06/02/2026
Você sabia que a seletividade alimentar no autismo nem sempre é apenas uma questão de ambiente e comportamento?
• Muitas crianças com TEA apresentam alterações sensoriais que influenciam diretamente a forma como percebem texturas, cheiros, sabores, temperaturas e até os sons dos alimentos.
• A recusa alimentar pode estar relacionada à hipersensibilidade sensorial, rigidez cognitiva, ansiedade diante de mudanças e necessidade de previsibilidade. Por isso, ampliar o repertório alimentar exige muito mais do que insistência ou pressão durante as refeições.
• O caminho mais eficaz pode ser uma terapia baseada em análise do comportamento aplicada. É também realizado a exposição constante e gradual aos alimentos, respeito aos limites da criança, ambiente tranquilo e trabalho conjunto entre família e equipe multiprofissional. Pequenos avanços também são avanços.
A alimentação no TEA é complexa porque envolve sensações, emoções, experiências e desenvolvimento. Quanto mais entendemos o que está por trás da seletividade alimentar, mais conseguimos ajudar essas crianças de forma respeitosa e individualizada.
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