Anabela Terapeuta Transpessoal

Anabela Terapeuta Transpessoal Ser terapeuta é ser um guia que orienta no caminho que leva a reacender a luz interior!

Talvez não estejas cansada da tua vida. Talvez estejas cansada da pessoa que aprendeste a ser para conseguires vivê-la.H...
24/08/2026

Talvez não estejas cansada da tua vida. Talvez estejas cansada da pessoa que aprendeste a ser para conseguires vivê-la.

Há pessoas que funcionam muito bem.

Cumprem. Resolvem. Trabalham. Cuidam dos outros. Mantêm tudo a funcionar.

E, precisamente por isso, quase ninguém percebe quando alguma coisa começa a desaparecer por dentro.

Nem sempre existe uma crise.

Por vezes, é muito mais silencioso.

Já não sabes exactamente o que queres, mas sabes muito bem o que esperam de ti.

Descansar traz uma sensação estranha de culpa.

Tomas decisões sobre aquilo que parece ser “o mais sensato” e, mais tarde, f**as a perguntar-te se era realmente aquilo que querias.

Dizes “está tudo bem” porque explicar o que não está bem parece dar mais trabalho do que continuar.

É possível teres uma vida aparentemente organizada e, ainda assim, sentires que alguma coisa deixou de encaixar.

E talvez uma das perguntas mais importantes não seja:

“O que é que se passa comigo?”

Mas sim:

“Em que momento comecei a viver tão bem uma vida que já não sei se é verdadeiramente minha?”

Não precisas de encontrar a resposta imediatamente.

Mas talvez precises de começar a fazer a pergunta.

Porque há coisas que compreendes racionalmente e, mesmo assim, continuam a repetir-se.

Sabes que devias descansar, mas não consegues.

Sabes que devias dizer não, mas acabas por dizer sim.

Sabes que determinada situação já não te faz bem, mas continuas a voltar ao mesmo lugar.

Talvez não te falte vontade.

Talvez exista uma parte de ti que ainda esteja a funcionar segundo regras que aprendeste há muito tempo.

É precisamente aí que pode começar um trabalho terapêutico mais profundo.

Não para te tornares outra pessoa.

Mas para perceberes o que tens estado a sustentar, porquê e a que custo.

Porque nem tudo aquilo que consegues suportar precisa de continuar a ser suportado.

E talvez a mudança comece quando deixas de perguntar apenas “o que devo fazer?” e começas a perguntar “porque é que continuo a fazer isto, mesmo quando já sei que não quero?”

Tu não estás bem. E o pior é que já te habituaste a isso.​Habituaste-te a acordar com um aperto no peito e a achar que é...
18/08/2026

Tu não estás bem. E o pior é que já te habituaste a isso.

​Habituaste-te a acordar com um aperto no peito e a achar que é "só o stress do dia a dia". Habituaste-te a engolir o que sentes para não incomodar, a sorrir quando te apetece rasgar tudo e a fingir que tens a vida sob controlo.

​Mas a verdade, aquela que não dizes a ninguém quando te perguntam se está tudo bem, é que te sentes uma fraude. Sentas-te à mesa com a tua família ou amigos, mas a tua cabeça não está lá. Estás num lugar escuro, a tentar gerir um ruído interno que nunca se cala.

​Tu não estás a viver. Estás a anestesiar-te.
​Com trabalho em excesso, com scroll infinito no telemóvel, com comida, com distrações. Qualquer coisa que impeça a tua própria mente de te confrontar no silêncio.

​E a pergunta mais frontal que podes fazer a ti própria hoje não é "como é que resolvo isto?".
​É: Quanto de mim já morreu enquanto continuo a respirar?

​A dor que não arrumas não desaparece. Ganha m**o, cria raízes e começa a decidir a tua vida por ti.
​Trabalhar em ti não é para te tornares uma pessoa "melhor". É para resgatares aquilo que deixaste morrer para conseguir pertencer, agradar ou simplesmente aguentar.

​👉 Se ler isto te deu um nó no estômago, não feches o post a fingir que não era contigo. Envia-me uma mensagem privada. Vamos tirar essa carga do escuro.

🧠 A tua mente está a mentir-te. (E tu estás a acreditar).Sabes quando a tua mente faz barulho, inventa histórias e te at...
06/08/2026

🧠 A tua mente está a mentir-te. (E tu estás a acreditar).

Sabes quando a tua mente faz barulho, inventa histórias e te aterroriza com cenários catastróficos? Quando te enche de dúvidas e medos que te paralisam?

O que talvez tu não saibas é que a mente mente.

Ela não foi desenhada para te fazer feliz; foi criada apenas para te fazer sobreviver. A juntar a isso, fomos programados pela educação e pelas convenções da sociedade para nos anularmos. Aprendemos a calar o que sentimos em função do julgamento dos outros e do politicamente correto.

