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Osteopatia Clínica A Osteopatia deriva das palavras gregas (osteon) osso e (pathos) doença. A sua origem data do século ...
09/01/2013

Osteopatia Clínica
A Osteopatia deriva das palavras gregas (osteon) osso e (pathos) doença. A sua origem data do século XIX a partir da investigação do médico norte-americano Andrew Taylor Still (1828-1917) que em 1874 estabelece a relação entre a alteração estrutural (músculo-esquelético) e o resto do corpo como elemento chave na saúde.
A Osteopatia é uma ciência terapêutica baseada na biomecânica do corpo. Identificada por inter-relação entre o sistema músculo-esquelético e o resto do corpo.
A Osteopatia actua através do tratamento manual e natural, uma vez que o corpo possui uma capacidade de cura e reequilíbrio. A função do osteopata é tratar, através das mãos, as disfunções somáticas e estruturais do corpo humano.
O campo de acção da Osteopatia é: coluna vertebral, articulações, músculos, ligamentos, fasciais, sistema visceral, sacrocranuiano e certos desequilíbrios funcionais.
O tratamento de osteopatia é recomendado nos seguintes casos: dores nas costas, nas cervicalgias, torcicolos, neuralgia cervicobraquial, dorsalgias, lombalgias, ciática, lesões desportivas, stress, irritabilidade e dores de cabeça.
É um meio para reencontrar uma postura adequada e movimentos sem dor. Ajustando o equilíbrio interno e eliminando tensões, visa uma harmonia holística do corpo, proporcionando um bem-estar global. A osteopatia actua na prevenção de vários distúrbios, sendo ainda eficaz como complemento a práticas psicológicas e médicas.
O meio de sentirmos o corpo e entrarmos em contacto com as suas tensões e desequilíbrios, despertam numa nova e mais profunda consciência, permitindo-nos conhecê-lo melhor, respeitá-lo e compreendelo ao mesmo tempo, tornando-nos mais sensíveis ao seu ritmo e necessidades.

TERAPIA SACRO-CRANIANAA Terapia Sacro-Craniana é um método terapêutico que foi desenvolvido a partir da Osteopatia, e cu...
09/01/2013

TERAPIA SACRO-CRANIANA

A Terapia Sacro-Craniana é um método terapêutico que foi desenvolvido a partir da Osteopatia, e cujo objectivo é mobilizar o fluxo do líquido “cefaloraquidiano” a fim de detectar, corrigir e evitar desequilíbrios que podem causar disfunções neurológicas, e outras.
É uma terapia manual suave e de grande sensibilidade, no entanto extremamente poderosa. Por ser tão subtil e não invasiva é ajustada a todas as idades. Uma vez libertado o líquido, o sistema nervoso central irá relaxar e os restantes sistemas do nosso corpo irão restabelecer-se naturalmente.

Dispomos de tratamentos para os mais diversos problemas que possa sentir:OsteopatiaMassagem Terapêutica Terapia Sacro Cr...
08/01/2013

Dispomos de tratamentos para os mais diversos problemas que possa sentir:

Osteopatia
Massagem Terapêutica
Terapia Sacro Craniana
Manipulação Visceral
Bandas Neuro-Musculares
Varias Ciências Naturais
Psicanálise

Quando se deve consultar um osteopata?• Lesões das costas: cervicais, lombares, hérnias, contracturas.• Lesões desportiv...
08/01/2013

Quando se deve consultar um osteopata?

• Lesões das costas: cervicais, lombares, hérnias, contracturas.
• Lesões desportivas: entorses, luxações, sobrecarga muscular.
• Patologia músculo-esquelética: artroses, artrites, fibromialgia, osteoporose.
• Transtornos da esfera crânio-cervical: cefaleias, enxaquecas, vertigens, tonturas.
• Transtornos digestivos, circulatórios, respiratórios.
• Transtornos nervosos.
• Transtornos psicossomáticos.


É bom receber um tratamento osteopático após um período difícil durante o qual fomos mal tratados tanto física como moralmente. É nesses períodos que o nosso corpo acumula tensões. Libertar essas tensões uma vez ultrapassada a dificuldade permite uma recuperação rápida em todos os planos. A seguir são enumeradas alguns exemplos de situações nas quais um osteopata é uma ajuda eficaz:

• Durante a gravidez e depois do parto, ainda que tenha decorrido sem problemas
• Depois do nascimento e durante a infância, no decorrer de mudanças importantes na vida da criança ou quando manifesta através do comportamento dificuldades de adaptação não habituais nela
• Depois de um importante traumatismo, ainda que não tenha nenhuma ferida aparente (quedas, acidentes de carro, etc.)
• Depois de uma intervenção cirúrgica ou médica traumatizante (tratamentos dentais, extracções dificeis, etc.)
• Antes da colocação de um aparelho dental, durante todo o tratamento e depois da retirada do aparelho
• Durante ou depois de um período particularmente stressante ou de esgotamento físico e/ou intelectual ou de um período emocional difícil.
• Depois de qualquer doença aguda que tenha requerido a toma de medicamentos. De forma geral, as pessoas apresentam importantes desequilíbrios do organismo nos planos locomotor, hepático e digestivo. Por exemplo, os antibióticos algumas vezes indispensáveis alteram o sistema digestivo e o fígado.
• Quando o individuo sente a necessidade ou o desejo de tratar-se. O corpo, se já recebeu cuidados osteopáticos, será mais sensível ao tratamento que lhe permitirá reencontrar o equilíbrio.

