Ana Maria Bispo Gonçalves - Terapeuta -Constelações Sistémicas

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GRUPO DE CONSTELAÇÕES SISTÉMICAS E PESSOAIS31 de outubro | Sábado | 13h às 19h30DIVÓRCIO SISTÉMICO E PERDÃOSerá que, no ...
25/10/2026

GRUPO DE CONSTELAÇÕES SISTÉMICAS E PESSOAIS

31 de outubro | Sábado | 13h às 19h30

DIVÓRCIO SISTÉMICO E PERDÃO

Será que, no fundo da minha alma, já encerrei verdadeiramente a relação que tive com alguém no passado?

Será que curei as feridas emocionais? Será que consegui perdoar? Será que, no meu inconsciente, já deixei essa pessoa ir?

Por vezes, acreditamos que já ultrapassámos uma relação. Dizemos a nós próprios que está tudo bem, que já não sentimos nada, que já perdoámos e que até conseguimos falar com essa pessoa sem qualquer problema.

Mas será que, emocionalmente, estamos mesmo livres?

Às vezes, continuamos ligados a alguém através de mágoas, ressentimentos, raiva, desilusões ou palavras que ficaram por dizer. Outras vezes, mantemos um contacto frequente, através de mensagens ou conversas, sem percebermos que ainda existe algo por resolver dentro de nós.

E, enquanto uma parte de nós acredita que já seguiu em frente, outra pode continuar presa ao passado.

O divórcio sistémico, através das constelações, convida-nos a olhar para essas relações e para os vínculos emocionais que ainda podem existir, mesmo quando acreditamos que tudo terminou.

É um olhar profundo sobre aquilo que ficou por resolver, sobre as feridas que ainda precisam de ser reconhecidas e sobre a dificuldade de libertar alguém que, de alguma forma, continua a ocupar um lugar dentro de nós.

Quantas vezes desejamos encontrar uma nova pessoa, viver um novo amor e construir uma relação diferente, mas sentimos que ninguém aparece, que ninguém nos desperta verdadeiramente ou que ninguém consegue permanecer na nossa vida?

Será que ainda existe algo do passado a precisar de ser olhado?

Será que ainda carregamos mágoas que não nos permitem abrir verdadeiramente o coração?

Ou será que continuamos inconscientemente ligados a alguém que acreditamos já ter deixado para trás?

Através das constelações sistémicas, podemos olhar para estas dinâmicas, reconhecer o que ainda nos prende e abrir espaço para um novo movimento na nossa vida.

Um movimento que nos permita seguir em frente, acolher o passado e abrir o coração a um novo amor — ou, se a vida assim o permitir, olhar para a mesma pessoa de um

GRUPO DE CONSTELAÇÕES SISTÉMICAS E PESSOAIS31 de outubro | Sábado | 13h às 19h30DIVÓRCIO SISTÉMICO E PERDÃOSerá que, no ...
25/10/2026

GRUPO DE CONSTELAÇÕES SISTÉMICAS E PESSOAIS

31 de outubro | Sábado | 13h às 19h30

DIVÓRCIO SISTÉMICO E PERDÃO

Será que, no fundo da minha alma, já encerrei verdadeiramente a relação que tive com alguém no passado?

Será que curei as feridas emocionais? Será que consegui perdoar? Será que, no meu inconsciente, já deixei essa pessoa ir?

Por vezes, acreditamos que já ultrapassámos uma relação. Dizemos a nós próprios que está tudo bem, que já não sentimos nada, que já perdoámos e que até conseguimos falar com essa pessoa sem qualquer problema.

Mas será que, emocionalmente, estamos mesmo livres?

Às vezes, continuamos ligados a alguém através de mágoas, ressentimentos, raiva, desilusões ou palavras que ficaram por dizer. Outras vezes, mantemos um contacto frequente, através de mensagens ou conversas, sem percebermos que ainda existe algo por resolver dentro de nós.

E, enquanto uma parte de nós acredita que já seguiu em frente, outra pode continuar presa ao passado.

O divórcio sistémico, através das constelações, convida-nos a olhar para essas relações e para os vínculos emocionais que ainda podem existir, mesmo quando acreditamos que tudo terminou.

É um olhar profundo sobre aquilo que ficou por resolver, sobre as feridas que ainda precisam de ser reconhecidas e sobre a dificuldade de libertar alguém que, de alguma forma, continua a ocupar um lugar dentro de nós.

