05/05/2026
Quando temos ocupações ou profissões que exigem elevada interação humana, a probabilidade de nos sentirmos desgastados é grande.
Sejam pais e mães, cuidadores, médicos, enfermeiros, professores, psicólogos, assistentes sociais, entre muitos outros, a necessidade de autocuidado é transversal.
Trabalhar com pessoas implica presença emocional, exigência cognitiva constante e uma exposição contínua às necessidades do outro. E isso tem impacto.
Nem sempre esse impacto aparece de forma óbvia. Muitas vezes vai-se acumulando de forma silenciosa.
Reconhecer os sinais é o primeiro passo para começarmos a tomar decisões para cuidar de nós.
Cuidar dos outros exige presença.
Mas essa presença só se mantém quando também há espaço para cuidar de quem cuida.