Dra. Andreia Rodrigues Silva

Dra. Andreia Rodrigues Silva Médica e Sexóloga | Grande Porto
Ajudo a compreender e tratar dificuldades sexuais
Saúde descomplicada e acessível

Participei na apresentação do novo Programa Nacional de Saúde Escolar 2030 da Direção Geral da Saúde, enquanto responsáv...
03/06/2026

Participei na apresentação do novo Programa Nacional de Saúde Escolar 2030 da Direção Geral da Saúde, enquanto responsável pelo grupo de trabalho da área da Sexualidade.

A Saúde Escolar tem um papel fundamental na promoção do desenvolvimento, da saúde e do bem-estar de crianças, jovens e estudantes, contribuindo para a construção de competências que apoiam escolhas mais conscientes, relações mais saudáveis e uma maior literacia em saúde.

Neste contexto, a Sexualidade afirma-se como uma dimensão essencial do desenvolvimento humano, que deve ser abordada de forma integrada, adequada às diferentes etapas de crescimento e alinhada com as necessidades das crianças, jovens e estudantes ao longo do seu percurso educativo.

Este trabalho resulta do contributo de diferentes profissionais e áreas de intervenção, unidos pelo compromisso de promover a saúde, o bem-estar, os direitos, a inclusão e a qualidade de vida das novas gerações.

Deixo também uma palavra de profundo reconhecimento ao grupo de trabalho que tenho o privilégio de liderar e que muito me orgulha, bem como à extraordinária equipa nacional da qual faço parte.

O empenho, a competência e a dedicação de todos tornaram possível a construção deste programa, sob uma liderança exigente, próxima e verdadeiramente inspiradora.

Que este seja mais um passo na consolidação de uma Saúde Escolar cada vez mais próxima, integrada, inclusiva e promotora de futuro.

Dra. Andreia Rodrigues Silva
Médica e Sexóloga
OM 52646

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Participar como oradora no 2.º Fórum de Urologia Oncológica em Medicina Geral e Familiar, integrando a mesa “Disfunção S...
26/05/2026

Participar como oradora no 2.º Fórum de Urologia Oncológica em Medicina Geral e Familiar, integrando a mesa “Disfunção Sexual”, foi uma oportunidade muito especial para discutir um tema que continua, tantas vezes, a ser pouco abordado em consulta, mas que tem um enorme impacto na qualidade de vida das pessoas com doença oncológica.

Foi também um momento de reflexão, aprendizagem e partilha sobre a importância de integrar a saúde sexual nos cuidados em Oncologia, dando voz a dimensões da vida que não devem ser esquecidas.

A sexualidade faz parte da saúde, da identidade, da intimidade, da relação com o corpo e do bem-estar físico e emocional. Por isso, deve também fazer parte da conversa e dos cuidados prestados à pessoa com doença oncológica em todas as fases do percurso terapêutico, promovendo uma vivência mais plena e integrada da saúde durante e após os tratamentos.

Falar de disfunção sexual em Oncologia é reconhecer que cuidar vai muito além do controlo da doença. É olhar para a pessoa na sua globalidade, para aquilo que muda, para o que se perde, para o que pode ser reconstruído e para o que continua a merecer espaço, escuta e cuidado.

Foi um privilégio integrar esta mesa e partilhar conhecimento com colegas comprometidos com uma abordagem cada vez mais humanizada, holística, multidisciplinar e centrada na pessoa.

Muito obrigada à organização, na pessoa do , pelo convite e pela oportunidade de fazer parte deste momento de partilha científica.

Dra. Andreia Rodrigues Silva
Médica e Sexóloga
OM 52646

A saúde sexual também começa no cuidado com o corpo!Se tem adiado o exercício, lembre-se: começar, mesmo que com pouco, ...
11/05/2026

A saúde sexual também começa no cuidado com o corpo!

Se tem adiado o exercício, lembre-se: começar, mesmo que com pouco, já faz diferença.

Guarde este conteúdo e partilhe com alguém que precisa deste incentivo.

Dra. Andreia Rodrigues Silva
Médica e Sexóloga
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Cada pessoa é única. A informação aqui partilhada não substitui uma consulta médica nem uma avaliação personalizada.

A saúde mental dos jovens tem sido motivo de crescente preocupação em Portugal.Estudos recentes indicam que uma parte si...
08/05/2026

A saúde mental dos jovens tem sido motivo de crescente preocupação em Portugal.

Estudos recentes indicam que uma parte significativa dos jovens relata sintomas de ansiedade, burnout ou depressão ao longo do último ano. Estes dados levantam uma questão importante: o que está a acontecer com a saúde mental das novas gerações?