Quantas vezes desejamos encontrar uma nova pessoa, viver um novo amor e construir uma relação diferente, mas sentimos que ninguém aparece, que ninguém nos desperta verdadeiramente ou que ninguém consegue permanecer na nossa vida?

Será que ainda existe algo do passado a precisar de ser olhado?

Será que ainda carregamos mágoas que não nos permitem abrir verdadeiramente o coração?

Ou será que continuamos inconscientemente ligados a alguém que acreditamos já ter deixado para trás?

Através das constelações sistémicas, podemos olhar para estas dinâmicas, reconhecer o que ainda nos prende e abrir espaço para um novo movimento na nossa vida.

Um movimento que nos permita seguir em frente, acolher o passado e abrir o coração a um novo amor — ou, se a vida assim o permitir, olhar para a mesma pessoa de uma forma diferente, a partir de um lugar mais livre e consciente.

Porque terminar uma relação não significa, necessariamente, ter encerrado tudo dentro de nós.

O verdadeiro encerramento começa quando conseguimos olhar para o que vivemos, reconhecer as nossas feridas e deixar de carregar aquilo que já pertence ao passado.

Vem olhar para a tua história. Vem compreender o que ainda te liga ao passado e abrir espaço para um novo caminho.

Inscreve-te.

Ana Bispo

GRUPO DE CONSTELAÇÕES SISTÉMICAS E PESSOAIS31 de outubro | Das 13h às 19h30Tema: O PerdãoQuantas vezes continuamos a car...
20/10/2026

GRUPO DE CONSTELAÇÕES SISTÉMICAS E PESSOAIS

31 de outubro | Das 13h às 19h30

Tema: O Perdão

Quantas vezes continuamos a carregar mágoas, ressentimentos e sentimentos de ódio que, muitas vezes, não começaram connosco?

Através das Constelações Sistémicas, podemos olhar para as histórias familiares que ficaram marcadas pela dor, pelas injustiças, pelos conflitos, pelas partilhas e por situações em que alguém não conseguiu perdoar.

Por vezes, aquilo que sentimos hoje está ligado a histórias antigas do nosso sistema familiar, a pessoas que vieram antes de nós e que viveram sem conseguir libertar-se da raiva, da mágoa ou do ressentimento. Inconscientemente, podemos continuar a dar seguimento a essas histórias, mantendo vivos conflitos que atravessam gerações.

Também nos relacionamentos anteriores podem ficar feridas profundas, desilusões e sentimentos de rejeição que continuam a condicionar a nossa vida. Quando não conseguimos libertar-nos dessas histórias, permanecemos emocionalmente ligados ao passado, impedindo-nos de viver plenamente o presente.

Por vezes, agarramo-nos tanto à raiva e ao ressentimento que, sem nos apercebermos, preferimos continuar a sofrer a olhar para aquilo que nos prende. Até os filhos podem ficar envolvidos nos conflitos dos pais, carregando dores e lealdades que não lhes pertencem.

Perdoar não significa esquecer, justificar o que aconteceu ou aceitar aquilo que nos fez sofrer. Significa, antes de mais, podermos libertar-nos do peso emocional que continuamos a carregar e deixar de alimentar os conflitos que nos impedem de seguir em frente.

Neste encontro, vamos olhar para estas dinâmicas através das Constelações Sistémicas e Pessoais, dando espaço à compreensão das histórias que nos marcaram e à possibilidade de interromper ciclos de sofrimento, para que cada um possa ocupar o seu lugar e seguir o seu caminho com maior liberdade interior.

Valores de participação

Constelar um tema pessoal: 75 €

Participar vivencialmente no grupo: 30 €

Inscrições: 9177 157 26

Ana Bispo

Grupo de Constelações Sistêmicas,pessoaisSábado dia 10 de outubro13h-19h30mNem sempre aquilo que fazemos numa relação na...
07/10/2026

Grupo de Constelações Sistêmicas,pessoais
Sábado dia 10 de outubro
13h-19h30m
Nem sempre aquilo que fazemos numa relação nasce verdadeiramente do adulto que somos hoje.

Muitas vezes, por trás de uma traição, de uma escolha repetida, de uma dificuldade em permanecer numa relação ou até da procura incessante por determinado tipo de parceiro, existe uma parte nossa que ainda vive histórias antigas.

