27/10/2026
𝗦𝗣𝗢 𝗻𝗼 𝗖𝗼𝗻𝗴𝗿𝗲𝘀𝘀𝗼 𝗱𝗮 𝗘𝗦𝗠𝗢 𝟮𝟬𝟮𝟲 |𝗔 𝗿𝗲𝗳𝗹𝗲𝘅𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝗽𝗿𝗲𝘀𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗱𝗮 𝗦𝗣𝗢 𝗽𝗼́𝘀-𝗲𝗻𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗼 𝗱𝗼 𝗘𝗦𝗠𝗢 𝗣𝗮𝗿𝘁𝗻𝗲𝗿 𝗦𝗼𝗰𝗶𝗲𝘁𝘆 𝗖𝗼𝗺𝗺𝗶𝘁𝘁𝗲𝗲
“𝗦𝗮𝗶𝗼 𝗱𝗮 𝗿𝗲𝘂𝗻𝗶𝗮̃𝗼 𝗱𝗮𝘀 𝘀𝗼𝗰𝗶𝗲𝗱𝗮𝗱𝗲𝘀 𝗰𝗶𝗲𝗻𝘁𝗶́𝗳𝗶𝗰𝗮𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗰𝗲𝗶𝗿𝗮𝘀 𝗱𝗮 𝗘𝗦𝗠𝗢 𝗰𝗼𝗺 𝘂𝗺𝗮 𝘀𝗲𝗻𝘀𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗰𝗹𝗮𝗿𝗮: 𝗮 𝗼𝗻𝗰𝗼𝗹𝗼𝗴𝗶𝗮 𝗲𝘀𝘁𝗮́ 𝗮 𝗺𝘂𝗱𝗮𝗿 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗿𝗮𝗽𝗶𝗱𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗱𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗻𝘂𝗻𝗰𝗮, 𝗺𝗮𝘀 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗼𝘀 𝗱𝗼𝘀 𝗱𝗲𝘀𝗮𝗳𝗶𝗼𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗶𝗻𝘂𝗮𝗺 𝗮 𝘀𝗲𝗿 𝗼𝘀 𝗺𝗲𝘀𝗺𝗼𝘀”. – 𝗗𝗿. 𝗡𝘂𝗻𝗼 𝗕𝗼𝗻𝗶𝘁𝗼
O presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO), Dr. Nuno Bonito, participou na reunião do ESMO Partner Society Committee, dia 25 de outubro, que versou sobre os desafios e as oportunidades que estão a moldar o futuro da oncologia e a sua relevância nas políticas públicas.
Partilhamos aqui seis pontos da reflexão do presidente da SPO após este encontro:
1. “Foi inspirador perceber como a ESMO tem vindo a reforçar a sua dimensão global e a apostar cada vez mais na colaboração com as sociedades científ**as nacionais. Porque os grandes desafios podem ser globais, mas as soluções acontecem sempre localmente”.
2. “A aposta na formação dos estudantes de medicina através do programa ESMO-NCCS, a expansão dos programas de mentoria e fellowship para jovens oncologistas e a evolução do currículo global ESMO-ASCO são iniciativas que podem ter um impacto muito signif**ativo na forma como preparamos os futuros profissionais”
3. “Continuamos a produzir ciência de enorme qualidade, mas demasiadas vezes os processos regulatórios e administrativos atrasam a sua transformação em benefício real para os doentes.”
4. “Num momento em que a Europa discute o European Biotech Act, o financiamento da investigação académica e a utilização inteligente dos dados de saúde, é fundamental garantir que a inovação não f**a presa em procedimentos excessivamente complexos.”
5. “A co-criação deixou de ser um conceito teórico para passar a ser uma condição essencial para desenvolver soluções que respondam verdadeiramente às necessidades de quem vive com cancro e dos seus cuidadores.”
6. “No final, uma ideia simples: o objetivo não é ter mais inovação. É conseguir que a inovação chegue mais depressa aos doentes. Essa continua a ser, provavelmente, uma das missões mais importantes da oncologia europeia.”