Marina Silva. Terapeuta

Marina Silva. Terapeuta Útero * Ancestralidade * Padrões Repetitivos

👉🏼 Guio mulheres na cura do feminino ferido
Inicia a tua jornada de cura👇🏼

Às vezes, a dependência emocional não nasce apenas do medo de perder alguém, nasce do medo de voltar a sentir o abandono...
31/08/2026

Às vezes, a dependência emocional não nasce apenas do medo de perder alguém, nasce do medo de voltar a sentir o abandono que um dia sentimos em criança.

Quando uma criança vive desamparo emocional, aprende demasiado cedo o que é sentir uma dor sem ter alguém emocionalmente disponível para a acolher.
E essa dor f**a no corpo, na memória, no sistema nervoso.

Mais tarde, inconscientemente, podemos procurar relações, presença, atenção e confirmação como uma forma de nos protegermos de voltar a sentir aquilo.
“Se ele f**ar, eu não volto a sentir aquela solidão.”
“Se eu for importante para alguém, não volto a sentir que não sou suficiente.”

E assim, sem percebermos, podemos começar a depender do outro não apenas para o amar, mas para não reencontrar a dor daquela criança que um dia se sentiu abandonada.
A cura não está em deixarmos de precisar dos outros.

Está em podermos voltar àquela criança e dizer:
“Eu vejo a tua dor.
Eu estou aqui.
Hoje, já não estás sozinha.”

A comunidade mulher inteira está a chegar, um lugar de encontro, de cura e libertação de dores da infância, sabe mais por mensagem privada ou comenta "inteira" para receberes todas as informações.

Seguimos juntas ❤️

28/08/2026
A menstruação ainda é um peso para muitas mulheres. Durante anos ensinaram-nos a esconder o sangue. A esconder a dor, a ...
28/08/2026

A menstruação ainda é um peso para muitas mulheres. Durante anos ensinaram-nos a esconder o sangue. A esconder a dor, a esconder a necessidade de parar. A esconder que estamos menstruadas.

"Não digas que estás com o período."
"Não manches a roupa."
"Não sejas dramática."
"É normal doer."
"É só uma menstruação."
E, pouco a pouco, muitas mulheres aprenderam a rejeitar uma parte do próprio corpo.

A menstruação passou a ser sinónimo de incómodo.
De vergonha, de limitação, de dor que se suporta em silêncio. Há mulheres que todos os meses desejam que ela não venha. Outras que sentem medo dos dias que se aproximam. Outras que vivem com dores tão intensas que aprenderam a normalizá-las.

E talvez seja importante começarmos a perguntar: Que relação me ensinaram a ter com o meu sangue? Porque o nosso corpo não nasceu para ser nosso inimigo.

A menstruação não é sujidade, não é fraqueza, não é algo de que tenhamos de ter vergonha.

É uma expressão do corpo feminino — embora dor menstrual intensa ou incapacitante não deva ser simplesmente normalizada e mereça ser avaliada.

Talvez a cura do feminino também passe por isto:
* voltar a olhar para o nosso corpo sem rejeição.
* permitir-nos ouvir aquilo que ele pede.
* deixar de lutar contra os nossos ciclos.
* dar espaço ao descanso, ao recolhimento e à sensibilidade.
* fazer as pazes com aquilo que durante tanto tempo nos ensinaram a esconder.

E se, em vez de viveres a tua menstruação como um peso, começasses a construir uma relação diferente com ela?

Não precisamos de romantizar a dor. Precisamos, antes de tudo, de deixar de rejeitar o corpo que a sente.

Talvez a relação com o feminino comece aqui: no momento em que deixamos de querer que uma parte de nós desapareça, no momento em que paramos de rejeitar uma parte dele, no momento em que paramos de nos julgar ou sentir culpa.

Em setembro começa a comunidade mulher inteira um lugar de acolhimento e cura do feminino, onde iremos abraçar todas as nossas partes, com verdade, sem perfeição.

Sabe mais por mensagem privada, no link da bio ou comenta inteira para saberes mais informações.

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E se, por algumas horas, não tivesses de cuidar de ninguém?E se pudesses simplesmente parar, respirar, sentir e voltar a...
25/08/2026

E se, por algumas horas, não tivesses de cuidar de ninguém?

E se pudesses simplesmente parar, respirar, sentir e voltar a ti?

No dia 26 de setembro, convido-te para um Círculo de Mulheres muito especial. Vamos começar pela nossa base: os chakras raiz e sacral.