A criança que fomos pode continuar a procurar, através dos relacionamentos, aquilo que um dia lhe faltou: amor, reconhecimento, segurança, pertença ou simplesmente o direito de ocupar o seu lugar.

Por vezes, procuramos no parceiro aquilo que gostaríamos que tivesse sido diferente na relação dos nossos pais. Queremos construir um casamento completamente diferente do que conhecemos e, sem perceber, podemos estar a tentar reparar uma história que não nos pertence.

Outras vezes, fazemos exatamente o contrário: repetimos padrões conhecidos, porque aquilo que vivemos na infância, mesmo quando foi doloroso, tornou-se familiar.

Também podemos encontrar movimentos em que permanecemos demasiado ligados à mãe ou ao pai, procurando naquela relação de origem a segurança que já deveríamos conseguir encontrar dentro de nós próprios.

E é aí que podemos começar a perceber determinados bloqueios, escolhas repetitivas, sabotagens e comportamentos que nos afastam da relação que desejamos viver.

Não se trata de culpar os pais, o parceiro ou o passado.

Trata-se de olhar para dentro.

Reconhecer a criança que ainda carrega determinadas dores, compreender o que ela procura e permitir que o adulto que somos hoje assuma o seu lugar.

Quando começamos a fazer esse movimento interior, deixamos pouco a pouco de pedir ao outro que repare aquilo que ficou por resolver em nós.

E, nesse espaço, pode nascer algo novo: uma relação construída a partir da consciência, da responsabilidade e da maturidade, em vez de ser conduzida pelas feridas do passado.

Talvez muitas das nossas dificuldades no amor não estejam apenas na pessoa que temos à nossa frente…

Talvez também exista uma criança dentro de nós a pedir:

“Olha para mim. Reconhece-me. Mas agora deixa-me seguir.”
Faz a tua consulta ou constela

GRUPO DE CONSTELAÇÕES SISTÉMICAS E PESSOAISSábado, 10 de outubro | 13h00 às 19h30O que acontece quando te permites parti...
02/10/2026

GRUPO DE CONSTELAÇÕES SISTÉMICAS E PESSOAIS
Sábado, 10 de outubro | 13h00 às 19h30

O que acontece quando te permites participar verdadeiramente num grupo de constelações?

Participar ativamente num grupo é muito mais do que estar presente. É permitir-te entrar no campo, sentir, expressar, reconhecer e, muitas vezes, tocar em partes da tua própria história que ainda precisam de ser vistas.

Quando participas como representante na história de outra pessoa, algo muito profundo pode acontecer.

Mesmo não sendo a tua história, podes reconhecer emoções, movimentos, sensações ou sentimentos que também fazem parte do teu caminho. E, precisamente porque não estás a representar conscientemente a tua própria história, podes encontrar um espaço de maior liberdade para expressar aquilo que tantas vezes ficou guardado dentro de ti.

Podes dizer.
Podes sentir.
Podes mover-te.
Podes libertar.
Podes simplesmente permitir que algo se manifeste.

A história do outro pode tocar a tua própria história.

É por isso que, num grupo de constelações, participantes e constelados fazem parte de um processo de profunda transformação. Enquanto acompanhas o processo de alguém, também podes estar a olhar para ti. Enquanto sentes o movimento do outro, podes encontrar um movimento dentro de ti.

Cada história pode trazer um espelho.

Cada representação pode abrir uma porta.

Cada emoção que se manifesta pode levar-te um pouco mais fundo dentro de ti.

Experimenta participar.
Experimenta sair do lugar de quem apenas observa e permite-te viver a experiência.

Conecta-te com aquilo que está para além das palavras.
Escuta o teu corpo.
Sente o campo.
Permite-te contactar com o fundo da tua alma.

Talvez, através da história de alguém, encontres uma parte da tua própria história que há muito espera ser reconhecida.

E talvez, ao permitires que algo se expresse através de ti, descubras que também existe em ti algo que precisa de ser libertado.

Vem experimentar.
Vem sentir.
Vem participar.
Vem permitir-te.

Um grupo de constelações pode ser um espaço de encontro profundo contigo, com o outro e com aquilo que ainda procura um lugar dentro de ti.

Ana Bispo

29/09/2026

Constelações

29/09/2026

Endereço

Porto
4050-424

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 19:00
Terça-feira 09:00 - 19:00
Quarta-feira 09:00 - 19:00
Quinta-feira 09:00 - 19:00
Sexta-feira 09:00 - 19:00

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