Pressão académica, comparação constante nas redes sociais, incerteza em relação ao futuro e um ritmo de vida cada vez mais acelerado são alguns dos fatores que têm sido apontados.

Mas há sinais a que vale a pena estar atento, e formas de cuidar da saúde mental mais cedo.

Deslize para o lado e descubra alguns desses sinais e o que pode ajudar.

Se este conteúdo lhe fez pensar em si ou em alguém próximo, partilhe. Falar sobre saúde mental pode ajudar mais pessoas a procurar apoio.

Fonte:
World Health Organization. Health Behaviour in School-aged Children (HBSC) study: international report. Copenhagen: WHO; 2020.

Matos MG, et al. A saúde dos adolescentes portugueses – HBSC 2018. Lisboa: FMH; 2018.

Santomauro DF, et al. Global prevalence of depressive and anxiety disorders in 2020. Lancet Psychiatry. 2021;8(12):1033–44.

Dra. Andreia Rodrigues Silva
Médica e Sexóloga
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A maioria das pessoas acha que conseguiria reconhecer alguém com uma IST.Mas, na prática, não é assim.Muitas infeções nã...
04/05/2026

A maioria das pessoas acha que conseguiria reconhecer alguém com uma IST.
Mas, na prática, não é assim.

Muitas infeções não causam sintomas e podem passar despercebidas.

Deslize para o lado para perceber porque a prevenção e a testagem são fundamentais.

Dra. Andreia Rodrigues Silva
Médica e Sexóloga
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Sabia que entre 20% a 40% das mulheres referem dificuldade em atingir o orgasmo?E que, quando falamos de uma dificuldade...
30/04/2026

Sabia que entre 20% a 40% das mulheres referem dificuldade em atingir o orgasmo?

E que, quando falamos de uma dificuldade persistente e com impacto, esse número é bastante mais baixo?

Este dado não serve para alarmar, serve para dar visibilidade a uma realidade frequente, mas muitas vezes silenciosa.

Não atingir orgasmo não significa, necessariamente:
– “não saber”
– “não gostar”
– ou “não estar com a pessoa certa”

A resposta sexual é complexa e multifatorial, sendo influenciada por fatores biológicos, psicológicos, relacionais e socioculturais.

Porque pode acontecer?
As dificuldades no orgasmo podem estar relacionadas com:

– desconhecimento do próprio corpo e do próprio prazer
– estimulação inadequada
– ansiedade ou dificuldade em relaxar
– dor durante a relação sexual
– crenças pessoais, vergonha ou falta de educação em sexualidade
– fatores relacionais
– medicação ou condições de saúde

Estes fatores estão descritos na evidência científica e muitos deles são modificáveis.

Algo importante:
A maioria das mulheres não atinge orgasmo apenas com penetração.

Muitas necessitam de estimulação clitoriana direta ou indireta para atingir o orgasmo.
Isto corresponde a uma variação normal da resposta sexual.

Ou seja: não é exceção, é fisiologia.

E o mais importante:
Dificuldades no orgasmo não são uma falha pessoal.

Podem melhorar com:
– informação
– autoconhecimento
– educação em sexualidade
– comunicação na relação
– acompanhamento especializado, quando necessário

A sexualidade aprende-se, transforma-se e pode (e deve) ser cuidada ao longo da vida.

Não está sozinha.
Há caminhos possíveis.

Partilhe para ajudar a quebrar o silêncio à volta da saúde sexual feminina.

Dra. Andreia Rodrigues Silva
Médica e Sexóloga
OM 52646

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Porque é que até pequenas caminhadas já fazem diferença?Uma revisão sistemática com meta-análise (um tipo de estudo que ...
27/04/2026

Porque é que até pequenas caminhadas já fazem diferença?

Uma revisão sistemática com meta-análise (um tipo de estudo que reúne e analisa vários estudos em conjunto) mostrou que mesmo níveis baixos de atividade física já estão associados a benefícios importantes para a saúde, incluindo menor risco de doenças cardiovasculares e menor mortalidade.

Segundo os investigadores, quanto maior o número de passos por dia, menor o risco de várias doenças. Ainda assim, uma parte importante dos benefícios surge logo com níveis relativamente baixos de atividade.

E isto faz sentido: caminhar melhora a circulação, contribui para regular a pressão arterial, ajuda a controlar o açúcar no sangue, reduz o stress, melhora o humor e pode até favorecer o sono.

Ir ao ginásio, praticar desporto, continua a ser importante, mas pequenas caminhadas no dia a dia também fazem diferença.

Se conseguir incluir pequenas caminhadas no seu dia, de forma consistente, já está a investir na sua saúde. Porque, no fundo, cada passo conta.

