16/10/2026
“É da idade.” É provavelmente uma das frases que mais ouvimos quando o tema é “dor”.
Sim, o corpo muda com o passar do tempo, mas isso não significa que qualquer dor deva ser automaticamente aceite como uma consequência inevitável de envelhecer.
Uma dor persistente merece ser compreendida. Quando aparece, o que a agrava, que estruturas ou movimentos podem estar envolvidos e de que forma está a interferir com o dia a dia.
É precisamente aí que uma avaliação individual faz diferença.
A idade faz parte da história clínica mas não pode nem dever ser a explicação para tudo. 🧓