05/09/2026
E algumas podem surpreender-te.
1\. Não tentaria comer o mínimo possível.
Se o apetite diminuiu, é fácil pensar:
“Quanto menos comer, mais depressa emagreço.”
Mas o objectivo não é ver até onde consegues reduzir a comida.
É garantir que, mesmo com menos fome, consegues ter uma alimentação nutricionalmente adequada.
2\. Não ignoraria completamente a proteína.
Quando comes menos, cada refeição passa a ter ainda mais importância.
Não precisas de transformar a alimentação numa obsessão por gramas de proteína, mas faria questão de incluir boas fontes regularmente.
3\. Não viveria à base de refeições minúsculas e snacks aleatórios.
“Não tenho fome, por isso vou petiscando qualquer coisa durante o dia.”
Pode parecer prático.
Mas comer pouco não signif**a necessariamente comer bem.
Uma estrutura alimentar adequada pode continuar a ser importante, mesmo quando a fome muda.
4\. Não entraria em guerra com a balança.
O peso pode oscilar por várias razões e uma subida pontual não signif**a automaticamente recuperação de gordura.
Não deixaria que um número de um dia definisse se “está a resultar” ou não.
5\. Não acharia que o Mounjaro resolve a minha relação com a comida.
Esta talvez seja a mais importante.
O medicamento pode ajudar a reduzir o apetite e facilitar a perda de peso.
Mas não apaga anos de dietas.
Não elimina automaticamente a culpa.
Não ensina, sozinho, a lidar com comer emocional.
E não decide por ti o que fazer quando o tratamento terminar ou quando a fome voltar a mudar.
Para mim, tomar Mounjaro não deveria signif**ar simplesmente “comer menos”.
Deveria ser uma oportunidade para construir uma forma de comer que seja adequada ao teu corpo, ao teu objectivo e à tua vida.
Porque o medicamento pode fazer parte da estratégia.
Mas não deve ser a estratégia inteira.
Se estás a tomar Mounjaro, qual destes 5 pontos te fez pensar:
“Ok, isto ninguém me tinha explicado assim”?
Guarda este post e envia-o a alguém que esteja a passar pelo mesmo.