25/10/2026
GRUPO DE CONSTELAÇÕES SISTÉMICAS E PESSOAIS
31 de outubro | Sábado | 13h às 19h30
DIVÓRCIO SISTÉMICO E PERDÃO
Será que, no fundo da minha alma, já encerrei verdadeiramente a relação que tive com alguém no passado?
Será que curei as feridas emocionais? Será que consegui perdoar? Será que, no meu inconsciente, já deixei essa pessoa ir?
Por vezes, acreditamos que já ultrapassámos uma relação. Dizemos a nós próprios que está tudo bem, que já não sentimos nada, que já perdoámos e que até conseguimos falar com essa pessoa sem qualquer problema.
Mas será que, emocionalmente, estamos mesmo livres?
Às vezes, continuamos ligados a alguém através de mágoas, ressentimentos, raiva, desilusões ou palavras que ficaram por dizer. Outras vezes, mantemos um contacto frequente, através de mensagens ou conversas, sem percebermos que ainda existe algo por resolver dentro de nós.
E, enquanto uma parte de nós acredita que já seguiu em frente, outra pode continuar presa ao passado.
O divórcio sistémico, através das constelações, convida-nos a olhar para essas relações e para os vínculos emocionais que ainda podem existir, mesmo quando acreditamos que tudo terminou.
É um olhar profundo sobre aquilo que ficou por resolver, sobre as feridas que ainda precisam de ser reconhecidas e sobre a dificuldade de libertar alguém que, de alguma forma, continua a ocupar um lugar dentro de nós.
Quantas vezes desejamos encontrar uma nova pessoa, viver um novo amor e construir uma relação diferente, mas sentimos que ninguém aparece, que ninguém nos desperta verdadeiramente ou que ninguém consegue permanecer na nossa vida?
Será que ainda existe algo do passado a precisar de ser olhado?
Será que ainda carregamos mágoas que não nos permitem abrir verdadeiramente o coração?
Ou será que continuamos inconscientemente ligados a alguém que acreditamos já ter deixado para trás?
Através das constelações sistémicas, podemos olhar para estas dinâmicas, reconhecer o que ainda nos prende e abrir espaço para um novo movimento na nossa vida.
Um movimento que nos permita seguir em frente, acolher o passado e abrir o coração a um novo amor — ou, se a vida assim o permitir, olhar para a mesma pessoa de um