Para que o corpo humano funcione de uma forma óptima é necessário que os quatro sistemas principais do corpo estejam em harmonia.

Sistema Parietal: osteopatia estrutural, transtornos funcionais do aparelho locomotor.
Sistema Crânio-sacro: conjunção de movimentos das suturas do crânio e as articulações sacro-ílíacas.
Sistema Visceral: mobilidade e função dos órgãos internos.
Psique.

Estes sistemas encontram-se num equilíbrio funcional.

As fascias asseguram a relação funcional entre o aparelho locomotor, o sistema visceral e os diferentes sistemas do corpo.

Quando um sistema está alterado produz-se imediatamente um desequilíbrio pelo qual se vêem afectados outros sistemas.

Nós, os osteopatas, temos de respeitar a regra de ouro da osteopatia: devolver a mobilidade à estrutura, tendo em conta o entorno anatómico, circulatório, hormonal e nervoso, dentro do contexto psicológico próprio de cada indivíduo.

Esta importante noção da Osteopatia impõe-nos um bom conhecimento clínico, para não cometer erros de juízo, um bom conhecimento da anatomia, para saber onde por as mãos, e uma boa aprendizagem, para saber o que um deve sentir ou notar e de que modo deve actuar.

Se a cabeça e o corpo fossem estruturados exactamente da mesma forma e tamanho, o que quer que estivesse numa região dev...
23/05/2012

Se a cabeça e o corpo fossem estruturados exactamente da mesma forma e tamanho, o que quer que estivesse numa região deveria estar repetida na outra como num espelho. O que quer que esteja presente na região superior, cabeça, existe na região inferior, corpo, em forma expandida; o que quer que esteja presente no corpo, em forma expandida existe na cabeça numa forma compacta.

Cultura e recolha das Plantas Medicinais	As substâncias activas	Os métodos de Extracção	Processo de fabrico dos medicame...
23/05/2012

Cultura e recolha das Plantas Medicinais

As substâncias activas

Os métodos de Extracção

Processo de fabrico dos medicamentos naturais



O que é?
Início

A fitoterapia é um método terapêutico que utiliza as plantas, mais exactamente, a parte activa das plantas. A sua origem é conhecida desde tempos remotos. A arqueologia trouxe à luz recentemente textos escritos há mais de 4000 anos, descrevendo as propriedades das plantas medicinais. Como terapêutica empírica tradicional, as plantas foram durante muito tempo o único tratamento posto pela natureza ao serviço do homem. Este método terapêutico é ainda muito utilizado na China. No Ocidente o uso das plantas caiu em desuso, no entanto, nos últimos tempos volta-se a verificar um crescente interesse nestes medicamentos. Isto deve-se aos avanços que se verificaram na sua obtenção e modo de utilização, sendo estes cada vez mais científicos e menos empíricos.

Os medicamentos "clássicos" e "químicos", são frequentemente colocados em oposição à fitoterapia. Existe, contudo, lugar para cada um deles no arsenal terapêutico que dispomos hoje em dia. Se, por um lado, É verdade que a farmácia "clássica" ocupou durante quase um século um lugar de destaque, com os excelentes resultados que ela permitiu obter em numerosos domínios, por outro, ela foi, pouco a pouco, deixando aparecer efeitos secundários indesejáveis, por vezes mesmo nefastos, que incitam hoje em dia à prudência. Eis porque, poderemos falar actualmente de dois tipos de medicamentos. Os medicamentos "de doença" cuja acção rápida e poderosa ajuda a curar uma forte afecção momentânea e os medicamentos "de saúde", resultantes da fitoterapia. O seu papel é propor tratamentos para manutenção da saúde, cuja acção mais suave ajudará a prevenir as doenças e a tratar os problemas crónicos, tais como, a artrose ou insónia, por exemplo. Assim, a fitoterapia age em profundidade, sem agredir o organismo e estimulando as defesas mais do que se substituir a elas. O resultado é uma acção eficaz, duradoura e sobretudo desprovida de efeitos secundários.

A eficácia dos medicamentos de fitoterapia assenta antes de mais na escolha das plantas que entram na sua composição e sobretudo em saber escolher com a maior precisão qual a parte mais activa da planta. Na parte activa da planta encontram-se substâncias em quantidades muito baixas que conferem as propriedades terapêuticas. É necessário fazer a extracção destas substâncias e concentrá-las com vista a obter o efeito terapêutico desejado.

