Psicologia em Setúbal

Ligar Como chegar Website Contactar o negócio

Psicologia em Setúbal A página Psicologia em Setúbal partilha conteúdos de várias fontes sobre psicologia.

12/07/2025

A Inteligência Emocional é a capacidade de reconhecer, compreender e gerir as nossas próprias emoções, bem como de reconhecer as emoções dos outros (Salovey & Mayer, 1990). Esta é fundamental para o desenvolvimento pessoal e profissional, pois desempenha um papel crucial nas nossas interações sociais e na forma como enfrentamos os desafios do quotidiano (Goleman, 2020).

25/06/2024
18/01/2024

Os videojogos fazem bem ao desenvolvimento. Levam a concentração e a atenção “ao limite”. Mesmo nos adolescentes tidos pelos pais como distraídos ou com défices de atenção… Desafiam para lógicas de combinação a uma velocidade estonteante que são amigas da capacidade de associar, de discorrer e de decidir. Desenvolvem a lógica, a formulação de hipóteses e a resolução de problemas. São pensamento matemático. Testam reflexos e motricidade. Autonomia e capacidade de decisão. Competitividade e rivalidade. Determinação e ambição. Êxtase e tolerância à frustração. Por tudo isto, os videojogos fazem bem à saúde. Quer quando se jogam a sós como “em rede”.

Mas porque têm gráficos magníficos, enredos intensos e arrebatadores e colocam desafios sempre em crescendo, os videojogos, primeiro, seduzem. E, a seguir, viciam. E porque colocam os jovens em rede e lhes disponibilizam chats que fazem com eles socializem sempre em contexto de jogo, “agarram-nos”. Os videojogos são responsáveis por alterações signif**ativas de comportamento. Aumentam as perturbações de humor e as manifestações ansiosas. Aumentam a distracção e a impulsividade. Aumentam o sedentarismo e a irascibilidade. Aumentam o mau humor e agressividade. Aumentam os problemas do sono e a obesidade. Aumentam a vulnerabilidade na relação com terceiros e o ciberbulying. E aumentam os comportamentos de dependência. Ou seja, consumidos sem moderação, os videojogos são perigosos!

Não é, diante de tudo isto, razoável que se espere que sejam os adolescentes a “auto-regularem” a sua relação com os videojogos. Porque a forma como eles são construídos leva a que fiquem “dependentes”. E, em consequência disso, os consumam de modo signif**ativamente mais intenso, por mais horas e com comportamentos mais desregrados.

Por tudo isto, a função dos pais diante dos videojogos é preciosíssima. No sentido de definirem tempos estritos de convivência com os videojogos. De forma coerente e constante. De modo a que os ganhos que eles trazem aos adolescentes não fiquem comprometidos pelos custos, exorbitantes, que podem ter.

Excelente campanha da Kindology no Dia Mundial da Saúde Mental.
10/10/2023

Excelente campanha da Kindology no Dia Mundial da Saúde Mental.

01/06/2023

“No burnout a pessoa f**a muito fria, hostil, irritável e intolerante. Perde capacidade de concentração e memória, e não percebe o que está a acontecer. Normalmente são pessoas com grande capacidade de trabalho e f**am ainda mais irritáveis por não estarem a conseguir fazer o que consegui...

01/06/2023

A síndrome de Burnout

“Sinto que não controlo a minha Vida!”; “Não tenho tempo para fazer tudo e desato aos berros por qualquer coisa!”; “Ando sempre exausta e só me apetece dormir ou fugir daqui!”; “Sinto que me falha a memória e não me consigo concentrar! Devo estar com algum problema no cérebro!”

São vários os modos como as pessoas chegam ao gabinete para uma primeira sessão. Queixam-se do stress exagerado e “inevitável” em que vivem há meses, anos... Que o tempo não chega para nada… que deixam sempre algo por fazer e sentem-se culpadas por isso. “Eu devia ter mais tempo para os meus filhos, mas não consigo…”

No trabalho, as dez a catorze horas não chegam para tanta exigência, dos outros e do(a) próprio(a) trabalhador(a). As chamadas, SMS’s e os emails são consultados e respondidos muitas vezes dentro e fora da empresa, dentro e fora do horário de descanso. “Fica sempre tanto por fazer…” e esse descanso, quando existe é passado a dormir. Mal…!