A questão que te coloco hoje é: Vale mesmo a pena existir apenas em modo de sobrevivência?Vale a pena continuar a ignorar o que o teu verdadeiro "eu" grita aí dentro?

Viver deve ser emocionante. Deve ter experiências que te fazem vibrar, sentir o prazer real de estares viva e de te permitires ser quem és. Sem medo do julgamento alheio que, na verdade, diz muito mais sobre quem julga do que sobre ti. E, essencialmente, sem te julgares nem te condenares por te reconectares contigo mesma.

Se é fácil? Não, não é. Mas é libertador.

Se sentes que este texto tocou numa ferida e que está na hora de recalcular a rota, eu estou aqui. Não precisas de caminhar sozinha.

📩 Envia-me uma mensagem privada. Vamos conversar e perceber como posso guiar-te de volta a ti mesma.

Já tiveste curiosidade em experimentar Hipnoterapia? 🤔👇No dia 5 de Agosto, abro-te as portas para essa possibilidade,  v...
21/07/2026

Já tiveste curiosidade em experimentar Hipnoterapia? 🤔👇

No dia 5 de Agosto, abro-te as portas para essa possibilidade, vou realizar um Open Day exclusivo e presencial em Arcos de Valdevez. É a tua oportunidade de perceberes, de forma prática e num ambiente seguro, como a tua mente subconsciente pode trabalhar a teu favor.

💡 O que precisas de saber:
Atendimento individual, presencial e confidencial.
Sessão focada exclusivamente no teu bem-estar.
Valor simbólico de inscrição: apenas 10€.📍 Localização: Arcos de Valdevez.
📅 Data: 5 de Agosto.

As vagas são preenchidas por ordem de marcação e os horários são muito restritos.
👉 Envia mensagem privada agora mesmo para garantires a tua hora.

18/07/2026
Quando dar tudo de ti custa tudo o que tens.Damos tudo por uma causa, por um trabalho, por um projeto. Fazemo-lo com a c...
02/07/2026

Quando dar tudo de ti custa tudo o que tens.

Damos tudo por uma causa, por um trabalho, por um projeto. Fazemo-lo com a convicção profunda de que o esforço hercúleo de hoje vai garantir uma vida melhor amanhã. Nessa corrida, o limite deixa de ser uma fronteira e passa a ser algo para esmagar. Continuamos a avançar porque fomos ensinados que parar é para os fracos, que descansar é uma falha e que quem quer muito, aguenta sempre mais um pouco.
O problema é que o preço dessa conta chega sempre. E chega de forma silenciosa. Quando damos por nós, o próprio sono desaparece, ou deixa de ser reparador. A paciência encurta e passamos a viver num estado crónico de irritabilidade. A alimentação perde a qualidade e a consciência, é de forma mecânica, apenas para manter o motor a funcionar. O desfecho desta jornada é quase sempre o mesmo, uma paragem obrigatória.Uma paragem que não foi planeada, nem consentida. Acontece simplesmente porque o corpo se recusa a acompanhar a velocidade de uma mente que não sabe dizer "basta". É o limite biológico a assumir o controlo que nós não quisemos ter. O colapso não é um erro de percurso. É o teu corpo a resgatar a tua vida.

Já sentiste o teu corpo a carregar no travão de emergência porque a tua mente se recusou a parar?

Anabela
Terapeuta Transpessoal

Houve um tempo em que olhava ao redor e sentia que não encaixava. Desde miúda, lembro-me de carregar uma nostalgia estra...
23/06/2026

Houve um tempo em que olhava ao redor e sentia que não encaixava. Desde miúda, lembro-me de carregar uma nostalgia estranha, uma espécie de saudade sem nome, de um lugar ou de alguém que a mente não conseguia explicar, mas que a alma insistia em recordar. Disseram-me que o mundo era mecânico. Que enquadrar é cumprir rotinas e seguir o guião, trabalhar, comer, dormir. Pouco mais. Disseram-me também que, para ter voz e espaço na minha profissão, eu tinha de me render ao ruído, às luzes falsas do mundo digital, aos palcos de vaidade e a fórmulas feitas para chegar às pessoas. Mas a minha alma sempre foi do silêncio. Da presença. Do acolhimento real, do olho no olho, do campo vibracional que só se sente quando estamos verdadeiramente lá para o outro, sem máscaras nem artifícios.
Por tentar caber onde não havia espaço para a profundidade, comecei a morrer por dentro. O meu corpo, que não sabe mentir, deu sinais. O sintoma físico foi o grito derradeiro de quem estava prestes a apagar-se numa vida morna. Até que a intuição, esse radar visceral que tantas vezes tentamos silenciar, disparou o disjuntor de emergência. Disse bastas. Escolhi a incerteza do desconhecido em vez da certeza da morte em vida. Decidi que a sensibilidade não era um defeito de fabrico, mas sim a minha maior bússola. E o milagre aconteceu na matéria, eu ressuscitei. No momento em que honrei a minha essência e assumi que o meu canal de cura precisa de verdade e não de encenações, a energia voltou a fluir. O corpo curou-se. O sintoma desapareceu. Eu sei que a mente mente. Ela cria tempestades, sussurra medos sobre o futuro e tenta fazer-nos voltar ao cativeiro previsível do passado. Mas quando o barulho da mente aperta, eu olho para a terra, sinto o ritmo calmo da natureza ao meu redor e recordo-me da maior certeza que tenho, eu escolhi viver. Não vim a este mundo para ser igual a ninguém, nem para preencher tabelas de marketing, nem para viver anestesiada numa rotina vazia. Vim para acolher, para sentir e para lembrar a quem se cruzar no meu caminho que a vida acontece na profundidade da alma. E desse lugar de verdade, eu já não abdico.