Guarde este post para se lembrar e partilhe com alguém que precisa deste incentivo.
Dra. Andreia Rodrigues Silva
Médica e Sexóloga
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Um diagnóstico de cancro pode trazer muitas mudanças.Entre elas, mudanças na forma como a sexualidade é vivida.Durante e...
24/04/2026

Um diagnóstico de cancro pode trazer muitas mudanças.
Entre elas, mudanças na forma como a sexualidade é vivida.

Durante e após os tratamentos, algumas mulheres referem alterações no desejo, no conforto durante a relação ou na forma como experienciam a intimidade. Isto é frequente e está bem descrito na investigação clínica. Não significa necessariamente falta de vontade. Muitas vezes significa apenas que o corpo está a atravessar um processo exigente.

Alguns tratamentos oncológicos podem interferir com a função e satisfação se***is. Entre as alterações mais descritas estão mudanças hormonais, secura vaginal, dor ou desconforto durante a relação sexual, fadiga, alterações de humor e mudanças na imagem corporal. Estas alterações podem surgir durante o tratamento ou persistir depois dele.

A sexualidade, no entanto, não envolve apenas o corpo. Também inclui emoções, identidade, intimidade e relação com o outro. Por isso, quando surgem dificuldades, elas podem ter várias dimensões: física, emocional e relacional.

Existem abordagens que podem ajudar. Lubrificantes e hidratantes vaginais, fisioterapia do pavimento pélvico, tratamento hormonal local quando indicado, educação em sexualidade, aconselhamento especializado e uma comunicação aberta na relação são algumas das estratégias utilizadas na prática clínica. Nem todas são adequadas para todas as pessoas, por isso a avaliação individual é importante.

Para muitas mulheres, falar sobre sexualidade durante ou após o tratamento do cancro ainda é difícil. No entanto, estas questões fazem parte da saúde e da qualidade de vida. Trazer o tema para a consulta pode ser um passo importante.

A sexualidade faz parte da saúde global.
Mesmo durante ou após o cancro, merece atenção, informação e cuidado. Com tempo, apoio e acompanhamento adequado, muitas mulheres encontram novas formas de viver a intimidade.

Partilhe este conteúdo com alguém que possa beneficiar desta informação.

Dra. Andreia Rodrigues Silva
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Uma das dúvidas mais frequentes entre pais, mães e cuidadores é esta:falar sobre sexualidade com os jovens pode incentiv...
20/04/2026

Uma das dúvidas mais frequentes entre pais, mães e cuidadores é esta:
falar sobre sexualidade com os jovens pode incentivá-los a iniciar a vida sexual mais cedo?

Durante muito tempo acreditou-se que sim.
Mas a evidência científica mostra outra realidade.

Quando os jovens têm acesso a informação clara, adequada à idade e num ambiente de confiança, tendem a tomar decisões mais conscientes e mais seguras.

O silêncio raramente protege.
O diálogo, sim.

Neste post explico porque é que falar sobre sexualidade é uma parte importante do desenvolvimento e da educação para relações saudáveis.

Se este tema lhe parece importante, partilhe com outros pais, mães ou cuidadores.

Fonte:
WHO Regional Office for Europe & BZgA – Standards for Sexuality Education in Europe
UNESCO – International Technical Guidance on Sexuality Education (2018)

Dra. Andreia Rodrigues Silva
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A violência nas relações íntimas continua a ser um problema global de saúde e direitos humanos.De acordo com dados da Or...
17/04/2026

A violência nas relações íntimas continua a ser um problema global de saúde e direitos humanos.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, 1 em cada 3 mulheres no mundo já sofreu violência física ou sexual ao longo da vida. Estes números ajudam a perceber que não se trata de situações isoladas, mas de uma realidade que afeta milhões de pessoas.

A violência numa relação nem sempre começa de forma evidente. Pode surgir através de comportamentos de controlo, intimidação, manipulação ou pressão, que com o tempo podem tornar-se mais frequentes ou mais intensos.

Reconhecer sinais precoces é um passo importante para prevenir situações de maior risco e para procurar apoio.

Relações saudáveis são construídas com respeito, segurança e autonomia. Quando uma relação provoca medo, tensão ou sensação de controlo, é importante não ignorar esse desconforto.

Falar sobre estas situações pode ser difícil, mas procurar apoio pode ajudar a recuperar segurança e bem-estar.

Se algo na sua relação lhe traz desconforto, falar com um profissional de saúde pode ser um primeiro passo para compreender o que está a acontecer e encontrar apoio adequado.

Dra. Andreia Rodrigues Silva
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