BANDAS NEUROMUSCULARESA Banda Neuromuscular surgiu nos anos 70 na Ásia, mais precisamente na Coréia e no Japão. Este mét...
23/05/2012

BANDAS NEUROMUSCULARES

A Banda Neuromuscular surgiu nos anos 70 na Ásia, mais precisamente na Coréia e no Japão. Este método se baseia no princípio de que o movimento e atividade muscular são imprescindíveis para a recuperação e manutenção da saúde.

Segundo este método, os músculos além de serem necessários para os movimentos, também influenciam as circulações sanguínea, linfática e a temperatura corporal. E quando estes músculos não funcionam bem, isto pode provocar toda uma série de moléstias e lesões.

A Banda Neuromuscular é uma banda elástica que auxilia a função muscular sem limitar os movimentos e/ou amplitudes de movimentos. Assim, quando aplicado de forma correta, é útil no tratamento de patologias crônicas assim como nas fases imediata e tardia dos pós-operatórios.

Durante o desenvolvimento do método das Bandas Neuromusculares, tornou-se evidente a possibilidade de várias técnicas de aplicação, que inicialmente pautava-se na aplicação de Bandas Neuromusculares em técnicas musculares. Utilizando-se diferentes técnicas de Banda Neuromuscular, vários efeitos podem ser atingidos. Um dos efeitos mais importantes é a analgesia (redução da dor), pela diminuição da pressão e melhora da circulação.

A Banda Neuromuscular é uma fita elástica de algodão com uma camada adesiva anti-alérgica. Tem uma elasticidade de até 140% e se iguala à elasticidade da pele. A espessura e o peso da fita também são comparáveis com as da pele.

O método de Banda Neuromuscular é bastante eficiente para o tratamento das lesões desportivas, pois auxilia a função muscular sem limitar os movimentos e/ou amplitudes de movimentos, ao contrário das bandas desportivas convencionais. Vale lembrar que a banda desportiva convencional tem como objetivo limitar os ângulos de movimento, causando redução da circulação e atraso na recuperação.

É fundamental destacar que o método das Bandas Neuromusculares é mais uma ferramenta ao dispor do Fisioterapeuta, atuam como complemento das rotinas de tratamento.

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BENEFÍCIOS DA APLICAÇÃO DAS BANDAS NEUROMUSCULARES:

Analgesia (redução da dor);
Melhora da função muscular pela regulação do tônus muscular;
Ajuda a função articular por meio de:

- estimula a propriocepção;

- correção da posição articular;

- correção da direção do movimento;

- aumento da estabilidade.

Melhora as circulações sanguínea e linfática.

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INDICAÇÕES DAS BANDAS NEUROMUSCULARES:

Correção postural;
Tratamento de tendinites e tendinopatias;
Analgesia;
Auxiliar no tratamento das hérnias de disco;

O que é Reflexologia Como funciona? Não deve ser confundida com a massagem básica dos pés ou com massagem de corpo de ma...
23/05/2012

O que é Reflexologia

Como funciona?

Não deve ser confundida com a massagem básica dos pés ou com massagem de corpo de maneira geral – é uma técnica específica de pressão que actua em pontos reflexos precisos dos pés com base na premissa de que as áreas reflexas dos pés correspondem a todas as partes do corpo.

Como os pés representam um microcosmos do corpo, todos os órgãos, glândulas e outras partes do corpo estão dispostos num arranjo similar ao dos pés.

A reflexologia é uma arte suave, uma ciência e um método muito eficaz de tratamento. É uma técnica curativa holística – o termo holístico é derivado da palavra grega Holos que significa “inteiro” e, assim, procura tratar o indivíduo como uma entidade constituída de corpo, mente e espírito.

A pressão é aplicada nas áreas reflexas dos pés com os dedos das mãos e usando técnicas específicas.
Este procedimento provoca mudanças fisiológicas no corpo na medida em que o próprio potencial de cura do organismo é estimulado.

Desta forma, os pés podem desempenhar um papel importantíssimo na conquista e manutenção de uma boa saúde.

O que é Iridologia'Iridologia é uma ciência que não faz diagnósticos, mas que pressupõe o grau de inflamação do organism...
23/05/2012

O que é Iridologia

'Iridologia é uma ciência que não faz diagnósticos, mas que pressupõe o grau de inflamação do organismo, ou seja, os estágios agudos, crónicos e degenerativos, em que se encontram os diferentes órgãos, assim como as suas debilidades, permitindo assim uma avaliação segura do estado geral do organismo' (Dr. Bernard Jensen)



