Vanda Vitorino - Psicóloga Clínica

Vanda Vitorino - Psicóloga Clínica Psicóloga Clínica (Cédula Profissional n.° 11389). Especialista nas áreas de Clínica e Saúde e da Justiça, reconhecida e certificada pela OPP.

Apoio e acompanhamento no âmbito da Parentalidade Adotiva.

26/05/2026
📍Apoio especializado aos pais na Parentalidade Adotiva 📍Apoio às crianças e jovens na construção da sua identidade adoti...
26/05/2026

📍Apoio especializado aos pais na Parentalidade Adotiva

📍Apoio às crianças e jovens na construção da sua identidade adotiva





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28/04/2026
22/04/2026

A sexualidade não é nem uma necessidade básica nem é tão natural como a sede. A forma como se fala dela - por vezes, na escola - parece torná-la numa espécie de cio sem hora marcada. E, de equívoco em equívoco, cria-se uma onda de mal-entendidos que enviesa, prejudica e maltrata.

A sexualidade não é um débito conjugal como, dantes, se falava quando era vista como uma obrigação do casamento. É um crédito que se subscreve e aprofunda entre duas pessoas que se confiam uma à outra.

A sexualidade é corpo, cérebro e relação. Daí que seja tão difícil que dois mundos diferentes um do outro se toquem da superfície da pele ao fundo da alma e os dois se alinhem e aprofundem num só voar.

A sexualidade não é um impulso. Mas o desejo é uma escolha! Que não é estranha à admiração, à beleza e à forma como duas pessoas têm a coragem e a humildade de se despirem por dentro uma para a outra.

Não há sexualidade sem compromisso. Porque todas as relações implicam lealdade, autonomia, transparência e liberdade. E verdade! Seja qual for o formato de compromisso que duas pessoas entendam assumir uma com a outra.

Ninguém nasce competente para a sexualidade. Nem a puberdade nem a adolescência capacitam para aquilo que só se aprende quando se vive. A sexualidade precisa de tempo e ganha se for protegida de experiências que a conspurquem de dor, de fealdade ou de violência.

Não é verdade que, na sexualidade, haja experiências descartáveis e experiências importantes. Todas elas, quando se juntam e dialogam entre si, criam as condições para sermos ou felizes ou para se tecerem, silenciosamente, os argumentos com que a sexualidade decepciona, agride ou mortifica.

É por tudo isto que vários acontecimentos recentes acerca de abusos se***is sobre mulheres não são sexualidade. São violência e são maldade! Que não só abalroam a vida de cada uma delas como comprometem a forma como virão a viver no futuro a confiança, o amor e a sexualidade. Poque criam cicatrizes para sempre!

Justificar a violência na sexualidade ou “normalizá-la” transforma essa discussão numa forma de nos conspurcarmos uns aos outros. E isso é perverso! Porque intoxica a sexualidade de malevolência e despudor.

17/04/2026

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