*O enraizamento.
* A segurança.
* A energia vital.
* O movimento.
* A sensualidade.
* A capacidade de sentir e deixar fluir.

Através da meditação, dança, limpeza sistémica do útero, partilha e ritual de Lua Cheia, vamos criar um espaço para escuta, presença e conexão com o corpo e com o feminino.

Não precisas de saber dançar, não precisas de ter experiência em meditação, não precisas de "saber fazer" nada. Só precisas de chegar como estás.

Este será o primeiro de um percurso de círculos dedicados aos diferentes chakras, começando pela nossa raiz e pelo nosso centro sacral.

Porque antes de expandirmos... precisamos de criar raízes.
E antes de florescermos... precisamos de voltar a habitar o nosso corpo.

🌕 26 de setembro | 17h–20h
📍 Torres Novas

As vagas são limitadas para mantermos um espaço íntimo e acolhedor.

Se sentes o chamado para estar neste círculo, comenta "CÍRCULO" ou sabe mais informações por mensagem privada ou no link disponível na minha bio no início da página.

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O teu útero também guarda histórias?A Limpeza Sistémica do Útero é um espaço de olhar para tudo aquilo que, simbolicamen...
24/08/2026

O teu útero também guarda histórias?

A Limpeza Sistémica do Útero é um espaço de olhar para tudo aquilo que, simbolicamente, carregamos no nosso feminino: experiências, emoções, relações, padrões familiares e memórias que podem continuar a influenciar a forma como nos relacionamos connosco, com o nosso corpo e com o outro.

Não se trata apenas de "limpar", é escutar, é acolher, é reconhecer aquilo que precisa de ser visto. É devolver o que não nos pertence, é abrir espaço para uma nova relação com o nosso corpo e com o nosso feminino. E cada processo é único.

A partilha que vês nesta publicação pertence a uma mulher que decidiu olhar para a sua história e que, após acompanhamento médico, recebeu uma notícia que a encheu de alegria.

O meu trabalho não substitui o acompanhamento médico. Caminha lado a lado com ele, num
processo de autoconhecimento e cuidado integral.

Se sentes que existe algo no teu feminino que pede para ser olhado, talvez este seja o teu momento.

Comenta "cura" se quiseres saber mais informações sobre a limpeza sistémica do útero.

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18/08/2026

E se não fores tu que não consegues sair?

Há mulheres que sabem que aquela relação já não lhes faz bem, sabem que já não são felizes, sabem que precisam de partir. Mas, mesmo assim… f**am. Tentam, afastam-se, voltam.
Dizem a si mesmas que desta vez vai ser diferente.
E, por dentro, perguntam-se:
“Porque é que eu não consigo simplesmente ir embora?”

Na visão sistémica, podemos olhar para esta dificuldade com outros olhos, e perguntar:
Quem, na minha família, também não conseguiu sair?
Quem ficou numa relação por medo?
Quem permaneceu por causa dos filhos?
Quem suportou uma relação dolorosa porque sair signif**ava perder a família, a segurança ou o seu lugar?
Quem tentou partir e encontrou rejeição, conflito ou abandono?

E talvez exista ainda outra pergunta:
Para quem, na minha família, sair trouxe dor?

Porque, às vezes, sem percebermos, podemos carregar uma lealdade profunda:
"Se tu não pudeste partir, eu também não vou partir."
"Se para ti escolher-te significou perder alguém, eu também tenho medo de me escolher."
"Se sair trouxe sofrimento à nossa família, talvez seja mais seguro f**ar."

Não fazemos isto conscientemente. São movimentos invisíveis de amor e pertença. Mas chega um momento em que podemos olhar para essa história com respeito e dizer:
“Eu vejo-vos.”
“Honro aquilo que viveram.”
“Reconheço a dor que carregaram.”
“Mas essa história não precisa de continuar através de mim.”

Eu posso amar a minha família sem repetir o seu destino. Posso escolher-me sem abandonar ninguém, posso sair sem trair quem ficou, posso construir uma relação diferente. Posso aprender que partir também pode ser um ato de amor por mim.

E talvez a verdadeira pergunta não seja:
“Porque é que eu não consigo sair?”
Mas sim:
“A quem estou a ser fiel quando fico?”

Tu não precisas carregar para sempre uma história que começou antes de ti.

Agenda a tua sessão de Limpeza Sistémica do Útero ou Constelação Familiar por mensagem privada.