Os olhos e o corpo humano

O Diagnóstico da Íris* é o método que permite diagnosticar doenças, disfunções e alterações orgânicas pela simples observação da Íris – a parte colorida que é circundada pelo 'branco dos olhos'. Esse método permite a observação directa da íris sem recursos a técnicas especiais, embora uma lente de aumento devidamente ajustada a um foco luminoso produza melhores resultados. Existem também lentes iluminadas que facilitam o exame, além dos iridoscópios, que ampliam o campo observado e podem ser acoplados a câmaras fotográficas. É igualmente possível realizar o diagnóstico pela íris munido apenas de uma lente potente e uma pequena lanterna. As lentes com um foco luminoso utilizadas em filatelia são muito apropriadas para um diagnóstico razoável. É importante deixar claro que o diagnóstico da íris não é o estudo das doenças da íris ou dos olhos, mas sim de qualquer parte do corpo através da observação da íris. Esse estudo também não tem nada a ver com o exame do 'fundo do olho', que consiste no exame oftalmológico da retina, ou a parte posterior e profunda dos olhos, muito para lá da íris. O diagnóstico da íris fornece sinais que devem ser avaliados e interpretados segundo a sua localização na íris e obedecendo aos critérios da Iridologia.

Os diversos órgãos do corpo através da íris

Além das suas importantes funções visuais, a íris é responsável pela representação, na sua topografia, de todas as partes do organismo. Assim, qualquer alteração fisiológica determina modificações iridais correspondentes à região do órgão ou à parte alterada. Embora seja ainda uma teoria não aceite universalmente, a Iridologia entende que as modificações na íris surgem devido à comunicação directa do sistema nervoso central com esse órgão através do gânglio ciliar e da cadeia simpática. Qualquer alteração orgânica projecta, via sistema nervoso, uma modificação no padrão normal da textura e da cor da íris.

A cor dos olhos

Tanto o colorido como a textura e a densidade da íris podem fornecer informações importantes sobre a saúde da pessoa.

As cores naturais básicas à íris são três: castanho, azul e cinzento. A íris castanha, que é a mais comum, indica a presença do pigmento denominado melanina, ou de outros pigmentos escuros depositados no estroma* iridal. Já a íris azul tem uma menor quantidade de pigmentos no estroma, deixando assim transparecer uma parte da última camada iridal, a camada retiniana*. A coloração cinzenta deve-se a uma compactação e estreitamento do estroma iridal, facto muito comum na velhice, e isso explica a mudança de coloração dos olhos das pessoas mais idosas.

Como a íris reflecte as doenças

Os sinais da íris são dinâmicos, mudando de cor e de aspecto conforme os processos de agravamento das doenças ou de recuperação do organismo.

Uma íris normal caracteriza-se pela ausência de sinais, orifícios e sombras. Os sinais de degeneração verificadas no exame iridológico variam de coloração entre o branco e o negro, passando pelo cinzento-claro e pelo cinzento-escuro. Sinais de cor branca indicam um estágio inflamatório agudo de intensidade variada ou um acumular de material ácido. Marcas negras indicam um estágio crónico, degenerado e destrutivo, próprio das condições em que a doença determina perda ou degeneração dos tecidos, como no caso do cancro e outros tipos de tumores. Marcas de cirurgias e outras mutilações também podem surgir em forma de manchas escuras, mas sem grande profundidade, e geralmente com os bordos bem delimitados.

*Íris – Membrana circular, retráctil, que ocupa o centro anterior do globo ocular, situada entre a córnea e a parte anterior do cristalino e provida de um orifício, a pupila. (É a íris que apresenta a cor dos olhos dos diferentes indivíduos e regula a quantidade de luz que penetra no olho.)

*Estroma – Tecido conjuntivo que forma a substância básica, a estrutura de suporte, ou a matriz de um órgão.

*Retiniana (Retina) – Membrana ocular interna, em que estão as células nervosas que recebem os estímulos luminosos, e onde se projectam as imagens produzidas pelo sistema óptico ocular.



A origem da Iridologia

A iridologia remonta ao século XIX, e foi criada pelo médico húngaro Ignaz Von Peczely. Aos 10 anos de idade, Von Peczely, que morava nos arredores de Budapeste, capturou uma coruja no seu jardim e acidentalmente quebrou-lhe uma das pernas. Ao tratá-la, percebeu o aparecimento de uma mancha na íris do animal, a qual foi mudando de cor e forma à medida que o tratamento ia prosseguindo.

O facto permaneceu gravado na sua memória como um acontecimento marcante. Em 1861, a curiosidade deu lugar a um interesse mais intenso, ao acompanhar a doença da mãe e perceber o surgimento de pontos na íris da enferma à medida que seu estado se agravava. Após a morte da mãe, von Peczely decidiu estudar medicina, o que fez inicialmente em Budapeste (em 1862) e em seguida em Viena (em 1864), onde se formou médico e cirurgião.

Durante o curso de medicina, von Peczely acostumou-se a observar e relatar as alterações na íris dos clientes que acompanhava, procedimento que manteve mesmo depois de ter se formado. Por fim, em 1867, publicou as suas descobertas no livro Descoberta no Domínio da Natureza e na Arte de Curar. O trabalho causou muita polémica nos meios científicos recebendo tanto críticas como elogios.

