de acordo com o seu propósito , foque- se naquilo que lhe faz sentido, deixe de agradar aos outros, e esforce- se no seu próprio caminho.

Recordamos a nossa valência de hipnoterapia. Está comprovada a sua eficácia em mudanças de comportamento- tabagismo, dep...
24/08/2026

Recordamos a nossa valência de hipnoterapia. Está comprovada a sua eficácia em mudanças de comportamento- tabagismo, dependências variadas, procrastinação, perturbações alimentares, se***is, impulsividade, medos; em situações de trauma e de luto patológico. Perturbações de ansiedade, défices de autoestima entre outros podem beneficiar desta abordagem.
Este é um dos nossos hipnoterapeuta.
Ligue- se a Alterstatus clínica de saúde mental.

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É muito óbvio conhecer a aposta certa do Euromilhões depois de ela ter saído. O que é absurdo é haver pessoas que julgam...
21/08/2026

É muito óbvio conhecer a aposta certa do Euromilhões depois de ela ter saído. O que é absurdo é haver pessoas que julgam os outros por não terem acertado antes do futuro ser revelado. Gente tão perfeccionista e fantástica que criticam escolhas do passado à luz do que hoje é sabido ou recomendado. Isso torna as relações impossíveis. Uns estão com os pés em F( fotografia da vida no ano 2026 ) e outros com os pés em A, B, C, D e F( filme da vida toda que viveram).
Sejam mais humildes, compreensivos, gentis.
As relações e as histórias de vida devem acolher todas as perspectivas. Não há vida em " certo e errado" ou " preto e branco"

Hoje faço anos. 😊☀️Olho para trás e vejo muito mais do que uma carreira. Vejo uma vida inteira a tentar estar onde fazia...
16/08/2026

Hoje faço anos. 😊☀️

Olho para trás e vejo muito mais do que uma carreira. Vejo uma vida inteira a tentar estar onde fazia falta. A cuidar dos outros sem deixar de cuidar de quem amo, ainda que, por vezes, isso tenha significado esquecer-me um pouco de mim.
Fui a custo aprendendo que não existe perfeição no equilíbrio entre ser médica, psiquiatra, estudante eterna, investigadora, professora, filha, mãe, esposa , avó, amiga, etc, etc., que não mais acaba . Existe apenas a vontade sincera de dar o melhor possível, todos os dias. Se falhei? Sim, como todos nós.
Houve momentos de cansaço, de solidão e de dúvidas. Houve dedos cruéis apontados. Dor. Houve portas que se fecharam, desilusões que magoaram e caminhos demasiado difíceis.
Porém, estou convicta que acertei muito mais vezes do que errei. É nesta contabilidade entre sucessos e insucessos que percebemos a justa medida. Bem como na boa consciência colocada em casa decisão, tal como na persistência para superar as pedras nos trajetos. Não posso deixar de me orgulhar desses processos.
E houve tantos e tantas que mostraram apreciação, tantos sorrisos, tantos abraços, incentivos. Foram muitas vidas que se cruzaram com a minha e deram sentido ao que faço. Em termos profissionais e na vida corrente, nos círculos pessoais , só meus.
É isso que levo comigo. A certeza de que vale sempre a pena estar para os outros, cuidar, escutar, ensinar, transformar e acreditar nas pessoas.
Ultimamente aprendi a cuidar mais de mim, fazer menos "sacrifícios" ( só os boomers sabem o que é isso 😉), e preservar autenticidade.
Hoje celebro mais um ano de vida com um coração mais tranquilo ( não tão feliz) e um olhar mais sereno. A idade trouxe-me maturidade, mas não me roubou a esperança. Continuo a acreditar na humanidade, na força da empatia
Satifaz-me ter procurado viver de acordo com os meus valores, preservando a minha dignidade, sem perder a ternura, a curiosidade e a vontade de fazer a diferença.
E, enquanto a vida me der esse privilégio, continuarei ( with a little help of my friends).
Feliz aniversário para mim. 🌹

Escrito de Eduardo de Sá "O amor pelos nossos filhos pode ser, em muitas alturas - e contra o que mais desejamos - equív...
12/08/2026

Escrito de Eduardo de Sá
"O amor pelos nossos filhos pode ser, em muitas alturas - e contra o que mais desejamos - equívoco, a ponto de lhes fazermos mal.
Sobretudo quando lhes damos a entender que eles têm direito a tudo, façam ou não façam por merecê-lo. Sem darmos por isso, estamos a dizer-lhes que, se forem sempre por aí, isso vale um bocadinho mais que pouco. Porque mesmo que valham muito, é dando o melhor de si que eles merecem mais.
E sempre que, arrebatados pela sua inteligência, nos deslumbramos e não os corrigimos nem os interpelamos, nem os advertirmos para a necessidade de escutarem, de se porem em causa e de pensarem com os outros de cada vez que tentam ser mais verdadeiros e mais simples para eles, isso vale um bocadinho mais que pouco. Eles são enormes para nós mas não tão grandes como o nosso amor por eles possa sugerir-lhes. Porque uma coisa é serem os maiores do mundo; outra, muito diferente e mais bonita, serem o melhor do mundo para nós.
E se os talentos que, com a nossa ajuda, eles construíram lhes foi alimentando a ilusão de que conseguem quase tudo de forma fácil - sem trabalho, sem método, sem perseverança e sem disciplina, sem insucessos nem erros - isso vale um bocadinho mais que pouco. Porque a descoberta do que somos capazes se faz a partir daquilo que nos falta, juntando a tudo o que sabemos o mais que as dúvidas e os sonhos, e as perguntas e os desejos nos podem dar.
E se, finalmente, do nosso amor eles retiram que somos capazes de tudo para que cresçam, para que sejam livres, para pensar por si e serem felizes, a ponto de nos exigirem sempre mais e mais e a culpa daquilo que são, do resto que não atingem ou das escolhas que lhes fujam acabe por nos ser sempre remetida, então é porque aquilo que lhes demos ficou aquém. Porque apesar de todos os enganos e da forma como foi com eles que aprendemos a ser melhores, parece ter ficado por esclarecer que, primeiro, se reconhece e agradece. A seguir se dá. Só depois se exige. E se não for assim, por mais que ele tenham crescido para lá de nós, o melhor do que lhes demos, por mais que tenha sido imenso, contra tudo o que mais desejamos, pode ter sido um bocadinho mais que pouco."

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