24/08/2026
Há quanto tempo é que anda com uma caixa de anti-inflamatórios na mala?
Se já vai na terceira ou na quarta compra, isto é para si.
Não é para lhe dizer que fez mal em tomar. Fez o que qualquer pessoa faz, e o médico receitou o que devia receitar. O problema não é esse.
O problema é que o comprimido tira a dor durante umas horas e a seguir volta tudo ao mesmo. À mesma hora do dia. Ao mesmo gesto. Ao mesmo lado. E lá vai outro comprimido antes do turno para aguentar.
Há uma razão para isso, e não é a senhora nem o senhor.
O anti-inflamatório atua na inflamação. Não atua no tecido.
O músculo que endureceu há meses para proteger a zona continua endurecido quando o efeito passa. A articulação que deixou de fazer o movimento até ao fim continua a fazê-lo pela metade. O corpo aprendeu a compensar e ninguém lhe desfez a compensação. Nada disto se resolve por dentro do estômago — resolve-se com mãos, em cima da zona.
Por isso é que se levanta da cadeira ao fim do dia e dói na mesma. Por isso é que vira o pescoço para estacionar e dói na mesma. Não é falta de esforço seu. É que a parte que faltava tratar nunca foi tratada.
É essa parte que eu faço:
— Massagem de recuperação avançada, para soltar o tecido que está a puxar a zona onde dói. — Agulhas, para baixar a tensão do músculo que já não desarma sozinho, por muito que descanse. — Eletroestimulação, para pôr esse músculo outra vez a contrair como deve, em vez de continuar a poupar-se.
E uma nota que faço questão de deixar por escrito: a sua medicação é assunto do seu médico. Não deixe nem reduza nada por sua conta por ter lido isto. O que eu vejo, ao fim de anos a trabalhar, é que quando o tecido melhora há muita gente que passa a precisar menos do comprimido — e essa conversa faz-se com o médico, depois, com resultados à frente. Não com uma promessa minha.
Sou o Terapeuta Nuno Basto, da Clinatura, em Santa Comba Dão. Terapia de recuperação avançada: primeiro avaliação — onde está a tensão, o que dói ao movimento, o que muda com a pressão — só depois mãos ao trabalho. Não é massagem de relaxamento nem protocolo igual para toda a gente.
Não faço diagnósticos nem prometo curas. Isso é do médico. O que faço é tratar o tecido que ficou por tratar.
E digo-lhe com franqueza logo na primeira avaliação se é caso para trabalhar consigo ou não. Se não for, digo-lhe na cara e indico-lhe onde ir.
Quatro coisas que costumam travar quem já pensou em marcar:
"Não sei quanto custa." Pergunte por mensagem. Digo-lhe o valor antes de marcar seja o que for, e não f**a com compromisso nenhum por ter perguntado.
"Depois obrigam-me a comprar um pacote de seis." Não vendo pacotes. Vem uma vez, vê como é, e decide depois. Na avaliação digo-lhe honestamente quantas sessões acho que são precisas — e se achar que não é caso para mim, digo-lho na cara.
"Trabalho por turnos, não tenho hora." De 15 em 15 dias atendo ao sábado. Diga-me a sua disponibilidade e vemos o que dá.
"Custa-me ligar." Então mande mensagem. Nem precisa de dizer o nome logo. Quem lê e responde sou eu, não é uma central.
Marcar é assim:
Telefone: 935 549 192 WhatsApp (mesmo número): 935 549 192 Ou mensagem aqui pela página.
Clinatura — Santa Comba Dão.
Se conhece alguém que anda há meses com dores e com a caixa dos comprimidos sempre à mão, partilhe com essa pessoa. É capaz de lhe fazer mais jeito do que a si.