08/24/2026
Minha linguagem do amor sempre foi palavras de afirmação. 🤍
Talvez por isso, perto do meu aniversário, eu tenha um ritual: releio cartões, cartas e mensagens que guardei ao longo dos anos. Palavras de pessoas que me enxergaram e deixaram registrado um pedacinho de amor.
Mas este ano resolvi fazer diferente.
Resolvi escrever para mim.
Eu tenho orgulho de você, Juliana.
Orgulho de quem me tornei, mas ainda mais de quem venho me tornando. Aprendi que nunca estamos prontos. Estamos em constante evolução.
Tenho orgulho da profissional que nunca se acomodou e continua estudando. Da aluna que ainda se encanta em aprender. Da mãe que acerta, erra, se questiona e ama todos os dias. Da amiga que procura estar presente. E da pessoa que aprendeu a valorizar cada vez mais a família, os vínculos e as memórias.
Sempre digo que, quando eu partir, quero deixar um legado. Não apenas títulos ou coisas que construí. Quero que alguém possa dizer:
“A Juh fez alguma coisa boa por mim.”
Que uma conversa tenha ajudado alguém. Que meu trabalho tenha transformado uma vida. Que minha amizade tenha sido importante. E que minha filha carregue algo bonito do que viveu comigo.
Olhando para esses 41 anos, acho que venho conseguindo. 🤍
Mas meu maior orgulho talvez seja da mulher que mudou a própria cabeça, amadureceu e desconstruiu versões de si para construir outras.
Aprendi que nem todo desafio chega para impedir o caminho. Alguns chegam para expandir quem precisamos ser.
E que mudar nossa frequência não é apenas “pensar positivo”. É consciência. É observar pensamentos, emoções e padrões e escolher um estado interno mais coerente com a vida que queremos construir.
Ainda tenho muito para aprender, transformar e viver.
Porque minha melhor versão não é um destino. É uma construção diária.
E antes das palavras de afirmação que sempre amei receber, hoje escolho oferecê-las a mim:
Eu vejo você.
Eu reconheço você.
Eu tenho orgulho de você.