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Ser luz e a sombra. ✨Fomos ensinadas a gostar apenas das partes bonitas de nós. Da mulher forte, da mulher amorosa, da m...
13/08/2026

Ser luz e a sombra. ✨

Fomos ensinadas a gostar apenas das partes bonitas de nós. Da mulher forte, da mulher amorosa, da mulher generosa, da mulher que perdoa, da mulher que está sempre disponível.

Mas também existem partes nossas que escondemos.
A raiva, o medo, a insegurança, a necessidade de controlo, a inveja, a tristeza, a nossa vulnerabilidade.
Aquela parte que, por vezes, não sabemos sequer como amar.

E talvez a cura não esteja em eliminar essas partes.
Talvez esteja em olhar para elas sem julgamento. A nossa sombra não é necessariamente aquilo que há de errado em nós. Muitas vezes, é aquilo que aprendemos a esconder para sermos aceites, amadas ou para conseguirmos sobreviver.

A mulher inteira não é aquela que vive apenas na luz.
É aquela que consegue entrar na sua própria escuridão sem abandonar a sua essência.
Que consegue dizer:
"Eu vejo esta parte de mim."
"Eu compreendo porque ela existe."
"E escolho cuidar dela, em vez de rejeitá-la."

Porque quando rejeitamos a nossa sombra, ela continua a procurar maneiras de se expressar. Mas quando a acolhemos, podemos começar a transformá-la. E talvez seja isso que signif**a tornar-se Mulher Inteira:
Não ser perfeita.
Não estar sempre bem.
Não ser sempre luz.
Mas conseguir abraçar todas as partes de quem somos.

🌑 A sombra também faz parte de ti.
🌕 E a tua luz não precisa de a expulsar.

Tu és inteira quando consegues amar-te por completo.

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01/08/2026

Partilho contigo uma reflexão sobre brilho pessoal, e deixo abaixo um pequeno excerto de uma carta do oráculo "Trabalha a tua luz" que fala sobre isto ...

"Não diminuas a tua luz para acomodar a pequenez de outra pessoa. Todos nascemos para brilhar grande e intensamente. O universo está em expansão e tu fazes parte do Universo, por isso, expandires-te faz parte da tua natureza.
Se alguém te der vontade de te escolheres, presta atenção e afasta-te lentamente, essa pessoa não é para ti nem tu para ela.
(...) Todos os relacionamentos são essencialmente um acordo energético. Assim que uma pessoa decide começar a elevar-se e deixar que a sua luz brilhe, isso altera o acordo energético e pode levantar algumas ondas. É algo totalmente normal.
Os relacionamentos que deviam durar irão adaptar-se à energia. Os outros não, porque é provável que tenha surgido com a ressalva "Eu amo-te enquanto não brilhes mais do que eu". Não faz mal, nem todas as pessoas devem f**ar na tua vida para sempre. Mas as lições que elas te ensinam perduram."

Para refletires, partilha com alguém que também precise de resgatar o seu brilho. ✨

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31/07/2026

"Eu e os meus irmãos sempre nos demos bem..." Quantas vezes dizemos isto… enquanto carregamos, em silêncio, feridas que nunca chegaram a ser vistas?

A irmã que sempre se sentiu comparada, a que cresceu a acreditar que nunca era suficiente. A que teve de cuidar dos irmãos quando ainda era apenas uma criança. A que se sentiu esquecida, a que aprendeu a competir pelo amor e pela atenção. Ou simplesmente a que deixou de falar com um irmão e nunca conseguiu compreender verdadeiramente porquê.

A relação entre irmãos é uma das primeiras relações da nossa vida. É nela que aprendemos sobre pertença, justiça, reconhecimento e amor. E muitas vezes, sem nos apercebermos, levamos essas experiências para a forma como vivemos os nossos relacionamentos, o trabalho, a maternidade e até a relação connosco próprias.

Foi por isso que nasceu este desafio.
✨ 21 Dias para Curar a Relação entre Irmãos✨

Durante 21 dias, vou acompanhar-te através de meditações guiadas e afirmações sistémicas, num espaço seguro e acolhedor, onde poderás olhar para a tua história com mais consciência e compaixão.

Não para mudar os teus irmãos, não para apagar o passado. Mas para libertar o peso que talvez ainda carregues e encontrar um lugar mais leve dentro da tua própria história.

✨ Início: 11 de setembro
💻 Online, através de um grupo privado de WhatsApp

Se, ao ler estas palavras, sentiste que algo dentro de ti foi tocado... talvez este desafio seja para ti.

Envia-me uma mensagem privada. Será uma alegria caminhar contigo durante estes 21 dias.

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