A compensar outras tantas horas de sono por dormir, ou de sono induzido por fármacos. “Caso contrário acho que não adormecia… Ou então três horas depois de adormecer estava a acordar e aproveitava para resolver mais alguns assuntos.”

Viver implica stress. Uma determinada dose de incerteza em que ponderamos sobre as nossas capacidades serem suficientes para lidar com os problemas do dia-a-dia. Os esperados e os inesperados. Não terá é de ser sempre com uma dose intensa de ansiedade e irritabilidade. Ou sente que sim…?

As alterações de stress preparam o nosso corpo em caso de ameaça, mas também podem surgir quando nos preocupamos ou antecipamos algo. Já deve ter ouvido falar da reação de “luta ou fuga”…

Isto acontece quando o nosso corpo, em stress, produz cortisol, adrenalina e noradrenalina. Estes neurotransmissores vão permitir aumentar os níveis de energia para permitir ao corpo uma reação rápida à “ameaça”. Contudo, stress intenso e/ou prolongado leva o organismo além daquilo que deveria suportar. E isto pode dar origem a vários sintomas físicos e mentais, e mesmo a uma síndrome de burnout.

Veja bem se isto lhe parece familiar… Mais tarefas do que aquelas que deveria aceitar; baixo ou nenhum reconhecimento por colegas, chefes, amigos ou família, bem como a combinação de algumas caraterísticas pessoais.

Nomeadamente, ser perfecionista, priorizar os compromissos em detrimento de si mesmo(a), sentido exagerado de sacrifício colocando a saúde em risco. São apenas alguns fatores que aumentam a probabilidade de vir a desenvolver esta síndrome.

Durante uma síndrome de burnout o seu interesse pelo trabalho quebra drasticamente. Sente-se constantemente inquieto(a) e tenso(a), e pode ter variados sintomas físicos, dores, dificuldades de concentração e de memória. Sente que não tem tempo nem energia para si e para a sua família…

Poderá haver uma tendência para o abuso de álcool, cafeína, calmantes, ou outras substâncias… Tensão arterial alta, ou mesmo sofrer de arritmias, um ataque cardíaco ou um enfarte.

É uma síndrome tratável, mas não é algo fácil de se ultrapassar sozinho(a). Se tem alguns dos sintomas acima mencionados ou da listagem seguinte, procure ajuda clínica especializada. O Médico de Família ou um psicólogo poderão ser um bom ponto de partida para a mudança.

Com o psicólogo aprenderá a ver melhor os fatores que levaram a esse desgaste físico e mental, aprenderá a cuidar de si mesmo(a) gerindo melhor o equilíbrio entre o trabalho, o lazer e o descanso. Aprenderá a relaxar, através de técnicas especif**as, ou mesmo com atividades divertidas como o desporto, a dança, a música, entre outras…

Sim. Vai encontrar tempo para isso… e não vai estar sozinho(a). Alguém que passa por isto precisa de alguém que dê coragem para levar estes sintomas a sério e que possa fazer companhia, quando possível, naquelas atividades.

Saúde mental: crise na habitação provoca maior procura por psicólogos
27/05/2023

Saúde mental: crise na habitação provoca maior procura por psicólogos

O psicólogo especialista em temas sociais, de educação, do trabalho e das organizações Tiago Pereira admite que a crise na habitação é indivisível de outras crises que afetam os portugueses. Alerta para os efeitos prolongados e não imediatos das crises na saúde mental e confirma que os te...

27/05/2023

Endereço

Avenida Combatentes Da Grande Guerra, 14
Setúbal
2900-328

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviamos-lhe um e-mail quando Psicologia em Setúbal publicar novidades e promoções. O seu endereço de e-mail não será utilizado para nenhum outro fim e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Contactar O Negócio

Envie uma mensagem para Psicologia em Setúbal:

Atalhos

Partilhar