01/10/2026
E se eu te disser que, por trás de um prato de bacalhau, existem histórias de família, estratégia de marca e muita memória afetiva,...
1 | SAL NA ADEGA
Começamos pela mesa. Afinal, é ali que uma marca deixa de ser apenas um nome e passa a fazer parte de uma experiência.
No Sal na Adega, bacalhau, vinho, território e gastronomia contemporânea encontram-se no mesmo lugar.
2 | RIBERALVES
Você já se perguntou de onde vem o nome Riberalves?
A resposta está na própria família: Ricardo + Bernardo Alves. Em 1985, João Alves criou a empresa inspirado nos nomes dos dois filhos.
Uma curiosidade que revela algo poderoso no marketing de alimentos: quando uma marca carrega pessoas, ela carrega memória.
De uma história familiar iniciada com a venda de bacalhau porta a porta, nasceu uma referência que hoje leva o “fiel amigo” para diferentes mercados.
3 | ADEGAMÃE
E a história continua no vinho.
AdegaMãe não é apenas um nome bonito. É uma homenagem à matriarca da família, Manuela Alves.
Um nome que transforma família em identidade e identidade em posicionamento.
Porque marcas fortes não vendem somente produtos. Elas contam de onde vieram e por que existem.
4 | LÍNGUA DE BACALHAU
E então chegamos à comida.
Uma parte menos óbvia do bacalhau que ganha protagonismo à mesa.
É aqui que tradição e criatividade se encontram: aquilo que pertence à memória afetiva pode ganhar uma nova leitura sem perder sua essência.
5 | BOCHECHA DE BACALHAU
Textura, sabor e surpresa.
Porque gastronomia também é descoberta e o marketing de alimentos sabe disso muito bem: o inesperado cria memória.
No fim, a experiência não foi apenas sobre bacalhau e vinho, mas sobre território, cultura, comida afetiva e marcas que transformam histórias em experiências.
📍 Ventosa, Torres Vedras — Região Oeste de Portugal.