A iridologia moderna foi lançada pelo Dr. BERNARD JENSEN, que desenvolveu um mapa da íris representando a localização dos órgãos e tecidos. Na sua descrição, a íris é dividida em sete zonas: a íris direita representa o lado direito do corpo; a do olho esquerdo, o lado esquerdo. Existem noventa áreas específicas conhecidas em cada íris e cada uma é diferente da outra.

HIPNOSEMuitos encaram a hipnose como uma ciência misteriosa, um jogo, uma experiência, um dom, uma ajuda e um cuidado. S...
23/05/2012

HIPNOSE
Muitos encaram a hipnose como uma ciência misteriosa, um jogo, uma experiência, um dom, uma ajuda e um cuidado.
Sim, tudo isto é verdade, mas a verdade de quem?
Todos os bons nomes da hipnose sempre fugiram a sua definição… embora possamos atingir um consenso. A hipnose é um conjunto de técnicas que imbuem o indivíduo a um estado especial de consciência. Esse estado é chamado estado hipnótico. Para a hipnose Ericksoniana todo o momento em que estamos em devaneios, com o pensamento distante do corpo, estamos em hipnose. Estamos em um estado hipnótico auto-induzido e não conduzido.
Já autores não-convencionais acreditam que o estado especial de consciência é o ápice da concentração e consciência expandida, a mente absolutamente potencializada… embora os estados sejam contraditórios, a definição não o é. A hipnose engloba ambos aspectos, assim como em nossos momentos de maior concentração estamos num estado alterado de consciência, ou seja, um estado hipnótico, também o estamos em nossos estados de devaneio, de completa desatenção a nossa volta, pois ambos são estados alterados e especiais de consciência. Embora estejamos nesse estado auto-induzido, não temos as ferramentas para curar. É aí então que entra o profissional, para induzir e conduzir este estado hipnótico de uma maneira produtiva e positiva.

Conheça as duas máximas da hipnose.
“Hipnose é Comunicação.”A hipnose comunica-se com o ser, mantém uma conversa com ele, despertando seus sentidos a fazer com que ele os perceba melhor e mais eficazmente, deixando-o tão potencializado que o faz imergir num estado alterado de consciência, uma consciência mais alargada, expandida, que engloba seu inconsciente, fazendo com que ele consiga encontrar suas respostas, ou melhor, a causa das suas dúvidas.
A outra é Toda Hipnose é Auto-Hipnose, afinal, não existe hipnose sem a permissão do hipnotizado… durante muito tempo a hipnose foi vista como um dom onde o hipnólogo detinha controle sobre o individuo devido ao seu acentuado poder de sugestão, fazendo com que indivíduos fizessem aquilo que o hipnotizador “ordenava”, o que aqueles que o assistiam não sabiam era que o que ele estava a fazer era delicadamente sugerir ao individuo hipnotizado algo que, embora incomum, fosse dar prazer ao concretizar. E foi este factor, do incomum e inesperado ser sugerido e realizado pelo hipnotizado, e portanto possivelmente engraçado, que fez com que a hipnose caísse também nas mãos dos mágicos de circo, induzindo pessoas do público a feitos cómicos invulgares, a que não se submeteriam normalmente… e isso só foi possível devido ao facto de que as pessoas, ao estarem a desfrutar de uma apresentação encontram-se relaxados, sem encontrarem ameaças na hipnose “vindo das mãos e dos olhos do mágico”, e portanto abertos a sugestões do hipnólogo, caso contrário, nenhum, absolutamente nenhum dos membros do público seria capaz de entrar neste estado especial de consciência. Durante este estado ninguém realmente perde o controle, justamente o oposto, raramente o individuo estará tão ciente de seus sentidos, seus pensamentos e seu próprio ser, onde é impossível revelar segredos que a mente não deseja revelar, nem tampouco realizar uma acção onde não há desejo de ser realizada. O ser cria, o ser cura. A hipnose resume-se a dar a oportunidade a este de ver-se capaz de faze-lo.
É o tratamento através da hipnose . A hipnoterapia tem como objectivo fazer com que nos sintamos bem connosco, com que nos tornemos pessoas mais equilibradas, mais saudáveis, e principalmente fazer-nos ser mais facilmente aquele que nós realmente somos, e ajudar-nos a descobri-lo, na verdade é mais um artificio com resultados fantásticos com o propósito de tornar a vida mais leve e feliz.
A hipnose não começou, ela sempre esteve. E desde o início dos tempos foi usada com o propósito de curar e ajudar o próximo (confira o passado da hipnose).
Com essa tipo de tratamento temos acesso mais fácil à cura de diversos males , citando: fobias, depressões, ansiedade, vícios como álcool, dr**as e tabagismo, dores crónicas “inexplicáveis”, impotência , falta auto-estima, falta de concentração, stress, traumas passados, síndrome do pânico, perfeccionismo, problemas de memória, compulsividade, obesidade, timidez ou medo de falar em público, medo, dificuldades de aprendizagem , entre muitos outros problemas que tornam a vida uma experiência ruim . Ou seja, por meio da hipnoterapia atingimos o fim de melhorar a qualidade de vida de qualquer um que o deseja, dando mais prazer e felicidade a acto de simplesmente existir. E mais intensamente, com sentido de ser.
É preciso dizer que não é a hipnose que trata de um determinado mal assinalado, mas sim que dá a possibilidade de o paciente por si mesmo o tratar, assim como a hipnose precisa de permissão, assim é a cura, o paciente tem de desejar estar bem e melhor. È, obviamente necessário a hipnose, mas no que concerne a por o paciente neste estado especial de consciência é preciso que ele assim o queira , e então este estado amplificador da consciência trará a cura em frente ao paciente, e daí esperamos que ele a agarre com força, a cura sempre esteve lá, o que a hipnose faz é por o individuo neste estado onde possui as forças necessária para que ela, a cura, não escape por entre seus os dedos… Veja: tanto a cura como o problema estão dentro de si!

