07/09/2026
**A Osteopatia Infantil começa apenas depois do nascimento? 👶**
Quando pensamos em Osteopatia Infantil, é natural imaginarmos a avaliação do bebé já depois de nascer.
Mas compreender um recém-nascido também implica conhecer a história que antecedeu o nascimento.
A gravidez e o parto fazem parte dessa história: posição e apresentação fetal, duração e características do trabalho de parto, parto vaginal ou cesariana, utilização de instrumentos e intercorrências durante a gravidez ou nascimento são informações que podem ser relevantes quando avaliamos posteriormente o bebé.
Depois do nascimento, há ainda um enorme processo de adaptação. É nesta fase que os pais podem procurar ajuda perante situações como preferência persistente em rodar a cabeça para um lado, alterações da mobilidade cervical ou assimetrias cranianas, entre outras situações que justificam uma avaliação adequada.
Na Osteopatia Infantil, o objetivo não deve ser procurar uma “disfunção” em todos os bebés.
Deve ser observar, avaliar e perceber se existe realmente algo em que possamos ajudar, reconhecendo também quando é necessário encaminhar para o pediatra ou para outro profissional de saúde.
Porque um bebé não começa a sua história clínica no dia em que entra no consultório: a gravidez, o nascimento e as primeiras semanas também fazem parte dela.
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