05/19/2026
Nina ganhou medalhas e troféus como melhor atleta e foi votada pelas amigas de time como a melhor amiga, líder, que acolhe e torce por todas.
E eu fiquei muito orgulhosa, porque ela se dedica muito, e ela entra para o tudo ou nada. Ela fez Volleyball, basketball, Soft Football (futebol americano feminino), futebol (brasileiro) e ainda fez Jiu Jitsu até a metade do ano.
Eu tenho sorte, porque além de gostar ela tem talento e fibra que precisa para competir, ela é muito motivada e gosta de ser desafiada.
Acho que isso é uma grande qualidade para uma atleta, mas a parte relacional, humana e gentil, é muito importante para mim.
E esse ano, eu pude vê-la dos dois lados, quando fazia uma jogada, e esbarrava em alguém, ela vinha saber se a criança estava bem, pedia desculpa, e eu sempre disse a ela.
Todo mundo que está jogando é criança, ninguém gosta de perder, mas quem não sabe perder, não pode jogar.
E o time adversário, não é seu inimigo, é seu oponente nesse jogo. A partida pode se perder ou ganhar, mas os relacionamentos, não estão em jogo.
Não seja competitiva com suas amigas, dê o melhor de si e torça por elas.
Insistam com seus filhos para brincarem, sei que é um grande privilégio e nem toda criança pode e nem toda família tem condições de bancar os horários e os preços, mas o esporte a brincadeira faz a criança se conectar com uma parte que está rara hoje em dia. A disciplina e a recompensa por esforço de repetição é a ideal para formar adultos que consigam dar andamento a um projeto de longo prazo.
Eu não fiz esporte, só gostava de dançar, mas essa disciplina do esporte não desenvolvi, tive que forjar de outras formas.
Deixe que seus filhos se frustrem, que percam, que aprendam, pois resiliência precisa ser desenvolvida, não vende, não vem de graça.
A educação é uma construção!
Deixa aqui nos comentários, o que você mudaria na sua infância e se tivesse filhos o que gostaria de incentivá-los a fazer.