A hipnose existe desde o início dos tempos. O próprio ser humano encontra-se tão preso a tudo o que lhe provoca estados especiais de consciência que poderia mesmo afirmar que a hipnose nasceu com o primeiro ser humano. Quando os curandeiros eram os chefes tribais, lidavam com plantas e com hipnose, para diagnosticar e tratar doenças e aliviar as dores. Tanto no mundo ocidental como oriental, pois com técnicas de relaxamento sabe-se com que facilidade e eficácia lidavam com a hipnose.
No início do século XVIII surgiu Franz Mesmer (1734-1815), o primeiro a transformar a hipnose em ciência. Mesmer descobriu que o ser humano era dotado de um magnetismo com qualidades curativas, tendo realizado muitas experiências em relação a estas curas, secções em grupo, contando com danças e música, onde seus pacientes entravam no chamado sono mesmeriano. Ainda hoje alguns usam a palavra mesmerismo como sinonimo para hipnose. O termo hipnose apareceu por meio de Jamies Brad no século XIX, um cirurgião oftalmologista que afirmava que todos poderiam cair num estado particular determinado utilizando-se de algumas manobras artificiais, desde que houvesse cansaço visual e cerebral, utilizando-se de repetições de palavras, método ainda hoje utilizado pela hipnose clássica, em pouco tempo Jamies Brad iria se arrepender da nomenclatura, o termo Hipnose provém de Hypnos, Deus grego do sono, e quando pode observar que o estado em que se encontravam seus pacientes não era semelhante ao sono, mas sim de grande imersão inconsciente e grande nível de concentração.
A hipnose é muito mais antiga, embora já estudada e de aprendizado cobiçado, todos com o efeito de cura, já a 7.000 anos atrás na Mesopotâmia tinha este efeito, assim como no antigo Egipto, e no inicio da era cristã São Cosme e Damião curam por meio do sono de incubação
Durante a 2ª Grande Guerra ela foi exaustivamente estudada e utilizada para aliviar as dores dos combatentes, e logo após para que os soldados se restabelecerem dos traumas. Foi nesta época que surgiu Milton Erickson, revolucionando a Hipnose complementando-a e a utilizando e pesquisando exaustivamente, foi adepto da hipnose clássica até as décadas de 60 e 70, onde então de seus estudos surge a Hipnose Ericksoniana, onde punha um contacto estreito e directo com o inconsciente do paciente, um homem de grande inteligência e sensibilidade para as nuances e necessidades da hipnose, tornou-se um marco e paragem obrigatória para qualquer um que queira conhecer o mundo da hipnose.
Hoje a hipnose encontra-se muito bem estruturada, contando com excelentes profissionais em todas as partes do globo, espera-nos agora continuar a ver o que será da hipnose de amanhã.

NUTRIÇÃO E DIETÉTICA    O interesse pela Nutrição é cada vez maior, mas muita da informação disponibilizada é sensaciona...
23/05/2012