Se ler isto fez o teu coração vibrar, se também olhas ao redor e sentes que não encaixas, ou se o teu corpo já começou a gritar porque a tua alma está sufocada numa rotina mecânica... não estás sozinha. A tua sensibilidade não é uma falha. É o teu maior superpoder a tentar despertar.

Eu escolhi o silêncio, a natureza e o acolhimento real. E se hoje tu precisas de um espaço seguro, no mundo físico, para respirar, olhar nos olhos e lembrar-te de quem realmente és, eu e a minha energia estamos aqui para ti. Sem fórmulas mágicas. Apenas com verdade.

Vamos caminhar juntas?

Viver em constante stress, a tentar ser forte para tudo e todos, tem um preço muito alto. Há um momento em que  o cansaç...
03/06/2026

Viver em constante stress, a tentar ser forte para tudo e todos, tem um preço muito alto. Há um momento em que o cansaço deixa de ser físico e passa a ser da alma.

A mente não desliga, o peito aperta, e passas os dias a sobreviver, em vez de viver.

Sentes que a tua mente se tornou um lugar barulhento, exausto e que o stress assumiu o controlo, quero que saibas que é possível recuperar a tua paz.

Preparei um áudio terapêutico exclusivo. Nele, guio-te num processo profundo para desatar os nós do stress acumulado e desenvolver o alivio que o teu sistema nervoso tanto precisa.

🎁 vou oferecer este áudio gratuitamente.
Se sentes que chegou o momento de parar, respirar e cuidar de ti, escreve " QUERO" nos comentários ou por mensagem privada para o receberes.

⚠️4 sinais de que a tua exaustão já não é física, é emocional:1• A tua paciência desapareceu: coisas minúsculas itritam-...
01/06/2026

⚠️4 sinais de que a tua exaustão já não é física, é emocional:

1• A tua paciência desapareceu: coisas minúsculas itritam-te profundamente porque o teu copo já transbordou.

2• O isolamento parece um prémio: o teu plano perfeito é literalmente ninguém te dirigir a palavra.

3• Choro sem motivo: Choro fácil, apenas pelo peso acumulado de carregar o mundo às costas.

4• Dores que mudam de lugar: hoje é o pescoço, amanhã é o estômago, depois é a cabeça . É o teu sistema nervoso em alerta máximo.

O elogio de seres " forte" tornou-se na tua maior prisão. Tu não precisas de aguentar mais este ritmo, e continuar a carregar tudo sozinha não é coragem, é um castigo que te estás a impor.

A exaustão emocional resolve-se no momento em que decidires deixar de carregar o que não é teu.

Estou deste lado. Sem julgamentos. Envia-me mensagem privada.
Vamos juntas?

O que acontece quando te deixas ao abandono? 🧠💥Quando negligenciamos uma casa, as paredes racham, a pintura cai e o jard...
29/05/2026

O que acontece quando te deixas ao abandono? 🧠💥

Quando negligenciamos uma casa, as paredes racham, a pintura cai e o jardim f**a cheio de ervas daninhas. Contigo acontece exatamente o mesmo.

O "abandono" mais perigoso não é aquele que os outros te fazem. É quando tu deixas de te ouvir. É quando silencias a tua ansiedade com distrações, quando finges que o cansaço extremo é "normal" e quando adias a tua cura emocional para "depois".

Sintomas físicos e bloqueios emocionais são, na verdade, a tua mente subconsciente a gritar por socorro.
O teu corpo e a tua mente estão a enviar sinais agora mesmo. Estás a ouvir ou vais continuar a deixar-te ao abandono?

O primeiro passo para mudar a tua realidade e recuperar o controlo não está no exterior. Está no teu inconsciente. Permite-te cuidar de ti.

🌿 Queres quebrar este ciclo de autoabandono?
Permite-te mudar a partir de dentro. Envia uma mensagem 📩

Vamos juntas?
CuraEmocional

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