NUTRIÇÃO E DIETÉTICA
O interesse pela Nutrição é cada vez maior, mas muita da informação disponibilizada é sensacionalista e incorrecta, originando confusão entre as pessoas como tal é inegável a necessidade de um esclarecimento verdadeiro e neutro e, para o fornecer, ninguém melhor que o farmacêutico, pela posição privilegiada que ocupa entre os profissionais de saúde.
O conselho nutricional do farmacêutico pode alcançar um público que não está em contacto directo com outros profissionais de saúde. Aquele pode contribuir de forma única e de um modo mais específico para a promoção da saúde e para a prevenção de variadíssimas doenças que poderão surgir em fases mais avançadas da vida.
A doença raramente será um mero resultado de algum capricho infeliz do destino ou da genética mas, frequentemente será, isso sim, a consequência do modo que elegemos viver a nossa vida. Entre os factores do estilo de vida, a dieta tem um papel fundamental. Cada vez são maiores as evidências que demonstram a importância da selecção criteriosa de alimentos por forma a reforçar a saúde, prevenir a doença e prolongar a vida.
A alimentação tem um papel decisivo no desenvolvimento de diversas patologias, como sejam a hipertensão, a diabetes e algumas doenças do foro gastrointestinal entre outras. Após o diagnóstico, a grande maioria dos doentes não irá com grande regularidade às consultas quer do médico quer do nutricionista, mas continuará, certamente, a ir à farmácia e, aqui, todo o apoio informativo fornecido ao doente será de grande importância
A disciplina de Nutrição tem por objectivo sensibilizar o futuro farmacêutico para o aconselhamento nutricional nalgumas situações que, um dia, quando se encontrar a exercer a sua profissão dentro de uma comunidade, lhe podem surgir.
Pretende-se, assim, transmitir ao aluno as competências que lhe permitam saber:
Confirmar a importância da dieta no tratamento de várias patologias, nomeadamente a
osteoporose, hiperlipidémia, a hipertensão e a diabetes mellitus entre outras;
Providenciar a informação nutricional adequada para os produtos que se vendem nas
farmácias, como os leites maternizados, os produtos destinados a alimentação infantil,
os suplementos dietéticos e os produtos de emagrecimento;
Reconhecer a necessidade de conselho nutricional de grupos específicos da população,
incluindo as grávidas, as mulheres em período de amamentação, as crianças, os idosos, os
desportistas e as minorias étnicas;
Aconselhar os doentes sobre as interacções entre os alimentos e os medicamentos que lhes
sejam prescritos;
Reconhecer a necessidade, sempre que se revele necessário, de encaminhar o doente para
o seu médico de família.

"Massagem: s.f. fricção ou compressão da parte muscular ou de outras partes do corpo para obter resultados terapêuticos....
23/05/2012

"Massagem: s.f. fricção ou compressão da parte muscular ou de outras partes do corpo para obter resultados terapêuticos."

A palavra massagem deriva do termo francês "masser" que significa amassar.

Diz-se que a massagem é praticada no Médio e Extremo Oriente há pelo menos 5.000 anos. Hipócrates, o "pai da medicina", escreveu no séc. V a.c. que "para se g***r de boa saúde, é preciso tomar um banho perfumado e fazer uma massagem com óleos todos os dias."

A massagem não deve, contudo, ser encarada como um tratamento, por si só, mas sim como uma arte de terapia complementar.

A massagem:

- NÃO é um sistema completo de tratamento, pois estes constituem formas de terapia mais desenvolvidas, incorporando teorias acerca das doenças, métodos de diagnóstico e de investigação de problemas. A massagem pode ser, no entanto, utilizada como uma das técnicas complementares ao sistema, ainda que enquadrada no próprio sistema completo de tratamento. São os casos da Osteopatia, da Quiroprática ou do Ayurvedismo, onde a prática da massagem se reveste de uma enorme importância.

- NÃO é uma técnica de diagnóstico, pois estas pretendem detectar/despistar doenças ou outras disfunções psicossomáticas. A massagem pode ser, no entanto, utilizada como uma das técnicas complementares ao diagnóstico, funcionando assim como um catalizador para o bem estar geral do paciente. Incluem-se aqui os casos da Cinesiologia, do Iridologia ou da Auraterapia.

- É uma terapia complementar, pois não se propõe formular qualquer teoria ou diagnosticar o estado do paciente. Pretende simplesmente contribuir para a melhoria do estado geral de saúde do paciente, actuando como complemento às formas de tratamento convencionais e nunca como substituto. Incluem-se aqui, apenas como exemplo, os casos da Reflexoterapia, da Aromaterapia ou da Hidroterapia.

Uma massagem designada de "clássica" inclui 4 manipulações básicas:

* Deslizamento (movimentos lentos e ritmados)
* Fricção ou Pressão (movimentos pequenos e circulares)
* Batimento / Percussão (movimentos curtos, rápidos e ritmados)
* Amassamento (agarrar e amassar os músculos uns contra os outros)

Para além destas quatro manipulações básicas, ainda podemos encontrar outras formas de manipulação e alguns tipos de massagens que submetam o corpo à vibração.

A massagem é uma arte milenar de cura e auto-cura e tudo deve ter começado com as mãos, pois é com as mãos que naturalmente se alivia uma dor, pela fricção da zona dorida. Mas hoje em dia já existem outras formas de massajar o corpo sem ser exclusivamente com as mãos; a tecnologia já proporciona muitos instrumentos mecânicos / eléctricos de massagem.

Sendo uma arte tão antiga, não é de estranhar que possam existir várias Escolas e Estilos espalhados um pouco por todo o Mundo. Podemos, assim, perceber o porquê de existirem terapias de massagem tão diferentes umas das outras, apesar de algumas serem também muito semelhantes entre si.

Não devemos esquecer que a massagem é uma importante troca energética entre o terapeuta e o paciente, estimulando uma comunicação profunda baseada no equilíbrio e na harmonia, sendo muito mais que apenas uma série de movimentos sequenciais e ritmados.


É amplamente aceite que a função mais eficaz da massagem é a descontracção do corpo e da mente, aliviando a tensão provocada no dia-a-dia. Contudo, e conforme a técnica utilizada e a velocidade e intensidade dos movimentos, a massagem também pode ser muito estimulante, ao invés de calmante: tudo dependerá do objectivo a atingir.

A massagem é uma forma de tocar o corpo com qualidade, proporcionando descanso em parte do corpo ou no corpo todo.

Em termos estritamente físicos, a massagem destina-se a melhorar os sistemas circulatório, muscular e nervoso e a ajudar também o corpo a assimilar os alimentos e a eliminar os produtos residuais. Em termos psicológicos e emocionais, os seus efeitos calmantes e tranquilizantes contribuem decisivamente para a melhoria do bem estar das pessoas.

Aqui ficam alguns dos benefícios que o paciente pode esperar de uma massagem:

- bem-estar imediato;
- melhoria do sistema circulatório geral;
- fortalecimento do sistema imunológico;
- diminuição da tensão;
- redução de ansiedade;
- tonificação muscular.




A massagem faz-se, geralmente, com o paciente deitado, em decúbito dorsal ou ventral, numa marquesa de massagem. Contudo, há técnicas de massagem (manipulativas ou não) que são efectuadas com o paciente sentado, em pé ou mesmo deitado de lado. As técnicas a utilizar bem como a posição do paciente para a sua prática vão depender em grande parte do Tipo de Massagem a que se está a submeter.

Há, ainda assim, um certo conjunto de regras que devem ser respeitadas a fim de tornar a massagem uma experiência gratificante, única e repetível:

* Dê a massagem numa divisão sossegada e com temperatura agradável
* Utilize uma superfície firme mas confortável
* Tenha um lençol ou toalha turca à mão para cobrir a pessoa
* Se necessário, utilize uma almofada mole para a cabeça
* Mantenha um ritmo regular
* Se utilizar óleos para a massagem, certifique-se de que são adequados
* Não deite o óleo directamente na pele da pessoa
* Não continue a massagem se se sentir cansado ou ofegante
* Não use anéis, colares ou pulseiras quando fizer uma massagem
* Se utilizar música ambiente, certifique-se de que é relaxante
* Certifique-se que no final a pessoa não apanha correntes de ar frio

Devemos chamar a atenção para o seguinte: não há um tipo ideal de massagem nem um único tipo correcto de massagem.

Se um paciente achar que a massagem não está a ser bem feita, podemos encontrar, no mínimo, estas três razões:

# O terapeuta pode estar a aplicar técnicas de massagem que podem não ser as mais indicadas para a situação em tratamento, ou por falta de um diagnóstico correcto ou simplesmente por engano;

# O terapeuta não conseguiu detectar qual o verdadeiro problema da pessoa e tenta conseguir com a massagem aquilo que ele não consegue fazer, para não passar a imagem de desconhecimento ou incompetência;

# O terapeuta diz-se massagista, mas ou não sabe o que é a massagem ou está a usá-la para outro fim diferente do da promoção do bem estar integral.



Uma vez que a massagem é uma terapia de contacto, está obviamente sujeita a um certo grau de pressão sobre o corpo do paciente. A intensidade da pressão exercida é muito importante, pois vai influenciar o processo de reequilíbrio energético.






Apesar de ter inúmeras aplicações e vantagens, há que ter atenção especial na utilização da massagem, pois a sua prática pode não ser adequada para pessoas que tenham problemas de varizes, pele inflamada ou infectada, denotem algum estado febril, epilepsia, dores agudas ou persistentes, etc.

Para além de haver certas regras de massagem, também as há para a Não Massagem:

- Não massajar uma zona inflamada ou com lesões visíveis;
- Não massajar as cartilagens de conjunção das crianças;
- Não massajar um calo ósseo nem articulações com lesões;
- Não massajar o ventre das grávidas a partir do 3º mês;
- Não massajar um paciente com o estômago cheio ou bexiga cheia.

É sempre aconselhável a consulta ao seu médico assistente antes de fazer uma massagem, excepto se a massagem se destinar simplesmente ao relaxamento e não como uma forma de terapia complementar para o alívio de certo tipo de doença.

Relembramos que qualquer massagem em pessoas doentes deve ser sempre prescrita por um médico e executada por um terapeuta qualificado.

A prática da massagem traz inúmeros benefícios ao paciente, mas deve-se estar sempre alerta para eventuais perigos, nomeadamente em casos de abuso na sequência de tratamentos. Um tratamento deve ser correctamente planeado para permitir ao paciente o descanso necessário entre sessões. Como é costume ouvir dizer: "tudo o que é demais não presta!"

Endereço

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4405-567

Telefone

937656578

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